sexta-feira, 26 de março de 2021

Survival mode: Colônia Contra-Ataca - O Jogo (Android)

 

Olá, Youtubers, tudo bem? Não faço muitas análises de jogos de celular, especialmente jogos de Youtubers. Colônia Contra-Ataca era um dos meus canais favoritos do Youtube, eu adorava assistir os vídeos que o Sr. Wilson fazia na minha pré-adolescência, mas com o passar do tempo, o canal ficou menos bom (não me entenda mal, eu ainda acho que o canal é bom, só achei que não está tão bom em comparação a sua era de ouro). Um jogo baseado no canal foi lançado para celulares em 2017 e depois de alguns anos, foi removido da Play Store, impossibilitando que seja jogado (na verdade, tem métodos não oficiais para baixá-lo, mas, oficialmente, ele não pode ser baixado  na Play Store). Por esse motivo (e também por causa do meu celular estar meio velho), decidi fazer análise desse jogo de um canal que foi bem importante na minha vida. Vamos lá! 

Fase 1: Enredo 
Sr, Wilson estava jogando um jogo bem Awesome (incrível em inglês e também uma das frases de efeito dele), mas, de repente, ele recebe uma entrega misteriosa, e  decide abrir, apesar de demorar meses e até anos para abrir pacotes (se você assiste os Unboxings Mortíferos dele, já sacou). O pacote continha um cartucho super raro de Nintendinho e uma carta de um fã chamado Rob. Wilson decide colocar o cartucho no seu Turbo Game (um clone pirata brasileiro do Nintendinho) e jogar, mas o cartucho abriu um portal interdimensional que o puxou para dentro do jogo. Após ser puxado, Sr Wilson se depara com Major Wilson (o Wilson do futuro, para quem não assiste o canal ou para quem anda meio esquecido), e ele diz que o cartucho foi feito pelo seu inimigo Bob com ajuda da Vinet (a empresa de Internet do Bob), para mandar o Wilson ao mundo dos jogos, para que ele não possa impedir seus planos malignos de dominação mundial. Para sair deste mundo é necessário encontrar o portal correto. Eu sei que a história não importa nesse jogo, mas é legal ver mais uma aventura do Sr Wilson com referências aos seus vídeos. 
Fase 2: Gráficos 
Como vocês podem ver, o jogo segue um estilo Pixel Art em seu visual. Por mais que eu ache o visual decente, devo admitir que não é muito impressionante. Apesar de ser relativamente bem feito, o visual é um tanto quanto genérico e repetitivo quando se trata dos Sprites, mas em relação aos backgrounds, eles são bem bonitos (esse da imagem que coloquei, nem tanto), bem compostos e tem uma boa coloração. Em resumo, quando se trata de Sprites, os gráficos não são muito espetaculares, mas nos backgrounds, eles conseguem ser ótimos.
Fase 3: Som 
A trilha sonora até que é boa, mas não é muito memorável. As músicas do jogo são bem ok, elas seguem um estilo Chiptune para combinar com o visual de Pixel Art do game, mas não chegam a ser tão interessantes instrumentalmente ou ritmicamente e boa parte delas não é muito memorável. 
Sobre os efeitos sonoros, a minha opinião é levemente parecida com a das músicas, pois acho que eles são bons de ouvir, mas não são tão elaborados, apesar de cumprirem bem os seus papéis. Só que há uma coisa a mais nesses efeitos sonoros, que são as frases do Sr Wilson que foram retiradas diretamente dos seus vídeos.  Até dá pra ouvir o áudio de fundo dos vídeos quando ele fala, e por incrível que pareça, eu não me incomodo com esse fato porque isso faz parte do charme e me passa uma sensação de humildade por ser feito por uma equipe amadora e não de profissionalismo cínico de uma grande corporação. Em resumo, os aspectos sonoros não são muito elaborados ou memoráveis, mas são bons o suficiente. 
Fase 4-1: Controles 
O jogo é de plataforma e como foi lançado para Android, você deve estar se perguntando como é que se joga com a Touch Screen. Dá para andar, atirar com a Zapper, deslizar, pular, quicar nas paredes e planar com a boina usando o modo de controle de uma mão só. Para andar, é só deslizar o seu dedo pra esquerda ou direita, para pular é só deslizar pra cima, para atirar é só dar toques na tela, para deslizar é preciso deslizar pra baixo enquanto anda, para quicar nas paredes é preciso pular e depois deslizar para os lados quando encostar em uma parede e, para planar, só precisa deslizar para cima duas vezes seguidas. Apenas para lembrar, nem todas as habilidades estão disponíveis logo de cara e só são destravadas depois de passar de algumas fases. Pode parecer que os controles não são bons, mas isso está longe de ser verdade, pois acho que eles funcionam bem, apesar de pouco convencionais. Se quiser, também dá para jogar usando o modo com botões táteis, mas decidi não usá-lo por falta de costume e por não gostar de jogos Mobile com botões táteis, pois além de atrapalharem a tela, eles não são muito práticos e pelo jeito que as fases foram feitas com os controles de uma mão em mente, acabam não servindo muito bem para o jogo e ações tal como quicar nas paredes se tornaram mais difíceis. Mas essa é só a minha opinião, e o jeito que vocês preferem jogar vai pelo critério de cada um. 
Fase 4-2: Dificuldade 
Como ele foi feito para lembrar jogos antigos, também lembra jogos antigos em questão de dificuldade. A dificuldade é bem desafiadora, mas não chega a ser injusta, pois os desafios são bem moderados e o Level-Design complementa muito bem o modo de controle de uma mão só e o jogo é exigente com o jogador o suficiente para não ser um total incômodo. Mesmo assim, ainda teve momentos em que achei os desafios meio injustos, como alguns posicionamentos mal planejados de inimigos e armadilhas em algumas fases e, ainda por cima, uma das atualizações acrescentou o fato de alguns inimigos poderem se mexer. Essa adição tinha me incomodado na primeira vez por ter achado que não fosse uma boa ideia por causa de como o jogo funciona mecanicamente, mas, depois de um tempo, me acostumei. Exceto com as abelhas do primeiro mundo, pois como os seus movimentos são teleguiados e a jogabilidade de uma mão só funciona, acaba se tornando um saco ter que se posicionar para acertá-las (talvez seja melhor usar a jogabilidade com botões táteis nesses momentos, mas se você não tiver habilidade com esse esquema de controle, não vai dar certo). Também há o fato de que para abrir as fases, é necessário coletar um número x de fitas douradas (ou cartuchos dourados se preferir), te obrigando desnecessarimente a refazer as fases só para coletar essas malditas fitas e abrir a fase. É estranho eu reclamar disso, pois gosto de Super Mario 64, mas Mario 64 teve o design das fases com isso em mente, mas aqui eu sinto que foi algo forçado que os desenvolvedores tacaram só para o jogo ter mais tempo de duração, o que me frustrou mais do que deveria (eu sei que essa decisão foi feita a pedido do Wilson porque ele gosta de jogos como Mario 64 e Banjo-Kazooie, mas não precisava). O fim da picada são os problemas técnicos, como: quedas de FPS, o sistema de invencibilidade temporária não funcionando direito, alguns posicionamentos inconvenientes de anúncios e os controles de tela não funcionando quando precisam (eu disse que os controles funcionavam e não estava mentindo, mas às vezes algumas ações não registraram quando claramente fiz o que precisava). Apesar das reclamações, eu ainda acho que a dificuldade é bem feita, ainda assim precisava de mais polimento em alguns aspectos e algumas mudanças foram adicionadas pela Godot (a desenvolvedora do game) após reclamações, e eles ouviram os fãs, mas é triste que depois de ter sido retirado ele não pode mais ser completo (pra ter noção, só fizeram até a terceira fase do terceiro mundo e o resto seria acrescentado por atualizações). 
Fase 4-3: Minigames 
O que eu gostei mais do que a campanha principal, foram os Minigames. Eles são desbloqueados após coletar cartuchos que estão guardados em caixas pelas fases (diferente dos dourados, eles são opcionais) e os Minigames são; 1: Super Odiador 64 é um Flappybird, só que com o odiador (um personagem da colônia contra-ataca) vestido de SuperMan, os anéis do SuperMan 64 substituindo os canos e a adição de uma garrafa d'água que te faz passar por vários anéis automaticamente e rapidamente por um curto período de tempo (essa adição já torna mil vezes melhor do que o Flappybird original). 2: Rider Wilson é um jogo em que você controla o Wilson dirigindo uma moto em 3 planos e é necessário desviar o máximo de obstáculos que puder (é tipo um Subway Surfers lateral). 3: Brony Man é tipo bomberman, mas você controla o Wilson deslizando com o dedo em 4 direções e você precisa explodir pôneis para ganhar pontos, mas, cuidado! eles soltam gases que dificultam a sua visão (exatamente do tipo que está pensando) e fezes que deixam o Wilson mais lento. 4: Freaking Wilson é levemente parecido com o Rider Wilson em questão de ser um Minigame em que você precisa ir o mais longe que puder para ganhar pontos, mas ele se diferencia o suficente para ser a sua própria coisa, como o fato de ter apenas 1 plano ao invés de 3, ser necessário derrotar ninjas ao longo do caminho e combar para ganhar pontos, além de desviar de obstáculos. Eles são distrações opcionais para passar o tempo, mas isso não quer dizer que eles não sejam divertidos, e eu os rejogo mais do que a campanha principal. 
Fase Final: O Verídico 
Prós: 
+ O charme da Colônia Contra-Ataca está presente em alguns aspectos 
+ Backgrounds bonitos 
+ A jogabilidade de uma mão funciona bem 
+ Desafiador, mas sem ser injusto 
+ Minigames divertidos 
Contras: 
- Boa parte da trilha sonora não é grande coisa 
- Coletar as fitas douradas para abrir fases é um saco 
- Alguns problemas técnicos estão presentes 
Nota Final: 
7.5 
Resumindo: Colônia Contra-Ataca - O Jogo é bem interessante. Os áudios gravados do Sr Wilson e algumas referências ao canal dão charme ao jogo. Os Sprites podem não ser muito interessantes, mas os belos Backgrounds fazem a apresentação visual valer a pena. A trilha sonora não é muito interessante, pois a maioria das músicas não são muito memoráveis e apenas duas delas me empolgaram. Apesar de não parecer, os controles de uma mão funcionam e complementam o Level-Design muito bem. A dificuldade consegue ser desafiadora sem ser injusta, apesar de aspectos como alguns elementos mal posicionados, a decisão de deixar as fases abertas só depois de coletar as fitas douradas e problemas técnicos. Mesmo com seus problemas, Colônia Contra-Ataca - O Jogo é bom, ele apresenta referências do canal, mas apresenta o suficiente para que pessoas que não conheçam bem o canal possam aproveitar e é uma pena que ele não possa ser completo por ter sido retirado da Play Store. Apesar de ter sido retirado, contudo, se você quiser baixá-lo por "métodos alternativos", acredito que possa valer a pena (só lembre que ele foi lançado apenas para Android). 

Você assiste ou já assistiu Colônia Contra-Ataca? Você já tinha jogado esse jogo baseado no canal? Se sim, o que achou? Gostou da postagem? Comente e compartilhe nas redes sociais, até a próxima e se cuidem.

sábado, 6 de março de 2021

Personagens de games com designs incríveis

 Olá, povo bonito, tudo bem? (a quanto tempo eu não escrevo isso?) 

Design é algo muito importante, é necessário técnica e planejamento o suficiente para deixar uma casa espaçosa e bonita, e o mesmo vale para muitas coisas. Mas o que exatamente é design? Design é um termo um tanto quanto vago, já que é aplicado a vários contextos, sendo os mais conhecidos: 1: como algo é planejado; e 2: a sua aparência. Os contextos que estou usando para essa lista são os dois mencionados anteriormente, e os estou aplicando em personagens de games. Os personagens que serão mostrados podem não ter os Designs mais bonitos ou inovadores, mas trazem uma boa comunicação visual do que o personagem quer passar. Vamos lá! 

Lembrete: Na maioria das vezes, eu coloco uma regra nessas postagens de listas que faço, que eu só devo colocar coisas ou personagens de jogos que joguei, mas dessa vez, decidi colocar alguns personagens de jogos que eu não joguei, mas que entendo o suficiente do que acontece para não ficar desinformado. Aliás, os personagens apresentados não estão em uma ordem específica de pior pro melhor, ou algo do tipo. 

Decidi começar por alguém que os fãs deste blog já estão bem familiarizados e vocês já devem saber quem é. 

Kirby é simples, não só em seu design, como também em seus jogos. O propósito dos games do Kirby, é serem games simples e como o seu design é bem simples, acaba traduzindo bem a ideia dos seus games. Mas um design simples não pode ser bom se não for memorável o bastante, e ainda bem que o design do Kirby é memorável. Há outro ponto que torno o seu design simples mais interessante: quando a Nintendo não sabe o que fazer para tornar as propostas de games mais interessantes e atrativas, acaba transformando a proposta em um jogo do Kirby em boa parte das vezes. Isso acontece porque a simplicidade o torna capaz de muitas coisas. E falando em tornar muitas coisas, muitos já devem saber que a habilidade principal dele é copiar os poderes dos outros. Quando copia, ele ganha alguns "acessórios" adicionais que refletem o poder que copiou (não é em todos os jogos que isso acontece, mas sabe, né?), fazendo dele uma folha em branco que pode ter quaisquer adições que possa imaginar. Mesmo o seu design sendo simples, deu para extrair bastante coisa. 

Em 3 de agosto de 2020, postei uma análise do jogo Tales of Eternia, e lá eu mencionei que Tales of era uma série de games que eu sempre quis jogar, mas não pude por causa do meu acesso limitado aos seus games, e quando fui assistir Let's Plays dos jogos da série no Youtube, fiquei empolgado para jogar Tales of Xillia porque o combate parecia ser muito bom e por ter gostado bastante do elenco de personagens principais (por ter adquirido um PS3 no mês passado, fiquei mais ainda) e a personagem que tem o meu design favorito entre eles, também é a minha personagem favorita. 
Milla Maxwell pode parecer que tem apenas um visual meio estranho que é típico de personagens japoneses mas, diferente de muitos por aí, ela tem uma explicação bem plausível do porquê as suas roupas serem assim, e que também está atrelada a sua história (esqueci de avisar que vai ter spoiler de Tales of Xillia). Milla é um espírito elemental que teve uma vida um tanto quanto isolada, e por ter pouco contato com seres humanos, pediu para que um de seus lacaios desse roupas consideradas atraentes para os homens. Mas é claro que por ter pouco contato com humanos, ela achou que seria uma boa ideia fazer essa mistureba de vestimentas, porque achou que agradaria os gostos de qualquer homem. O arco da personagem envolve descobrir o que significa ser humano e como a sua escolha de roupas foi influenciada por incerteza, acaba se atrelando bem a sua história sobre descoberta e o que significa viver. Apesar das vestimentas serem meio estranhas, até que acho ela bonita desse jeito, Milla Maxell é um ótimo exemplo de como atrelar bem o design do personagem à sua história e como há beleza em coisas que parecem ser estranhas.
 
Eu sou um fã de Disgaea, mas admito que não joguei todos os jogos da série principal (Disgaea 3 e D2 são os que não joguei), e um dos personagens que tem um dos designs mais estilosos e interessantes da série vem do 3. 
Mao tem coisas bem interessantes a dizer através de seu design. Kirby apresenta a proposta dos seus games com o próprio design (isomorfia), Milla dava contexto para sua história através do design, e o design do Mao representa a sua personalidade. Começando pelos óculos: nós associamos a imagem dos óculos a personagens inteligentes, ou até nerds, e Mao tem essas duas característica (mais pro lado nerd do que pro inteligente, mas tudo bem). Essa capa que ele veste, é na verdade um gakuran (uniforme escolar masculino japonês), mas a maneira que ele está vestindo o gakuran se assemelha a forma que delinquentes juvenis japoneses o usam, e a adição da corrente deixa o visual um pouco mais rebelde. O que torna o design mais interessante é a premissa do Disgaea 3: há uma escola do submundo chamada "Colégio Malígno Maritsu" (em tradução livre) e nessa escola todos os nossos valores escolares são invertidos (ex: não fazer aulas, sujar qualquer lugar ou até violência são coisas aceitas nessa escola) e o aluno exemplar desta escola é o Mao. Considerando que ele é o aluno exemplar de uma escola que tem valores invertidos, faz sentido ele se parecer com um delinquente juvenil. E por parecer com um, o seu design reflete a sua personalidade caótica e agressiva. O contraste do design rebelde e o fato dele ser o aluno exemplar, juntamente com os valores invertidos de sua escola, tornam o design do Mao um ótimo exemplo de como o design de um personagem, pode refletir a sua personalidade. 

Eu não joguei muitos games do gênero Visual Novel (jogos de ler texto, para os leigos), mas uma série desse gênero que eu adorei é Danganronpa e há vários personagens interessantes com designs interessantes. O que escolhi para essa lista é de uma das minhas personagens favoritas do Danganronpa 2
 
Ibuki Mioda também tem um design que representa a sua personalidade, mas o diferencial é como o elenco de personagens dos jogos principais de Danganronpa é estruturado. Em Danganronpa, o elenco de personagens consiste em um grupo de 15 a 16 estudantes super talentosos (ou não) especializados em áreas específicas (ex: músicos, cientistas ETC), e vocês sabem qual é o talento da Ibuki? Ibuki é uma compositora, mas de que tipo de música? A julgar pelos seus piercings (eu sei que não dá pra ver direito por causa do tamanho da imagem, mas ela realmente tem piercings se você acessar imagens que tem um enquadramento mais próximo dela), suas músicas são de Rock, mais especificamente, do sub-gênero Heavy Metal, mas a sua paleta de cores não parece se encaixar com esse gênero que é sombrio e pesado. Ibuki tem uma personalidade alegre e brincalhona, que é bem expressada na sua paleta de cores rosa e azul, mas as adições como as meias rasgadas e piercings dão um aspecto mais rebelde que é típico de metaleiros, o que cria um ótimo contraste envolvendo a sua personalidade e talento. Assim como o Mao, Ibuki também é um ótimo exemplo de como um design pode refletir a sua personalidade e outros aspectos.

Quais os designs de personagens dessa lista você mais gostou? Sabe de outros personagens de games que tenham ótimos designs? Gostou da postagem? Comente e compartilhe nas redes sociais, Bye Bye!

domingo, 21 de fevereiro de 2021

Rankeando os jogos de Henry Stickmin (pior pro melhor)

Olá, stickmans, tudo bem? Em 27 de outubro de 2020, postei  "Jogos de navegador que eu adoro" e nessa postagem coloquei a série Henry Stickmin inteira, apesar de não ter jogado todos os jogos da série naquele momento. Em 12 de novembro de 2020, eu decidi jogar a Henry Stickmin Collection, que é uma coletânea de todos os games já lançados dessa série, mas por ter achado o preço de aproximadamente 20 reais meio caro para uma coletânea de jogos de navegador simples que podiam ser jogados de graça em navegadores, antes de 31 de dezembro de 2020 (foi essa a data da descontinuação do Adobe Flash Player, o que levou muitos jogos que foram feitos com esse programa a serem extintos). Decidi usar "métodos moralmente questionáveis" (aposto que você sabe o que é) para jogá-la. Depois de jogar todos os jogos da coletânea, decidi fazer uma postagem em que eu rankeio (em outras palavras: classifico) os jogos da série por ordem de preferência. Chega de enrolação e vamos começar! 
Lembrete: Antes de começar, preciso esclarecer algumas coisas; 1: Henry Stickmin é uma série de jogos de cenas interativas em que se deve fazer escolhas que alteram o percurso da história; 2: Essa lista é baseada na minha opinião, se discordar, pode discordar à vontade,  não brigue por causa disso. 

6: Breaking the Bank (2008) 
 
Breaking the Bank é o primeiro jogo do Henry Stickmin (tecnicamente, teve outro antes, mas ele estava mais pra um protótipo do que um primeiro jogo), e por mais que ele seja importante por isso, ele sofre por não ser tão elaborado quanto as suas sequências. Eu esclareci no lembrete que a série Henry Stickmin se trata de jogos de cenas interativas com escolhas que alteram o percurso da história, mas essa descrição não se aplica tanto nesse aqui, pois só tem 1 final entre 6 únicas escolhas. As cenas são básicas, mas até que são divertidas e dentre os jogos da coletânea, esse é o que menos considero como um remaster, já que boa parte das cenas da versão da coletânea são diferentes da original, o que pra mim já é o suficiente para ser considerado com um remake. Ele pode ter sido importante por começar a série, mas sinto que  parece mais com um experimento do que um jogo completo.

5: Escaping the Prison (2010) 
 
A partir de Escaping the Prison, Henry Stickmin começou a ser mais do jeito que conhecemos. Ao invés de ser apenas um compilado de animaçõezinhas e apenas 1 delas ser o final, você faz escolhas que podem te levar a rotas e finais diferentes, sendo que algumas escolhas não te levam a lugar algum e só mostram uma animação engraçada de como as coisas deram errado. Esse jogo expandiu muito em relação ao anterior, não só tem mais escolhas de rotas e finais, como também, ele é mais engraçado, tem referências de cultura pop mais elaboradas (as do Breaking the Bank original eram apenas efeitos sonoros) e mesmo quando a sua escolha não avança a história e te faz perder, ainda dá gosto por causa das animações serem engraçadas. Também há uma versão para Android (eu não sei se tem pra IOS) que dá pra jogar até hoje e ela tem legendas em portugês, mesmo que a tradução seja meio porca. Mesmo ele sendo um avanço muito grande em relação ao Breaking the Bank, eu sinto que as escolhas são meio básicas e não tão coesas quanto as dos outro jogos, além do cenário da prisão ser meio simples demais, mas ainda sim, é um ótimo jogo que marcou a série e a fez alavancar a outros níveis.

4: Fleeing the Complex (2015) 
Fleeing the Complex é o penúltimo jogo da série, e como esperado, é um baita jogaço. Dessa vez, Henry foi parar em uma prisão chamada "The Wall" e por mais que seja muito parecido com o Escaping the Prison, o cenário é levemente mais diferenciado (não irei explicar o porquê). As escolhas das rotas são bem coesas, as animações podem não ser tão legais quanto as dos seus 2 antecessores, mas continuam divertidas e charmosas e algumas rotas trazem sacadas interessante, como uma em que você não deve fazer escolhas para se dar bem e uma que dá uma continuidade legal para o Infiltrating the Airship. Apesar do que ele traz de interessante, o cenário é meio básico e parecido com o de Escaping the Prison (apesar de ser um pouco mais elaborado) e as animações não são tão exageradas quanto as dos 2 anteriores. Havia uma versão para Android, mas que havia sido retirada da Play Store, e assim como a do Escaping the Prison, tinha uma tradução em português meio porca e precisava de constante conexão com a internet (tinha esquecido de mencionar isso). Apesar de não ser o meu favorito, Fleeing the Complex é um ótimo jogo do Henry Stickmin.

3: Stealing the Diamond (2011) 
Stealing the Diamon é o terceiro jogo da série, e foi o segundo Henry Stickmin que joguei (o primeiro foi o Infiltrating the Airship) e não tinha me apegado tanto quanto a sua sequência que joguei primeiro, o que me levou a esquecê-lo, e depois de revisitá-lo, percebi que era melhor do que eu lembrava. Já vi gente falando que considera esse como o melhor da série ou o seu favorito e entendo perfeitamente o porquê. As escolhas são bem coesas e acho interessante que você possa escolher duas formas de invadir o museu (ir sorrateiramente ou na base do arrombamento e imprudência), as animações das escolhas são algumas das mais exageradas da série, além do cenário do museu ser interessante e o fato de ser mais simples que os seus sucessores o torna bem divertido. O fato dele não estar em posição mais alta, eu não faço ideia, talvez seja por ser simples, ou por não ter tanto apego como tenho pelo Infiltrating the Airship, mas independente disso, ele ainda é um jogão.

2: Infiltrating the Airship (2013) 
Infiltrating the Airship foi o primeiro Henry Stickmin que joguei e, por isso, guardo com muita felicidade as memórias que eu tenho com ele. Eu o conheci  logo no ano em que foi lançado. Isso aconteceu quando eu estava procurando jogos no Click Jogos (nunca mais poderei jogar nesse Site por culpa da descontinuação do Flash) e, já no momento que joguei, ele me atraiu pelo sistema de escolhas e animações exageradas com referências à cultura pop. As escolhas são muito coesas, as animações delas também são muito exageradas, eu adoro o cenário da aeronave e a história é um pouco mais diferenciada do que nos outros, porque ao invés de cometer atos criminosos, Henry foi contratado pelo governo para infiltrar na aeronave do clã criminoso Toppat e acabar com eles. As razões que citei por preferir mais esse do que os outros podem não ser o bastante para tentar justificar a minha paixão nostálgica por ele, mas independente disso, é um dos que eu mais prefiro.

1: Completing the Mission (2020) 

Completing the Mission é o último game do Henry Stickmin já lançado, e ele só pode ser jogado na Henry Stickmin Collection. O motivo por  estar disponível apenas na coletânea é que não tem uma história específica e, sim, várias histórias/rotas específicas que são provenientes dos finais que você obteve em Infiltrating the Airship e Fleeing the Complex, e para iniciar essas histórias/rotas é necessário escolher um final de cada jogo (com essa decisão de Design, dá pra entender porque ele só ficou na coletânea). As escolhas não são só bem coesas, como também tem animações super exageradas e que considero como as mais engraçadas da série. Além disso, por causa da forma que você escolhe que rota prosseguir, os cenários das histórias acabam sendo mais variados. Variedade é o que difere esse jogo dos seus antecessores, pois como os outros eram mais restritos a um tipo de cenário e história, a variedade de cenários e histórias desse jogo o deixa mais interessante, mas admito que por ele ter tanta coisa, o jogo fica cansativo às vezes, mas isso não é o suficiente para tirar a sua grandiosidade. Completing the Mission é o meu Henry Stickmin favorito, não só pela variedade, mas também porque ele é uma homenagem à própria série e sendo o último jogo dela (o criador afirmou que não irá fazer mais jogos do Henry Stickmin), ele acaba sendo uma bela homenagem, não só pelas referências dos jogos anteriores, como também por fazer boas conclusões pra série. Esse sentimento de conclusão, o torna mais épico. 

Já jogou ou conhecia os jogos de Henry Stickmin? Se sim qual deles você jogou ou o que mais gostou? Concorda com a lista? Gostou da postagem? Comente e compartilhe nas redes sociais, Bye Bye.
 

quarta-feira, 20 de janeiro de 2021

Aviso: Uma homenagem ao Nintendo 64 está por vir

 

Olá, povo Nintendista, tudo bem? Em 23 de junho de 1996, o Nintendo 64 foi lançado, e por isso, farei uma lista de Top 10 games favoritos do console para comemorar o aniversário de 25 anos do console. A postagem chegará em algum dia de junho, só não sei qual. Fiquem no aguardo. 


quinta-feira, 17 de dezembro de 2020

O que esperar de 2021?

 

Olá, povo do futuro, tudo bem? 2020 foi um ano trágico e boa parte das tragédias foram causadas por causa do Coronavírus. Graças a ele, as pessoas do mundo inteiro tiveram de se isolar em suas casas para evitar que sejam contaminadas e, ao sair, elas tiveram que vestir máscaras, carregar álcool em gel e manter um pouco de distância das outras pessoas. Apesar disso, eu não me dei por vencido. Fui cuidadoso o suficiente para não pegar o Corona, mas descontraído o suficiente para não ficar insano e obsessivo. Além disso, comecei a estudar na minha faculdade à distância (eu já tive a ideia de fazer EAD antes do corona se alastrar pelo Brasil) e consegui jogar jogos que eu adoraria ter jogado, mas que não pude por conta do meu acesso limitado. 
Com todo ano novo, vem novos jogos. Nesse contexto, construí uma tradição de comentar sobre games que sairão nos próximos anos, mas dessa vez eu farei as coisas um pouco diferentes, pois quando fazia essas postagens,  só comentava sobre games que eram aguardados pelo público gamer em geral e geralmente só tinha 1 jogo na lista que eu realmente aguardava. Dessa vez serão apenas jogos que eu aguardo e mesmo que apenas 1 deles esteja confirmado para sair em 2021, ainda conto os não confirmados. Chega de enrolação, porque agora eu mostro quais são os jogos de que estou aguardando! 

Em 2017, joguei Zelda - Breath of the Wild e ele acabou se tornando um dos meus Zeldas favoritos. Dois anos depois, uma sequência dele foi anunciada, e por mais que eu duvide que irá ser lançada em 2021 (por conta do espaço de tempo entre o lançamento do Breath of the Wild e o anúncio da sequência), eu ainda a aguardo. 

The Legend of Zelda - Breath of the Wild 2 pode não ser o nome oficial do game, mas já é o suficiente para empolgar vários fãs. Pelo que o (único) Trailer apresentou, o clima do jogo aparenta ser mais sombrio do que o seu antecessor, se assemelhando mais com Majora's Mask e Twilight Princess, além de que a Zelda irá nos acompanhar na jornada (como em Spirit Tracks). O que mais intrigou os fãs foi que mostraram o Ganondorf em uma versão morto-vivo, já que ele é um dos principais vilões da série e por mais que ele tenha aparecido no jogo anterior de forma indireta (mais especificamente, como Calamity Ganon), os fãs ficaram mais curiosos para vê-lo em pessoa e como ficou nesse estado. Sobre a jogabilidade não dá pra comentar, pois não mostraram nada a respeito disso, só espero que façam melhorias em relação ao anterior, como deixar as Dungeons e os chefes mais interessantes e reduzir a frequência das chuvas. Pode ser que o segundo Breath of the Wild não saia em 2021, mas não nego que estou curioso para ver como será, quando lançar. 

Já faz cerca de uns 2 anos e meio que me tornei fã da série Disgaea, e por mais que eu tenha mencionado poucas vezes aqui no Blog, queria ter falado mais sobre como eu amo essa série de Games de RPG tático. O sexto do jogo da série está prestes a ser lançado em 2021. 

Disgaea 6 - Defiance of Destiny finalmente será lançado depois de 5 anos e meio sem ter um jogo novo (o Disgaea 5 foi inicialmente lançado em 2015). Essa nova empreitada da série contará a história do zumbi Zed, sua irmã Bieko e um bando de gente em uma jornada por vários mundos, com o objetivo de enfrentar o Deus da Destruição. Em questão dos sistemas da jogabilidade, o limite de nível dos personagens subiu de 9999 para 99,9999,999 (que numerozinho difícil de pronunciar, hein?), o que potencialmente também aumenta o limite dos atributos dos personagens e dano causado, além de incluir as opções de replay e batalha automática para atrair iniciantes. Por mais que eu esteja empolgado por um novo Disgaea estar sendo lançado, eu estou meio receoso por conta de algumas coisas, como: a remoção de vários sistemas legais dos jogos anteriores, como as habilidades aprendidas com armas de todos os Disgaeas anteriores, a barra de vingança e as Overloads do 5; a mudança de gráficos do 2D para o 3D não me incomodou tanto, mas as animações sem graça e pouco exageradas me incomodaram; ainda não há muitos detalhes sobre a história e estou preocupado se será boa ou não, pois os Disgaeas anteriores (D2 e 5) não tiveram histórias lá muito boas. Disgaea 6 será lançado no Japão em 28 de janeiro de 2021 para o PS4 e Switch e a data de lançamento para o Ocidente ainda não foi revelada, mas falaram que sairá no verão, apenas na versão de Switch (certamente no verão norte-americano, entre junho e agosto). Apesar dos pesares, torço para que Disgaea 6 seja um bom jogo. 

Eu adoro Pokémon, mas hoje em dia nem tanto. Para aqueles que leram a minha postagem "Minha relação conflituosa com Pokémon", talvez se lembrem que a minha relação com a franquia passou de amor, para amor e ódio, por causa dos produtos recentes dela não terem me agradado, e para aqueles que leram as minhas listas de jogos favoritos, talvez se lembrem que Pokémon Snap estava nelas, e para a minha surpresa e alegria, anunciaram um novo Pokémon Snap e estou finalmente botando fé em um produto recente de Pokémon

New Pokémon Snap é a tão aguardada sequência do Pokémon Snap que os fãs tanto queriam. Assim como o seu antecessor, o jogador irá visitar várias localizações de uma ilha, para encontrar Pokémons em seus habitats naturais e fotografá-los com a jogabilidade de Rail Shooter em primeira pessoa (basicamente, um tipo de jogo de tiro onde o personagem só anda em direções pré-definidas e pode atirar e, às vezes, fazer outras ações). O trailer apresentado mostrou gráficos bem bonitos (diferente de Pokémon Sword/Shield) e presença de Pokémons não só da primeira, como também de todas as gerações seguintes (a geração mais recente no momento é a oitava), não sabemos quantos Pokémons de cada geração irão aparecer, mas é provável que não sejam todos (já que o primeiro Snap só tinha 63 dos primeiros 151). Ainda não se sabe quais serão as novas mecânicas que serão introduzidas nessa sequência, mas espero que causem uma boa impressão. A sua data de lançamento não foi confirmada, mas se sair em 2021 ficarei empolgado. New Pokémon Snap finalmente me deu a esperança de que um produto moderno da franquia possa ser bom e espero que não (me) decepcione. 

Quais jogos você está aguardando para 2021? Está empolgado(a) para jogar alguns destes jogos? Gostou da postagem? Comente e compartilhe nas redes sociais, feliz 2021 adiantado e que a pandemia acabe.

domingo, 22 de novembro de 2020

Survival Mode: Mighty Switch Force! 2 (3DS)

Olá, policiais, tudo bem? 4 meses atrás, fiz uma análise de Mighty Switch Force e agora é a vez de sua sequência ser falada aqui no Blog. Será que é tão boa quanto o original? é o que veremos.

Fase 1: Gráficos 
Comparando com o primeiro, não mudou muita coisa, mas não significa que seja ruim. Os Sprites continuam detalhados, as animações ainda são cheias de vida e os Designs dos personagens continuam atraentes (ou nesse caso Re-Designs, já que a Patricia saiu da polícia pra ser bombeira e as Hooligan Sisters não são mais criminosas). Eu tenho a impressão que o visual é um pouco mais colorido do que o primeiro, mas não tenho certeza. Os cenários ainda continuam repetitivos, mas isso é o de menos. Mesmo não mudando muita coisa, os gráficos 2D ainda continuam charmosos.
Fase 2: Som 
A trilha sonora do jogo continua sendo uma delícia. As músicas continuam sendo muito boas e por mais que eu ache as do primeiro mais memoráveis, as do 2 são tão boas quanto ou, se bobear, até melhores. As músicas ainda seguem o estilo eletrônico de seu antecessor, eu sinto que elas são um pouco menos frenéticas do que no primeiro, mas compensam pela instrumentação melhor e mais avançada. 

Não tenho muita coisa a comentar sobre os efeitos sonoros, já que são basicamente os mesmo do anterior e há poucos que são novos, mas irei repetir que eles são básicos e cumprem bem o seu papel. 
Fase 3: Jogabilidade 
Já que essa análise é sobre a versão de 3DS, os controles que serão explicados são dessa versão. O analógico ou o D-Pad controla a personagem, o botão B pula, segurar o X e mover analógico ao mesmo tempo mexe a câmera e os botões L e R trocam a posição do blocos que estão nas fases. Tudo parece o mesmo, mas teve uma mudança no comando de tiro; por causa da troca de profissão da Patricia Wagon (a personagem jogável), ela não carrega mais uma pistola, e sim uma mangueira, então, ao apertar levemente o botão Y, sai apenas um pouquinho de água, e ao segurar, a água vai mais longe. Dos novos tipos de blocos, só irei destacar; 1: Os blocos com espaço para mangueira, basta jogar água neles e ela vai e vem por outras direções além da frente. 2: Aqueles blocos azuis e vermelhos com uma mecânica difícil de explicar em palavras, voltam com a adição dos blocos verdes, o que complica as coisas mais do que deveria. O fator Replay do anterior era bem fraco e, na sequência, é mais fraco ainda, pois no primeiro havia 5 fases extras que eram habilitadas ao zerar o jogo, nesse aqui não tem nada disso. Foram adicionados alguns bebês que podem ser salvos em todas as fases como colecionável, mas isso não foi o suficiente para deixar o jogo mais re-jogável, pois o que você ganha ao salvar todos eles é apenas uma roupa que só muda a aparência da personagem e não traz nenhum diferencial que justifique obter essa recompensa.
Fase Final: O Verídico 
Prós: 
+ Os gráficos 2D continuam sendo charmosos 
+ A trilha sonora é tão fenomenal quanto a do primeiro 
+ A jogabilidade ainda é simples e precisa 
+ O Level-Design e os Puzzles continuam sendo bem elaborados 
Contras: 
- O fator Replay é mais fraco que do o primeiro 
- Mais do mesmo
Nota Final: 
7.9 
Resumindo: Might Switch Force 2 também é um bom jogo. Os pontos fortes do primeiro jogo também se aplicam na sequência, como os gráficos charmosos, trilha sonora fenomenal, jogabilidade precisa, Level-Design bem construído e Puzzles bem elaborados. Os pontos fracos do 2 são o fator Replay ser mais fraco que o do 1, e basicamente ser mais do mesmo. Se quiser um jogo rápido para passar o tempo, Mighty Switch Force 2 é uma opção válida e você pode encontrá-lo por preços relativamente baratos na E-Shop do 3DS ou até na Mighty Switch Force Collection no PC, PS4, Xbox One e Nintendo Switch (que irônico). 

Conhecia Mighty Switch Force 2? Já jogou se interessou por ele? Gostou da postagem? Comente e compartilhe nas redes sociais, Bye Bye!

quinta-feira, 12 de novembro de 2020

Youtube Underground será cancelado?

 Olá, Youtubers, tudo bem? Em 7 de outubro de 2018, eu introduzi, aos leitores deste Blog, um quadro chamado Youtube Underground, em que mostrava canais do Youtube que falam sobre Games, mas não tiveram o devido reconhecimento que mereciam. Por volta de junho ou julho (não lembro quando exatamente), o Blogger anunciou que haveria uma nova interface e que a interface antiga ainda estaria disponível, continuei usando a interface antiga, mas daí chegou setembro e removeram a opção de usar a interface antiga. Pode parecer que estou insatisfeito com a mudança, mas não, eu não achei a interface ruim, mas teve uma mudança que me incomodou e que provavelmente irá afetar o futuro desse quadro. 

Quando postei o Survival Mode do Street Fighter 1, percebi algo estranho quando a postagem era vista pelo celular: o vídeo que eu tinha colocado para o pessoal ter uma ideia de como é a música do jogo não aparecia. De início, achei que era algum bug, mas fui reiniciar a página várias vezes, eu li no celular da minha mãe e o vídeo não aparecia de qualquer forma. Eu sei que há a opção "Visualizar versão para a web" e o vídeo só carrega com ela, mas além dessa opção deixar a navegação pelo celular menos prática, é muito estúpido ativar uma opção só pra poder ver uma parte pequena da postagem. Com essa mudança já dá pra ver porque estou com receio de continuar o Youtube Underground. Com o Survival Mode não me incomoda tanto, já que os vídeos são uma parte pequena da postagem, e mesmo que ainda não mostre o vídeo com a música para poder ter uma ideia sobre a trilha musical, o resto ainda continua intacto, mas com o Youtube Underground me incomoda, pois é um tipo de postagem que depende muito do vídeo, já que eu recomendo um canal do Youtube e preciso de um vídeo desse canal para poder apresentá-lo aos leitores. Eu fui ver a estatística do Blog e percebi que cerca de 80% do meu público lê as minhas postagens por computadores da marca Windows, então não será um problema para a maioria, mas também vi que cerca de 40% do meu público lê por celulares Android e acho questionável não disponibilizar vídeos no meu Blog para uma parcela de dispositivos. Por estes motivos, eu estou em dúvida se  devo continuar com esse quadro ou se cancelo assim como fiz com o Adventure Mode e o Extra Mode

Achou essa decisão de Design do Blogger estúpida? Acha que eu devo continuar ou cancelar? Gostou da Postagem? Comente e compartilhe nas redes sociais, Bye Bye!