quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Survival Mode: Metal Slug 6 (Arcade)

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Olá, exército, tudo bem? Para quem acompanhou e gostou da minha maratona de Metal Slug, é uma pena dizer que esta é a última análise da série (Metal Slug 7 existe, mas acho que uma análise dele virá em um futuro distante, ou não). Agradeço aqueles que acompanharam e gostaram da jornada.
A SNK Playmore já tinha descontinuado a placa de Arcade Neo Geo em 2004 e mudaram a placa de seus jogos para a Atomiswave da empresa Sammy que, na perspectiva deles, forneceria uma plataforma mais segura e moderna para os Arcades daquela época (além de seus jogos terem sido publicados pela Sega). Metal Slug 6 foi lançado em 2006 e além de ter servido como um jogo de comemoração aos 10 anos da série, foi aclamado pelos fãs. Mission Start
Fase 1: Enredo 
General Morden está ameaçando o mundo (de novo, vocês tinham reparado que o Morden nunca apareceu no 5?) e Marco, Tarma, Eri e Fio foram enviados para investigar ao lado de Ralf Jones e Clark Steel, da série de Games Ikari Warriors (se você não os conheceu  por esta série, provavelmente conheceu pelo The King of Fighters). Após terem derrotado seus soldados e máquinas, descobrimos que ele reconstruiu a sua aliança com os Marcianos (deixei escapar um Spoiler do Metal Slug 2, aliás, aquele bicho com tentáculos da imagem acima é um marciano), mas os Marcianos estão sendo ameaçados por uma nova espécie raça de Aliens chamada de Invasores (nome criativo). A partir deste ponto, o exército regular (os personagens jogáveis) deve acabar com esta raça. Desta vez a história apela para um lado mais nostálgico, já que traz vários elementos dos primeiros jogos da série, quem reclamou que o 4 e o 5 estavam diferentes demais, já tem um motivo para gostar do 6.
Fase 2: Gráficos 
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Os Sprites (as figuras 2D que compõem os personagens) continuam os mesmos dos anteriores e isto não quer dizer algo depreciativo, as animações continuam bem fluidas e detalhadas e não colocarei algum GIF demonstrando a qualidade, já que fiz isto nas análises dos 3 primeiros Metal Slug e quem viu sabe a qualidade delas (além disto, nem faz tanto tempo que postei as análises do 2 e do 3). Uma coisa notável nos cenários, é que agora eles são pré-renderizados, chega a ser estranho ver os cenários com cores neutras e os personagens terem cores vibrantes, não que isto seja ruim, alguns cenários são bonitos e chegam a ter animação (tipo a grama se mexendo com o vento ETC.), mas alguns cenários tem uma aparência meia-boca. A mudança da placa Neo Geo para a Atomiswave é um dos motivos da mudança de aparência dos cenários, já que os criadores estão usando uma tecnologia nova e precisam dar uma atualizada, o que acho justificável. De temas novos nos cenários temos: savanas africanas, vilas perto de florestas e só.
Fase 3: Som 
Sempre começo com as músicas e depois os efeitos sonoros e com esta análise não será diferente. Devido à "nova placa", a sonoridade da trilha sonora ficou um pouco mais realista e elaborada, há algumas músicas que, apesar da instrumentação relativamente decente, acho que são fracas e também há aquelas que acho muito boas e talvez sejam as melhores da série, como esta daqui:
O que acharam? Comentem. A instrumentação é teoricamente mais elaborada que a dos anteriores, mesmo assim, considero a trilha sonora deste jogo um pouco mais fraca que a dos outros 5, só que isto não tira o mérito de algumas músicas do 6 serem boas. Os efeitos sonoros continuam bons, os tiros e explosões são satisfatórios de ouvir, só que alguma coisa mudou; as vozes dos soldados inimigos e do locutor (agora estou usando um termo mais correto, antes eu tinha usado narrador) estão diferentes, eles ficaram menos expressivos, não que estas vozes novas sejam ruins, mas não tem o mesmo charme das vozes originais.
Fase 4-1: Controles 
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Este é o controle dos Arcades Atomiswave fora da máquina

 Metal Slug 6 usa 5 dos botões do controle, o lado verde é do primeiro jogador e o laranja é do segundo, meus comentários serão mais focados no primeiro lado, apesar do outro lado não ter diferenças nos controles (apesar das jogabilidades serem as mesmas, os controles podem não ser os mesmos, dependendo das versões). O analógico controla a movimentação dos personagens e a direção dos tiros e pulos, o botão esquerdo em cima é para os tiros e facadas (caso esteja atacando de perto), o botão esquerdo em baixo é o pulo, o botão do meio em cima é para lançar granadas de quantidade limitada, o botão do meio em baixo é usado para uma mecânica nova introduzida na série, nos Metal Slug anteriores, se você pegava uma arma nova, teria que continuar com esta arma até acabar a munição, morrer ou terminar a fase, no 6 você pode guardar 2 armas e trocar entre elas à vontade, caso pegue uma arma e os 2 espaços estejam ocupados, a arma que não estava em uso é trocada, esta novidade é muito boa, pois dá uma dinâmica a mais que os outros não tinham e ao segurar o botão direito em cima e apertar o botão de tiro, o personagem faz um ataque corpo a corpo, não acho que era uma novidade que precisava, pois já dá para fazer um ataque corpo a corpo ao apertar o botão de tiro quando se está perto de um inimigo. Assim como a maioria dos Metal Slug, os controles continuam excelentemente funcionais e as novidades introduzidas até que são boas.
Fase 4-2: Personagens
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A arte é meio zoada, não precisa comentar

Nas análises anteriores só citava a seleção de personagens jogáveis como um bônus, pois eles não tinham diferença nas habilidades, neste aqui as coisas são diferentes. Começando com os personagens que estão sendo selecionados na imagem, não dá para citar bem Ralf Jones e Clark Steel separados, pois quem os conhece bem sabe que eles são próximos um do outro, Ralf sacrifica o ganho de munição e granadas para aumentar o dano de seus ataques corpo a corpo (ele é o único personagem do jogo que pode usar este tipo de ataque em máquinas), também tem um ataque especial em que ele dá uma forte sequência de socos repetidas que veio direto de The King of Fighters (para executar é só segurar aquele botão direito e apertar o botão de tiro com o analógico para cima, aliás, o nome do golpe é Vulcan Punch) e é o único personagem de toda a série que morre apenas com 2 tiros e Clark tem 4 vidas extras (ao invés de 3) e consegue fazer o seu agarrão conhecido como Super Argentine Backbreaker (Super Quebrador de Costas Argentino numa tradução literal, para executar é só fazer a mesma combinação que o Vulcan Punch do Ralf) em alguns inimigos, fazendo ele ficar temporariamente invencível. O único diferencial do Marco Rossi (aquele cara ao lado do Ralf, para quem não conhece bem a série Metal Slug) é que sua arma padrão causa o dobro de dano. sósia do Exterminador do Futuro Tarma Roving (agora a ordem é da esquerda para a direita) é o especialista em veículos, ao entrar em um, sua resistência e dano são aumentados. Fio Germi é a especialista em armas, ela começa as fases com uma Heavy Machine Gun ao invés de uma pistola e a munição ganhada é aumentada em 50%. Pra finalizar, Eri Kasamoto é a especialista em granadas, ela começa com o dobro de granadas do que o normal (20, ela também ganha o dobro ao pegar nas fases) e consegue mirar a direção em que as granadas são lançadas. Acho que os personagens terem diferenças entre si foi uma novidade boa, pois deixa a seleção de personagens mais significante e incentiva o jogador a escolher um que combine mais com seu estilo de jogo.
Fase 4-3: Veículos e a Única Arma Nova 
Começando pela única arma nova, a Zantetsu Sword (creio que seja uma referência a Samurai Showdown VI, já que Zantetsu é um nome de um personagem de lá, é um jogo da SNK e foi lançado no mesmo ano que este jogo aqui) é uma faca que atira um raio que apesar de ter um alcance curtíssimo, causa um dano alto. Agora os veículos e o primeiro deles é o 1: Roba Slug, é um jumento equipado com metralhadoras e que pode se conectar com carroças que contêm canhões, como esperado do animal, é lento e pula baixo, também não te dá defesa extra. 2: Proto Gunner é o protótipo do Slug Gunner do jogo anterior, ele é mais rápido que o Gunner, não tem pulo duplo ou ataque corporal, mas pode fixar a mira de sua metralhadora nos inimigos e não te dá defesa extra, este é um veículo com um bom potencial que foi desperdiçado por terem colocado no pior chefe do jogo (o terceiro). 3: Mister Slug/ Slug Driller é um veículo com broca e se você estiver achando parecido com o Drill Slug do 3, não se engane, a movimentação deste é vertical ao invés de horizontal, as metralhadores miram na direção oposta que o veículo se move (exemplo: se o Mister Slug move-se para a direita, as metralhadoras miram para a esquerda), é o único veículo que não dá pra sair e é bem lento. Há um outro veículo que não cheguei a experimentar, não sei se chega a ser útil e não farei muitos comentários sobre, pois ele tinha aparecido em um dos Metal Slug anteriores (não como um veículo) e não quero dar Spoilers. Estes veículos novos não são tão empolgantes quanto os dos Games anteriores.
Fase 4-4: Dificuldade 
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Como pode ser visto na imagem, agora o 6 traz uma seleção de dificuldade, com os modos fácil e difícil (caso não saiba inglês, a imagem está selecionada no difícil), as diferenças são: No fácil, a arma padrão é a Heavy Machine Gun e não a pistola (caso esteja jogando com a Fio, a arma padrão será a Big Heavy Machine Gun) e o jogo termina na penúltima fase; No difícil, a arma padrão é a pistola e todas as fases estão disponíveis. Os comentários a seguir serão do modo Difícil, pois não consegui notar diferença na quantidade de inimigos, a resistência deles e este tipo de coisa. As minhas primeiras impressões foram que a dificuldade estava justa ao nível do 2, conforme fui jogando, percebi que estava enganado. O começo é ridiculamente fácil (claro que a primeira fase tem que ser mais fácil, mas deveria ser um pouco mais empolgante), dá para facilmente passar na base da ignorância e com o chefe não é tão diferente, a segunda fase está de boa, até surgir uns trechos em que tem tantos inimigos na tela que nem dá para reagir direito aos ataques, só que dá um leve suavizada com o chefe, a terceira fase não tem um posicionamento de inimigos tão ferrado quanto o da segunda, só que daí chega o chefe que é extremamente injusto, com ataques que pegam quase a tela inteira e são quase impossíveis de desviar e o pior é que a batalha é muito demorada (lembra que escrevi sobre o Proto Gunner ter o potencial desperdiçado neste trecho?). A dificuldade do 6 é uma das mais desbalanceadas da série (até o 5 era mais balanceado que este daqui), escrever sobre dificuldade não é fácil (coincidência?), por ser algo mais perceptível enquanto joga, caso não esteja convencido com este texto, não surpreenda-se e foi por causa desta dificuldade que não me empolguei tanto com o jogo. Que venha o verídico!
Fase Final: O Verídico 
Prós: 
+ As animações continuam ótimas 
+ A trilha sonora é relativamente boa 
+ As novidades introduzidas na jogabilidade são boas 
Contras: 
- A dificuldade ainda não está balanceada 
- Os veículos novos não empolgam tanto 
Nota Final: 
8.1  
Resumindo: Metal Slug 6 até que foi uma boa volta às origens, apesar da dificuldade desbalanceada e dos veículos novos serem meio capengas, a trilha sonora é boa (apesar de ser fraca se comparada com a dos outros, pelo menos na minha opinião), as animações apesar de serem as mesmas, ainda continuam muito boas e as mecânicas de trocar de arma e os personagens terem diferenças em relação aos outros foram uma ótima ideia para revigorar a série. Não é o melhor Metal Slug para começar, mas se quiser jogar, jogue. 
O que acha de Metal Slug 6? Qual da jogabilidade dos personagens você acha que é mais se adequa ao seu estilo? Curtiu a volta às origens? Gostou da postagem? Comente e compartilhe nas redes sociais, Mission Complete
R.I.P Maratona de Metal Slug: 09/06 - 27/09. Que a análise de Metal Slug 7 chegue algum dia.

quinta-feira, 6 de setembro de 2018

Personagens Brasileiros no mundo dos Games

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Olá, Brasil, tudo bem? O 7 de setembro, ou dia da independência do Brasil, está quase chegando e, pensando nesta data, decidi fazer uma lista de personagens de nacionalidade brasileira no mundo dos Games. Por mais que alguns não liguem para esta data ou o contrário, vamos concordar que é uma data importante para este país, mesmo evitando patriotismo exagerado.
Lembrete: Os personagens desta lista são de jogos que eu joguei, se não tiver algum personagem na lista que você conheça, talvez eu não tenha jogado seu respectivo jogo e, antes de tudo, já aviso que não vai ter o Blanka na lista, pois ele é muito manjado e está em todas as listas de personagens Brasileiros dos Games.
 Esta postagem pode parcialmente conter Spoilers dos jogos Metal Gear Rising e Skullgirls, caso esteja interessado(a) em jogar estes Games, não aconselho que leia esta postagem. Vamos lá!

Começando com um personagem de um jogo que já fiz análise neste Blog. Metal Gear Rising é um dos Metal Gear mais injustiçados da série, devido a sua jogabilidade ser diferente dos outros, mas isto não importa, o que realmente importa é um dos antagonistas do jogo que por sinal, é um Brasileiro.
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Jetsream Sam (seu nome verdadeiro é Samuel Rodrigues) é tipo um Samurai Ciborgue. A história dele é que seu pai tinha um dojo de Kenjutsu (arte marcial japonesa focada em combate com espadas) no Brasil e ele foi morto por um de seus alunos, então Sam saiu do Brasil para treinar e um tempo depois ele acabou matando o assassino do seu pai. Depois disto ele trabalhou como um mercenário e, eventualmente, acabou juntando-se aos vilões por ter perdido para um deles. Ele é do tipo de cara que faz o que quer e tem uma personalidade provocante. Além de ser um espadachim profissional e um dos melhores personagens de Metal Gear Rising, eu o aceito como um bom representante do nosso país.

O universo de Skullgirls é totalmente fictício, não há lugares da vida real neste jogo, mesmo assim, vi várias fontes dizerem que a etnia desta personagem é equivalente a de um Brasileiro.
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Cerebella (este é o nome artístico dela, o seu nome verdadeiro é Cassandra Veranos) é uma artista de circo e quando ela não está sendo a atração principal, trabalha como agente da máfia Medici (não entrarei em detalhes sobre esta gangue), que secretamente são os apoiadores do circo. Ela é órfã, mas foi adotada por Vitale Medici (um dos líderes da máfia) e serve a ele com muita lealdade. Ela é animada, gosta de ser o centro das atenções e de certa forma empática, como visto em seu final. Eu pessoalmente não sei jogar com ela (esqueci de mencionar que Skullgirls é um jogo de luta), ela é lenta, mas graças ao seu chapéu chamado Vice-Versa, consegue causar um bom dano. Mesmo não sendo exatamente Brasileira, aceitaremos Cerebella como uma. Curiosidade Extra: Os personagens jogáveis de Skullgirls tem no mínimo, 25 opções de cores de roupa para escolher, as cores número 19 de Cerebella são as cores da bandeira do Brasil (não é coincidência, boa parte das paletas de cores alternativas dos personagens tem alguma inspiração, pode procurar imagens se quiser).

Além deste cara ser Brasileiro, ele é Karateka faixa-preta e personagem do melhor jogo de luta do Neo Geo na minha opinião (acha que é The King of Fighters? errou!), este é cara é ninguém mais, ninguém menos que...
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Marco Rodriguez (este é o nome dele na versão Japonesa, nas versões ocidentais mudaram o seu nome para Khushnood Butt, vamos fingir que o nome ocidental não existe). Marco é um praticante do Karate Kyokugenryu (arte marcial fictícia dos jogos da SNK) e aprendiz de Ryo Sakazaki da série Art of Fighting (se você não conhece o Ryo por este jogo, provavelmente conheceu no The King of Fighters). Após se tornar faixa-preta, ele abriu um dojo no Brasil para promover o aprendizado do Karate Kyokugenryu e eventualmente acabou entrando num torneio chamado "Maximum Mayhem" para promover o dojo. Sua personalidade é equilibrada, por mais descuidado que seja, ele também é sábio e está sempre se espelhando em seu mestre para melhorar suas habilidades. Não comentarei muito sobre seu estilo de jogabilidade e poderes, pois quem jogou The King of Fighters ou Art of Fighting, sabe que o estilo do Ryo é bem padrão; Projéteis de energia, socos na direção do céu, ETC. Por ser um Karateka faixa-preta, ser dono de um dojo, aprendiz de um bom personagem e ter uma leve semelhança com o Tim Maia (tá, ele não parece tanto com o Tim, mas parece apenas um pouco), ele é um Brasileiro de respeito. Caso não saiba de onde o Marco veio, o nome do jogo é: Garou - Mark of the Wolves. Curiosidade Extra 2: O motivo da mudança de nome do personagem no ocidente, foi para evitar confusão com um boxeador chamado Ricco Rodriguez. Se o motivo é este, então por que trocaram o nome inteiro ao invés do sobrenome?

Deixei o melhor para o final. Este também é um personagem manjado que frequente aparece em listas deste tipo (mas não tanto quanto o Blanka) , além disto, ele é o que mais representa o Brasil na minha lista. Vindo direto da série Tekken, este cara éééé...
Eddy Gordo (T7).png

Eddy Gordo (que está mais para magro do que gordo). Eddy era o herdeiro de uma rica e poderosa família, as pessoas de sua cidade natal (não sei qual é a cidade, mas ouvindo o sotaque dele em Tekken 7, chuto que seja São Paulo) gostavam dele, por ser esforçado e tratar todos com igualdade. Aos seus 19 anos, viu o seu pai caído e baleado em casa, foi dito que o pai de Eddy estava trabalhando para destruir uma quadrilha vendedora de drogas e morreu quando a investigação estava dando certo. Eddy mentiu para a polícia, alegando que ele mesmo cometeu o crime, por achar que estaria mais seguro na cadeia. Durante uma rebelião, ele conheceu um senhor de idade avançada chamado Ho Chi Myong, o senhor era um grão-mestre da Capoeira e decidiu ensiná-lo suas técnicas. Após 8 anos, Eddy acabou virando um Capoeirista profissional e foi solto de sua prisão e eventualmente encontrou o torneio "King of Iron Fist 3", ele entrou no torneio por achar que poderia induzir a patrocinadora (Mishima Zaibatsu) para se vingar do assassino de seu pai (esta é a história do personagem contada em Tekken 3). Se você viu a minha postagem de personagens apelões de Games competitivos, sabe que ele é uma apelação nas mãos dos esmagadores de botões, pois seus golpes eram de fácil execução, rápidos, fortes e com um bom alcance. Por ser apelão, ter uma história decente e ser popular, Eddy Gordo é um orgulho à nação. Curiosidade Extra 3: As capturas de movimento do personagem em Tekken 3 foram feitas a partir do Capoerista Marcelo Pereira, este é um dos motivos por seus golpes realmente parecerem técnicas verdadeiras de Capoeira na série Tekken.
Você conhece algum personagem Brasileiro que não seja o Blanka? O que acha das representações do Brasil nos Games? Gostou da postagem? Comente e compartilhe nas redes sociais, Adeus!