quinta-feira, 24 de outubro de 2019

Survival Mode: Mr. Driller (PS1)

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 Olá, povo subterrâneo, tudo bem? Sabe quando você vê ou ouve falar de algo, não dá muita bola e se surpreende quando experimenta? foi assim quando joguei o primeiro jogo dessa série abandonada de jogos da Namco. E como neste Blog posso mostrar jogos esquecidos para várias pessoas e dar minhas críticas construtivas, sejam elas positivas ou negativas, através da Internet, vamos a elas!
E, por sinal, esta série de jogos completa 20 anos neste mês. Vamos lá!
Fase 1: Gráficos 
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Estes gráficos até que são bons. Os Sprites são bem coloridos, grandes e com um bom nível de detalhes. Os Backgrounds podem ser meio estranhos por terem uma temática estranhamente aleatória ao considerar o contexto do jogo (você entenderá na fase 3), tais como quartos, constelações, ruínas egípcias ETC. Eu soube por um vídeo no Youtube do canal Velberan, que figuras de Games 2D exigem mais memória dos consoles do que as figuras 3D (o título do vídeo é: 2D vs 3D - Qual é o melhor para Jogos de Luta?) e considerando este fato, acho impressionante que este Game seja quase graficamente idêntico à sua versão de Arcade, vejam:

Algumas pessoas podem não notar as diferenças, mas as únicas diferenças que vejo são as cores mais fortes e os Sprites serem mais suaves e menos serrilhados do que a versão de PS1. No geral, o jogo é graficamente bom e fiel à sua versão de Arcade.
Fase 2: Som 
Em questão de trilha sonora, posso mencionar de novo o que foi escrito na análise de Pokémon Stadium: "Não é algo que vai te surpreender, só que, ao meu ver, é aceitável". Acho as músicas legais, mas assim como os Backgrounds, são meio aleatórias, mas desta vez não sei dizer se encaixam com o contexto do jogo, pois convenhamos, que tipo de música combina com um moleque de roupa rosa e azul que destrói blocos coloridos? Mesmo eu achando as músicas legais, o volume delas me incomoda por ser alto e para pessoas como eu que se incomodam com gritaria, motos passando e pessoas passando com aquelas caixas de som com "aquelas batidas" já é um pontinho a menos (só pra ter noção, tive que abaixar o volume da minha TV para 12 e costumo jogar com o volume 16). Antes de ouvir, abaixem o volume para não ficarem surdos:
O que acharam? Sobre os efeitos sonoros, eles são relativamente satisfatórios, é gostoso ouvir o som dos blocos se desfazendo e os outros efeitos até que fazem o seu trabalho consideravelmente bem.
Fase 3: Jogabilidade 
Em Mr. Driller você controla Susumu Hori, ele deve chegar ao centro da terra para impedir que os blocos ocupem a sua cidade. Além da broca, o que é necessário para chegar ao fundo é o D-Pad para mover-se em duas direções (esquerda e direita para ser mais específico) e os 4 botões principais do controle do Playstation para perfurar os blocos, sendo que o botão Triângulo faz uma perfurada consecutiva automática. Quando estiver indo para o centro, tome cuidado com 3 coisas; 1: Susumu não tem oxigênio infinito, para restaurar é só pegar cápsulas de ar e vocês provavelmente sabem o que acontece quando oxigênio acaba. 2: Os blocos X tiram o seu oxigênio quando destruídos e eles precisam ser perfurados mais de uma vez para serem destruídos. 3: Vocês já sacaram que destruir os blocos é necessário para a progressão, mas eles também podem não estar ao seu favor, pois se alguns blocos forem destruídos, os outros que estão acima vão cair e possivelmente te esmagar (é como jogar Jenga) e se 3 blocos da mesma cor ou mais se encostarem, eles serão destruídos automaticamente. No começo pode ser difícil, pois você pode morrer bem rápido se não estiver acostumado(a) com a jogabilidade, mas depois de aprender como se joga, você se torna capaz de fazer decisões em uma fração de segundos. Para se dar bem no jogo, você deve balancear os momentos em que você tem que ser rápido(a) e quando parar e ser mais cuidadoso(a).
Fase 4: Modos de Jogo 
O primeiro modo de jogo é o Arcade, este é o modo básico, aonde é necessário chegar ao centro da terra e você pode escolher dois "níveis de dificuldade", 500 metros e 1000 metros (nas versões ocidentais mudaram para 2500 e 5000 pés), as diferenças são que um é mais curto e outro é mais longo. No Time Attack, é necessário chegar ao fundo o mais rápido possível e as cápsulas de ar são substituídas por relógios. No Survival Mode (juro que foi uma coincidência) é só cavar até onde você conseguir. No High Scores você vê as melhores pontuações. Para finalizar, Options, neste modo você previsivelmente configura o jogo para o seu bel prazer (o número máximo de vidas, a dificuldade dos modos 500m e 100m ETC). Vários destes modos não estão disponíveis nas versões deste jogo lançadas anteriormente (Arcade, Game Boy Color e WonderSwan Color) e mesmo tendo mais conteúdo que estas outras versões, ainda não é o suficiente para ser considerado um jogo com alto fator Replay.
Fase Final: O Verídico 
Prós: 
+ Visualmente fiel à versão de Arcade 
+ As músicas até que são boas... 
+ A jogabilidade é diferente e divertida 
+ O desafio que o jogo proporciona é interessante 
Contras: 
- ... Apesar do volume alto 
- Poucos modos de jogo 
Nota Final: 
8.6 
Resumindo: Mr. Driller é um jogo esquecido que recomendo para qualquer um. Tem bons gráficos, músicas boas (apesar de altas) e uma jogabilidade diferente, divertida e desafiadora. O ponto mais fraco do jogo é o fator Replay baixo. Independente se jogar por console ou emulador, recomendo dar uma jogada. 
Curiosidades Rápidas: 
- Originalmente, Mr. Driller seria uma sequência do clássico jogo Dig Dug (em jogos posteriores da série, foi confirmado que Susumu é filho do protagonista de Dig Dug) 
- Mr. Driller seria exclusivo para consoles, mas fizeram a versão de Arcade para alavancar as vendas 
- As músicas da versão de Arcade são diferentes da de PS1  
 
Já conhecia Mr. Driller? Já chegou a jogar? O que achou? Gostou da postagem? Comente e compartilhe nas redes sociais, Bye Bye!

segunda-feira, 14 de outubro de 2019

Professores no Mundo dos Games (especial de dia do professor)

Olá, professores e alunos, tudo bem? Eu estou no final do ensino médio e durante toda a minha vida escolar, conheci professores muito queridos para mim (inclusive meus pais) e já que o dia 15 de outubro é o dia do professor, decidi fazer uma postagem sobre o tema, 1 dia antes. Não só para homenagear meus professores, como também os meus pais e padrinhos, lhes mostro os professores do mundo dos Games, Hora da aula!
Lembrete: Eu só considero um(a) personagem professor(a), se ele(a) realmente ensina sobre o que quer dar aula. Então, personagens como o Professor Carvalho de Pokémon não entram na lista, pois ele só te dá um pokémon inicial e te obriga a capturar Pokémons para obter informações na Pokédex (ele é um cientista, por que ele simplesmente não estuda sobre os Pokémons ao invés de pedir para uma criança de 10 anos fazer o trabalho por ele?). Para finalizar o lembrete, só entra nesta lista, personagens de jogos que joguei.

Octopath Traveler é um jogo de RPG (Role-Playing Game) que tem 8 personagens jogáveis com suas próprias campanhas e um destes 8 personagens é um professor de uma escola.
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Cyrus Albright é o professor da escola real do reino de Atlasdam e sua paixão é perseguir conhecimento e um dia, um livro de magias proibidas chamado: "Os Longínquos Confins do Inferno" (em tradução livre) foi roubado e ele foi atrás deste livro para impedir que o seu conteúdo possa ser usado para fins malignos. Como professor, ele faz bem o seu trabalho, ele trata os seus alunos igualmente bem, sem sequer priorizar um em detrimento do outro, acredita no potencial dos seus alunos a ponto de acreditar que talvez um deles o ultrapasse em questão de conhecimento e inteligência e uma de suas alunas até o salvou de uma enrascada. Com todos estes pontos citados, é claro que Cyrus é um professor de respeito.

Puyo Puyo é uma série de Games de Puzzle à lá Tetris com foco em competitividade e quando lançaram Puyo Puyo Fever, fizeram esta personagem para servir de tutorial para os iniciantes (creio eu).
 Senhora Accord é a professora da escola de magia de Primp Town e por mais que ela seja uma pessoa gentil e com boas maneiras, ela esconde segredos sombrios e misteriosos (geralmente envolvendo Popoi, o seu gato), deixando várias interpretações de seus motivos em aberto. Puyo Puyo Fever tem 3 níveis de dificuldade (RunRun, WakuWaku e HaraHara ou fácil, médio e difícil para facilitar) e no RunRun ela explica as mecânicas do jogo de forma simples e entendível. Mesmo com seu possível lado sombrio misterioso, ela ainda é uma doce professora que ensina bem como batalhar usando Puyos (os objetos estouráveis do jogo, assim como Tetris tem os blocos e Candy Crush tem os doces).

Como a história da série Zelda se passa em gerações diferentes com personagens base que tem o mesmo nome de seus antepassados (me refiro ao Link e a Zelda), talvez alguém possa levantar perguntas do tipo: "Como o Link consegue usar tão bem uma espada sem sequer ter aulas de como usar uma?". Nem todos os Links tem a mesma sorte de principiante, pois o Link de Zelda - Wind Waker (já teve análise desse jogo aqui no Blog) teve algumas aulas de esgrima com este senhor.
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 Orca planejava se tornar um grande espadachim (junto com Sturgeon, seu irmão), mas um ferimento fez ele abandonar seu sonho e ele acabou se tornando um pescador em Outset Island (a ilha do começo do jogo). Para alguém que desistiu de ser um espadachim por causa de uma ferida, Orca conseguiu ensinar bem todas as técnicas básicas de espada ao Link. Ele é um homem bem insistente nos seus ensinamentos e no começo ele não tinha tanta confiança nas habilidades do Link, mas sua perspectiva sobre ele começa a mudar com o tempo e quando Link aprende o Giro Furacão, Orca chora de felicidade ao vê-lo dominar uma técnica que ele nunca conseguiu. Mesmo sendo um homem irritado e insistente, Orca é um professor de respeito.

Esclareci no lembrete que não colocarei o Professor Carvalho por eu não enxergar muitas características da profissão nele. Por outro lado, este personagem que aparece no modo Pokémon Academy de Pokémon Stadium 2 e nos jogos da segunda geração, é um professor de verdade.
Earl Dervish é o professor da escola Pokémon da cidade Violet (localizada na região de Johto) e lá ele ensina as mecânicas das batalhas Pokémon, desde as mais básicas, até as mais avançadas. Não há muitas coisas sobre ele em suas aparições, mas como professor, posso dizer que ele é decente. Ele dá aulas sobre vários aspectos das batalhas Pokémon, oferece provas para testar seus conhecimentos, permite algumas batalhas para explicar estratégias e na biblioteca, e ele te dá livros para estudar. Mesmo ele sendo o professor mais normal da lista, Earl sabe muito bem sobre o que fala.

Você é um(a) professor(a)? Qual destes professores você adoraria que te desse aula? Conhece algum personagem de Game que é professor? Gostou da postagem? Comente e compartilhe nas redes sociais, Hora do intervalo!

quinta-feira, 26 de setembro de 2019

Piadas ruins sobre Games (Parte 2)

Olá, povo que cai na risada com piada sem graça, tudo bem? Eu não tinha ideia de que postagem fazer e então me lembrei de 2 anos atrás, quando fiz uma postagem porque estava sem ideias e ela acabou sendo a mais vista do Blog. Então, decidi fazer uma continuação desta postagem por causa das enormes quantias de visualizações. Já que ninguém pediu e estou fazendo isso por querer, não preciso escrever o que lhes trago, pois está no título, Vamos lá! 
Lembrete: Alguns de vocês talvez não possam entender as piadas, pois precisam do entendimento de séries específicas de Games e por isso, haverá alguns textos adicionais para explicá-las e eu não criei todas as piadas da postagem. Aa maioria eu criei, mas há algumas de outros lugares.
Piadas sobre Nintendo:
1: Um homem queria ser picado por um mosquito/pernilongo e encontrou um, sabe o que ele disse pro inseto? Pique Mim*.
2: Por que o Mario é melhor nas fases aquáticas quando está pequeno? Porque ele é Marinho.
3: Um cara queria comprar um console da Nintendo e também queria fazer natação, mas ele só tinha  dinheiro para 1 coisa e o seu pai disse "É Nintendo ou Nada!"**.
4: Era uma vez 2 gêmeos, um é Poke e outro é Mon, Mon ganhou um Game Boy e quando ele não deixou o Poke jogar, Poke disse "Porquê Mon?!".
5: Qual é o site favorito da Zelda? É o Linkedin***.
*: Há uma série de jogos da Nintendo chamada Pikmin; **:  O Slogan das propagandas antigas da Nintendo aqui no Brasil era exatamente esse; ***: Há um Site com este nome e o nome do herói da série Zelda é Link. 
Piadas sobre Sony: 
1: Um bode foi pra guerra, qual é o nome do jogo? Bode of War*.
2: Qual é o nome do jogo em que um marsupial laranja vai para uma creche? Creche Bandicoot** 
3: O leste de uma região de um país pertencia a alguém chamado Us, qual é o nome do jogo? The Leste of Us***
4: Uma cidade chamada Gran virou ponto turístico, qual é o nome do jogo? Gran Turismo****
5: Um console chamado Station estava ficando popular e comprei para um amigo que o queria, então eu Dei Station
*: Trocadilho com Bode e God of War; **: Trocadilho com Crash Bandicoot e creche (aliás, Bandicoot é o nome de um marsupial australiano); ***: Trocadilho com The Last of Us; ****: Trocadilho com Gran Turismo. 
Piadas sobre Microsoft: 
1: Duas tias foram pra guerra, qual é o nome do jogo? Tias of Wars
2: A Disney e a Microsoft fizeram uma parceria para fazerem um console juntas, qual é o nome dele? Xbox Mulan**.
3: Alguém chamado Horizon foi eleito presidente e o pessoal não gostou dele e eles falavam nos protestos "Fora Horizon!"*** .
4: Alguém relou em algo, qual é o nome do jogo? Relou**** 
*: Trocadilho com Gears of War; **: Trocadilho com Xbox One e o filme Mulan; ***: Trocadilho com Forza Horizon; ****: Trocadilho com Halo. 
Piadas sobre Jogos Aleatórios: 
1: Joãozinho estava no banco e ele começou a ser assaltado e logo quando o assalto começou, ele deixou "algo" escapar e disse "Peidei"* 
2: Qual é o nome do jogo em que você pode mexer com personagens da Nintendo? Super Mexe Bros**.
3: Qual é o nome do jogo em que perguntas são feitas até demais? OverWhat?***.
4: Alguém estava embaixo de uma telha, qual é o nome do jogo? UnderTelha****.
5: Qual é o nome do jogo onde uma mãe explora um mundo quadrado? Mãe no Craft.
6: Qual é o personagem de Mortal Kombat que subiu para o andar zero no elevador? Sobe-Zero*****.
*: Trocadilho com a pronuncia do jogo Payday; **: Trocadilho com Super Smash Bros; ***: Over é uma palavra inglês usada para expressar uma grande quantia e What é "o quê" nessa língua e o trocadilho foi com o jogo Overwatch; ****: trocadilho com Undertale; *****: Trocadilho com Sub-Zero. 
Piadas sobre Jogos Desconhecidos 
Cuidado, esta seção é para poucos, aproximadamente 10% da população mundial entenderá as piadas. 
1: Qual é o líder religioso das estrelas? Zupapa
2: Uma carta de tarô ligou para alguém e deu um Magical Trote** 
3: Qual é o único jogo que consegue aguentar assistir episódios Filler de Animes? É o Mr. Filler***
4: Qual é o jogo em que o Rocky Balboa come um doce japonês? Pocky e Rocky**** 
*: Zupapa é o nome de um jogo onde os personagens jogáveis são estrelas e vocês já sabem o que é um Papa (aliás, fiz análise desse jogo aqui no Blog); **: Magical Drop é o nome de um jogo onde os personagens são cartas de tarô e fiz um trocadilho com trote; ***: Filler é um termo usado para episódios de Anime que não relevantes para a história e o trocadilho é com o jogo Mr. Driller; Pocky é um nome de um palito doce coberto de chocolate (ou qualquer outra coisa) feito no Japão e o trocadilho foi com o jogo Pocky e Rocky.
As piadas ficaram engraçadas? Quais você entendeu sem precisar de explicação? Qual foi a piada mais engraçada? E qual foi a mais sem graça? Gostou da Postagem? Comente e compartilhe nas redes sociais, É o tchau!

terça-feira, 27 de agosto de 2019

Survival Mode: Ghostlop (Arcade)

Olá, fantasmas, tudo bem? Vários jogos são cancelados por  motivos diversos, sejam por adiamento, falta de dinheiro ou qualquer outro motivo, mas Ghostlop é um caso peculiar, porque ele já aparentava estar finalizado e mesmo assim não foi lançado e o pior é que não há muitas informações a respeito do cancelamento do jogo (há rumores de que o jogo foi testado e foi cancelado por não ter se saído bem, mas acho esse motivo implausível). ROMs do jogo foram disponibilizadas na Internet a cerca de 11 anos atrás e algumas pessoas puderam se aventurar por este jogo perdido.
Será que é bom? vamos descobrir.
Fase 1: Gráficos 
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Assim como Donkey Kong Country, os Sprites dos personagens são pré-renderizados (basicamente são modelos 3D que viraram figuras 2D, se alguém sabe como funciona, explique). As animações até que são fluidas e o visual é bem colorido. Os cenários tem um visual decente e assim como os Sprites usados nas Cutscenes, não são pré-renderizados. Para um jogo de Neo Geo que seria lançado em 1996, os gráficos impressionam.
Fase 2: Som 
As músicas são eletrônicas e bem animadas, gostei das batidas e "bips" à la GBA. Infelizmente não poderei colocar algum vídeo com alguma música do jogo porque ninguém postou algum vídeo no Youtube com alguma maravilhosa música desse jogo. Se quiser ouvir uma delas, procure alguma Gameplay com boa qualidade de áudio no Youtube, mas pode ser difícil prestar atenção nelas por causa dos efeitos sonoros, eles não são ruins, apenas cumprem bem o seu papel, mas são meio altos e para algumas pessoas sensíveis a barulho (como eu) pode ser um incômodo.
Fase 3: Jogabilidade 
 Vou ser honesto, não gosto muito de jogos de Puzzle, não do tipo de resolver enigmas como Portal e sim, aqueles de estourar pedrinhas como Tetris e Candy Crush, o motivo é porque não jogo muito bem esse tipo de jogo (eu sei que não precisa saber jogar bem para se divertir, mas acho que você entendeu o ponto) e Ghostlop se encaixa nas minhas exceções em relação a este gênero, junto com Magical Drop (se não me engano, o mesmo pessoal que fez Magical Drop também fez Ghostlop).
O analógico controla o personagem e a mira, mas cuidado, a mira é muito sensível e um simples toquezinho pode embananar as coisas, o botão A atira bolas laranjas para estourar os fantasmas laranjas e o B atira bolas azuis para os fantasmas azuis, também dá para trocar a cor da bola com o apertar dos botões quando arremessada. O objetivo é estourar fantasmas para mandá-los ao seu adversário, perde quem estiver com o campo cheio de fantasmas ou quem estiver com a menor pontuação caso o tempo acabe. Além dos fantasmas laranjas e azuis, também há os fantasmas caveira que levam alguns arremessos para serem destruídos, os fantasmas bomba destroem os fantasmas que estão embaixo e os fantasmas elétricos que destroem todos os fantasmas ao seu redor. Caso não tenha boa memória, o jogo também avisa quando você comete algum erro, mas independente de ser algo útil, não gosto disso, pois interrompe o fluxo da jogatina (mesmo que seja apenas por alguns poucos segundos) e os avisos dizem coisas muito óbvias, como "não deixe a bola cair no chão" e "estoure todos os fantasmas". A jogabilidade é uma mistura de Breakout e Puzzle Bobble (ou Bust-A-Move no ocidente) e achei que ficou interessante.
Fase 4: Modos de jogos 
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Como podem ver, só há 2 modos. VS Human é o típico modo para 2 jogadores competirem entre si, o primeiro controla Bruce (vermelho) e outro McCoy (verde). Story é campanha principal e o legal desse modo são as rotas alternativas, dependendo de onde você escolhe seguir o caminho, os oponentes podem ser completamente diferentes e isso é tão genial e incentiva o/a jogador(a) a ver quais oponentes malucos ele(a) pode encontrar. A história desse modo é sobre Bruce, que junto com seu parceiro McCoy, trabalha como caçador de fantasma em sua cidade (não é coincidência, a temática foi realmente inspirado nos caça-fantasmas).
Fase Final: O Verídico 
Prós: 
+ Os gráficos até que são bonitos 
+ A trilha sonora é legal 
+ A mistura de Puzzle Bobble e Breakout na jogabilidade ficou interessante 
+ Rotas alternativas no modo história
Contras: 
 - Mira super sensível 
- Os avisos interrompem o fluxo da jogatina 
Nota Final: 
7.9 
Resumindo: Ghostlop é uma joia perdida no mundo dos Games, uma que não pode ver a luz do dia em seu tempo e conseguiu vê-la depois de 11 anos de sua data marcada. Os gráficos impressionam para os padrões do Neo Geo, as músicas são bem divertidas de ouvir (apesar dos efeitos sonoros altos), as rotas alternativas do modo história são uma ótima ideia e a sua mistura de Puzzle Bobble e Breakout conseguiu agradar a mim, uma pessoa que não gosta muito de jogos de Puzzle. Os únicos problemas são a mira super sensível e os avisos interrompendo as partidas. Se tiver um emulador de Neo Geo, recomendo dar uma jogada. 
Já conhecia este jogo? Já jogou algum jogo cancelado? Gosta de jogos de Puzzle? Gostou da postagem? Comente e compartilhe nas redes sociais, Bye Bye!

sábado, 17 de agosto de 2019

Lutadores de Muay Thai no Mundo dos Games

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Olá, lutadores, tudo bem? Eu não sou muito fã de exercícios físicos, pulava as aulas de educação física na escola e quando eu fazia pilates, muitas vezes saía da aula antes da hora por achar uma chatice. Exercícios físicos são necessários para manter-se saudável e eu não os fazia por não gostar de fazer muito esforço, mesmo assim, os meus pais tiveram a ideia de contratar um instrutor de Muay Thai para me ensinar uns golpes e me deixar fisicamente melhor e para minha surpresa estou adorando estas aulas de Muay Thai. Para quem não sabe, Muay Thai é uma arte marcial tailandesa também conhecida como boxe tailandês, as diferenças em relação ao boxe tradicional são o uso de chutes, joelhadas, cotoveladas e até mesmo caneladas, além dos socos e golpes com outras partes do corpo. Esta arte marcial é praticada há cerca de 2 mil anos e durante todo este tempo, alguns Games colocaram personagens praticantes dessa arte marcial e é agora que eles serão mostrados.

Como Street Fighter é uma série de jogos que inclui várias artes marciais (além de todos os outros jogos que serão mostrados aqui), é claro que teria algum personagem lutador de Muay Thai e esse foi o primeiro contato que muita gente teve com essa arte marcial sem perceber.
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Sagat lutava desde quando era jovem, ele constantemente brigava nas ruas e percebeu que brigar nas ruas não era o melhor jeito de aprender a lutar, então ele foi aprender Muay Thai para discipliná-lo e deixá-lo mais forte. Após várias derrotas em sua carreira, ele conseguiu se tornar um campeão e ganhou o título de "Imperador do Muay Thai" após derrotar um lutador poderoso. Depois disso, ele abriu o primeiro torneio World Warrior para provar que é o melhor lutador do mundo, tentou se vingar do homem que o venceu no torneio (Ryu), se juntou a organização criminosa Shadaloo para ter uma revanche contra Ryu e fez uma reflexão sobre seus objetivos bem depois de sair da organização. As técnicas básicas de Muay Thai estão aí, os socos, chutes, cotoveladas, joelhadas e até a postura, mas Street Fighter não é realista e por isso ele pode atirar rajadas de fogo pelas mãos. Mesmo não sendo 100% coerente em relação ao Muay Thai real, seu título de "Imperador do Muay Thai" não é à toa.

A série The King of Fighters junta personagens de vários jogos de luta da empresa SNK (além de alguns personagens originais), dentre eles estão alguns lutadores de Muay Thai, como King, Benimaru e Hwa Jai (rimou), mas o que entra na lista é este cara da série Fatal Fury.
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Joe Higashi ganhou o título de "Campeão de Muay Thai" após derrotar Hwa Jai nas finais em um torneio e desde então ele defendeu seu título contra adversários inferiores, até levar uma surra de Andy, que depois de vencê-lo, deu uma oportunidade para juntar-se a ele e Terry (irmão de Andy e protagonista da série Fatal Fury) em uma viagem a Southtown para ajudá-los a acabar com Geese Howard (o homem que matou o pai adotivo dos dois irmãos) e mesmo Joe sabendo que ele possa ser expulso da Federação de Muay Thai por esse motivo, aceitou a oferta para ajudar seus novos amigos. As técnicas básicas de Muay Thai mencionadas no personagem anterior também estão, só que com uma velocidade maior e os jogos de luta em que ele aparece também não são realistas, se você achou que o Sagat lançar rajadas de fogo pelas mãos era absurdo, Joe vai mais além, já que ele pode combinar seus golpes com energia espiritual, dar socos explosivos e lançar furacões pelas mãos. Apesar dos exageros, ele com certeza é um ótimo artista marcial.

Você viu caras que lançam fogo e furacões pelas e para dar um descanso para as coisas mais fantasiosas, vou mostrar alguém mais pé no chão, como esse personagem da série Tekken.
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Bruce Irvin perdeu a família quando era pequeno e por isso,  teve que se virar sozinho nas ruas, o que também o levou a aprender Muay Thai. Sendo forçado a lutar para sobreviver, ele começou a participar de torneios Underground para ganhar dinheiro e depois começou a participar de torneios profissionais, onde ele se tornou o campeão entre os pesos pesados. Ao entrar em um torneio na Tailândia (país aonde surgiu o Muay Thai), alguém ofereceu dinheiro a ele para armar uma luta e perder, mas Bruce não quis perder e acabou matando o seu oponente. Frustrado pelo ocorrido, o oferecedor do dinheiro contratou um assassino para acabar com Bruce e a polícia o taxou como procurado e Bruce foi pegar uma avião para fugir, até se deparar com um detetive e o assassino no mesmo vôo e após uma longa batalha, o avião caiu e Bruce foi único sobrevivente, apesar de estar com amnésia. Depois ele foi achado pelas forças militares de Kazuya Mishima e foi contratado como mercenário. Seus golpes de Muay Thai são executados com muita força e velocidade e conseguem ser eficientes na defesiva e na ofensiva. Tirando os combos que desafiam as leis da gravidade, ele é um dos lutadores mais realistas da lista e uma das melhores representações do Muay Thai.

A série Dead or Alive é famosa pelas suas personagens femininas bem sexualizadas, mas muita gente esquece que também tem homens.
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Peraí, ele está fazendo um Dab?

 Zack é um DJ que ensinou Muay Thai para si mesmo, só para participar dos torneios Dead or Alive para obter fama e dinheiro (ele até venceu o DoA4 e comprou ilhas privadas). Seus golpes são bem fortes (apesar de lentos) e ele é bem rápido. Vocês esperavam mais da minha descrição sobre ele? eu também.
Você sabia da existência do Muay Thai? Já praticou ou conhece alguém que pratica? Gostou da postagem? Comente e compartilhe nas redes sociais, Bye Bye.

sábado, 3 de agosto de 2019

O que eu esqueci de comentar sobre Shovel Knight?

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Olá, cavaleiros, tudo bem? Como eu declarei no final da postagem anterior; a análise de Shovel Knight está incompleta e faria uma postagem para comentar sobre o que esqueci. Vamos lá!
Lembrete: É recomendável ler a análise antes de ler esta postagem para ficar mais por dentro dos assuntos mencionados. Agora sim, Vamos lá!
1: O Mapa 
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A maneira de entrar nas fases e vilas é por meio deste mapa estilo Mario 3. Claro que no começo a maioria dos lugares estão trancados e conforme você avança no jogo, mais lugares vão se abrindo. Também podem aparecer uns malucos nesse mapa para você lutar. Não tenho muitos detalhes para comentar além destes.
2: A Vila 
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À primeira vista, esta vila pode não parecer grande coisa e pra ser franco, não é mesmo, mas aí tem algumas coisas divertidas e melhorias úteis. Começando por esse cara amarelo; O Bardo perdeu partituras e elas estão escondidas nas fases e caso ache alguma, você pode pedir para o bardo tocar na vila e assim, essa música vai tocar enquanto faz qualquer coisa. O Cabrágico é um bode antropomórfico que te vende um vale-refeição para fazer o Gastrônomo te dar uma refeição que aumenta sua vida e ao lado dele tem uma maga que aumenta a sua magia quando você encontra relíquias. Nas partes baixas da vila (embaixo de uma escada para ser mais preciso), há uma galerinha que só faz alguma coisa caso derrote algum chefe, uma velha que vê suas informações de jogo (quanto tempo você gastou, o número de mortes ETC), um jogo de jogar garrafas em alvos para ganhar pontos que custa 100 de dinheiro para jogar, um sapo que fala besteira, um vendedor de cálices e o Chester, aquele maluco dos baús que desta vez está vendo as relíquias que você não coletou nas fases e relíquias que não estão em nenhuma fase. De resto não há nada importante.
3: Lagoa Truçã 
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 Caso tenha um cálice, o Rei Truçã irá preenchê-lo com um líquido com efeitos diferenciados (os efeitos foram detalhados na análise) após dançar. Caso não tenha. um cara com uma sacola irá aparecer e te dizer para ir a este lugar com um cálice. Os Truçãs podem ser encontrados nas fases via vara de pesca e também podem te oferecer os líquidos.
4: Anteposto de Armaduras 
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Depois de derrotar 3 chefes, dá para entrar neste lugar. Esta escada leva para 2 ferreiros que te vendem armaduras e técnicas como: atirar rajadas pela pá quando estiver com vida cheia, destruir pilhas de terra com uma cavada só e dar uma pazada forte ao carregar o botão de ataque. Já as armaduras são essas; Guarda Suprema corta o dinheiro que foi derrubado ao morrer pela metade, Manto do Conjurador sacrifica a sua defesa para ter um limite mágico maior e obter mais magia dos inimigos derrotados, Malha Dínamo permite fazer o ataque carregado da pá instantaneamente após quicar 2 vezes (é a melhor armadura do jogo na minha opinião), Malha do Ímpeto reduz bastante o Knockback (quando o personagem vai para trás ao ser atingido) levado em troca de deixar a mobilidade mais escorregadia e a mais cara de todas, a Couraça Adornosa simplesmente não faz nada além de deixar as animações de pulo mais estilosas (inútil). Seguindo em frente, há uma loja de chapéus e caso dê dinheiro para os clientes, você luta contra o dono da loja (Chapelôncio), a batalha é bem desafiadora, mas nem um pouco impossível.
5: Os Chefes 
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Após completar a primeira fase, o jogo te dá opção de ir nas fases de King Knight e Specter Knight, é aconselhável ir primeiro na fase do King Knight, pois além dela ser fácil, o King Knight também é bem fácil de derrotar e depois ir para a fase do Specter Knight. Depois de vencer os 2, Mole Knight, Plague Knight e Treasure Knight ficam disponíveis, comece com o Mole Knight porque a fase é de boa e o chefe é bem moderado, depois com o Plague Knight (já vou avisando que ele é o mais difícil entre os cavaleiros da Ordem Inclemente) e termine com o Treasure Knight, a fase dele pode ser difícil por causa dos obstáculos, mas o Treasure Knight é bem fácil de derrotar. Depois de derrotá-los, Polar Knight, Propeller Knight e Tinker Knight ficam disponíveis, comece com o Polar Knight, a fase e o Polar Knight podem não ser os mais fáceis, só que são mais de boas do que os outros 2, depois com o Propeller Knight e deixe o Tinker Knight por último, pois ele guarda uma surpresa em sua batalha. Claro que dá para enfrentá-los na ordem que quiser, mas considero essa ordem a mais adequada para iniciantes.
6: Feitos 
A minha análise foi feita na versão de 3DS desse jogo e diferente do PS4, do One e da Steam, este portátil não apresenta sistema de conquistas (ou troféus), então foram acrescentados os feitos que são exatamente a mesma coisa das conquistas; faça alguma ação específica como zerar o jogo, coletar tudo ETC e receba um símbolo para representar o que você fez. Isto é algo bom para deixar o jogo mais re-jogável, pois é algo que te dá incentivo para fazer mais coisas no jogo.
7: Códigos 
Antigamente, vários jogos continham códigos para facilitar o jogo ou deixá-lo mais engraçado, hoje em dia esta prática não é tão aplicada (só consigo lembrar de GTA V como exceção) e como Shovel Knight foi feito para parecer Old-School, há códigos para serem feitos. Para fazer os códigos, é só escrever alguma palavra quando criar um arquivo salvo e vale lembrar que ao fazer um código, não dá para desbloquear conquistas/troféus/feitos. Não são todos, mas aqui estão os mais divertidos:
1: X&BUTT substitui o sufixo Knight do nome dos personagens pela palavra Butt (bunda em inglês).
2: HAAYHJZY te dá todas as relíquias (menos os cálices) com munição ilimitada e velocidade de ataque aumentada.
3: CRQHXNWO te joga no New Game + (o modo mais difícil do jogo), com mobilidade mais rápida e fragilidade de porcelana (tudo pode te matar com apenas 1 acerto).
4: TVSVUEIO te deixa gigante, invulnerável, com uso ilimitado de relíquias, pulos altíssimos, te transforma num ímã de dinheiro e te deixa quicar aonde quiser, mas é jogado para trás quando dá pázadas. 
5: STQQTXVX te oferece tudo do código anterior, exceto o gigantismo, quicar aonde quiser e as pazadas te jogarem para trás, prefiro este por não ter as pazadas que te afastam e é o meu código favorito do jogo. 
Claro que tem outros códigos, mas os efeitos deles são bem básicos (mudar a cor do Shovel Knight, começar com tudo ETC), apesar de também serem divertidos. 
8: Conteúdos Exclusivos de Cada Versão 
A versões de 3DS (e de Wii U) te permitem trocar de relíquia usando a tela de baixo e um modo aonde você pode gravar uma sessão de coleta rápida de joias para ser distribuída pelo StreetPass e competir com a gravação passada (não está no Wii U). O Wii U tem funcionalidades com o Miiverse que não estão mais disponíveis, um modo Co-op que pode ser desbloqueado via Amiibo (o co-op posteriormente foi disponibilizado para todas outras versões não-portáteis), além de desafios extras e customização que também estão disponíveis no 3DS e Switch. As versões para os consoles da Sony contém o Kratos de God of War como chefe secreto e as versões de PC e Xbox One contém os Battletoads com chefes secretos. Há uma versão secundária intitulada de Shovel Knight - Treasure Trove, que vem com todo o conteúdo que tinha sido lançado via atualização e 1 campanha extra. 
Curiosidades Rápidas: 
- A empresa que fez o jogo (Yacht Club Games) foi fundada por Sean Velasco, ex-diretor da WayForward (empresa responsável por criar a série Shantae) 
- Shovel Knight foi o personagem de jogo Indie que mais fez participações especiais em outros jogos (não citarei quais são) 
- Esse jogo conseguiu atingir todas as metas propostas no Site Kickstarter 
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segunda-feira, 22 de julho de 2019

Survival Mode: Shovel Knight (3DS)

Resultado de imagem para shovel knight 
Olá, cavaleiros, tudo bem? Eu não tive muito contato com jogos Indies, não por preconceito e sim por que a maioria deles lançam para PC, uma plataforma onde eu raramente jogo e este é o meu motivo por não ter muitas oportunidades de adentrar mais a fundo neste mercado de jogos independentes. Apesar do pouco contato com Indies, comprei este jogo na E-Shop do 3DS porque estava em promoção e por ter recebido dinheiro de alguém (não lembro de quem, aliás, isso tudo aconteceu no natal de 2015) e logo quando joguei, me apaixonei pelo jogo a ponto de colocá-lo nas minhas listas de jogos favoritos de todos. Decidi fazer a análise desse jogo porque ele completou 5 anos no mês passado e quero comemorar estes 5 anos mesmo com 1 mês de atraso. Agora chega de babação nostálgica que  a minha análise vai começar.
Fase 1: Enredo 
A história começa com o casal de cavaleiros aventureiros Shovel Knight e Shield Knight. Em uma de suas viagens, eles foram para a Torre do Destino e um amuleto amaldiçoado que estava lá conjurou uma terrível magia que expulsou Shovel Knight da torre e levou sua parceira embora. Por conta desse acontecimento, Shovel Knight ficou triste e desistiu de  se aventurar para viver uma vida de solidão. Durante a sua ausência, a terra foi dominada pela Feiticeira e sua Ordem Inclemente (um grupo formado por antigos conhecidos de Shovel Knight, ou não). Vendo que a Torre do Destino ressurgiu (esqueci de mencionar que a torre estava selada) e que a Ordem Inclemente estava tocando o terror, Shovel Knight deixou suas mágoas de lado para impedir a ordem e descobrir o paradeiro de sua amada Shield Knight. Não é um jogo para jogar pela história, ela é bem simples e não é o aspecto mais importante do jogo, mas consegue ser decentezinha.
Fase 2: Gráficos 
 
Como podem ver, o jogo utiliza um estilo gráfico parecido com jogos de Nintendinho dos anos 80 e 90. Mesmo com muitos jogos Indies usando esse estilo gráfico incansavelmente, Shovel Knight consegue ser prazeroso aos olhos. As cores são muito vivas, os cenários são detalhados e as animações, por mais simples e com poucos Frames que sejam, são decentes. Claro que não é 100% igual aos jogos daquela época, porque se estivesse rodando em um Nintendinho de verdade, o console provavelmente pegaria fogo e explodiria por ser avançado demais (não seria um problema para a tecnologia atual, mas ver algo de hoje em dia numa máquina velha não daria certo). Caso seja um moleque metido a Free Fire, você provavelmente vai achar o jogo feio e ultrapassado, mas se não importar, será uma maravilha para seus olhos.
Fase 2: Som 
 Assim como os gráficos, a trilha sonora usa sons parecidos com jogos de Nintendinho dos anos 80 e 90. Mesmo com sons de Games dos anos 80, as músicas conseguem ter batidas e "bips" bem colocados e compostos, deixando-as com um ar mais moderno. Perdoem-me pela descrição vaga e pouco convincente, o problema é que é bem mais fácil ouvi-las do que explicar a razão delas serem boas:
O que acharam? Os efeitos sonoros também seguem a mesma linha das músicas; sons de "bips" com alta qualidade (sei que esta descrição não foi boa, mas não há muito para comentar). Vale ressaltar que a qualidade do áudio é impressionante, seja jogando ou ouvindo as músicas, com ou sem fone de ouvido, qualquer um consegue perceber a qualidade descomunal do áudio.
Fase 3-1: Controles 
Nintendo-3DS-AquaOpen.png 
Como os parênteses do título dizem, fiz esta análise na versão de 3DS, então os controles mencionados serão correspondentes a esta versão. O analógico e o D-Pad (aquela cruz) controlam o personagem para a esquerda e direita, o botão B pula, os botões Y e A fazem Shovel Knight atacar com sua pá, apertando Y ou A enquanto o D-Pad ou analógico estiver sendo pressionado/empurrado para cima, uma relíquia será usada (explico depois, aliás, esta ação pode ser configurada para ser atrelada ao botão X), L e R servem para trocar de relíquia (na versão de 3DS, as relíquias também podem ser trocadas tocando na tela de baixo), Start pausa, Select abre o inventário para trocar de relíquia e pressionando/empurrando o D-Pad ou analógico para baixo enquanto pula, Shovel Knight colocará sua pá para baixo e o que a pá atingir (exceto o chão) fará ele quicar. Como um bom jogo de plataforma 2D deveria ser, os comandos são bem responsivos e as mecânicas são bem simples.
Fase 3-2: Relíquias 
As relíquias funcionam como as sub-armas da série Castlevania; itens diferenciados com diversas utilidades, seja para ataque, mobilidade ou defesa e com uso limitado por um medidor. Em cada fase, haverá um baú azul e dentro dele há um maluco chamado Chester que está vendendo as tais relíquias e caso não tenha a quantia certa de ouro para comprá-las, não as conseguirá (também dá para encontrá-lo na vila principal, lá ele vende itens que não tem nas fases). Só para esclarecer, eu usarei os nomes traduzidos da versão PT-BR de PC, pois nem todo mundo entende inglês. A Varinha de Fogo é um item bem básico, só atira projéteis em linha reta e custa 4 de magia para usá-la (esse é o tal medidor). O Medalhão Fásico é a relíquia mais apelona do jogo, ele te dá invulnerabilidade por uns 4 segundos e custa 8 de magia para usá-lo. O Punho Empoeirado (esta tradução ficou tosca) é uma luva de curto alcance que pode perfurar blocos de terra e inimigos e custa 2 de magia para usá-lo. A Moeda Alquímica percorre pelo chão quando é jogada, ela transforma os inimigos em dinheiro e custa 8 de magia para usar. A Âncora de Arremesso funciona que nem o machado de Castlevania, um projétil que atinge pela diagonal e custa 6 de magia para usá-la. A Adaga Voadora permite dar uma investida no ar e no chão e custa 4 de magia para usá-la. A Engrenagem Móvel pode ser colocada no chão para ser usada como plataforma e ao pisar, percorre em linha reta até onde conseguir e custa 6 de magia para usá-la. O Berrante de Guerra produz uma onda sonora poderosa que atinge as coisas em seu redor, custa 20 de magia para usá-lo. A Vara de Pescar pode ser usada em alguns buracos que brilham para achar segredos, custa 6 de magia para usá-la. A Esfera do Caos é uma bola verde que quica pelo chão, custa 8 de magia para usá-la. E para finalizar, Os Cálices podem ser preenchidos por licores mágicos  cujos efeitos variam entre: restaurar sua vida e magia, te deixar invulnerável por 10 segundos e te transformar em uma ímã para ouro por 1 minuto, para preencher os cálices é necessário falar com o Rei Truçã (truta+maçã).
Fase 3-3: Level-Design
 As fases desse jogo são construídas de uma forma extraordinária, elas sempre são construídas de forma que suas habilidades possam ser testadas em cada situação. Para demonstrar melhor o que quero dizer, contarei sobre a primeira fase que te ensina minuciosamente as mecânicas do jogo sem te contar. Ela começa com uma pilha de terra para ser cavada, seguida de inimigos e blocos de terra que podem ser eliminados da mesma forma, depois, aparecem dois blocos de terra em baixo de você, não dá para saber como destrui-los, mas sabe-se que destrui-los é necessário para progredir e é neste momento que você descobre aquela pazada aérea para baixo, a próxima sessão também faz uso desta habilidade, há uma bolha flutuando e usar a habilidade nela te dará impulso para alcançar lugares mais altos, a próxima sessão é o sub-chefe, seus padrões são mais elaborados do que os inimigos comuns, mas ele não é tão difícil e o Background nesta área é completamente preto, para simular uma caverna e para não mostrar detalhes distrativos, na próxima sessão há paredes com marcas e aí descobrimos que as paredes com marcas podem ser destruídas para revelar passagens e, no final, o chefe da fase aparece, a batalha é desafiadora, mas para facilitar, a vida dele é menor que a dos outros chefes. Cada sessão desta fase te ensina de forma minuciosa as mecânicas do jogo, sem mostrar textos longos que interrompem o fluxo da jogatina.
Fase 3-4: Dificuldade 
 Diferente da maioria dos jogos da era do Nintendinho, Shovel Knight não é tão difícil, mas também não é tão fácil. Não há vidas extras neste jogo, dá para morrer quantas vezes quiser e a tela de Game Over não aparecerá (a única penalidade em morrer é ter seu dinheiro arrancado), há cinco Checkpoints em cada fase e caso queira passar por frustração nível Battletoads, dá para destruir todos eles e recomeçar a fase toda pelo começo de novo. Os chefes são desafiadores, mas nada impossíveis, as batalhas contra eles são muito divertidas e espalhafatosas e não há um chefe que eu odeie neste jogo. Mesmo esta fase sendo intitulada "Dificuldade", não expliquei tanta coisa dela, eu posso comentar que a dificuldade do jogo é balanceada, mas esta palavra não é o suficiente para te convencer, tentar explicar sobre dificuldade é difícil (coincidência?), pois é algo que dá para perceber melhor jogando do que ouvindo/explicando.
Fase Final: O Verídico 
Prós: 
+ A Pixel Art é bem feita 
+ Trilha sonora 8-bits de alta qualidade 
+ Jogabilidade Excelente 
+ Level-Design magnífico e cenários bem diversificados 
+ As batalhas contra os chefes são empolgantes 
+ O sistema de feitos acrescenta um pouco de Fator Replay 
+ Até que os códigos são divertidos 
Contras: 
(nenhum) 
Nota Final: 
10.0 
Resumindo: Shovel Knight é um Game espetacular. A Pixel Art dos gráficos é bem feita, a trilha sonora e jogabilidade são excelentes, a construção das fases é absurda de tão bem feita e a dificuldade é bem balanceada. Para qualquer um que tenha PC, Wii U, 3DS, PS3, PS4, PS Vita, Xbox One ou Switch, recomendo jogar. Perdoem-me se eu estiver puxando saco demais desse jogo, é normal ficar extremamente entusiasmado(a) quando gostamos de algo e daí as nossas atitudes acabam ficando tendenciosas. 
O que achou de Shovel Knight? Já jogou ou pretende jogar? Gostou da postagem? Comente e compartilhe nas redes sociais, Bye Bye
PS: Esta análise está incompleta e por causa disto, farei uma postagem mencionando o que esqueci de comentar.