quarta-feira, 9 de novembro de 2022
Youtube Underground: Canal do Sahgo
domingo, 30 de outubro de 2022
Survival Mode Especial: Soul Eater - Battle Resonance (PS2)
quinta-feira, 29 de setembro de 2022
Minhas esperanças para Disgaea 7
Antes de dispor o que tenho para falar sobre o Game, preciso apresentar:
O que é Disgaea?
Disgaea é uma franquia de jogos de RPGs Táticos criada pela Nippon Ichi Software (NIS para os mais íntimos). Os jogos se passam no submundo (ou inferno, se preferir), com demônios de vários tipos, e tendo bastante foco no exagero e no seu senso de humor, que posso descrever como uma versão Anime de Família Addams. O exagero está presente não só nas animações e comédia, mas também em suas mecânicas. Além dos sistemas padrão de RPGs Táticos, Disgaea coloca uma quantidade absurda de sistemas, como monstros que viram armas, cristais que dão atributos bônus ao terreno, arremessar os seus parças, ataques em grupo etc. e eu só cheguei a mostrar o que está na superfície. Mas o seu maior diferencial são os números. Os personagens (e absolutamente tudo) da série chegam ao nível máximo de 9999 e os números de seus atributos conseguem ultrapassar a casa dos milhões e causar danos tão grandes quanto essas ultrapassadas. Por mais que seja uma baita Grindfest (jogos em que o Grinding/Farming é proeminente) e tenha sistemas mais complexos do que deviam, a graça está em como todos eles se complementam e no quão flexível eles são. Claro que tem problemas, como ser um tanto cansativo, focar mais nos números do que em estratégias muito elaboradas, ter pouca variação nas missões, ser lotado de conteúdo desnecessário e por usar vários clichês de Animes - o que acaba incluindo alguns não muito agradáveis, como o tarado à la Mineta ou Lolis desnecessariamente sexualizadas, mas, mesmo assim, não deixa de ser bom para mim. Com essa introdução desnecessariamente prolixa terminada, irei comentar sobre o tópico em questão.
Disgaea 7 está programado para ser lançado em 23 de janeiro de 2023 (pelo menos no Japão, pois a data para o resto do mundo não foi confirmada), disponível para Nintendo Switch, PS4 e PS5. Em questão de história, o que foi revelado para nós é o seguinte: O jogo se passa num mundo chamado de "Aglomerado de Submundos de Hinomoto" (em tradução livre), que é fortemente inspirado na cultura japonesa. Os nossos personagens principais, estão em uma jornada por este mundo para recuperar o Bushido (código de honra dos Samurais, que é bem complexo e não irei elaborar muito) que foi perdido com a chegada de invasores e derrubar o Shogunato Ooedo. Não dá para dizer a qualidade da narrativa, já que estou falando de algo que não foi lançado, mas a proposta me interessou e creio que dê oportunidades para um Worldbuilding mais orgânico, mas isso não irá garantir qualidade instantânea (o último Disgaea que achei que teve uma boa história, foi o 4). Agora, pelo que revelaram da Gameplay: Além da história chata, o maior problema que tive com Disgaea 6 foi que mesmo ele sendo feito para atrair iniciantes na série, acabou removendo várias mecânicas que faziam Disgaea especial, e não foi feito um bom trabalho em balancear a acessibilidade com a profundidade dos jogos passados. Agora, sinto que Disgaea 7 corrigirá os erros do jogo passado. As mecânicas que faltavam no 6 retornaram. As habilidades de armas voltaram, dando o incentivo para masterizar as armas que faltava no antecessor, além de retornar com o sistema de aptidão, que dá mais estratégia na hora de construir os personagens. Os monstros voltaram com as características que os faziam únicos, como Magichange (os monstros se transformarem em armas) e terem suas armas próprias, ao contrário do 6, em que eles usavam tudo e não viravam armas. De mecânicas novas, tem essas aí: A primeira é a Dodeka Max, que é basicamente o Dynamax de Pokémon Sword & Shield, só que melhor aplicado.
O título diz "Minhas esperanças para Disgaea 7", mas até agora, tudo que fiz foi ressaltar novidades de forma jornalística. É agora que vem a parte do título: Disgaea 6 foi uma decepção para mim, removendo bastante coisa que eu gostava da Gameplay da franquia e o 7 me dá esperança por retornar com aquilo que eu gostava. Claro que isso não irá consertar os problemas de jogabilidade que todos os jogos da franquia têm, mas me entreter já será o bastante. Outra coisa do 6 que não fui muito com a cara foi o 3D, mais por causa das animações do que pelos modelos em si, por elas serem menos dinâmicas e não tão exageradas. Isso foi levemente corrigido com os personagens de DLC que tiveram o dinamismo que eu esperava nas animações. As poucas animações que vi do 7 (já que a única Gameplay disponível é um vídeo TGS 2022), melhoraram um pouco, mas está longe de ser o bastante que queria. Eu não sei se a história, o humor e os personagens serão bons, mas mesmo se não for o caso, ainda terá a jogabilidade para me satisfazer, e isso já é o bastante pra mim. Mas sério NIS, melhore a performance da versão de Switch, por favor!
Já chegou a jogar algum jogo da franquia Disgaea? Se sim, o que achou? Tem esperanças pra essa nova empreitada? Gostou da postagem? Comente e compartilhe nas redes sociais, Dood!
quinta-feira, 8 de setembro de 2022
Youtube Underground: Canal CAPSLOCK
Olá, Youtubers, tudo bem? Eu passo bastante tempo assistindo a vídeos no Youtube, mas sempre tive costume de assistir a canais menores do que a maiores e mais conhecidos, por terem conteúdos os quais me apetecem mais (não que conteúdos de canais grandes sejam ruins, mas deu para entender). Por conta desse meu gosto, existe o quadro Youtube Underground aqui no Blog, como forma de compartilhar esses gostos meus que não são tão percebidos por telespectadores comuns do Youtube. Então apertem Play que as coisas talvez possam ser divertidas.
Canal CAPSLOCK é um canal de games, mas ele não fica preso só nisso, abordando também animes, RPGs de mesa ou até filmes. Os seus vídeos consistem em Reviews, vídeo-ensaios, Podcasts, compilados de suas Lives etc. Ele comenta os seus vídeos de uma maneira informativa, crítica e concisa, às vezes tendo doses de sarcasmo (às vezes, o humor dele chega a me lembrar um pouco o Scott The Woz, até no jeito de comentar abruptamente sobre um jogo que ninguém liga). Admito que, às vezes, acho suas críticas um tanto arbitrárias e as transições do assunto do vídeo para alívio cômico nem sempre são muito orgânicas, mas quando ele faz bem o que faz, acaba fazendo bem bonito.
Mostrarei um vídeo para tirar suas conclusões, mas antes, olhem as informações adicionais:
Classificação Indicativa: 10 - 12 anos (imposta pela CEIPM: Classificação Etária Imposta Por Mim)
Duração dos Vídeos: 4 - 40 minutos
Frequência de Postagem: Alta
Número de Inscritos (até o momento): 93 mil
Curiosidade do Canal: Mesmo sendo um canal bem de nicho e com uma popularidade super moderada, fez algumas participações especiais no canal Colônia Contra-Ataca (e suponho que alguns de vocês o conheça por causa dessas participações especiais).
Agora sim, assistam ao vídeo para tirar suas conclusões:
Se o vídeo não te convenceu, tudo bem.
Assista Se: Gostar da sua forma de comentário; o seu senso de humor clicar com você; gostar do seu conteúdo diverso.
Não Assista Se: Não aguentar o seu estilo de crítica e humor.
O Que Acho Sobre: Canal CAPSLOCK é um canal competente. O Araújo elabora bem suas críticas e quando faz algo informativo, demonstra, de uma forma inteligente, o que aborda, sem perder tanto a concisão. O seu humor também é da minha praia, com o seu estilo de sarcasmo e autoconsciência me agradando. Além disso, ele tem uma boa diversidade no seu conteúdo, não abordando apenas games, como também outras mídias. Claro que ele nem sempre acerta nas suas críticas ou na comédia, mas quando acerta, acerta na mosca.
Já conhecia o canal? O que achou do vídeo? Gostou da postagem? Comente e compartilhe nas redes sociais, Bye Bye!
sábado, 27 de agosto de 2022
Darei um hiato para as minhas análises, eis o porquê
terça-feira, 12 de julho de 2022
Survival Mode: Dolphin Blue (Dreamcast)
Olá, povo marítimo, tudo bem? Eu mencionei este Game na série que fiz dos meus jogos favoritos de cada ano, e também mencionei o porquê de tê-lo jogado. Eu basicamente só decidi jogá-lo por me lembrar Metal Slug e queria algo para saciar o meu gosto pela franquia, jogando algo parecido. Eu sei que essa introdução é curtíssima e nada profunda, mas já partirei logo para a análise, vamos lá!
Fase 1: Enredo
A história se passa no mundo de Aquadia, um mundo em um futuro distante, onde o planeta terra foi completamente soterrado pela água e teve sua sociedade reconstruída por seus sobreviventes. Neste mundo, há duas facções conhecidas como Exército Real e Império do Mal (nome criativo), que estão lutando pelos últimos pedaços de terra seca existentes. O Império do Mal acaba sequestrando a princesa (e, consequentemente, líder do Exército Real) e as esperanças para acabar com toda essa zorra estão em Erio, um traficante de armas que está em busca de aventuras, e Anne, uma soldada do Exército Real que está disposta a proteger sua nação, junto com os seus fiéis golfinhos. Não tenho muito a comentar, essa história só existe para servir de pano de fundo pra jogatina, além de ser inspirada em WaterWorld (um filme que nunca assisti).
Fase 2: Gráficos
domingo, 19 de junho de 2022
Meus jogos favoritos de cada ano que vivi (parte 3)
Como diz o título, esta postagem é uma continuação de duas anteriores e é necessário lê-las para aproveitá-las melhor. Continuando...
O primeiro jogo que tinha pensado para 2016 era Miitopia, mas joguei outro que me fez considerá-lo para essa lista.
2016: A Lenda do Herói - O Jogo