quinta-feira, 25 de novembro de 2021

Jogos que merecem ser relançados

 Olá, povo relançado, tudo bem? É comum ver relançamentos em qualquer tipo de mídia, mas em Games, o negócio é meio complicado, pois os jogos foram feitos para serem jogados nos consoles em que foram projetados, o que dificulta a preservação deste tipo de mídia. Tem vários jogos que estão presos em plataformas que não estão muito acessíveis nos dias de hoje, e seria bom relançá-los para que novos jogadores possam jogá-los (e, eventualmente, ficarem pouco acessíveis porque os novos consoles ficarão defasados, porque o tempo é cruel), e estou aqui para apresentar alguns que deviam ser relançados. Vamos lá! 

O Nintendo DS teve bastante jogo bom. Nesse ano, joguei um Game lançado pra ele que é tão bom (basicamente a ponto de se tornar um dos meus favoritos) que merecia estar mais acessível. 

Ghost Trick é um jogo de Puzzle e investigação com bastante foco narrativo lançado por volta de 2010. Em Ghost Trick, você joga com Sissel, um fantasma amnésico que está investigando os paradeiros de sua morte. Esse contexto o leva a conhecer personagens excêntricos e até conspirações. A narrativa é muito boa, mas não é só isso que o jogo tem de bom. A jogabilidade também é muito boa, não só pelos Puzzles bem feitos, mas como ela se integra bem com a história; em muitos jogos focados em história, as partes de jogatina acabam sendo mais um distração pra narrativa do que uma parte essencial, mas esse não é o caso de Ghost Trick, pois ambas as partes de história e jogatina apresentam uma quantidade razoável de tempo para que não se torne desgastante, permitindo o jogador aproveitar igualmente os Puzzles criativos e os mistérios envolventes. Por mais que o jogo seja muito bom, ele acabou não vendendo bem e como está preso ao DS, seria uma boa ideia relançá-lo para as plataformas atuais (fazer um Port seria bem de boa, pois ele não usa só a Touch Screen do DS, dá pra jogá-lo bem com os botões). Pela sua qualidade e reputação de Clássico Cult, Ghost Trick absolutamente merece ser relançado. 

Se você viu o meu Top 10 de jogos favoritos do Nintendo 64, talvez se lembre de ter visto um jogo de plataforma pouco conhecido, na quinta posição, e caso não se lembre, eu irei te fazer relembrar. 
Rocket - Robot on Wheels é um jogo de plataforma 3D que tinha sido lançado apenas pro Nintendo 64 em 1999. Rocket não vendeu bem possivelmente pelo mascote não chamar tanta atenção e por causa dos inúmeros jogos conhecidos, lançados no mesmo ano. Por trás de um jogo que não tenha chamado tanta atenção, se esconde um dos jogos de plataforma mais inventivos e bem construídos que já joguei na minha vida. Assim como muitos jogos de plataforma 3D da época, as fases são grandes e abertas com objetivos para cumprir e, assim, ganhar coletáveis para avançar para as próximas fases, mas além disso, elas se acomodam perfeitamente com as habilidades do Rocket, tem bastante variedade e o jogo nunca esquece de tirar proveito de cada habilidade. Até arrisco dizer que é um dos melhores Level-Designs que presenciei em um Game. Por estar preso no 64 e não ter outros meios acessíveis para jogá-lo além da emulação, seria muito bem-vindo um relançamento dele, mas há um porém: a desenvolvedora deste jogo (Sucker Punch) está trabalhando apenas pra Sony hoje em dia, e ela deve estar ocupada demais com o Ghost of Tsushima pra se importar em reviver um jogo pouco conhecido. Mesmo se não acontecer, relançar Rocket seria uma ótima pedida. 

Este jogo de luta é bastante famoso, e mesmo tendo vários relançamentos, muitos deles acabaram sendo perdidos com o tempo, restando pouquíssimas formas acessíveis de jogá-lo, e a comunidade dele está sedenta por um novo relançamento. 
Marvel VS Capcom 2 é o quarto jogo da série Versus da Capcom (o primeiro foi X-Men VS Street Fighter) e um dos mais icônicos. Desde seu lançamento, MVC 2 tem sido bem aclamado por sua jogabilidade e variedade de personagens, ainda mais por ter sido um dos jogos de luta mais disputados em torneios, com os jogadores tirando proveito das mecânicas e fazendo técnicas absurdas até hoje. Ao contrário dos outros dois, esse é um clássico bem conhecido, mas a necessidade de um relançamento se deve pela escassez de meios acessíveis para jogá-lo. Originalmente, ele tinha sido lançado para Arcade, e, posteriormente, teve versões para Dreamcast, PS2, Xbox, Xbox 360, PS3 e IOS, mas achar cópias dessas versões está cada vez mais difícil e o único jeito de jogar, além da emulação, é se você já tiver alguma cópia dessas versões (ainda mais com as versões de PS3, Xbox 360 e IOS, pois elas eram distribuídas digitalmente e foram retiradas devido ao contrato com a Marvel ter expirado). Pela falta de meios acessíveis para jogá-lo e do quanto ele é querido pela FGC (Fighting Game Community), houve petições para relançá-lo, com a #FreeMVC2 (libere MVC 2), e há esperanças de que ele possa ser relançado, pois eu soube que uma certa empresa chamada Digital Eclipse demonstrou interesse em relançá-lo. Pelo bem do seu estado de clássico e pela preservação, Marvel VS Capcom 2 definitivamente merece ser relançado. 

Pra finalizar. Este é o único jogo da lista que não cheguei a jogar, mas mesmo assim, eu sei que ele é bom o bastante para merecer um relançamento. 
Tales of Xillia é o 14° jogo da franquia, lançado primeiramente no Japão em 2011 e pro resto do mundo em 2013. Muitos dos melhores aspectos da série Tales of estão presentes no Xillia, como personagens bem desenvolvidos, histórias interessantes e um combate em tempo real frenético cheio de combos. Ele só foi lançado pro PS3, mas  não é tão inacessível quanto os outros da lista, só acho que seria bem vindo disponibilizá-lo para outras plataformas por diversos motivos; 1: A versão original de PS3 tinha alguns problemas com renderização e quedas de FPS, e colocá-lo em Hardwares mais poderosos como o PS5, Xbox Series X ou PC poderia ajudar bastante (uma versão de Switch também seria legal, mesmo que a sua performance possa se aproximar mais da versão de PS3); 2: Neste ano foi lançado Tales of Arise, e ele acabou ficando meio popular (basicamente, foi um dos poucos games da série a vender 1 milhão de cópias nesse momento), e como ele de certa forma está popularizando essa série no Ocidente, relançar os jogos passados seria uma boa forma de saciar o interesse desses novos fãs; 3: Em 2019, tinha sido lançado um Remaster de Tales of Vesperia e essa versão remasterizada foi traduzida para português, e caso ele seja relançado,  pode ganhar uma tradução PT-BR (todos os Tales of traduzidos até agora foram Zestiria, Bereseria, Vesperia - Edição Definitiva e Arise); 4: Tales of Xillia também teve uma sequência (Tales of Xillia 2), e esse relançamento poderia incluir os dois jogos, assim como aconteceu com o Symphonia Chronicles do PS3. Pode ser que Tales of Xillia não seja tão inacessível quantos outros jogos da lista, mas um relançamento dele ou da sequência seria bem-vindo. 

Quais desses jogos você adoraria que fosse relançado? Há algum jogo que você gostaria que tivesse um relançamento? Gostou da postagem? Comente e compartilhe nas redes sociais, Bye Bye!

sábado, 13 de novembro de 2021

Super Smash Bros Ultimate - quais previsões eu acertei?

Olá, fãs sem noção que ficam discutindo sobre opiniões de Games, tudo bem? Em 2018, Super Smash Bros Ultimate foi lançado e, no mês passado, lançaram o último personagem do jogo. Pouco antes de revelarem o Ultimate na E3, eu tinha feito um Top 10 de personagens para colocarem no jogo, e já que lançaram o último personagem do jogo há algum tempo, decidi fazer uma postagem pra ver quais personagens que estavam naquela lista apareceram no Ultimate como personagens jogáveis. Então, vamos olhar para o passado e ver se as previsões foram concretizadas. 

Começando pelo décima posição, que foi ocupada por duas personagens. 
10: Toon Zelda e Tetra (Zelda - Wind Waker)

Eu tinha decidido colocar essas duas para servir de contraparte para o Toon Link e porque elas tinham sido cogitadas para serem jogáveis no Smash Bros Brawl, mas não puderam ser adicionadas por conta do tempo, pois elas foram planejadas em um ponto meio tarde do desenvolvimento e o jogo estava prestes a ser lançado. Se eu acertei, elas apareceram no jogo, mas não como personagens jogáveis, e sim, como Spirits (é uma mecânica do Ultimate, onde você equipa "espíritos" de personagens de vários games nos personagens jogáveis para deixá-los mais fortes). Essa minha ideia/previsão não foi concretizada, já que o intuito daquela lista era de personagens para serem jogáveis, então eu errei a previsão. 

A nona posição foi de um jogo que surgiu no Switch e o pessoal não se importou tanto tanto, Arms. Como eu sou uma das 3 pessoas ali no canto que gostaram bastante de Arms, eu adoraria ver um representante desse jogo. 
9: Spring Man (Arms
Quando eu tinha feito aquela lista, Arms era um jogo da Nintendo bem recente na época e queria um representante desse jogo, não só por ter gostado do jogo, mas para promovê-lo e fazer com que mais pessoas tenham interesse. A minha escolha tinha sido o Spring Man, pois quando escolhem um personagem novo para representar uma franquia que acaba de ganhar um representante, a escolha vai para o protagonista do jogo (na maioria das vezes) e eu estava tentando ser lógico. Assim como as duas da posição anterior, ele apareceu, mas não como um personagem jogável, mas além de um Spirit, apareceu como um Assist Trophy (é um item que invoca personagens não-jogáveis para te ajudar), e até teve a roupa dele para colocar nos Miis. Eu errei a previsão, mas o representante de Arms no Smash foi outro, no caso, a Min Min. Eu até fiquei mais feliz com a Min Min, pois eu gosto mais dela do que o Spring Man

A oitava posição tinha sido ocupada por uma escolha meio inusitada 
8: Diskun (Famicom Disk System) 
Eu tinha escolhido este personagem para representar um tipo de personagem que tem aparecido desde Smash Bros Melee, os representantes retrô da Nintendo dos anos 80. Pra ser mais específico, personagens como Mr Game & Watch (uma personificação do console portátil Game & Watch), R.O.B (um icônico acessório fracassado do Nintendinho) e Duck Hunt (mascote do Game de mesmo nome, representando a Zapper, um acessório do Nintendinho em forma de pistola). A previsão errou e a não-inclusão dele até que faz sentido; Super Smash Bros chegou a um ponto de popularidade enorme e se importar com algo tão obscuro e antigo não daria tanto Hype para um público maior de jogadores, além de que aqueles representantes retrô mencionados foram de jogos e produtos da empresa que são razoavelmente conhecidos, e o Famicom Disk System é uma expansão pro Nintendinho que ficou só no Japão e não teve tanto reconhecimento quanto o Nintendinho original (o FDS até fez sucesso, mas não foi tão estrondoso). Mas, ele chegou a aparecer como Spirit. Mesmo eu errando essa previsão, até que não fez tanta falta. 

A sétima posição foi ocupada por uma escolha que fiz por uma tentativa frustrada de auto-consolo. 
7: Captain Toad (Super Mario Galaxy/ Captain Toad Treasure Tracker) 
Se você não sabe do que estou falando, a Nintendo tinha divulgado uma campanha no Site oficial de Smash chamada Smash Bros Fighter Ballot, em que você simplesmente pedia um personagem para entrar na lista de personagens jogáveis. Até hoje, continuo achando essa campanha meio nebulosa, pois não sei se os resultados são claros ou se foi armada, mas alguns dos personagens mais pedidos de lá entraram no Ultimate, então deve ter servido pra alguma coisa. O personagem que pedi tinha sido o Toad, mas havia um problema, um dos golpes da Peach era justamente usar o Toad como escudo humano e ter o mesmo Toad lutando enquanto o mesmo Toad é usado de escudo humano daria um nó no cérebro. Por isso, decidi colocar o Captain Toad, pois além de não ser o mesmo Toad, ele tem um jogo próprio, e tem vários personagens de Mario no Smash que tem jogo próprio (Luigi, Yoshi, Wario ETC). Eu errei esta previsão, e eu sei que estou sendo repetitivo, mas ele também apareceu como um Spirit. Se terá o Toad ou Captain Toad em um Smash Bros futuro ou não, eu não sei, mas independente do caso, terei que aceitar a realidade. 

A sexta posição tinha sido ocupada por uma personagem que tinha recentemente ressurgido das sombras na época. 
6: Pauline (Donkey Kong "1981"/ Super Mario Odyssey) 
A Pauline era só a donzela em apuros do Donkey Kong de 1981, mas não teve tantos papéis de destaque depois dele, até chegar Super Mario Odyssey, game em que ela se tornou prefeita de New Donk City e, ainda por cima, canta a música tema do Game (Jump Up, Superstar). Há outro motivo por tê-la escolhido  que não havia mencionado naquela lista: eu lembro de ter visto algo sobre como o Sakurai descreve os estilos de Peach e Rosalina, descrevendo a Peach tendo um estilo mais real (no sentido de realeza) e a Rosalina tendo um mais cósmico/espacial, e na minha cabeça, fez sentido incluí-la para fazer um estilo mais urbano. Depois de Super Mario Odyssey, ela até fez mais aparições, até mesmo pra jogar tênis e golfe com a turma do bigodudo (me refiro a Mario Tennis Aces e Mario Golf Super Rush). E repetindo o que já mencionei várias vezes, errei a previsão, e ela apareceu como um Spirit, mas posso mencionar duas coisinhas a mais: ela também aparece ao fundo no cenário novo New Donk City e ainda por cima, ela tem mais chances de aparecer se Jump Up, Superstar estiver tocando (tem até uma mecânica de achar os membros da banda e reuni-los, o que possibilita a aparição da Pauline num palco); o Spirit dela se tornou infame, pois muitos jogadores afirmam ser um dos Spirits mais difíceis de conseguir no jogo inteiro (eu passei sufoco, mas consegui). Ela pode não ter sido jogável, mas  ainda fez bem em ter saído da geladeira. 

A quinta posição tinha sido ocupada por uma dupla de personagens de um JRPG do Switch
5: Rex e Pyra (Xenoblade Chronicles 2
Eu tinha sugerido esses dois, simplesmente por serem da série Xenoblade Chronicles e o Shulk do primeiro jogo ser um personagem jogável no Smash Bros anterior. Eu tinha sugerido uma mecânica meio complexa do Rex ser o lutador e a Pyra ser um suporte que o deixa mais forte, mas havia dois problemas: 1: programar os dois na tela daria muito trabalho, ainda mais com as mecânicas que tinha imaginado; 2: Pyra possui um Alter Ego chamado de Mythra, e é uma parte crucial da personagem, mas como iriam integrar ela na sua Gameplay? Depois de tantas previsões erradas, essa eu acabei acertando (não foi do jeito que imaginei, mas acertei). Quem acabou entrando foi só a Pyra, mas a mecânica dela é que pode trocar para a Mythra, e mesmo os seus golpes sendo meio parecidos entre si, uma foca mais em força e outra em velocidade, e dá para trocar entre as duas à vontade. O Rex aparece quando ela(s) usam o seu Final Smash e em algumas telas de vitória, então não foi só ela(s) sozinha(s). Pode não ter sido do jeito que imaginei, mas fiquei satisfeito. 

A quarta posição foi ocupada por uma personagem bem conhecida de Donkey Kong Country
4: Dixie Kong (Donkey Kong Country 2) 
Eu tinha escolhido a Dixie, não só por ser uma personagem bem recorrente na série Donkey Kong e em alguns Spin-Offs do Mario, mas por ela ter sido a protagonista do Donkey Kong Country 3, ter sido cogitada pro Brawl junto com a Toon Zelda e a minha falta de fé no K. Roll ser jogável (nossa, como errei feio na época!). O K. Roll acabou sendo jogável, mas ela não. Assim como todas as outras previsões que errei, ela acabou sendo um mero Spirit (chocante, né?). Ela pode não ter sido jogável no Ultimate, mas vai que ela aparece no próximo... 

A lista não era exclusivamente de personagens que queria, também era de personagens que seriam prováveis de serem incluídos, e o que eu mais queria era o da terceira posição. 
3: Bomberman (Franquia com mesmo nome do personagem
Bomberman é um clássico absoluto e isso não tem como negar. Eu tenho um certo apego a série Bomberman, e quando eu tinha feito aquela lista, o Bomberman tinha ressurgido das cinzas com um jogo novo (Super Bomberman R), e sabia que a Hudson (a empresa que fez Bomberman) tinha sido a primeira empresa Third-Party a publicar seus Games em uma plataforma da Nintendo. Esses foram os meus motivos para colocá-lo na lista. Essa foi a minha previsão que mais me dói dizer que errei, já que ele era o que eu mais queria. Assim como o Spring Man, ele apareceu não só como Spirit, mas também como um Assist Trophy. O Sakurai já chegou a esclarecer o motivo dele não ter sido jogável, mas eu esqueci qual era (se você lembra, comente). Eu posso estar meio triste por ele não ter sido jogável, mas não adianta chorar por leite derramado. 

A segunda posição tinha sido ocupada por um personagem que não tive tanto apego, mas que sei que várias pessoas queriam. 
2: Crash Bandicoot (Mais uma franquia com o mesmo nome do personagem
Não é só a sua reputação como clássico que o fez ser digno de aparecer no Smash Ultimate. Assim como o Sonic, ele também era exclusivo de uma plataforma (no caso, Playstation) e se tornou multiplataforma depois de um tempo, além de também ser mais um personagem que tinha ressurgido das cinzas quando tinha publicado aquela lista. Outra similaridade com Sonic é que ele também tinha sido rival da Nintendo nos anos 90, e como o Sonic participa em Smash desde o Brawl, fazia sentido. Das previsões que errei, essa foi a que eu mais errei feio, pois não teve Spirit e nem nada. Ele pode não ter entrado no Ultimate, mas foi bom imaginar. 

Eu não irei esclarecer tanto as menções honrosas, por não serem tão importantes, só irei dizer que alguns apareceram como Spirits ou roupas pra Miis

O primeiro lugar não era um personagem que queria, mas que tinha achado ser provável por conta da popularidade. 
1: Steve (Minecraft
O maior motivo para a minha inclusão do Steve, é justamente por Minecraft ser absurdamente popular. Só pra ter ideia, quando eu tinha feito aquela lista, Minecraft tinha vendido 144 milhões de cópias no mundo inteiro, e no momento que essa postagem foi feita, Minecraft vendeu 238 milhões de cópias nesse planeta. Essa previsão acabou acertando em cheio, já que ele acabou entrando pro jogo. Quando eu tinha feito aquela lista, eu só tinha considerado que o seu Moveset seria simples, mas quando o Steve entrou no jogo, o seu Moveset acabou sendo complexo, por incorporar as mecânicas de Minecraft. Não era quem eu mais queria, mas estou feliz por ter acertado a previsão. 

Acabei acertando 2 de 10 previsões, não foram muitas, mas deu pro gasto. Com o passar do tempo, eu tenho ficado um pouco incomodado com a lista, não pelas posições dos personagens (isso eu não mudaria), mas pelas intenções. Quando eu tinha feito aquela lista, estava numa fase em que tentava impor lógica sobre as inclusões de personagens e agia de forma desdenhosa quando as inclusões dos outros não encaixavam na mesma lógica que eu via, e o Ultimate simplesmente quebrou muitos dos padrões que eu via na inclusão dos personagens. Além disso, eu percebi que esse ato de tentar prever que personagens irão aparecer no Smash tem sido meio tóxico, justamente pelas brigas e expectativas, o que me levou a parar de tentar prever os próximos personagens. Mesmo com o subtexto, as controvérsias, e inclusões, eu estou satisfeito com a postagem do jeito que está, não mudaria nada nela e também estou feliz pelas inclusões de personagens no Ultimate

Você já jogou Smash Bros Ultimate? Há algum personagem que está feliz ou chateado(a) por não ter entrado? O que tinha achado daquela lista? Gostou da postagem? Comente e compartilhe nas redes sociais, Bye Bye

PS: Caso não se lembre de quais personagens novos entraram ou dormiu por todo o percurso do Ultimate, aqui estão todos os novos personagens 
- Dark Samus (Metroid Prime 2) - Daisy (Mario) - Chrom (Fire Emblem Awakening) - Ken (Street Fighter) - Inkling (Splatoon) - Ridley (Metroid) - Simon Belmont (Castlevania) - Richter Belmont (Castlevania - Rondo of Blood) - King K. Roll (Donkey Kong Country) - Isabelle (Animal Crossing) - Incineroar (Pokémon Sun & Moon) - Piranha Plant (Mario) - Joker (Persona 5) - Hero (Dragon Quest) - Banjo e Kazooie (Banjo-Kazooie) - Terry Bogard (Fatal Fury) - Byleth (Fire Emblem - Three Houses) - Min Min (Arms) - Steve (Minecraft) - Sephiroth (Final Fantasy VII) - Pyra e Mythra (Xenoblade Chronicles 2) - Kazuya (Tekken) - Sora (Kingdom Hearts).

quarta-feira, 27 de outubro de 2021

Top 10: FFGs favoritos da Colônia Contra-Ataca

Olá, Youtubers, tudo bem? Por causa da Review que fiz de Colônia Contra-Ataca - O Jogo, decidi fazer uma postagem falando sobre os seus vídeos. Colônia Contra-Ataca é um canal do Youtube que foi bem importante pra mim, os seus vídeos sobre jogos antigos me divertiram desde a minha pré-adolescência e me marcaram bastante, a ponto de de considerá-lo como o meu canal favorito do Youtube. Mesmo que eu não curta tanto o canal quanto costumava (Kane TV o destronou  no meu quesito de canal favorito), ainda gosto dele, e uma vez ou outra ele faz um vídeo que acaba sendo muito bom. Além do mais, me dei conta de que o canal completa 10 anos em 2021, o que me deu mais motivo para fazer essa lista. Nesse Top 10,  irei listar os vídeos do seu quadro principal, FFG (Freaking Fucking Games), em que  faz Reviews de jogos ruins (na maioria das vezes).  Então relaxa, senta aí e vamos ler essa lista! 

Lembrete: Os critérios que  usarei para Rankear os vídeos são: análise, edição, comédia, importância para o canal, as participações especiais (se tiver) e caso tenha Saga Vinet, o quão boa essas seções podem ser (caso você não assista ou conheça o canal, há alguns segmentos de história contínua chamados Saga Vinet, e em cada vídeo, a história avança). Além do mais, não irei contar "A Mudança" e "Top 10 Defeitos dos Controles", pois eles fogem demais do formato do quadro, o que dificultaria  Rankeá-los. Por último, é  baseada na minha opinião, se ela diferir da sua, não brigue. 

Eu posso estar sendo meio cego e chato, mas eu pessoalmente prefiro os vídeos mais antigos do canal (cerca de 2012-2015), achava os roteiros mais divertidos e mesmo que eu ache que os vídeos recentes sejam bons, falta alguma coisa neles, mas não sei dizer o quê. Esse vídeo é um dos mais recentes, mas fiquei surpreso com sua qualidade. 

10: McDonald's de Mega Drive (2021) 

McDonald's de Mega Drive é um FFG que fala sobre McDonald's Treasure Land Adventure. Mesmo  sendo um dos FFGs mais recentes, ele se destacou pra mim por dois motivos: 1: A comédia, pois há várias piadas que me agradaram, como o começo do vídeo, no qual o pessoal tá pedindo lanche no Drive Thru (ainda mais com a aparição do moleque do 3 por 10), o jantar, qualquer cena com a Moriá (namorada do Wilson e dona do canal Coisa de Moriá) e até as bizarrices do jogo; 2: A análise, não só conseguiu ser bem detalhista com o que o jogo oferece, mas teve curiosidades interessantes. Mesmo eu tendo gostado bastante, os maiores motivos por estar nessa posição são pelo vídeo ser meio qualquer e não ter tanta importância pro canal. Mesmo  sendo um dos mais recentes e ser bem "qualquer", me diverti muito e é um dos FFGs recentes que eu mais consigo sentir a alma dos antigos. 

E falando nos antigos. De todos que estão nessa lista (tirando as menções honrosas), esse é o mais antigo, e apesar disso, continua muito bom até hoje. 
9: Spelunker - NES (2013) 
Na época que assisti esse vídeo, eu estava começando a acompanhar o canal e esse tinha sido o primeiro FFG novo que eu vi sendo lançado (quando  comecei a assistir o canal, o FFG do Pepsiman já tinha sido lançado a algum tempo), e isso é bem especial pra mim. A análise do jogo é legal, tendo curiosidades legais, momentos divertidos e principalmente, a zoação com o fato do personagem do jogo morrer ao cair de alturas ridiculamente baixas, que varia entre piadinhas rápidas, até os momentos finais do vídeo, onde o Wilson começa a alucinar com os obstáculos do jogo e achando que irá morrer ao pisar em elevações mais baixas, tanto que o vídeo até termina com um tipo de campanha de tratamento destes sintomas que foram apelidados de M.A.M.A.S (Medo À Morte Após Spelunker) e uma cena com metalinguagem. Outros pontos que posso destacar, é que é um dos poucos FFGs com aparição do Bob sem ter Saga Vinet e ter uma certa intertextualidade com o FFG de Challenger, como o fato dele estar jogando Spelunker no mesmo cartucho de 30 jogos que tinha o Challenger e conter a piada da Trap Cave. Ele não ficou em posições mais altas porque, assim como o do McDonald's, acaba sendo meio básico e não é um dos vídeos mais importantes (se eu tiver que ressaltar uma importância, seria que os roteiros e a edição estavam melhorando). Independente da época, o FFG de Spelunker continua muito bom. 

A Colônia Contra-Ataca costumava ter especiais de natal, mas hoje em dia ela quase não tem, e quando tem, o tema do vídeo acaba não combinando tanto. Nem todos os especiais de natal são FFGs, mas dentre os que são, considero este como o melhor. 
8: Home Alone de PS2 (2014) 
Antigamente, o Wilson tinha tradição de fazer Review de um jogo de Esqueceram de Mim, e essa tradição se perdeu, pois esse era o último jogo que sobrava. A análise conseguiu ser bem engraçada, com suas piadinhas envolvendo os defeitos e as coisinhas estranhas do jogo, além de conseguir explicar bem como o jogo acaba sendo maçante e raramente satisfatório. A análise é boa, mas não é o maior destaque do vídeo pra mim. O que mais se destaca é a cena do Sr. Wilson viajando para realidades paralelas e encontrando outros Senhores Wilson. Nessa cena, o Wilson estava questionando o que ele fazia com a sua vida e desistiu do seu trabalho, mas a Morte aparece na sua casa para levá-lo, pois apesar do corpo dele estar vivo, a sua alma está tão cansada que é praticamente morta. A partir daí, a Morte leva o espírito do Wilson para conhecer os Senhores Wilson de outras de dimensões, para convencê-lo a voltar com o seu trabalho. Não só tem vários momentos engraçados nessa viagem, mas o discurso que a Morte dá para o Sr. Wilson sobre como o seus vídeos conseguem inspirar os seus fãs, chega a ser inspirador, por mais básico que seja. As maiores contribuições desse vídeo, foram: a Morte, que acabou se tornando uma personagem recorrente do canal; a Saga Vinet, que nesse vídeo continua a trama das Fitas Douradas (que ainda estava bem no começo) e a melhoria na edição. Nem eu tenho tanta certeza do porquê estar nessa posição, talvez seja porque tem vídeos que fizeram mais coisas do que este. Assistindo no natal ou não, o Home Alone de PS2 ainda é legal. 

2014 era a melhor época para os FFGs, pois não só tinha vários lançamentos, como todos eles eram de alta qualidade. O do Home Alone foi último do ano, mas o penúltimo era esse, e chega a ser tão bom quanto. 
7: Totally Rad (2014) 
De acordo com o próprio Wilson, Totally Rad foi o primeiro jogo que ele recebeu de um fã, lá no início do canal (2011), o que tornou o vídeo, de certa forma, especial pra ele. Em questão de análise, acho superior a do Home Alone, pois ela consegue se sair melhor nas questões de fazer piadinhas com as bizarrices e explicar melhor os pontos fortes e fracos do jogo. Falando em piadinhas, se eu fosse rankear esse vídeo em questão de ser engraçado, eu o colocaria  no Top 3, pois lembro de ter dado risada com uma cena. Eu sou o tipo de pessoa que mesmo quando acha algo engraçado, nem sempre dá risada, os meus sentimentos de "achei engraçado" acabam sendo mais internos do que externos, mas tem várias vezes em que eu acabo rindo, tornando os meus sentimentos mais externos (eu sei que é meio bobo, mas algo tão pequeno como isso fez o vídeo especial pra mim). Eu também achei interessante como ele faz uma certa subversão aos FFGs em que  não zera o jogo, pois mesmo que ele não tenha zerado,  mostrou um vídeo de alguém zerando (o vídeo era do World of Longplays, e já conhecia o canal antes de assistir a esse vídeo, por isso eu achei legal quando apareceu). Assim como no Home Alone e Spelunker, ele também contém participações especiais (esqueci de mencionar que tinha isso nesses vídeos), mas não senti que foram tão bem implementadas quanto nos outros dois. Home Alone continuou com a sub-trama da Saga Vinet estabelecida nesse vídeo, em que o Core (conhecido como Core Das Antigas na época) supostamente roubou um cartucho dourado que ele tinha, por isso dou uns pontinhos a mais. Em alguns pontos, prefiro o do Home Alone, mas o que o  Totally Rad faz de especial, já é suficiente para colocá-lo acima dele. 

Eu mencionei a Saga Vinet, mas não expliquei bem o que era. A Saga Vinet, como tinha dito no lembrete, são segmentos de uma história contínua nos FFGs, e em cada vídeo, ela avança (só pra constar, nem todos os FFGs tem Saga Vinet). Mas sobre o que é essa história? Basicamente, é sobre Bob, um CEO de uma empresa de Internet chamada Vinet, querendo acabar com a Colônia Contra Ataca e o Wilson impedindo seus planos. Não é particularmente super profundo e admito que é bem tosco, mas eu tinha achado a ideia de um canal de Review fazer uma história contínua tão interessante e diferente, que eu me vi imerso tanto não-ironicamente quanto ironicamente. Este foi um dos FFGs que mais contribuiu pra saga. 
6: James Pond (2015) 
Algo que eu achei interessante foi que a ideia de fazer esse vídeo surgiu quando ele foi comprar jogos em uma loja e acabou comprando James Pond, achando que era um jogo do James Bond, porque  não prestou atenção direito no cartucho (eu já cometi um erro parecido, então consigo me identificar). A análise também é uma das partes mais interessantes, não só pelos comentários do Wilson sobre como o Design do jogo é mal feito e ilógico, mas também por algo que é meio difícil de explicar. Há um certo senso de progressão, ao ver o Wilson conseguir superar certos erros que ele cometeu (ex: em um certo trecho, ele não sabe o que fazer na terceira missão e, mais pra frente, ele descobre como se faz), e eu simplesmente achei curioso como isso não acontece tanto em seu vídeos. Nas seções da Saga Vinet, ele subverte as expectativas envolvendo a sub-trama do Core supostamente roubando a Fita dourada, revelando que na verdade ele não tinha roubado e a história que  é contada dele a obtendo é verdade (ainda mais que a fita roubada do Wilson era de Zelda 2 e a do Core era de Zelda 1) , e ainda por cima dá contexto sobre o que são as Fitas Douradas. Outro ponto a ressaltar é que dá pra ver uma certa evolução nos efeitos especiais no final do vídeo, pois eles são meio complexos pros seus padrões. Sejam grandes ou pequenas evoluções, James Pond contribuiu para várias coisas no canal. 

Esse FFG não faz parte da Saga Vinet, mas há uma certa conexão à ela. No especial "A Mudança" (aquele que excluí da lista), Bob acabou comprando a casa da clássica parede de tijolos, forçando o Sr. Wilson a se mudar para uma nova casa (na vida real, essa casa é a do próprio Wilson, a da parede de tijolos era de outra pessoa). Esse foi o primeiro FFG com o novo cenário. 
5: Os Jogos 2D do Duke Nukem (2014) 
Além de ser o primeiro FFG com o novo cenário, ele também é o especial de 100 mil inscritos (hoje em dia, ele tem cerca de 800 mil, mas era grande coisa na época). A análise não fala só de um jogo e, sim, de 3. O primeiro é justamente o primeiro jogo do Duke Nukem, que era originalmente chamado de Duke Nukum por causa de direitos autorais, o segundo é o Duke Nukem II, em que, aí sim, ele se chama Nukem, e o terceiro é Duke Nukem - Manhattan Project, que é um jogo de PCs do início dos anos 2000, diferente dos outros 2 que eram de MS-DOS. Ela não só conseguiu dar espaço pros 3 jogos, mas teve bastante curiosidades (inclusive, uma delas é dada pelo Core invadindo o vídeo) e ainda explicou bem as características de cada jogo, como os problemas gráficos e de Level-Design do primeiro jogo, as melhorias e frenesia do segundo jogo e a mediocridade do Manhattan Project (a parte do Manhattan Project foi super curta, mas deu pro gasto). Eu achei bem interessante as curiosidades técnicas do MS-DOS, como o funcionamento dele, sua origem e até coisas dele que não se usam mais (eu finalmente sei o que é um Floppy Disk graças a esse vídeo). Algo que evoluiu nesse vídeo é a qualidade do áudio das cenas filmadas, porque ele finalmente está usando microfone pra essas cenas, já que ele só usava microfone nas análises, pois são filmagens com placa de captura nos jogos que precisam ter comentários do Wilson quando são editadas. Os Jogos 2D do Duke Nukem parecem ser apenas um vídeo meio qualquer do canal, mas trouxe várias contribuições, mesmo as pequenas. 

A Saga Vinet também segue um formato de temporadas, e a que ela está atualmente é a terceira. O final da segunda temporada é um dos FFGs mais épicos do canal. 
4: Metal Gear de NES (2018) 
Sendo um Season Finale, é claro que ele tem bastante coisa. A análise até que é boa, mas se tem um ponto negativo a ressaltar é que ela foi  repetindo pontos sobre os problemas do jogo que muitos já falaram antes (principalmente o AVGN), mas o Wilson admitiu isso e até brincou com essa observação, e ainda tem várias coisas que não são frequentemente mencionadas quando se falam desse jogo, com o jeitinho Colônia Contra Ataca de ser. A parte mais impressionante dessa análise é que mesmo o Wilson não sendo lá muito fã de Metal Gear, ele conseguiu fazer bastante referências e menções relativamente precisas sobre as histórias da série. Além de ser um Season Finale, o maior atrativo é o fator nostalgia para fãs de longa data, como o retorno da clássica parede de tijolos e as referências à cenas dos vídeos mais antigos. A parte da Saga Vinet é o que torna esse vídeo épico. Por causa da história das Fitas Douradas e Fitas das Trevas terem sido explicadas nos anteriores, dá espaço para ir no que é mais importante, a infiltração da base do Darth Fresh e a luta do Sr. Wilson contra o Darth Fresh, que era o que os fãs mais estavam esperando, e ela não decepcionou. Toda a sua coreografia, com os efeitos especiais, deram uma cara de luta de Anime, e mesmo que seja meio tosca, me empolgou bastante. Falando nos efeitos especiais, eles evoluíram para o seu ponto mais alto nesse vídeo. Claro que a qualidade não é Hollywoodiana, mas eles estão bem mais complexos e elaborados do que os dos outros vídeos, e, de longe, é um dos melhores trabalhos que o Wilson fez com os efeitos (o chato é que a luta não será bem aproveitada se tiver epilepsia). A Saga Vinet pode não ter acabado por aí, mas este FFG foi uma épica conclusão e um ótimo tributo ao canal.

Eu tenho mais preferência pros FFGs com Saga Vinet, mas eu tenho que admitir que a ideia não é perfeita. Por ter FFGs com Saga Vinet e outros sem, fica meio difícil ter uma ideia de qual ver e a Saga Vinet, além de ter uma ordem cronológica, é necessário estar investido(a) no canal para aproveitar, o que acaba não sendo muito convidativo. Os FFGs sem Saga Vinet são mais convidativos, já que o foco tá mais na Review e se divertir, sem se preocupar com historinhas, e esse é um dos mais populares justamente por isso. 
3: Superman 64 (2013) 
Este é o 64° vídeo postado no canal e não sei se estou certo, mas acho que deve ter sido o primeiro FFG a atingir 1 milhão de visualizações (corrija-me, se estiver errado). A análise é uma das melhores do canal, não só esclareceu bem os defeitos desse jogo, mas foi super detalhista, desde curiosidades sobre o Game até aos aspectos menos falados sobre ele, como o fato de ter um modo Multiplayer. Este foi o meu primeiro contato com a má reputação de Superman 64. Eu já tinha visto o jogo, mas não sabia da sua reputação até ver esse vídeo, e como ele foi super informativo e detalhista sem ser exageradamente longo, foi o melhor primeiro contato possível. Este FFG também contém um pouco mais de palavrões do que o normal, devido ao público menor da época e as políticas do Youtube serem menos rígidas, ele tinha mais liberdade pra colocar algumas baixarias, mas teve que reduzir um pouco devido ao público ter ficado maior, pois também tinha algumas crianças assistindo, além de adolescentes e adultos (ainda tem um pouco de baixaria hoje em dia, mas em uma frequência reduzida). Independente disso, ainda tem cenas divertidas e engraçadas. Mesmo depois de todo esse tempo, o FFG de Superman 64 continua um clássico. 

Partindo de um FFG sem Saga Vinet, para um que tem. Esse vídeo também é da mesma época do Superman 64 e chega a ser tão bom quanto. 
2: Hong Kong 97 (2013) 
Estranhamente, irei começar a escrever sobre a Thumbnail (a capa do vídeo para os leigos). A Thumbnail se destaca bastante dos outros FFGs, pois nos outros elas são desenhadas, aqui ela tem recortes pixelados de trechos do vídeo, o que é apropriado, pois ela é uma referência da própria tela de título do Hong Kong 97, que segue esse mesmo estilo. Como diz na capa, é um especial de 2 anos, mas não é só isso que o torna especial. A análise está quase no mesmo nível de Superman 64, pois ela também conseguiu ser detalhada e com várias curiosidades, mas o Superman 64 ainda é superior nesse quesito, pois o Hong Kong 97 é mais simples, e o jogo do carinha de cueca tinha mais coisa pra falar, mesmo assim, não deixa a desejar (a zoação com a malfeitice dele também é legal). Uma das coisas que eu mais gosto desse vídeo são as participações especiais. Os outros Youtubers que aparecem são Nogy, Gusang, Fiaspo, Wislley e Tomás (dos canais Canal 90, AssopraFitas, Fiaspo, Jogos Antigos e NeoTRShow), e as aparições deles simplesmente envolvem invadir o vídeo ou pra dizer que o Sr. Wilson é louco ou dar uma curiosidade, mas o Tomás rouba a cena, pois quando ele invade só faz nada, e as piadas que o envolvem são as mais engraçadas por serem as mais aleatórias possíveis. O que fez essas aparições especiais pra mim é que assistia todos esses canais na época e eu os via junto à  Colônia Contra Ataca como um grupo (tinham até vídeos de alguns desses canais no extinto Site Portal Contra Ataca). A Saga Vinet começou a evoluir drasticamente nesse vídeo, pois nos vídeos de 2012, parecia que estava lá pra fazer graça, mas agora o negócio é mais cinemático. Esse vídeo tem intertextualidade com o de Recca 92, pois o Técnico Ninja retorna para se vingar da derrota que ele teve naquele vídeo, e mesmo a luta e os efeitos especiais não sendo tão épicos quanto os que vieram depois, ainda é bem divertido de assistir (sem contar que os efeitos especiais eram melhores do que qualquer outro vídeo dele na época). A história do vídeo termina com um gancho pra trama do Bob comprando a casa da parede de tijolos (caso não saiba quem o cara de terno e tapa-olho da Thumb, é o Bob). Outros toques que deixaram o vídeo especial foi o fato de ter sido o primeiro FFG a ter um Trailer (na verdade foi o do Pikachu com C 2, mas ele tinha sido postado no AssopraFitas) e não ter Bloopers (erros de gravação) e a tela azul no final dos vídeos, pois o vídeo tinha sido longo e trabalhoso pros padrões da época. E pensar que hoje em dia tem vídeos, mais longos que esse, que têm esses 2 elementos! Isso mostra o quão longe foi o seu trabalho. Assim como o do Superman, o FFG de Hong Kong 97 é um clássico absoluto. 

Antes de mostrar o primeiro lugar, vejam as 
Menções Honrosas: 
Jogos Com o Jason (2012): Eu sei que a qualidade da câmera e do áudio não envelheceram tão bem quanto em outros vídeos, mas é divertido ver os jogos com referências ao Jason (ou com ele mesmo) e as cenas de paródias de filmes de terror. 
Recca 92 (2012): Dos FFGs de 2012, considero esse como o melhor, devido aos seus comentários sobre o jogo serem mais interessantes e com mais curiosidades, além de continuar com a Saga Vinet e ser o primeiro vídeo em que o Bob revela a cara (e o nome). Ele iniciou a sub-trama do Técnico Ninja
Pepsiman (2013): É um FFG bem simples, mas muito divertido, e esse era o FFG mais recente quando comecei a acompanhar o canal, então eu tenho um certo carinho por ele. 
Super Mario Land (2013): Uma boa Review, um bom trecho de Saga Vinet, mas o áudio nas cenas do Sr. Wilson me incomoda (eu não culpo tanto por estarem sendo gravadas num evento, mas sabe né?). 
Santa Claus Saves the Earth (2014): Um FFG natalino depois do natal, com ótimas zoações com o jogo, e momentos engraçados. 
Mickey - Safari in Letterland (2014): Esse foi um dos que mais chegou perto de entrar na lista. Contribuiu bastante pra Saga Vinet (foi aí que surgiu o Darth Fresh), e mesmo a análise sendo divertida, consigo entender o porquê de o Wilson estar cético da qualidade dela (mas ainda é divertida). 
The Letter (2014): Esse FFG é meio básico, mas é divertido a Review que o Wilson faz junto com o Fresh e é nesse aqui que a trama das Fitas Douradas começa.
O Tapete de Ginástica do Nintendinho (2016): Ele é extremamente básico e aleatório, mas algo nele me atrai por algum motivo. 
Battletoads (2017): Ele só está aqui mais pela Saga Vinet do que pelo resto, pois a análise deixou um pouco a desejar, porque os comentários sobre o jogo já foram feitos milhões de vezes e também por eu não ser lá muito fã do Pai Troll (não tenho nada contra ele, mas o seu estilo não me atrai). 
Sonic 4 de Super Nintendo (2021): Eu não diria que é um dos seus melhores ou mais icônicos vídeos, mas além de ser um Remake do primeiro FFG, ele mostra o quanto o Wilson se importa com o legado do canal. 
Batman Forever (2021): A Review até que é legal, mas a melhor parte são as cenas de paródia do Batman dos anos 60. 

Eu tive trabalho ao escolher os vídeo para esse Top 10, mas não com o primeiro lugar, ele sempre esteve reservado desde o início e logo quando o assisti, já sabia que era algo verdadeiramente especial. 
1: Power Rangers 64 (2016) 
Este FFG esteve no projeto por 1 ou 2 anos, e quando saiu, a espera valeu à pena. A análise pode não ser tão detalhada e cheia de curiosidades quanto as do Superman 64 e Hong Kong 97, mas continua bem divertida, e conseguiu tirar sarro de bastante coisa do jogo (além de ter originado o meme do Yeeey que é usado no canal até hoje). Não é só isso que faz o vídeo especial. Logo quando assisti pela primeira vez, percebi que a edição evoluiu bastante, desde os recortes usados na análise até os efeitos especiais nas cenas gravadas. Os trechos da Saga Vinet são um dos melhores que esse canal já fez até hoje. Começando a partir do ponto em que o do James Pond parou, o Bob e seus funcionários decidem criar monstros gigantes usando as Fitas Douradas, mas para isso eles precisam gerar ódio para o monstro ficar mais poderoso, então eles fazem várias Fake News para irritar várias pessoas na Internet. As Fake News também são muito marcantes, pois não são só hilárias, como também tem inúmeras participações especiais, desde os Youtubers que já tinham feito participações especiais antes no canal, até gente pouco conhecida como JoJo Rama, Madrugatina e Canal Capslock, e gente bastante conhecida como Velberan, Marcos Castro, Matheus Canella, Rato Borrachudo e Gato Galáctico (antes de eu ter perdido respeito por ele). Depois que o monstro é criado, o negócio fica hilariamente épico, pois além do monstro sair meio zoado, as cenas de luta contra ele são épicas, ridículas e cômicas, com o Wilson se transformando no Freaking Ranger, com direito a referências de Power Rangers e séries do tipo. Eu vejo o do Metal Gear como um tributo ao canal, esse eu vejo como um Tributo ao Youtube, não só pelas participações especiais, como também por ser épico e engraçado ao mesmo tempo. Crítico e ridículo, épico e hilário, o FFG de Power Rangers 64 irá permanecer no meu coração como a Magnum Opus (um termo usado para descrever uma obra renomada ou icônica de um artista) do canal. 

Você assiste ou já assistiu Colônia Contra-Ataca? Se sim, o que achou? Concorda com a lista? Quais são os seus FFGs favoritos do canal? Gostou da postagem? Comente e compartilhe nas redes sociais, até a próxima e se cuidem. 

Curiosidade: As postagens mais antigas deste Blog (2015-2016) eram mais entupidas de imagens porque estava tentando imitar o estilo de edição da Colônia Contra-Ataca.

segunda-feira, 20 de setembro de 2021

Games para jogar durante a quarentena (parte 3)

 Olá, povo que ainda está se isolando para evitar o Coronavírus, tudo bem? Esta maldita pandemia ainda não acabou (mesmo tendo imbecis que agem come se ela tivesse), e precisamos seguir firme e forte nesse momento difícil. Uma das formas que temos para deixar esta pandemia menos miserável é com produções artísticas no geral, sejam filmes, desenhos, seriados, músicas, livros e, principalmente, Games. É óbvio que esse é o motivo por ter feito essa postagem, então tragam álcool gel e vistam máscaras... 

lembrete: Os jogos dessa lista não são necessariamente Single-Player, mas podem ser aproveitados de boa por 1 jogador. Escolhi jogos que tenham bastante conteúdo, mas nem todos são abarrotados de conteúdo e com tempo de jogatina que ultrapassa os 3 dígitos. Além do mais, só entram jogos que joguei. 

O primeiro Game da lista é, na verdade, uma série de Games e eu fiz Review do primeiro Game dessa série no mês passado. 

Danganronpa é uma série de Visual Novels sobre jogos de assassinato envolvendo estudantes do ensino médio, cheio de mistérios e reviravoltas. O maior motivo para jogar a trilogia é as histórias (se você não é lá muito fã de jogos focados em história, não serve pra você). A premissa de resolver casos de assassinato em escolas onde os alunos são forçados a se matar para sobreviver é muito boa, pois dá espaço para dinâmicas entre personagens, mistérios e desespero. Falando em mistérios, eles também conseguem ser bem feitos e chocantes (na maioria das vezes *olhando intensivamente para cada capítulo 3 da trilogia*). Os motivos para ter escolhido os 3 Danganronpas principais foram 2; 1: Para quem é dono de Switch, vai lançar no final deste ano, não só uma coletânea da trilogia, mas também um jogo novo, que é um Spin-Off em que os personagens de cada jogo se encontram e interagem entre si; 2: No ano passado (2020), a série acabou ganhando mais popularidade, não só porque a situação atual misteriosamente levou as pessoas a procurarem esta série, mas também porque vários Youtubers e Streamers começaram a fazer gameplays de cada jogo, chamando atenção para mais novatos e fãs. Pode não ser para qualquer um, e tem até os seus problemas, mas a trilogia Danganronpa serve como uma boa opção para passar tempo nessa situação. 

Admito que esse jogo foi um dos motivos para eu ter atrasado essa postagem (junto com a minha preguiça). Shin Megami Tensei é uma série de JRPGs composta de várias sub-séries, e uma dessas sub-séries é Persona, que, nesses últimos anos, começou a ficar mais popular do que SMT,  até se distanciou um pouco da marca. O Persona que escolhi para essa lista é... 
Persona 4 é um JRPG com elementos de simulação social, que foi lançado em 2008. Neste jogo, você está na pele de um estudante transferido, que se muda para uma cidade no interior do Japão, mas nesta cidade está havendo casos de um Serial Killer que deixa os cadáveres das suas vítimas pendurados em antenas de televisão (meu deus! o que que há com os jogos escolhidos por mim e assassinato?!), e com a companhia de seus amigos, acabam descobrindo um mundo dentro das TVs que é formado pela psique das pessoas, e este mundo pode ter ligação com os assassinatos. Então você parte com os seus amigos para resolver o caso usando poderes de invocar avatares formados pela personalidade de seus usuários (resumindo de uma forma ignorante, é basicamente Jojo Parte 4, mas com alguns diferenciais para não ser um completo plágio). A jogabilidade de Persona 4 se divide em duas. A primeira é a da cidade, onde você sai perambulando por vários cantos dela, faz compras, sai com os amigos e faz novas amizades (fazer amizades pode te conceder poderes, também é possível namorar) e ainda faz provas na escola. A segunda é no mundo da TV, onde você explora Dungeons feitas a partir das mentes das vítimas, e é aí onde você tem os combates. O sistema de combate é em turnos como vários JRPGs por aí, mas demonstra complexidade e simplicidade o suficiente para veteranos e novatos entenderem. Assim como Danganronpa, eu também tenho 2 motivos por ter colocado o 4 na lista; 1: As suas mecânicas são um meio termo entre o meio-rudimentar do 3 e o mais moderno do 5, o que pode facilitar a sua entrada em ambos os jogos; 2: Até agora, Persona 4 é o mais acessível em questão de disponibilidade, pois dá pra jogá-lo no PS2, na PSN do PS3, em um emulador de PS2 (que é mais eficiente hoje do que antigamente, pois agora há versões dele que rodam em PCs fracos e, inclusive, há uma versão em português disponível para os emuladores), e ainda tem a versão Golden, que adiciona mais conteúdo e refina as mecânicas, disponível para PS Vita e PC. Persona 4 é um ótimo passatempo nessa quarentena, mas certifique-se de ter tempo livre, pois é um jogo bem longo (cerca de 60-80 horas). 

Agora, vamos dar um descanso desses jogos longos, focados em história, e falar de jogos que focam mais em jogabilidade. A minha escolha vai para um jogo de luta, pois, de acordo com um vídeo que vi no Youtube, essa é a melhor época para se adentrar nos jogos de luta por diversos motivos. A minha escolha vai para uma certa série da Arc System Works
Guilty Gear é uma série de Games de luta 2D, feita pela Arc System Works desde 1998 até hoje. O maior motivo por eu ter escolhido essa série foi o seu Game mais recente, Guilty Gear Strive. O Strive tem feito bastante coisa para mantê-lo acessível, tanto para os novatos, quanto para os veteranos, desde simplificar as mecânicas sem perder a complexidade, até refinar o modo Online, tanto na conexão, quanto no Matchmaking, fazendo com o que os jogadores não se deparem tanto com jogadores mais experientes em níveis mais baixos. Mas não é só o Strive que serve, Guilty Gear Xrd em qualquer versão também serve, já que mesmo sendo mais complexo, ele ainda consegue ser acessível para iniciantes, graças ao seu tutorial bem feito e explicado (se você entender inglês ou japonês). Até mesmo os mais antigos servem, principalmente o Accent Core Plus R, pois o seu modo Online foi refeito para rodar no Rollback Netncode (um tipo de conexão mais eficiente para jogos de luta, não vou explicar os detalhes porque não manjo desse assunto), deixando-o mais apropriado para a "situação". Não importa se for o Strive, Xrd, as inúmeras versões do X ou até o primeirão, Guilty Gear será uma boa pedida nessa pandemia. 

E pra finalizar. Eu fiz Review desse jogo há muito tempo atrás, e se você tiver uma memória muito boa, sabe exatamente qual é. Mas não vai ser só esse jogo, será a série inteira. 
Scribblenauts é uma série de Games de solução de problemas, na qual você deve invocar objetos escrevendo em um caderno mágico. Já que a premissa foi explicada, vou partir para o que importa. A solução de problemas em Scribblenauts é a alma do negócio, não só o fato de você poder invocar qualquer tipo de coisa escrevendo no caderno (não no sentido literal, já que tem limites), mas ter objetivos definidos em que você precisa pensar fora da caixa, te ajuda na capacidade de tomar decisões, criatividade e até o vocabulário, já que escrever é necessário. Se quiser, também dá pra criar as suas próprias fases, ou só ficar brincando no cenário com o que desejar. O valor educacional é um dos principais motivos por ter colocado essa série na lista, mas se fosse só isso, o Game não seria tão especial, pois além do valor educacional, ele é divertido, o que já é o bastante para motivar quem está aprendendo (algo que os ensinos de hoje falham muito). Ainda assim, cada jogo consegue introduzir mecânicas novas que auxiliam o aprendizado; Super Scribblenauts te permite colocar adjetivos nos seus objetos, Scribblenauts Unlimited te deixa criar seres e objetos e o Scribblenauts Unmasked eu não faço ideia (a única coisa que eu sei do Unmasked, é que ele tem personagens da DC como o Batman, Superman ETC). Pelo fator educação e diversão, Scribblenauts será mais do que uma ótima pedida para essa situação miserável. 

Sabe de outros Games que podem servir de passatempo na quarentena? Como você se sente nessa situação? Gostou da postagem? Comente e compartilhe nas redes sociais, fiquem em casa.

quarta-feira, 25 de agosto de 2021

Jogos que eram odiados, mas começaram a ser amados

 Olá, povo que mudou de ideia, tudo bem? Tem vezes que algumas obras acabam não sendo tão bem recebidas e reconhecidas no seu tempo, só tendo o devido reconhecimento anos depois, o mesmo pode ser dito para vários Games. A recepção do público sobre qualquer coisa muda com o tempo. Um olhar mais crítico, com o passar do tempo, percebe erros ou acertos. Há vários fatores que contribuem para essas mudanças na recepção, seja a idade do jogo ou as pessoas estarem cansadas de sua reputação. Agora chega de enrolação, que talvez a sua recepção mude! 

O famoso canal do YoutubeCastro Brothers, contratou uma empresa para fazer um jogo baseado em um de seus vídeos. Apesar da campanha de financiamento ter sido um sucesso, quando ele foi lançado não atingiu bem as expectativas. 

A Lenda do Herói - O Jogo é um Game baseado na série de vídeos de mesmo nome dos Castro Brothers. Para quem não assistiu, a premissa é simples: basicamente é um musical em que há uma animação estilo jogo de 16-Bits e os Irmãos Castro cantam sobre o que acontece na tela, muitas vezes satirizando a lógica sem sentido dos Games. A versão em jogo é como os jogos de plataforma da era 16-Bits, mas com o diferencial de que cada coisa que acontece na tela é cantada pelo Marcos Castro (até pra coisas mais imbecis como ficar parado ou repetir uma ação desnecessariamente). Na época que foi lançado (março de 2016), os jogadores acabaram não gostando dele, por conta de algumas promessas não cumpridas, Bugs presentes e elementos que os deixaram confusos. Mas, os anos passaram e a recepção começou a ser mais calorosa em relação ao jogo (só pra constar, se você colocar "A Lenda do Herói" no Google, vai ver que as avaliações estão em 98%), e um dos fatores que ajudou nisso foi uma atualização que trouxe várias melhorias, além da adição de DLCs. Eu o joguei  já faz um tempo e adorei cada segundo, principalmente o diferencial da narração cantada, que é surpreendentemente bem sincronizada e não muito cansativa (a menos que morra bastante numa fase difícil). A Lenda do Herói pode não ter tido um bom começo, mas ficou bem espetacular com o tempo. 

A série Zelda é bem peculiar com a recepção dos jogadores e fãs, pois parece que a cada década, um jogo que era querido fica odiado, depois volta a ser querido, e um jogo que era odiado, fica querido depois de muito tempo. O exemplo mais recente que posso dar é o Skyward Sword, mas não será ele que terá o lugar na lista, pois a mudança de recepção ainda é bem recente e ainda tem um pouco de relutância (principalmente por causa do Remaster dele ter saído no mês passado). A minha escolha é... 
Zelda - Wind Waker foi lançado por volta de 2002 a 2003. A recepção negativa inicial não foi bem por problemas do jogo e, sim, por preconceito. Ele tinha sido anunciado na Nintendo Spaceworld de 2001 (um evento parecido com a E3, só que para fãs da empresa) e quando mostraram o Trailer, o pessoal torceu o nariz, pois eles achavam que o jogo estava infantil demais. Considerando a época de anúncio e de lançamento dá para entender o porquê, pois eram os anos 2000, que já estavam em uma época em que os VideoGames estavam começando a serem levados mais a sério, além de que os conceitos superficiais de maturidade dessa época também afetaram a percepção do público. Depois que o jogo foi lançado, ele passou a ser mais aceito, com as Reviews da época dando notas bem altas e sendo considerado como um dos melhores jogos da série inteira (principalmente por mim, já que é um dos meus favoritos). Às vezes, as más primeiras impressões não são causadas pelo lançamento e, sim, antes dele, e só depois de ser lançado que Wind Waker passou a ser tão amado. 

Final Fantasy é parecido com Zelda em questão de recepção do público, pois também a recepção dos jogos foi alterada com o tempo, e é justamente o nono Game que está nessa lista. 
Final Fantasy IX não era tão falado quanto os seus antecessores e a sua sequência. Desta vez, eu estou distorcendo um pouco os conceitos, pois Final Fantasy IX não era exatamente odiado, é mais preciso dizer que ele tinha sido ofuscado pelos seus antecessores e sequência que fizeram mais sucesso. O IX até que vendeu bem (5 milhões de unidades), mas comparando as 8 milhões do VIII e as 10 milhões do VII, acaba sendo meio deprimente. Outro fator que ajudou na ofuscação do IX foi o ano de lançamento (2000), pois o Playstation 2 já estava no mercado e os consumidores prestavam mais atenção no console novo, além de que Final Fantasy X lançou um tempo depois no PS2 e vendeu 8.5 milhões. Anos se passaram e, de repente, o IX acabou sendo mais reconhecido do que antigamente, recebendo elogios sobre a sua história, trilha sonora, sistemas ETC. Eu tinha colocado as minhas opiniões nos jogos anteriores, mas nesse eu não posso porque não joguei, mas admito que tenho um certo interesse por ele. Quando a fama dos que tiveram sucesso começa a apagar, os menos conhecidos tem a sua vez de brilhar, e Final Fantasy IX é um ótimo exemplo disso. 

Pra finalizar. Metal Gear é uma série complicada, tem histórias complexas, com conceitos complexos e uma linha de tempo complexa (a linha do tempo nem tanto, já que é só procurar quais jogos se passam antes ou depois). Muitos consideram Hideo Kojima como um gênio a frente de seu tempo, mas tem vezes que ser a frente demais do seu tempo pode causar controvérsias. 
Metal Gear Solid 2 - Sons of Liberty foi uma sequência aguardadíssima do clássico de PS1, mas não foi tão bem vista em sua época por uns motivos específicos. O protagonista dos Metal Gears anteriores era o Solid Snake, e o Marketing promoveu que ele continuaria sendo o protagonista, mas só dava para jogar com ele no começo, pois o verdadeiro protagonista era o Raiden, e o resto do Game é no seu ponto de vista. Por causa da mudança do personagem e o Marketing não revelando o Raiden, os fãs tacharam isso como propaganda enganosa e o odiaram, ignorando o resto e não dando chances. Mas vários anos depois, muitos jogadores já estavam o elogiando como obra prima. O maior fator que levou a essas mudanças foi a época de lançamento (2001). Metal Gear Solid 2 utiliza a arte da subversão de expectativas, e obras subversivas não eram tão comuns em 2001 quanto são hoje em dia. Além disso, os temas apresentados na história, como liberdade política, era de informação, fake news, e liberdade de expressão, se tornaram mais relevantes na década de 2010 (e até o momento que essa lista foi postada). Muitos acreditam que ser à frente do seu tempo é uma das melhores coisas que podem acontecer com uma obra, mas é bem comum que ser à frente demais do seu tempo pode causar um pouco de repulsa no público em seu lançamento. Assim como FFIX, não tenho nada a opinar, já que não joguei. Mesmo com os elogios de hoje em dia, Metal Gear Solid 2 prova que nem sempre ser à frente de seu tempo pode ser benéfico para as suas obras. 

Você consegue lembra de algum joga que era odiado e o pessoal passou a amar? Já jogou alguns destes jogos? Teve algum jogo que não dava bola na primeira vez e começou a amar depois? Gostou da postagem? Comente e compartilhe nas redes sociais, Bye Bye!

terça-feira, 10 de agosto de 2021

Survival Mode: Danganronpa 1 (PSP)

Olá, estudantes da esperança, tudo bem? Por volta de 9 ou 8 anos atrás (2012-2013), conheci um gênero de Games chamado Visual Novel, e tinha achado a ideia deste gênero bem imbecil; um tipo de jogo focado em história, cuja jogabilidade se baseia em ler e pular pilhas e pilhas de texto. Foi algo que me fez torcer o nariz, pois achava que era isento de qualquer interatividade e um gênero com essas características não era bem vindo para mim e mal considerava um Game. Alguns anos depois, assisti a um vídeo (que infelizmente não existe mais) falando sobre porque é válido dizer que Visual Novels são Games. Como esse vídeo tinha mencionado sobre o preconceito que não só eu, como outras pessoas tiveram com Visual Novels, acabei me sentindo meio mal por ter esse preconceito durante a minha vida e decidi jogar um jogo do gênero para superar esse preconceito meu. Em dezembro de 2020, o jogo que escolhi para superar este preconceito, foi Danganronpa 1. Ele me causou uma baita primeira impressão, me incentivando a jogar outros do gênero. Agora chega de enrolação, que esta análise está de matar! 

Fase 1-1: Sinopse 
Já que Visual Novels se focam mais na história, nada mais justo do que começar por aqui. Há uma escola no Japão chamada Academia Pico da Esperança (no universo do Game), e ela só aceita os estudantes mais talentosos de áreas específicas (ex: ser o melhor jogador de futebol do mundo, ser o melhor biólogo ETC) e Makoto Naegi, mesmo ser ter um talento, ganhou uma vaga para essa escola em um sorteio. No seu primeiro dia, as coisas começam a ficar estranhas. Depois de desmaiar na entrada, ele acorda numa sala vazia e, um tempo depois, ele  acaba se encontrando com a turma, que se consiste dos personagens: Sayaka Maizono, uma cantora Pop alegre que está sempre seguindo os seus sonhos e é amiga de infância do Makoto; Leon Kuwata, um jogador de baseball que, na verdade, não curte muito o esporte e o seu talento e quer fazer outra coisa com a sua vida; Hifumi Yamada, um criador de Fanfic que é apaixonado por Animes, Mangás e coisas do tipo. Kiyotaka Ishimaru, um monitor escolar que é certinho, valoriza demais regras e ordem e quer que a turma se esforce com os estudos, demonstrando isso de forma teatral e exagerada; Toko Fukawa, uma escritora de livros de romance que não gosta de socializar e acha que todos ao seu redor a odeiam; Aoi Asahina, uma nadadora animada e extrovertida que adora fazer amigos, apesar de ser meio cabeça oca; Chihiro Fujisaki, uma programadora doce e inteligente, mas tímida e medrosa; Mondo Owada, um líder de uma gangue de motoqueiros, que é bem agressivo e imprudente, mas leal com seus amigos; Sakura Ogami (minha personagem favorita), uma artista marcial que parece intimidadora, mas na verdade é bem gentil e calma; Yasuhiro Hagakure, um vidente que só acerta 33% de suas previsões por preços altíssimos, é descontraído, mas bem covarde, o levando a fazer ações pouco desejáveis; Celestia Ludenberg, uma apostadora astuta, que tenta manter a calma nas situações mais desesperadoras, sabe mentir bem e adora estética gótica; Junko Enoshima, uma estilista que é meio sarcástica, mas sensata e não aceita quando as coisas dão errado no grupo; Byakuya Togami, um herdeiro de um enorme conglomerado, ele é aquele típico riquinho esnobe que se acha superior a todo mundo; Kyoko Kirigiri, uma garota estoica e misteriosa que não revela o seu talento e parece saber mais do que aparenta. Depois de conhecer os seus colegas, eles descobrem que estão presos na escola. Para complicar, ela foi tomada por um urso de pelúcia insano e malvado chamado Monokuma (é claro que precisava ter um mascote marketável) e ele impõe um jogo para os alunos: para sair da escola, é necessário matar alguém e não ser pego. Tomados pelo desespero da situação, eles precisarão resolver os mistérios sobre a escola e desmascarar os assassinos para sobreviver. 
Fase 1-2: Opiniões Sobre a História 
Eu tenho muita coisa a dizer sobre a história. Primeiro, a premissa e os mistérios são bem interessantes. Essa premissa de ter vários personagens trancados em um lugar, forçados a se matar, dá espaço pra muitas coisas: desde situações desesperadoras, dinâmicas de personagens e até mistérios, mas claro que nem tudo são flores, pois como a ideia é os personagens matando uns aos outros, a redução do elenco pode causar problemas como pouco tempo de tela ou desperdício de potencial de alguns personagens e nem sempre as coisas boas estabelecidas pela premissa acabam sendo bem executadas, mas a execução é boa na maioria das vezes. Os mistérios são bem feitos, eles são chocantes, mas te dão dicas o suficiente para ser justos e não parecer que saíram do nada (na maioria das vezes), seja os mistérios abrangentes ao decorrer da história ou os casos individuais entre os alunos (nem todos os mistérios tem um bom desfecho, mas isso não me incomoda). Outra coisa que me chama a atenção é sobre os casos de assassinato, pois apesar de serem meio simples e diretos,  eles carregam muitas emoções das vítimas e dos assassinos. Na maioria de histórias de mistérios de assassinato, as motivações dos assassinos geralmente são pretas demais para serem realistas e, em raros casos, brancas demais para serem complexas, e Danganronpa consegue fazer motivações bem complexas e moralmente cinzas, o que dá um ar de realismo que falta pra muitas histórias como essa, te fazendo se importar não só com as vítimas, mas com os assassinos também. Falando nos casos, eles não seriam nada sem os personagens, e o elenco de personagens é bem carismático, com personalidades interessantes e boas histórias. Admito que eles também apresentam vários clichês de Animes, mas conseguem subvertê-los bem, e gostei de 85% dos personagens. Por último, a atmosfera; comparado com a ilha tropical do segundo jogo ou da escola futurista do terceiro, a escola do primeiro tem uma atmosfera mais apropriada pra história, já que por ser fechada e claustrofóbica, dá mais tensão pro jogo e cria mistérios mais interessantes, mas tem momentos que essa atmosfera se quebra e fica meio difícil de levar a sério (*cof cof, capítulo 3, cof cof*). No geral, gostei da história, mesmo com os seus tropeços ali e aqui, ela continua muito boa. 
Fase 2: Gráficos 
Em questão de gráficos, Danganronpa 1 é muito bom. Os cenários trazem objetos com perspectivas que, juntos com os sprites dos personagens, dão uma estética bem distinta, além de ter uma estilosa e limpa interface. Claro que nem tudo são flores, pois vários cenários não tem uma paleta de cores coerente, e nem com a atmosfera mais tensa encaixam e há alguns efeitos e transições que são de baixa qualidade. Sobre a arte dos personagens,
ela é muito boa, além dos designs deles serem charmosos, também são bem expressivos e cheios de personalidade, além de ter traços bem desenhados e agradáveis de se olhar. O estilo visual de Danganronpa é bem distinto, cheio de charme, personalidade e brutalidade, o que o torna bem marcante. 
Fase 3: Som 
A trilha sonora do Game é bem legal. As músicas, assim como os personagens, esbanjam estilo e personalidade. Danganronpa é basicamente a versão "da hora" de pensar sobre coisas, e a vibe que as músicas passam é exatamente essa, músicas que são meio misteriosas, mas cheias de estilo e animadas de certa forma. Escutem: 
Caso esteja vendo por celular, copie este link: https://www.youtube.com/watch?v=e0dZnWkzv2U&list=PL-zwpVh4tS-0S-3ozM2AWwVSbggMzZbtx&index=27 
Já os efeitos sonoros, eles não são ruins, mas também não lá muito bons, fazem bem o seu papel mas nada além disso. Por último, as vozes. Só pra constar, eu joguei este Game numa versão de PSP traduzida, feita antes do lançamento oficial no Ocidente, em um emulador, por isso não contém as vozes em inglês da localização oficial (e também acho as vozes japonesas bem melhores). O elenco que contrataram para fazer as vozes dos personagens é de ponta, com vários Seiyuus (como chamam os dubladores lá no Japão) extremamente renomados, e se você assiste Animes com áudio original, talvez reconheça as vozes de alguns, como Megumi Ogata (Shinji de Neon Genesis Evangelion), Kappei Yamaguchi (Usopp de One Piece) e Chiwa Saito (tantos exemplos que nem sei citar os mais icônicos), e as performances deles foram muito boas, dando vozes cheia de emoção e que se encaixam muito bem nos personagens. No geral, a trilha sonora é muito legal. 
Fase 4-1: Exploração 
Quando você não está fazendo algo característico da série, que explico depois, fica perambulando pela escola fazendo alguma coisa (ou não). Já que eu joguei a versão de PSP, os controles serão explicados de acordo com a versão que joguei. O jogo é visto em uma perspectiva em primeira pessoa e a jogabilidade dentro das salas e corredores são meio diferentes entre si, então começo pelas salas; O  analógico controla um cursor, o botão X serve pra checar objetos nas salas, os gatilhos L e R ajustam a perspectiva, o botão △ lhe mostra quais objetos na sala são verificáveis e o botão  abre um menu para ver um mapa, seus colegas, salvar ETC. Fora das salas, o analógico controla o Makoto, segurar o botão faz ele correr, X serve para falar com os estudantes, abrir portas e subir escadas, L e R fazem ele andar de lado (ah é, estes segmentos tem controles de tanque), △ faz um mini-mapa da área ao redor aparecer na tela e  faz a mesma coisa do que nas salas. Aliás, quando você estiver conversando com um dos personagens pode aparecer umas palavras roxas e ao apertar △, você reage a essas e aperta X para respondê-las, não foi uma adição útil ou necessária, mas é alguma coisa. Não tenho muita coisa pra falar, eles só funcionam bem para esses segmentos.
Fase 4-2: Tempo Livre 
Quando a história não está avançando, você pode passar o seu tempo livre para conhecer os estudantes. É só falar com algum estudante (se ele/ela estiver disponível), e ele/ela vai desabafar coisas sobre a sua história ou passar um tempinho divertido com você (também dá pra dar presentes, mas não sei se tem utilidade). Eu tenho sentimentos mistos em relação a essa abordagem, pois por um lado, você pode conhecer futuras vítimas, assassinos e até sobreviventes mais a fundo, e várias das histórias e interações deles são bem interessantes e mostram facetas que não são bem apresentadas na história principal, além de conceder habilidades e servindo com uma forma de balancear a dificuldade, mas, por outro lado, é chato ter de depender de material extra pra desenvolver melhor os personagens e tem vezes que as interações causam erros de continuidade.
Fase 4-3: Julgamentos de Classe (Debate)
 
Na história, depois que um cadáver é encontrado por 3 pessoas ou mais, os estudantes precisam participar de um julgamento para descobrir quem é o assassino (os julgamentos aqui tão mais pra uma discussão em grupo do que um julgamento). Nos julgamentos, você usa as evidências dos casos como balas, para poder atirá-las nas contradições das palavras dos personagens e, assim, avançar na história e descobrir quem são os assassinos. O analógico controla a mira, △ atira a bala, L troca a munição/evidência, faz a discussão acelerar, R faz o tempo ficar lento (esse não é ilimitado) e o X é o silenciador, ele serve para derrubar palavras roxas, e atirar nelas com o silenciador te faz ganhar mais tempo e, também, essas palavras roxas podem fazer com que o tiro seja bloqueado se estiver na frente de palavras amarelas. Também há alguns segmentos em que é necessário escolher a resposta certa para avançar, e além do caso ir pra frente, também recupera a sua vida. Os julgamentos são muito envolventes, não só pelas mecânicas, mas também pelos personagens e suas interações e as histórias dos casos. Os julgamentos são as partes mais icônicas da trilogia Danganronpa e, com o primeiro, não é tão diferente.
Fase 4-4: Outros Segmentos do Julgamento 
Os julgamentos também apresentam outros segmentos (o que tinha acabado de apresentar anteriormente se chama Non-Stop Debate) e são estes outros segmentos que serão apresentados aqui. A imagem que coloquei é do Epiphany Anagram (ou Hangman's Gambit, na versão oficial). Nesse aqui, é necessário formar uma palavra e pra isso, é preciso atirar nas letras corretas (os controles são basicamente os mesmos do debate, então não irei explicá-los). Machinegun Talk Battle (ou Bullet Time Battle, na versão oficial) é uma batalha (em forma de jogo de música) contra um estudante. O estudante vai alegar qualquer coisa pra se safar, e apertando X no ritmo, fará com que uma mira seja travada nas alegações, △ atira nas alegações e  carrega a munição. Pra finalizar, em Closing Argument (esse é o nome na versão oficial, não lembro se a versão que joguei tinha um nome diferente) você organiza os acontecimentos do caso em ordem para expor o assassino, é só prestar atenção e colocar os desenhos nos quadros certos. Estes outros segmentos não são tão interessantes quanto os debates, e a qualidade deles é meio mista. Closing Argument é um dos melhores (junto com o debate), MTB eu gostei um pouco, mas precisava melhor em alguns aspectos e Epiphany Anagram não é tão divertido e é bem desnecessário. 
Fase Final: O Verídico 
Prós: 
+ Premissa e mistérios interessantes 
+ Personagens carismáticos 
+ A atmosfera claustrofóbica é mais tensa do que suas continuações 
+ A arte é muito marcante 
+ A trilha sonora é bem legal 
+ Os julgamentos de classe são envolventes e divertidos 
Contras: 
- Os cenários não parecem tão coerentes 
- A história fica meio tosca, às vezes 
- Algumas mecânicas não foram bem implementadas 
Nota Final: 
8.4 
Resumindo: Danganronpa é bem legal. A sua premissa é bastante atraente, com mistérios interessantes e ótimos personagens, a arte dos personagens é bem marcante, as músicas são bem legais e a melhor parte, que são os julgamentos, não é só divertida mecanicamente, mas envolvente narrativamente falando. As minhas reclamações são que a atmosfera, apesar de ser mais tensa e apropriada pra história,  chega a ser inconsistente e algumas mecânicas acabarem sendo mal implementadas ou desnecessárias. Pela quantidade de elementos que são familiares a conhecedores de Animes/Mangás e histórias de mistérios, pode servir como uma boa introdução a esses tipos de histórias (Animes/Mangás e mistérios). Mesmo se você não for alguém que seja fã de Visual Novels, pode jogar de boa (pelo menos se você entender inglês ou japonês, e como a versão PT-BR não foi finalizada, dá pra jogar uma em espanhol por emulador de PSP). 

Curiosidades Rápidas: 
- Danganronpa é a junção das palavras bala (弾丸 dangan) e refutar (論破 ronpa) em japonês 
- Originalmente, o jogo se chamaria Distrust, e nele, era possível escolher quem vive ou morre e a atmosfera seria bem mais sombria, mas tiveram que deixá-lo mais Anime e abaixar um pouco a violência para obter mais público e vendas. 

Você já conhecia Danganronpa? Já jogou ou assistiu alguém jogando? Gostou da postagem? Comente e compartilhe nas redes sociais, Bye Bye!