quinta-feira, 29 de setembro de 2022

Minhas esperanças para Disgaea 7


Olá, povo do submundo, tudo bem? Eu não tinha comentado aqui no Blog tanto quanto queria, mas me considero um fã de Disgaea. Mesmo que eu não seja mais tão obcecado por ela (era mais quando tinha meus 15 anos),é uma franquia que tem um espaço no meu coração, ainda mais por ter descoberto o meu gosto por RPGs Táticos com Disgaea 5. Recentemente, anunciaram Disgaea 7 e, com esse anúncio, quero dispor as minhas opiniões sobre o que apresentaram, mesmo que por não ter lançado, não dê para fazer algo tão profundo. Mas dane-se, irei fazer isso pelo impacto pessoal que essa franquia me deu (e por não ter ideia do que fazer). Vamos lá! 

Antes de dispor o que tenho para falar sobre o Game, preciso apresentar: 

O que é Disgaea? 

Disgaea é uma franquia de jogos de RPGs Táticos criada pela Nippon Ichi Software (NIS para os mais íntimos). Os jogos se passam no submundo (ou inferno, se preferir), com demônios de vários tipos, e tendo bastante foco no exagero e no seu senso de humor, que posso descrever como uma versão Anime de Família Addams. O exagero está presente não só nas animações e comédia, mas também em suas mecânicas. Além dos sistemas padrão de RPGs Táticos, Disgaea coloca uma quantidade absurda de sistemas, como monstros que viram armas, cristais que dão atributos bônus ao terreno, arremessar os seus parças, ataques em grupo etc. e eu só cheguei a mostrar o que está na superfície. Mas o seu maior diferencial são os números. Os personagens (e absolutamente tudo) da série chegam ao nível máximo de 9999 e os números de seus atributos conseguem ultrapassar a casa dos milhões e causar danos tão grandes quanto essas ultrapassadas. Por mais que seja uma baita Grindfest (jogos em que o Grinding/Farming é proeminente) e tenha sistemas mais complexos do que deviam, a graça está em como todos eles se complementam e no quão flexível eles são. Claro que tem problemas, como ser um tanto cansativo, focar mais nos números do que em estratégias muito elaboradas, ter pouca variação nas missões, ser lotado de conteúdo desnecessário e por usar vários clichês de Animes - o que acaba incluindo alguns não muito agradáveis, como o tarado à la Mineta ou Lolis desnecessariamente sexualizadas, mas, mesmo assim, não deixa de ser bom para mim. Com essa introdução desnecessariamente prolixa terminada, irei comentar sobre o tópico em questão. 

Disgaea 7 está programado para ser lançado em 23 de janeiro de 2023 (pelo menos no Japão, pois a data para o resto do mundo não foi confirmada), disponível para Nintendo Switch, PS4 e PS5. Em questão de história, o que foi revelado para nós é o seguinte: O jogo se passa num mundo chamado de "Aglomerado de Submundos de Hinomoto" (em tradução livre), que é fortemente inspirado na cultura japonesa. Os nossos personagens principais, estão em uma jornada por este mundo para recuperar o Bushido (código de honra dos Samurais, que é bem complexo e não irei elaborar muito) que foi perdido com a chegada de invasores e derrubar o Shogunato Ooedo. Não dá para dizer a qualidade da narrativa, já que estou falando de algo que não foi lançado, mas a proposta me interessou e creio que dê oportunidades para um Worldbuilding mais orgânico, mas isso não irá garantir qualidade instantânea (o último Disgaea que achei que teve uma boa história, foi o 4). Agora, pelo que revelaram da Gameplay: Além da história chata, o maior problema que tive com Disgaea 6 foi que mesmo ele sendo feito para atrair iniciantes na série, acabou removendo várias mecânicas que faziam Disgaea especial, e não foi feito um bom trabalho em balancear a acessibilidade com a profundidade dos jogos passados. Agora,  sinto que Disgaea 7 corrigirá os erros do jogo passado. As mecânicas que faltavam no 6 retornaram. As habilidades de armas voltaram, dando o incentivo para masterizar as armas que faltava no antecessor, além de retornar com o sistema de aptidão, que dá mais estratégia na hora de construir os personagens. Os monstros voltaram com as características que os faziam únicos, como Magichange (os monstros se transformarem em armas) e terem suas armas próprias, ao contrário do 6, em que eles usavam tudo e não viravam armas. De mecânicas novas, tem essas aí: A primeira é a Dodeka Max, que é basicamente o Dynamax de Pokémon Sword & Shield, só que melhor aplicado. 

Essa mecânica simplesmente envolve deixar um personagem gigante, e além de deixá-los mais fortes, os permite atacar em qualquer ponto do mapa inteiro, além de poder abrir baús gigantes. Mas, pra balancear, o efeito é temporário e apenas 4 unidades no mapa podem estar com o efeito ativo (2 do jogador e 2 do inimigo). Sobre a próxima mecânica, eu precisarei de contexto para explicá-la: desde o 1° Disgaea, sempre teve a mecânica de Reencarnação. Pra quem não sabe, é uma função que faz qualquer personagem reiniciar pelo 1° nível e, assim, deixá-los ainda mais fortes quando adquirem mais níveis. Dessa vez, essa mecânica não será limitada só aos personagens, podendo também, reencarnar itens de qualquer tipo, sejam armas, acessórios, consumíveis etc. Não sei se terão outras mecânicas do Disgaea 6 que irão retornar, mas sei que a função de Batalha Automática irá voltar, contando com alguns ajustes que não estou a fim de elaborar por falta de paciência. O modo Online do Disgaea 4 também irá retornar no 7, seguindo o mesmo esquema de batalhas Rankeadas, com times de personagens controlados pela IA. De classes novas, só revelaram 2: Maiko, uma dançarina sobre a qual não sei de sua utilidade e a Versão Masculina da Ladra, cujo foco está mais em achar tesouros do que roubar itens. Também teremos 2 monstros novos, mas não revelaram informações detalhadas. Um é olhão gigante com tentáculos e outro é uma Loli de roupas chinesas... e eu sei que essa Loli é uma Jiang Shi ( uma criatura da mitologia chinesa, que é uma mistura de zumbi com vampiro e que anda pulando). 

 O título diz "Minhas esperanças para Disgaea 7", mas até agora, tudo que fiz foi ressaltar novidades de forma jornalística. É agora que vem a parte do título: Disgaea 6 foi uma decepção para mim, removendo bastante coisa que eu gostava da Gameplay da franquia e o 7 me dá esperança por retornar com aquilo que eu gostava. Claro que isso não irá consertar os problemas de jogabilidade que todos os jogos da franquia têm, mas me entreter já será o bastante. Outra coisa do 6 que não fui muito com a cara foi o 3D, mais por causa das animações do que pelos modelos em si, por elas serem menos dinâmicas e não tão exageradas. Isso foi levemente corrigido com os personagens de DLC que tiveram o dinamismo que eu esperava nas animações. As poucas animações que vi do 7 (já que a única Gameplay disponível é um vídeo TGS 2022), melhoraram um pouco, mas está longe de ser o bastante que queria. Eu não sei se a história, o humor e os personagens serão bons, mas mesmo se não for o caso, ainda terá a jogabilidade para me satisfazer, e isso já é o bastante pra mim. Mas sério NIS, melhore a performance da versão de Switch, por favor! 

Já chegou a jogar algum jogo da franquia Disgaea? Se sim, o que achou? Tem esperanças pra essa nova empreitada? Gostou da postagem? Comente e compartilhe nas redes sociais, Dood!

quinta-feira, 8 de setembro de 2022

Youtube Underground: Canal CAPSLOCK

 
Olá, Youtubers, tudo bem? Eu passo bastante tempo assistindo a vídeos no Youtube, mas  sempre tive costume de assistir a canais menores do que a maiores e mais conhecidos, por terem conteúdos os quais me apetecem mais (não que conteúdos de canais grandes sejam ruins, mas deu para entender). Por conta desse meu gosto, existe o quadro Youtube Underground aqui no Blog, como forma de compartilhar esses gostos meus que não são tão percebidos por telespectadores comuns do Youtube. Então apertem Play que as coisas talvez possam ser divertidas. 

Canal CAPSLOCK é um canal de games, mas ele não fica preso só nisso, abordando também animes, RPGs de mesa ou até filmes. Os seus vídeos consistem em Reviews, vídeo-ensaios, Podcasts, compilados de suas Lives etc. Ele comenta os seus vídeos de uma maneira informativa, crítica e concisa, às vezes tendo doses de sarcasmo (às vezes, o humor dele chega a me lembrar um pouco o Scott The Woz, até no jeito de comentar abruptamente sobre um jogo que ninguém liga). Admito que, às vezes, acho suas críticas um tanto arbitrárias e as transições do assunto do vídeo para alívio cômico nem sempre são muito orgânicas, mas quando ele faz bem o que faz, acaba fazendo bem bonito. 

Mostrarei um vídeo para tirar suas conclusões, mas antes, olhem as informações adicionais: 

Classificação Indicativa: 10 - 12 anos (imposta pela CEIPM: Classificação Etária Imposta Por Mim) 

Duração dos Vídeos: 4 - 40 minutos

Frequência de Postagem: Alta 

Número de Inscritos (até o momento): 93 mil 

Curiosidade do Canal: Mesmo sendo um canal bem de nicho e com uma popularidade super moderada, fez algumas participações especiais no canal Colônia Contra-Ataca (e suponho que alguns de vocês o conheça por causa dessas participações especiais). 

Agora sim, assistam ao vídeo para tirar suas conclusões: 

Se o vídeo não te convenceu, tudo bem. 

Assista Se: Gostar da sua forma de comentário; o seu senso de humor clicar com você; gostar do seu conteúdo diverso. 

Não Assista Se: Não aguentar o seu estilo de crítica e humor. 

O Que Acho Sobre: Canal CAPSLOCK é um canal competente. O Araújo elabora bem suas críticas e quando faz algo informativo, demonstra, de uma forma inteligente, o que aborda, sem perder tanto a concisão. O seu humor também é da minha praia, com o seu estilo de sarcasmo e autoconsciência me agradando. Além disso, ele tem uma boa diversidade no seu conteúdo, não abordando apenas games, como também outras mídias. Claro que ele nem sempre acerta nas suas críticas ou na comédia, mas quando acerta, acerta na mosca. 

Já conhecia o canal? O que achou do vídeo? Gostou da postagem? Comente e compartilhe nas redes sociais, Bye Bye!