quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

Top 10: Meus jogos favoritos da década de 2010

Olá, povo da década passada, tudo bem? Como vocês já sabem, estamos em um novo ano e não é apenas um ano, é o começo dos anos 2020 e como os anos 2010 acabaram, nada melhor do que fazer uma lista dos jogos que eu mais gostei de jogar naquela década. Vamos lá!
Lembrete: Nesta lista só entram jogos que saíram entre 2010 e 2019 e que eu tenha jogado, se não tiver algum jogo que você goste na lista, pode ser porque não saiu entre 2010 e 2019 ou porque não joguei. Aliás, esta lista é baseada na minha opinião pessoal, se tiver algum jogo que você não goste, um jogo que você goste e não esteja na lista ou não esteja satisfeito(a) com alguma posição de algum jogo, lembre-se que tudo se trata de opiniões e experiências minhas.

Vocês sabem que eu adoro jogos de Videogame, mas alguns de vocês não sabem que nunca fui muito fã de jogos Online. Apesar de ter muitos amigos, nunca fui uma pessoa que corria atrás de novas amizades (só faço novos amigos pelo acaso), além de ser uma pessoa mais reservada e que prefere jogar jogos Single-Player que não requerem Wi-Fi para continuar jogando. Considerando esses motivos, é até estranho um jogo Online me agradar e estar nesta lista.
10: Brawlhalla (2017) 
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Eu conheci esse jogo através de umas conversas com um primo meu, mas não corri atrás para saber mais sobre, até este mesmo primo me visitar em 2018. Nesta visita, cheguei a jogar um pouco de Brawhalla no Multiplayer com ele. Estranhei a física flutuante do jogo, mas consegui jogar e me divertir de boa. Meses depois, descobri que o jogo era gratuito e tinha uma versão para Switch e decidi baixar e, desde então, tive muitas partidas. O único motivo por este jogo Online atrair é a semelhança com Smash Bros na jogabilidade (os que me acompanham já estão carecas de saber que amo essa série) e mesmo sendo parecido com Smash, Brawlhalla faz um trabalho em se diferenciar da sua inspiração, graças ao sistema de armas dos personagens. Mesmo não jogando tão frequentemente quanto antes, a experiência de um tipo de jogo que não gosto ter me agradado já é o suficiente para me marcar.

Já que escrevi sobre um jogo de luta em arena, vou comentar sobre um jogo de luta tradicional desta década que eu adorei.
9: Skullgirls (2012-2015) 
Skullgirls cover.png 
À primeira vista, Skullgirls parece apenas um joguinho que só tem personagens sexualizadas para chamar atenção e disfarçar a falta de capricho na produção, a parte das personagens sexualizadas é verdade, mas a da falta de capricho na produção não é verdadeira. O combate inspirado em Marvel vs Capcom é bem divertido, os gráficos desenhados à mão são muito lindos, os personagens são interessantes (não há só personagens femininas no jogo, também há 2 masculinos jogáveis) e todos eles são bem balanceados, impedindo de que um personagem seja super apelão e outro completamente inútil. Há 3 versões disponíveis desse jogo: a original (essa da imagem), a Encore, que inclui os 2 personagens de DLC da versão anterior e a 2nd Encore, que inclui todos os personagens de DLC das outras versões, se tiver um PC da marca Windows dá para jogar todas estas versões, mas se você tiver um console da geração passada (mais especificamente, um Xbox 360 ou um PS3) só poderá jogar a original ou a Encore e se tiver algum console desta geração atual (PS4, Xbox One, Switch ou PS Vita) poderá jogar a 2nd Encore. Quem me apresentou o jogo foi o mesmo primo que me apresentou Brawlhalla, mas as diferenças são que o jogo não é gratuito, não comprei e já sabia da existência deste jogo antes. Mesmo não tendo o jogo em mãos, a diversão que me proporcionou já foi o suficiente para adorá-lo.

Já tinha feito análise deste jogo aqui no Blog e quem leu esta análise, sabe o quão achei este jogo fantástico.
8: Super Mario Odyssey (2017)

Sempre fui fã do Mario desde pequeno e tenho jogado vários de seus jogos, mas este aqui é especial. Tinha comprado este jogo não por Hype ou coisa do tipo, e sim, para gastar o restante do dinheiro que minha vó me deu de aniversário e por causa da música tema (Jump Up, Super Star!) e em pouco tempo de jogatina, acabou se tornando o meu Mario favorito da série principal (só dá série principal, já que o meu mario favorito é o Kart Wii). Os gráficos são bonitos, as músicas são muito boas, a jogabilidade é precisa, os mundos são variados e a mecânica de capture é genial, por que cada coisa que você possui é usada de forma inteligente para avançar em áreas e achar segredos. Não é à toa que esse é o meu Mario favorito da série principal.

JRPG (Japanese Role-Playing Game) não é um gênero de Games acessível para qualquer jogador e fazer um RPG usando os Miis, que são avatares feitos para usar em jogos mais casuais da Nintendo parece uma ideia estranha e ela acabou dando certo.
7: Miitopia (2016-2017)
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Eu comprei este jogo quando fui para uma loja no Paraguai (por sinal, era a minha primeira vez fora do Brasil) e estava em dúvida se comprava esse ou um outro jogo que vai aparecer nesta lista, então comprei os dois. Do que se trata Miitopia? basicamente, é um jogo de RPG em que você pode escolher qualquer um para fazer o papel que quiser (se você me perguntar o que é um jogo de RPG, não irei te responder, porque mesmo sabendo o que é, não sei explicar o que é), como por exemplo: A minha aventura foi sobre eu como um guerreiro, junto com minha irmã maga, primo ladrão e vários conhecidos meus em uma jornada para impedir o meu ex-professor de geografia de completar os seus planos malignos, estrelando um elenco de personagens como; As Meninas super poderosas, Rosalina de Super Mario Galaxy, Jafar de Alladin e muitos outros. Como vários jogos de RPG tradicionais, Miitopia apresenta um combate por turnos que apesar de ser muito básico e te deixar controlar apenas o personagem principal, é divertido por causa das diversas situações cômicas que podem acontecer (os personagens agem de acordo com suas classes, personalidades e afinidades com outros personagens do grupo) e "situações cômicas" é uma expressão que define muito bem o que é Miitopia, pois o resumo do jogo poderia ser "situações cômicas atrás de outras situações cômicas". Por causa das situações e da possibilidade de dar o papel que quiser para qualquer um, Miitopia está na minha lista (para quem quer saber, o jogo é exclusivo de 3DS).

Mais um jogo com Miis. Por incrível que pareça, eu também curto jogar alguns jogos casuais e simples como Wii Sports e este jogo tem semelhanças com Wii Sports.
6: Nintendo Land (2012) 
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Depois de ter ganhado o meu Wii U de natal em 2014, passei na Ri Happy de São José do Rio Preto (cidade onde nasci) e comprei este jogo juntamente com New Super Luigi U e quando cheguei em casa, joguei bastante com minha irmã, meus primos e amigos (deixei de lado o New Super Luigi U). Nintendo Land apresenta Mini-Games temáticos de vários jogos da Nintendo, como: pega-pega do Mario, uma jornada de Zelda para derrotar o Ganon, corrida de obstáculos de F-Zero  ETC. O que me fez gostar tanto deste jogo? por mais simples que seja, ele me proporcionou muita diversão casual entre família e amigos e estes momentos que estive jogando são memórias que guardo com carinho.

Desde 2018, virei fã de uma série de jogos de RPG tático chamada Disgaea, faz pouco tempo que acabei de zerar Disgaea 4 e o jogo que me fez tornar fã desta série é do número que vem depois do 4.
5: Disgaea 5 (2015) 
 Disgaea 5 - Alliance of Vengeance.png
Eu conheci este jogo quando fui olhar as Demos que tinham na E-Shop do Nintendo Switch (não é só para o PS4 que tem, também há uma versão para PC) e baixei por curiosidade, pois já tinha ouvido falar do nome Disgaea, mas nunca tinha corrido atrás para saber do que se tratava e quando joguei esta Demo, me apaixonei imediatamente pelo jogo a ponto de comprá-lo junto com Miitopia no Paraguai. O que me atraiu no jogo foi o combate, que apesar de ter mecânicas absurdamente complexas, conseguem ser bem profundas, dinâmicas e organizadas. Apesar de ter alguns momentos sérios, o jogo tem um foco maior em seu senso de humor sarcástico, presente nas descrições de itens e até nos diálogos. Se for jogar, esteja ciente de que você precisará de muito tempo livre, já que a campanha principal do jogo é longa (aproximadente 100 horas de duração) e o pós-jogo é extenso (soube que o processo para completar tudo em qualquer jogo da série pode durar aproximadamente 500 horas). Mesmo que eu tenha gastado 200 horas neste jogo, estas 200 horas foram bem gastas.

Adoro jogos de música como Guitar Hero e Dance Dance Revolution e se eu pudesse escolher um jogo favorito desse gênero, seria Just Dance, já que me divirto muito ao imitar passos bobos de pessoas com cores saturadas ao som de música Pop e o jogo da série que mais me marcou foi esse daqui.
4: Just Dance 2014 (2013) 
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Comecei a gostar de Just Dance quando joguei o Just Dance 3 na casa do mesmo primo que me apresentou Brawlhalla e Skullgirls e 1 mês depois disso (joguei Just Dance 3 por volta de dezembro de 2013), me mudei para Natal. Apesar de ter amigos e lugares legais na cidade, considero uma das piores épocas da minha vida, porque fiquei com tanta saudade da minha antiga casa, que fiquei triste e descontei a minha raiva nos outros (mesmo quando voltei pra casa, eu continuava assim, então é definitivamente uma das piores épocas da minha vida) e uma das coisas que me animava eram os jogos da série Just Dance, principalmente o 2014 que comprei de presente de aniversário adiantado. Imitar passos que passam na tela é o resumo mais breve e direto de Just Dance e o motivo do meu gosto pessoal por esta série de Games, é simples, divertido, uma ótima forma de fazer exercícios e muito bom para jogar com amigos e família. Independente de ser um joguinho bobo de dança, adoro com todo o meu coração (se quiser jogar, JD 2014 está disponível para PS3, PS4, Xbox 360, Xbox One, Wii e Wii U).

Muitos de vocês já devem estar carecas de saber que Super Smash Bros é a minha série de Games favorita e o último jogo da série que saiu pro Switch está nesta lista.
3: Super Smash Bros. Ultimate (2018) 
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Como um bom fã de Smash Bros que sou, aguardei o lançamento do jogo, comprei e me diverti (esperava alguma história pessoal e extraordinária do motivo de ter comprado ou porque gosto? desculpe, não terá uma aqui). A lista de personagens é imensa e só vai aumentando com o tempo, o combate característico da série está ainda melhor, por causa do aumento da velocidade e do balanceamento nas mecânicas, as músicas são muito boas (sei que a maioria delas são dos jogos de onde os personagens vieram, mas isso não tira os seus méritos) e a experiência fica ainda melhor quando você conhece os personagens (tem personagens conhecidos como Mario, Pikachu e Sonic, mas também pode servir como oportunidade para conhecer jogos como Fire Emblem, Pikmin e outros menos conhecidos). Se não fosse pelo meu apego nostálgico pelo Smash Brawl, Smash Ultimate seria o meu favorito e mesmo não sendo o meu Smash favorito, é uma ótima inclusão nesta lista.

Já fiz análise deste jogo no Blog. Este foi o primeiro jogo Indie que cheguei a amar e este amor inesperado já é o suficiente.
2: Shovel Knight (2014) 
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Eu já tinha contado a história de como eu comecei a gostar deste jogo na minha análise, então só irei resumir que eu tinha comprado pro meu 3DS por curiosidade no natal de 2015 e me surpreendi. Sabem o que me fez amar este jogo? a Pixel Art é bem feitinha, trilha sonora é absurdamente boa, uma jogabilidade precisa, uma dificuldade balanceada e um Level-Design magnificamente bem feito foram os motivos para me fazer amar este jogo de plataforma que homenageia os jogos da era do Nintendinho. Mesmo não sendo emocionalmente apegado aos jogos da era 8-bits, o capricho que este jogo tem em sua produção me fez amá-lo.

Antes de revelar o primeiro lugar, irei mostrar as...
Menções Honrosas: 
The Legend of Zelda - Breath of the Wild (2017): Graças à liberdade que me proporcionou, Breath of the Wild se tornou o meu Zelda favorito. 
Valkyria Chronicles 4 (2018): Eu sou muito novato nesta série de RPGs táticos e adorei o quão profundo é o combate e como o jogo me traz um senso de desespero. 
Metal Gear Rising - Revengeance (2013): Também fiz uma análise deste jogo no Blog, adorei o quão frenético e exagerado o jogo é. 
Arms (2017): O jogo não é uma obra-prima, mas adorei o quão funcional a jogabilidade com os controles de movimento é. 

Mais um jogo que fiz análise neste Blog. Eu sou um grande fã de Kirby e por isso o meu jogo favorito da série está aqui (além de ter saído em 2010). 
1: Kirby's Epic Yarn (2010) 
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Não lembro do motivo de ter comprado este jogo, mas lembro de ter lido sobre ele em uma edição da Nintendo World e ter pedido para a minha mãe comprar (aliás, este foi o quarto jogo que tive no meu Wii). Os gráficos são charmosamente lindos, as músicas são tão alegres que me animam instantaneamente, o Level-Design é bem construído e a jogabilidade é muito funcional. Apesar de não seguir a fórmula tradicional de jogos do Kirby (não há o poder de roubar habilidades aqui) e ser absurdamente fácil, o que me faz amar o jogo é o seu clima alegre, porque quando estou desanimado, Kirby's Epic Yarn me anima e essa felicidade que sinto é difícil de encontrar quando faço qualquer coisa. Apesar de não ser um Kirby tradicional e ser absurdamente fácil, Kirby's Epic Yarn fica em primeiro lugar por causa da felicidade incomum que me passa. 

Há algum jogo dessa lista que você goste ou não goste? Quais são os jogos da década de 2010 que você mais gostou de jogar? Gostou da postagem? Comente e compartilhe nas redes sociais, Bye Bye.

sexta-feira, 20 de dezembro de 2019

O que esperar de 2020?

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Olá, povo do futuro, tudo bem? 2019 foi um ano interessante da minha vida, além da minha saída da escola para a faculdade, conheci pessoa muito legais e até fiz coisas que estão fora da minha zona de conforto (tradução: aulas de Muay Thai). 2020 está chegando e não  será apenas mais um ano e, sim, o começo de algo novo, já que estamos saindo dos anos 2010 para os anos 2020. Por causa desse novo ano, listarei uma lista de jogos aguardados para esse ano. Nem estou empolgado para todos os jogos da lista, a maioria deles só tenho expectativas no mínimo decentes e apenas 1 deles me deixou empolgado de certa forma. É melhor parar com a enrolação, que agora é hora de mostrar os jogos.

Só pra lembrar, os 2 primeiros jogos desta lista são Remakes. Eu não joguei muitos jogos de Resident Evil e dos que joguei, apenas o 4 caiu no meu gosto (1 e o 6 eu achei que são bons jogos, mas eles não me fizeram cair o queixo) e mesmo não tendo jogado o Resident Evil 3, estou curioso para ver come esse Remake irá se sair.
Resident Evil 3.jpg
Residen Evil 3 Remake será lançado em 3 de abril para PS4, Xbox One e PC. O jogo basicamente segue a mesma onda do Remake do Resident Evil 2 (câmera livre em terceira-pessoa, gráficos atualizados e ainda mantendo o terror) e por isso, não terá tanta coisa para comentar, mas o que posso comentar é a adição de um modo Multiplayer Online em que 4 jogadores se juntam para acabar com um inimigo que fará de tudo para impedi-los. Para aqueles que não conheceram o jogo original, se trata de um jogo de terror em que a personagem Jill Valentine tem que escapar de um apocalipse na cidade fictícia de Raccon City enquanto é caçada por Nemesis (este monstrengo em cima da logo). Para uma nova geração de Gamers que não jogaram o original, pode ser uma oportunidade para descobrir um clássico atualizado.

Final Fantasy VII também é outro jogo que não joguei (eu cheguei a jogar a versão Demo por emulador, mas eu não conto por não ser o jogo completo) e apesar de eu estar cansado de ouvir certas coisas muito faladas do jogo, estou curioso para jogar o original e sua nova versão.
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Final Fantasy VII Remake será lançado em 10 de abril para o PS4 (até agora, não há informações se terá versões para outras plataformas). Anunciado na E3 de 2015, este Remake estava sendo muito aguardado, por que o Final Fantasy VII original é um jogo bem querido (hoje em dia há um certo grupo de anti-modinhas que não o acham grande coisa por ser popular, mas isso é outra história) e 5 anos depois do seu anuncio ele finalmente chegará às lojas. Além dos gráficos, há uma enorme mudança no combate; no original o combate era mais metódico e no Remake é mais frenético e interativo. Ouvi dizer que talvez o Remake siga uma estrutura de progressão baseada em episódios que nem os jogos da Telltale, mas ainda não sei se é verdade. O que foi dito sobre a nova geração de Gamers no Resident 3, também se aplica aí.

Jogos de Anime geralmente caem na mesmice de serem um jogo de luta com arenas abertas em 3D, com uma jogabilidade super fácil de aprender, além dos personagens e momentos favoritos dos fãs. Apesar de conter os mesmos acontecimentos do Anime, pode ser que não seja tão a mesma coisa quanto outros jogos licenciados de Animes famosos.
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Dragon Ball Z Kakarot será lançado em 17 de janeiro para as mesmas plataformas do RE3 Remake. Este jogo é um Action RPG de mundo aberto que reconta as mesmas histórias manjadas do Anime, terá múltiplos personagens jogáveis, missões secundárias e uma nova personagem chamada Bonyu (não sei qual será a utilidade dela na história ou como ela irá aparecer). Independente se for mais do mesmo, pode ser que seja um bom jogo e para quem gosta desta obra do Akira Toriyama será um jogaço.

Para finalizar, lhes mostro o único jogo pelo qual estou, de certa forma, empolgado para jogar. Joguei a versão Demo de Ori and the Blind Forest no Switch, amei o jogo, mas não sei se conseguirei jogar, pois a minha conta na E-Shop é canadense e não tenho cartão internacional, pensei em jogar no PC, mas não sei se o meu consegue rodar o jogo. Pensando no quanto eu amei a Demo do primeiro jogo, me interesso em com ficará a sequência.
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Ori and the Will of the Wisps será lançado em 11 de março para o Xbox One e PC. O anterior contava a história de Ori (esse bicho branco) em uma jornada para salvar o espírito da floresta das garras da escuridão e, desta vez, ela foca em descobrir o mundo além da floresta e o destino de Ori. Esta sequência terá uso salvamento automático ao invés Checkpoints manualmente colocados, um sistema de aquisição de habilidades mais equipável e menos sequencial e novas habilidades. De tão belo e mágico que o anterior foi, me interesso no quão belo e mágico será essa sequência.

Quais jogos você está aguardando para 2020? Está empolgado(a) para jogar alguns destes jogos? Gostou da postagem? Comente e compartilhe nas redes sociais, Feliz Ano Novo!

segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

Survival Mode: Gunman Clive 2 (3DS)

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Olá, povo do faroeste, tudo bem? Quase ninguém lembra que fiz uma análise do jogo Gunman Clive em 2016 e agora, vou fazer uma análise da sequência porque sim (provavelmente os meus fãs esquecerão que fiz esta análise). Então preparem seus chapéus de Cowboy, porque hoje terá um tiroteio bem viajado.
Fase 1: Gráficos 
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Gunman Clive tinha um visual bem único, mas que tinha sido arruinado por causa da paleta de cores repetitiva. O visual do 2 continua o mesmo, mas pelo menos consertaram a paleta de cores. Os cenários tem cores mais variadas como verde, azul, roxo e até vermelho, essas cores são muito diferentes da única cor de abóbora do jogo anterior. Por mais que o jogo tenha melhorado um pouco o visual, ainda há algumas problemas de inimigos se camuflarem com os Backgrounds, mas esse tipo de coisa acontece menos do que no jogo anterior. Não é só a paleta de cores que foi consertada, a variedade de cenários também está melhor. Aqui tem selvas, navios em alto mar e até mesmo o Japão antigo. Mesmo com suas falhas, o visual continua interessante.
Fase 2: Som 
A trilha sonora está meio-a-meio nos departamentos de música e efeitos sonoros, já que os efeitos sonoros são medianos e as músicas são boas. As músicas do jogo anterior tinham um estilo bem único, pareciam uma típica música de filmes de Cowboys com uma melodia bem calma e ao contrário do 1, as músicas do 2 são mais agitadas e não parecem ter saído de um filme de Cowboy (isso não quer dizer algo ruim, e sim, que as músicas tem um estilo diferente). Escutem:
O que acharam? comentem. Já os efeitos sonoros, são bem simplistas e com pouco impacto e irei deixar esta descrição vaga porque é melhor jogar ou assistir um vídeo no Youtube para perceber sobre o que falo.
Fase 3: Jogabilidade 
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Os parênteses do título afirmam que joguei este jogo na versão de 3DS (também há versões para Wii U, Windows e Switch) e é sobre esta versão que irei comentar os controles. O analógico ou o D-Pad (aquela cruz à esquerda) controlam o personagem, o botão B pula e o Y atira e só. Tá, eu não vou comentar só isso; assim como o anterior, a sequência ainda comete o erro de não ter Checkpoints durante as fases e não adianta justificar com "isso é pra deixar o jogo mais desafiador", essa tática só foi feita para te deixar com uma falsa impressão de que o jogo seja super difícil, sendo que ele não é tanto assim e até jogos que são considerados super difíceis como Megaman clássico colocam Checkpoints nas fases, porque os desenvolvedores sabem que é um saco ter que recomeçar a fase desde o começo. Além das temáticas das fases estarem mais diversas, elas também tem mecânicas para deixá-las únicas, como andar a cavalo em uma perspectiva atrás das costas ao pôr-do-sol, fugir de um T-Rex ETC, mas apesar de ser algo bom para deixar o jogo menos repetitivo, a maioria destas mecânicas são muito irritantes e intrusivas, como uma fase de navio que não para de balançar, dificultando a sua mobilidade e mira (eu sei que é para representar um navio em alto mar, mas isso não deixa a fase instantaneamente boa). Há 4 personagens jogáveis em Gunman Clive 2: Clive é o personagem padrão, Senhora Johnson pode flutuar enquanto pula, mas não pode atirar enquanto anda, Chieftain Bob tem um ataque de curto alcance e o Pato pode dar vários pulos, mas não pode atacar e as fases com chefes serão cortadas quando jogar com ele.
Fase Final: O Verídico 
Prós: 
+ O visual foi levemente consertado 
+ As músicas são bem legais 
+ Funciona como Megaman do velho oeste
Contras: 
- Fator Replay fraco 
- Ainda não tem Checkpoints nas fases 
- As mecânicas diferenciadas inseridas em algumas fases são intrusivas 
- A jogabilidade com o Chieftain Bob não é muito divertida 
Nota Final: 
6.5 
Resumindo: Gunman Clive 2 é mais do mesmo. Consertaram o visual adicionando fases mais diversificadas e com mais cores, as músicas tem um tom mais animado que as do 1 e são boas e a jogabilidade é funcional, mas ainda comete o erro de não ter Checkpoints nas fases e de não ter conteúdo o suficiente para que possa ser re-jogado várias vezes, além dos diferenciais das fases serem intrusivos e o novo personagem (Chieftain Bob, também conhecido como o índio) não ter uma jogabilidade divertida. Não é ruim e nem bom, mas talvez eu possa recomendar dar uma jogada só pelo jogo ser vendido a preços baratos. 

Você lembrava que eu tinha feito a análise de Gunman Clive 1? O que achou do jogo? Gostou da postagem? Comente e compartilhe nas redes sociais, (Bang).

domingo, 10 de novembro de 2019

Minha relação conflituosa com Pokémon

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Olá, Pokemaníacos, tudo bem? Muitas pessoas sabem que sou fã de Pokémon e sabem do carinho que tenho por esta franquia, mas nem todo mundo sabe que recentemente a minha relação com Pokémon está meio complicada e já que Pokémon Sword e Shield lançam neste mês, decidi escrever sobre os meus sentimentos nesta postagem. Então, leiam atentamente, que hoje é dia de me conhecer um pouco melhor.

 Eu lembro de ter me interessado por Pokémon quando assistia o Anime no Cartoon Network, mas talvez eu já fosse fã antes disso e nem lembrava, pois eu vi uma foto minha de quando eu era bebê e o meu berço era de Pokémon, então posso confirmar que sou fã de Pokémon desde cedo. Tive brinquedos, assistia o Anime, jogava os jogos e já cheguei a imaginar as minhas versões de Pokémon, mas com o tempo a minha relação com a franquia começou a complicar um pouco; em 2013 eu parei de acompanhar o anime (parei na temporada Black & White, que é considerada a pior temporada pela maioria dos fãs), até aí tudo bem, mas em 2016 eu fiquei empolgado para jogar Pokémon Sun no meu 3DS, paguei caro pelo jogo (aproximadamente 200 reais) e troquei o cartão SD do meu 3DS para fazê-lo rodar nele e quando joguei, me decepcionei (não achei o jogo ruim, mas achei que estava um pouco abaixo do esperado); o jogo era fácil, constantemente jogava tudo o que você deveria fazer na sua cara. Algumas pessoas vão comentar que o jogo é para crianças e que eu não deveria ser crítico, mas isso não é desculpa, já vi jogos de RPG voltados ao público infantil que não tratam os seus jogadores como idiotas. Se você achou isso demais, você não viu nada; meses antes de comprar Pokémon Sun, eu tinha baixado Pokémon Go no celular por causa do sucesso absurdo que o jogo estava tendo (eu não sou uma pessoa que costuma seguir moda e nem fiquei empolgado quando o Go foi anunciado, mas era Pokémon na vida real e isso já era motivo para jogar), mas quando fui jogar, eu me decepcionei a um ponto absurdo, basicamente a ponto de odiá-lo e xingar qualquer pessoa que jogasse o jogo e sabem o que me levou a me sentir assim? Meu celular tinha 3G e por algum motivo o 3G não funcionava quando eu jogava Pokémon Go e como o jogo precisava de conexão constante com a internet, acabei ficando com muita raiva. Eu sei que foi algo bem imaturo da minha parte e depois de perceber isso, fiz algumas coisas para me redimir: pedi desculpas às pessoas que eu xinguei, deletei a análise que fiz na Play Store, que continha muitos palavrões e ódio exagerado, e percebi que eu estava sendo muito duro com o jogo e pensei nas coisas boas que ele fez, mesmo não tendo a menor vontade de dar uma segunda chance. Os produtos seguintes de Pokémon que eu tive contato não me agradaram; achei Pokémon Quest um jogo medíocre e o filme Detetive Pikachu não me agradou. Alguns fãs de Pokémon podem estar achando que sou um Genwunner (termo pejorativo que refere-se aos fãs de Pokémon que só gostam da primeira geração e reclamam das gerações seguintes), mas esse não é o caso, eu também gosto das gerações 2, 3 e 4 (talvez até da 5, mas ainda não tive contato o suficiente com ela), mesmo achando que a franquia esteja decaindo. Não estou obrigando ninguém a ter a mesma opinião que eu, vocês tem direito de gostar ou não dos produtos atuais e antigos da franquia, só estou expondo a minha experiência com Pokémon e como a minha relação com ela tem se complicado um pouco; o que era só amor, virou amor, ódio e desconfiança (amor por ser uma das minhas franquias favoritas, ódio por causa das reações negativas com os produtos atuais e desconfiança por que eu quero um produto atual que seja bom e por não saber se vai ter mesmo). Atualmente, eu tenho me interessado mais pelos produtos feitos pelos fãs, como as Webcomics Hope in Friends e Aezae's Tales e paródias como Monstro Bolso Omega Rubi. Apesar da minha relação decadente com a franquia, eu ainda a amo.

O que acha de Pokémon? Gosta dos produtos atuais desta franquia? Você já teve uma relação de amor e ódio por algo que gostava? Gostou da postagem? Comente e compartilhe nas redes sociais, Bye Bye!
PS: Eu não sei o que espera de Pokémon Sword e Shield e não sei se vou jogar ou gostar. Vou esperar uma Demo sair para ver no que vai dar.

quinta-feira, 24 de outubro de 2019

Survival Mode: Mr. Driller (PS1)

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 Olá, povo subterrâneo, tudo bem? Sabe quando você vê ou ouve falar de algo, não dá muita bola e se surpreende quando experimenta? foi assim quando joguei o primeiro jogo dessa série abandonada de jogos da Namco. E como neste Blog posso mostrar jogos esquecidos para várias pessoas e dar minhas críticas construtivas, sejam elas positivas ou negativas, através da Internet, vamos a elas!
E, por sinal, esta série de jogos completa 20 anos neste mês. Vamos lá!
Fase 1: Gráficos 
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Estes gráficos até que são bons. Os Sprites são bem coloridos, grandes e com um bom nível de detalhes. Os Backgrounds podem ser meio estranhos por terem uma temática estranhamente aleatória ao considerar o contexto do jogo (você entenderá na fase 3), tais como quartos, constelações, ruínas egípcias ETC. Eu soube por um vídeo no Youtube do canal Velberan, que figuras de Games 2D exigem mais memória dos consoles do que as figuras 3D (o título do vídeo é: 2D vs 3D - Qual é o melhor para Jogos de Luta?) e considerando este fato, acho impressionante que este Game seja quase graficamente idêntico à sua versão de Arcade, vejam:

Algumas pessoas podem não notar as diferenças, mas as únicas diferenças que vejo são as cores mais fortes e os Sprites serem mais suaves e menos serrilhados do que a versão de PS1. No geral, o jogo é graficamente bom e fiel à sua versão de Arcade.
Fase 2: Som 
Em questão de trilha sonora, posso mencionar de novo o que foi escrito na análise de Pokémon Stadium: "Não é algo que vai te surpreender, só que, ao meu ver, é aceitável". Acho as músicas legais, mas assim como os Backgrounds, são meio aleatórias, mas desta vez não sei dizer se encaixam com o contexto do jogo, pois convenhamos, que tipo de música combina com um moleque de roupa rosa e azul que destrói blocos coloridos? Mesmo eu achando as músicas legais, o volume delas me incomoda por ser alto e para pessoas como eu que se incomodam com gritaria, motos passando e pessoas passando com aquelas caixas de som com "aquelas batidas" já é um pontinho a menos (só pra ter noção, tive que abaixar o volume da minha TV para 12 e costumo jogar com o volume 16). Antes de ouvir, abaixem o volume para não ficarem surdos:
O que acharam? Sobre os efeitos sonoros, eles são relativamente satisfatórios, é gostoso ouvir o som dos blocos se desfazendo e os outros efeitos até que fazem o seu trabalho consideravelmente bem.
Fase 3: Jogabilidade 
Em Mr. Driller você controla Susumu Hori, ele deve chegar ao centro da terra para impedir que os blocos ocupem a sua cidade. Além da broca, o que é necessário para chegar ao fundo é o D-Pad para mover-se em duas direções (esquerda e direita para ser mais específico) e os 4 botões principais do controle do Playstation para perfurar os blocos, sendo que o botão Triângulo faz uma perfurada consecutiva automática. Quando estiver indo para o centro, tome cuidado com 3 coisas; 1: Susumu não tem oxigênio infinito, para restaurar é só pegar cápsulas de ar e vocês provavelmente sabem o que acontece quando oxigênio acaba. 2: Os blocos X tiram o seu oxigênio quando destruídos e eles precisam ser perfurados mais de uma vez para serem destruídos. 3: Vocês já sacaram que destruir os blocos é necessário para a progressão, mas eles também podem não estar ao seu favor, pois se alguns blocos forem destruídos, os outros que estão acima vão cair e possivelmente te esmagar (é como jogar Jenga) e se 3 blocos da mesma cor ou mais se encostarem, eles serão destruídos automaticamente. No começo pode ser difícil, pois você pode morrer bem rápido se não estiver acostumado(a) com a jogabilidade, mas depois de aprender como se joga, você se torna capaz de fazer decisões em uma fração de segundos. Para se dar bem no jogo, você deve balancear os momentos em que você tem que ser rápido(a) e quando parar e ser mais cuidadoso(a).
Fase 4: Modos de Jogo 
O primeiro modo de jogo é o Arcade, este é o modo básico, aonde é necessário chegar ao centro da terra e você pode escolher dois "níveis de dificuldade", 500 metros e 1000 metros (nas versões ocidentais mudaram para 2500 e 5000 pés), as diferenças são que um é mais curto e outro é mais longo. No Time Attack, é necessário chegar ao fundo o mais rápido possível e as cápsulas de ar são substituídas por relógios. No Survival Mode (juro que foi uma coincidência) é só cavar até onde você conseguir. No High Scores você vê as melhores pontuações. Para finalizar, Options, neste modo você previsivelmente configura o jogo para o seu bel prazer (o número máximo de vidas, a dificuldade dos modos 500m e 100m ETC). Vários destes modos não estão disponíveis nas versões deste jogo lançadas anteriormente (Arcade, Game Boy Color e WonderSwan Color) e mesmo tendo mais conteúdo que estas outras versões, ainda não é o suficiente para ser considerado um jogo com alto fator Replay.
Fase Final: O Verídico 
Prós: 
+ Visualmente fiel à versão de Arcade 
+ As músicas até que são boas... 
+ A jogabilidade é diferente e divertida 
+ O desafio que o jogo proporciona é interessante 
Contras: 
- ... Apesar do volume alto 
- Poucos modos de jogo 
Nota Final: 
8.6 
Resumindo: Mr. Driller é um jogo esquecido que recomendo para qualquer um. Tem bons gráficos, músicas boas (apesar de altas) e uma jogabilidade diferente, divertida e desafiadora. O ponto mais fraco do jogo é o fator Replay baixo. Independente se jogar por console ou emulador, recomendo dar uma jogada. 
Curiosidades Rápidas: 
- Originalmente, Mr. Driller seria uma sequência do clássico jogo Dig Dug (em jogos posteriores da série, foi confirmado que Susumu é filho do protagonista de Dig Dug) 
- Mr. Driller seria exclusivo para consoles, mas fizeram a versão de Arcade para alavancar as vendas 
- As músicas da versão de Arcade são diferentes da de PS1  
 
Já conhecia Mr. Driller? Já chegou a jogar? O que achou? Gostou da postagem? Comente e compartilhe nas redes sociais, Bye Bye!

segunda-feira, 14 de outubro de 2019

Professores no Mundo dos Games (especial de dia do professor)

Olá, professores e alunos, tudo bem? Eu estou no final do ensino médio e durante toda a minha vida escolar, conheci professores muito queridos para mim (inclusive meus pais) e já que o dia 15 de outubro é o dia do professor, decidi fazer uma postagem sobre o tema, 1 dia antes. Não só para homenagear meus professores, como também os meus pais e padrinhos, lhes mostro os professores do mundo dos Games, Hora da aula!
Lembrete: Eu só considero um(a) personagem professor(a), se ele(a) realmente ensina sobre o que quer dar aula. Então, personagens como o Professor Carvalho de Pokémon não entram na lista, pois ele só te dá um pokémon inicial e te obriga a capturar Pokémons para obter informações na Pokédex (ele é um cientista, por que ele simplesmente não estuda sobre os Pokémons ao invés de pedir para uma criança de 10 anos fazer o trabalho por ele?). Para finalizar o lembrete, só entra nesta lista, personagens de jogos que joguei.

Octopath Traveler é um jogo de RPG (Role-Playing Game) que tem 8 personagens jogáveis com suas próprias campanhas e um destes 8 personagens é um professor de uma escola.
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Cyrus Albright é o professor da escola real do reino de Atlasdam e sua paixão é perseguir conhecimento e um dia, um livro de magias proibidas chamado: "Os Longínquos Confins do Inferno" (em tradução livre) foi roubado e ele foi atrás deste livro para impedir que o seu conteúdo possa ser usado para fins malignos. Como professor, ele faz bem o seu trabalho, ele trata os seus alunos igualmente bem, sem sequer priorizar um em detrimento do outro, acredita no potencial dos seus alunos a ponto de acreditar que talvez um deles o ultrapasse em questão de conhecimento e inteligência e uma de suas alunas até o salvou de uma enrascada. Com todos estes pontos citados, é claro que Cyrus é um professor de respeito.

Puyo Puyo é uma série de Games de Puzzle à lá Tetris com foco em competitividade e quando lançaram Puyo Puyo Fever, fizeram esta personagem para servir de tutorial para os iniciantes (creio eu).
 Senhora Accord é a professora da escola de magia de Primp Town e por mais que ela seja uma pessoa gentil e com boas maneiras, ela esconde segredos sombrios e misteriosos (geralmente envolvendo Popoi, o seu gato), deixando várias interpretações de seus motivos em aberto. Puyo Puyo Fever tem 3 níveis de dificuldade (RunRun, WakuWaku e HaraHara ou fácil, médio e difícil para facilitar) e no RunRun ela explica as mecânicas do jogo de forma simples e entendível. Mesmo com seu possível lado sombrio misterioso, ela ainda é uma doce professora que ensina bem como batalhar usando Puyos (os objetos estouráveis do jogo, assim como Tetris tem os blocos e Candy Crush tem os doces).

Como a história da série Zelda se passa em gerações diferentes com personagens base que tem o mesmo nome de seus antepassados (me refiro ao Link e a Zelda), talvez alguém possa levantar perguntas do tipo: "Como o Link consegue usar tão bem uma espada sem sequer ter aulas de como usar uma?". Nem todos os Links tem a mesma sorte de principiante, pois o Link de Zelda - Wind Waker (já teve análise desse jogo aqui no Blog) teve algumas aulas de esgrima com este senhor.
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 Orca planejava se tornar um grande espadachim (junto com Sturgeon, seu irmão), mas um ferimento fez ele abandonar seu sonho e ele acabou se tornando um pescador em Outset Island (a ilha do começo do jogo). Para alguém que desistiu de ser um espadachim por causa de uma ferida, Orca conseguiu ensinar bem todas as técnicas básicas de espada ao Link. Ele é um homem bem insistente nos seus ensinamentos e no começo ele não tinha tanta confiança nas habilidades do Link, mas sua perspectiva sobre ele começa a mudar com o tempo e quando Link aprende o Giro Furacão, Orca chora de felicidade ao vê-lo dominar uma técnica que ele nunca conseguiu. Mesmo sendo um homem irritado e insistente, Orca é um professor de respeito.

Esclareci no lembrete que não colocarei o Professor Carvalho por eu não enxergar muitas características da profissão nele. Por outro lado, este personagem que aparece no modo Pokémon Academy de Pokémon Stadium 2 e nos jogos da segunda geração, é um professor de verdade.
Earl Dervish é o professor da escola Pokémon da cidade Violet (localizada na região de Johto) e lá ele ensina as mecânicas das batalhas Pokémon, desde as mais básicas, até as mais avançadas. Não há muitas coisas sobre ele em suas aparições, mas como professor, posso dizer que ele é decente. Ele dá aulas sobre vários aspectos das batalhas Pokémon, oferece provas para testar seus conhecimentos, permite algumas batalhas para explicar estratégias e na biblioteca, e ele te dá livros para estudar. Mesmo ele sendo o professor mais normal da lista, Earl sabe muito bem sobre o que fala.

Você é um(a) professor(a)? Qual destes professores você adoraria que te desse aula? Conhece algum personagem de Game que é professor? Gostou da postagem? Comente e compartilhe nas redes sociais, Hora do intervalo!

quinta-feira, 26 de setembro de 2019

Piadas ruins sobre Games (Parte 2)

Olá, povo que cai na risada com piada sem graça, tudo bem? Eu não tinha ideia de que postagem fazer e então me lembrei de 2 anos atrás, quando fiz uma postagem porque estava sem ideias e ela acabou sendo a mais vista do Blog. Então, decidi fazer uma continuação desta postagem por causa das enormes quantias de visualizações. Já que ninguém pediu e estou fazendo isso por querer, não preciso escrever o que lhes trago, pois está no título, Vamos lá! 
Lembrete: Alguns de vocês talvez não possam entender as piadas, pois precisam do entendimento de séries específicas de Games e por isso, haverá alguns textos adicionais para explicá-las e eu não criei todas as piadas da postagem. Aa maioria eu criei, mas há algumas de outros lugares.
Piadas sobre Nintendo:
1: Um homem queria ser picado por um mosquito/pernilongo e encontrou um, sabe o que ele disse pro inseto? Pique Mim*.
2: Por que o Mario é melhor nas fases aquáticas quando está pequeno? Porque ele é Marinho.
3: Um cara queria comprar um console da Nintendo e também queria fazer natação, mas ele só tinha  dinheiro para 1 coisa e o seu pai disse "É Nintendo ou Nada!"**.
4: Era uma vez 2 gêmeos, um é Poke e outro é Mon, Mon ganhou um Game Boy e quando ele não deixou o Poke jogar, Poke disse "Porquê Mon?!".
5: Qual é o site favorito da Zelda? É o Linkedin***.
*: Há uma série de jogos da Nintendo chamada Pikmin; **:  O Slogan das propagandas antigas da Nintendo aqui no Brasil era exatamente esse; ***: Há um Site com este nome e o nome do herói da série Zelda é Link. 
Piadas sobre Sony: 
1: Um bode foi pra guerra, qual é o nome do jogo? Bode of War*.
2: Qual é o nome do jogo em que um marsupial laranja vai para uma creche? Creche Bandicoot** 
3: O leste de uma região de um país pertencia a alguém chamado Us, qual é o nome do jogo? The Leste of Us***
4: Uma cidade chamada Gran virou ponto turístico, qual é o nome do jogo? Gran Turismo****
5: Um console chamado Station estava ficando popular e comprei para um amigo que o queria, então eu Dei Station
*: Trocadilho com Bode e God of War; **: Trocadilho com Crash Bandicoot e creche (aliás, Bandicoot é o nome de um marsupial australiano); ***: Trocadilho com The Last of Us; ****: Trocadilho com Gran Turismo. 
Piadas sobre Microsoft: 
1: Duas tias foram pra guerra, qual é o nome do jogo? Tias of Wars
2: A Disney e a Microsoft fizeram uma parceria para fazerem um console juntas, qual é o nome dele? Xbox Mulan**.
3: Alguém chamado Horizon foi eleito presidente e o pessoal não gostou dele e eles falavam nos protestos "Fora Horizon!"*** .
4: Alguém relou em algo, qual é o nome do jogo? Relou**** 
*: Trocadilho com Gears of War; **: Trocadilho com Xbox One e o filme Mulan; ***: Trocadilho com Forza Horizon; ****: Trocadilho com Halo. 
Piadas sobre Jogos Aleatórios: 
1: Joãozinho estava no banco e ele começou a ser assaltado e logo quando o assalto começou, ele deixou "algo" escapar e disse "Peidei"* 
2: Qual é o nome do jogo em que você pode mexer com personagens da Nintendo? Super Mexe Bros**.
3: Qual é o nome do jogo em que perguntas são feitas até demais? OverWhat?***.
4: Alguém estava embaixo de uma telha, qual é o nome do jogo? UnderTelha****.
5: Qual é o nome do jogo onde uma mãe explora um mundo quadrado? Mãe no Craft.
6: Qual é o personagem de Mortal Kombat que subiu para o andar zero no elevador? Sobe-Zero*****.
*: Trocadilho com a pronuncia do jogo Payday; **: Trocadilho com Super Smash Bros; ***: Over é uma palavra inglês usada para expressar uma grande quantia e What é "o quê" nessa língua e o trocadilho foi com o jogo Overwatch; ****: trocadilho com Undertale; *****: Trocadilho com Sub-Zero. 
Piadas sobre Jogos Desconhecidos 
Cuidado, esta seção é para poucos, aproximadamente 10% da população mundial entenderá as piadas. 
1: Qual é o líder religioso das estrelas? Zupapa
2: Uma carta de tarô ligou para alguém e deu um Magical Trote** 
3: Qual é o único jogo que consegue aguentar assistir episódios Filler de Animes? É o Mr. Filler***
4: Qual é o jogo em que o Rocky Balboa come um doce japonês? Pocky e Rocky**** 
*: Zupapa é o nome de um jogo onde os personagens jogáveis são estrelas e vocês já sabem o que é um Papa (aliás, fiz análise desse jogo aqui no Blog); **: Magical Drop é o nome de um jogo onde os personagens são cartas de tarô e fiz um trocadilho com trote; ***: Filler é um termo usado para episódios de Anime que não relevantes para a história e o trocadilho é com o jogo Mr. Driller; Pocky é um nome de um palito doce coberto de chocolate (ou qualquer outra coisa) feito no Japão e o trocadilho foi com o jogo Pocky e Rocky.
As piadas ficaram engraçadas? Quais você entendeu sem precisar de explicação? Qual foi a piada mais engraçada? E qual foi a mais sem graça? Gostou da Postagem? Comente e compartilhe nas redes sociais, É o tchau!