domingo, 20 de setembro de 2026

O que posso dizer a respeito do remake de Zelda: Ocarina of Time?

 

Olá, povo que retornou, tudo bem? Aparentemente, Star Fox 64 não é o único clássico do Nintendo 64 que está voltando com um remake pro Switch 2, pois anunciaram um remake Zelda - Ocarina of Time em junho desse ano com uma prévia breve, e faz 1 semana que mostraram direito com o jogo será. Por ser um jogo tão importante pra mim, me senti obrigado em mostrar o que achei dele aqui. 

O jogo está programado para lançar em 5 de novembro, e visto que ele lança 1 semana antes de GTA VI, tinha que ser justo o retorno de um dos jogos mais influentes já feitos para bater de frente com esse monstruoso lançamento. Vou fazer o que não fiz quando postei sobre o lançamento do "novo" Star Fox, que é mostrar o trailer, pois diferente daquele lá, o trailer desse aqui veio dublado, o que facilita pra quem não entende inglês. 


Já vou discutir de imediato, o que mais chama a atenção nesse novo remake, a nova direção de arte. Como podem ver, os gráficos do jogo seguem um estilo fotorrealista com personagens mais estilizados, o que não é uma ideia que sou contra, mas fiquei um tanto misto com os resultados. Os gráficos me lembraram muito aqueles vídeos de gente recriando Mario ou Zelda com gráficos ultra realistas na Unreal Engine, algo que não acho necessariamente aplaudível, mas que aceitava por serem meras demonstrações feitas por fãs, e não uma realidade feita pra substituir o original. Os personagens ficaram esquisitos demais pro meu gosto, nem os gráficos poligonais do 64 causavam o efeito do vale da estranheza. Não desgostei de todos eles, a Saria até que ficou fofa no estilo, a Árvore Deku fica bem imponente com os detalhes a mais, a Grande Fada parece bem menos medonha, e a Navi é impossível de errar, por ela ser só uma bola de luz com asas. O Link e a Zelda foram os que mais me incomodaram, pois senti que o efeito do vale da estranheza foi mais intenso neles, por eles parecerem muito com bonecos de porcelana, que já são meio desconfortáveis de olhar, mas eles não foram quem eu menos gostei, com esse prêmio vindo pra Impa, que conseguiu ficar mais feia e acabada do que nas versões de 64 e 3DS do game. Não vou dizer que o estilo é 100% sem mérito, pois ele tem alguns toques interessantes. Alguns apontam que a arte teve inspiração no Ningyogeki, um tipo de show de fantoches japonês. Visto como os personagens da versão de Os Três Mosqueteiros da NHK Education TV se parecem, é uma ideia plausível.
Até dá pra ver as semelhanças na estranheza das proporções e os tipos de textura, e olhando por essa ótica, faz bastante sentido os personagens parecerem com estão nessa versão. Dá pra ter um ceticismo quanto a isso, visto que quem popularizou essa ideia é um cara que não trabalha mais na Nintendo (Takaya Imamura), mas os primeiros jogos de Star Fox foram feitos com os seus personagens parecerem marionetes por ideia do Miyamoto, tanto que o 1° da série teve os seus materiais promocionais (ex: comerciais e a própria capa do game) divulgados com marionetes, o que valida muito essa teoria. Mesmo com esse toque legal, não acho que isso se traduz bem pro game, visto que nesses tipos de programa ou teatro é mais fácil ter suspensão de descrença com a estranheza dos bonecos, e um videogame fotorrealista em 4k e 60 FPS não se comporta como esses outros meios artísticos. Mesmo admitindo as minhas preferências meio negativas com a direção de arte, isso não quer dizer que eu ache que games não possam ser estranhos, feios, bonitos, estilizados ou realistas como queiram. 

Agora, para as mudanças de jogabilidade. Dessa vez, o Link pode finalmente correr, além de poder mover a câmera e ter um botão dedicado para pulos, que no original eram automáticos pra cada buraco. A Ocarina pode ser tocado não só com os botões, mas por comandos de voz. Os itens equipáveis são um pouco diferentes, pois não tem aquele esquema de equipar um item pra cada botão, apenas tendo um botão pra itens, e a troca deles ser mais parecida com a do Breath of the Wild. Também adicionaram nos menus de pausa, uma tapeçaria que adiciona detalhes conforme a história avança, recapitulando a sua jornada toda. Bem, tem adições convenientes e o jogo parece levemente mais fluido que o original, mas não curti a mudança nos itens e nem sei se vão fazer muita coisa no level-design pra acomodar o botão de pulo. A única adição que me interessou foi poder mover a câmera livremente, pois tem momentos que a câmera não ajudava no 64. 

Vou terminar tudo isso com um desabafo sobre remakes de jogos. Remakes em videogames parecem ser mais celebrados do que em outras mídias, acho que parte disso é pela presença do aspecto interativo demandar o melhor de suas jogabilidades, e a outra é a dificuldade de videogames terem dificuldade de serem levados a sério como meios artísticos. Isso não significa que não há receio por esse tipo de prática, mas sinto que se integraram melhor na mídia do que nas outras. Fazer um remake é algo delicado, pois se você muda demais, recebe duras críticas de como removeu a essência da obra, se é igual demais, corre o risco do seu público achar desnecessário. Tem gente que olha remakes como substitutos pras suas versões originais, e eu não gosto de enxergar videogames por essa lógica, porque independente de ser melhor ou não como experiência, ver qualquer jogo antigo como um problema a ser resolvido e consertado com a modernidade é uma forma tão cínica de ser ver que não me dá gosto de considerar, e temos que admitir que a maioria dos remakes são feitos mais pra lucrar em cima da nostalgia do público por falta de ideias do que por méritos artísticos. Essa não é a 1° vez que Ocarina of Time recebe um remake, com ele tendo um remake pro 3DS lá em 2011, e é um ótimo remake bem fiel que respeita o jogo original, e mesmo criticando esse remake novo, ainda estou interessado e acho que vai ser bom, mas ainda é bom manter um nível saudável de ceticismo perante a relançamentos. 

O que achou dessa nova versão de Ocarina of Time? Você tem esperanças de que ele será bom? Estranhou certas decisões criativas? Gostou da postagem? Comente e compartilhe nas redes sociais, Bye Bye!

sexta-feira, 29 de maio de 2026

Yanser Reviews: Mario Kart 7

Olá, povo ladrão de 1° lugar, tudo bem? Mario Kart é um das subséries mais bem sucedidas de Mario, gerando jogatinas memoráveis desde 1992. Eu joguei quase todos os Mario Karts, mas o único que me faltava jogar era o 7 (o World também, mas estou desconsiderando ele por ser o mais recente e por eu não ter acesso ao Switch 2). Se eu não contar os Mario Karts de fliperama, o 7 é o que costuma ser o mais esquecido dessa série, e confesso que isso gera uma certa curiosidade. Em uma viagem para Rio Preto que a minha família fez nesse ano, pude comprar esse jogo num shopping (junto com um mangá de Akane-Banashi) e finalmente tirar as minhas próprias conclusões.

Fase 1: Visuais 

Considerando que é um jogo lançado no início da vida do 3DS, ele é graficamente bom. Mesmo com os modelos tendo poucos polígonos e algumas texturas sendo meio borradas, o conjunto dos elementos como um todo ainda consegue ser prazeroso aos olhos. As cores são mais fortes dos que os seus 2 antecessores e deixam tudo mais vivo, conseguindo compensar a qualidade gráfica mais fraca em prol de uma estética agradável, até arrisco dizer que prefiro os visuais do 7 ao Mario Kart Wii, pois apesar do Wii ser mais detalhado, ele tinha um filtro gráfico que deixavam as coisas amareladas, e isso não me agradava muito. Eu tenho alguns problemas com o visual do jogo, com o 1° sendo o uso da tela de baixo. Assim como no DS, o 3DS também tem duas telas, e o uso da tela de baixo é o mesmo do Mario Kart DS, colocando um mapa da pista para ajudar os jogadores. O problema é que o mapa no 7 ficou menos útil, já que ele só dá algumas informações básicas como a pista, os corredores e os itens jogados, mas não mostra outras informações úteis como as caixas de itens e os obstáculos (coisas que eram mostradas no MKDS). Acho que os desenvolvedores resolveram negligenciar esse elemento pois a maioria dos jogadores estaria olhando pra tela de cima, mas não muda o fato de que essa negligência é uma baita mancada. O meu 2° problema, é que sinto que o jogo carece de personalidade. Mesmo os gráficos sendo bons, não chamam muita atenção e não apresentam muitos elementos visuais inspiradores. Também digo o mesmo para a interface, que tecnicamente não faz nada de errado, mas é genérica demais, priorizando função acima de estética em seu detrimento. As fontes são genéricas, e os menus também, ainda mais quando eles são cheios de preto, branco e cinza, deixando a experiência mais fria. O único toque visual interessante é na tela de seleção de personagens e pistas, pois dá pra ver que os personagens estão numa garagem e ela se abre quando eles saem pra correr. Mesmo saindo com um saldo positivo, Mario Kart 7 não é visualmente muito inspirado. 

Fase 2: Som 
Também digo o mesmo dos visuais para a trilha sonora, boa mas não muito inspirada. As músicas em si são decentes com composições legais, mas a maioria delas são bem esquecíveis e não marcam muita presença, e os efeitos sonoros também não são muito inspirados. 

Como eu não sei se apressei a verbalização dos meus sentimentos, fiquei com preguiça de escrever ou se todo o conjunto de áudio não tem muito pra falar, vou deixar essa fase assim mesmo. 
Fase 3-1: Jogabilidade 
Presumo que muitos de vocês já sabem como é jogar Mario Kart, e digo que as informações mais interessantes ficam depois dos controles do 3DS. O analógico faz curvas, o A acelera, o B dá a ré, Y, X e L jogam os itens, o R derrapa se combinado com as curvas e também faz manobras ao saltar de uma rampa e o Start e Select pausam o jogo. Há também uma opção de jogar dirigindo em 1° pessoa com os sensores de movimento do console servindo de volante, mas não irei comentar muito além disso, por que não faço ideia de como habilitá-la. Os controles são responsivos e dirigir é bom como deveria ser, mas o 7 tem certas novidades. As moedas nas pistas retornaram depois de 10 anos, com elas influenciando no ganho de velocidade e peças desbloqueáveis. Agora os karts podem ser customizados, podendo alterar a carcaça, as rodas e a asa delta, o que me fez lembrar que agora os karts podem andar debaixo d'água e planar. Não é um sistema super robusto, mas diverte o bastante e até que é bem balanceado, já que não há uma escolha super apelona que sobrepuja as outras. Mario Kart Wii era mais solto e frenético, com a adição de motos, 12 corredores na pista e a sua física altamente abusável, aqui voltamos pra 8 corredores, uma física mais restrita e sem motos, o que é uma pena. Assim como os seus visuais, também digo que a jogabilidade é boa, mas não impressiona, e digo isso com tristeza, pois até os Mario Karts mais datados e malfeitos oferecem uma experiência única deles mesmos, e tudo que o 7 faz foi melhorado no 8, então esse aqui não oferece muito que te faça priorizá-lo em relação aos outros. 
Fase 3-2: Modos de Jogo 
O conteúdo do jogo é divido em SingleplayerMultiplayer Local, Multiplayer Online e Mario Kart Channel, e vários dos modos desse jogo são compartilhados entre as categorias. Grand Prix é o clássico modo de correr numa copa com 4 pistas pra cada uma, com 3 níveis de dificuldade pra jogar (4 se contar o secreto). Time Trial você escolhe qualquer pista pra se desafiar a dar voltas no menor tempo possível, podendo jogar só ou contras os fantasmas das suas jogatinas passadas, dos desenvolvedores ou de outros jogadores. O Modo Batalha que também é tradição da série, aqui é dividido em 2: Baloon Battle e Coin Runners. Em ambos os modos você pode customizar a disponibilidade dos itens ou se as partidas serão em times ou não e apresentam 6 arenas para jogar, a diferença é que no Baloon Battle você acerta os jogadores com itens até eles estarem foram da partida e no Coin Runners você coleta moedas até ficar com mais que todos os outros. Versus é exclusivo do Multiplayer, e nele você pode correr contra outros jogadores em qualquer pista (com ou sem bots). Não tenho como falar do Multiplayer Online porque não pude jogá-lo, já que os serviços online do 3DS estão indisponíveis hoje em dia (só dá pra jogar nos tempos atuais com servidores não oficiais e programas de terceiros). Mario Kart Channel é meio diferente de como era no seu antecessor, passando de uma função online pra uma mais focada no Streetpass do console (em resumo, quando um 3DS passa ao lado de outro, eles trocam dados), podendo trocar fantasmas de Time Trial, verificar suas estatísticas e customizar a sua própria copa para outras pessoas jogarem. Muito do que tem aí já é o esperado de Mario Kart, e mesmo cumprindo bem essa função, ainda esperava mais. A qualidade das pistas é boa, é um dos únicos da série sem pistas ruins com algumas das mais incluindo Piranha Plant Slide, Music Park, Rock Rock Mountain e a Rainbow Road, mas mesmo sendo boas, a maioria não chama a atenção. Como Mario Kart é mais focado em multiplayer, é claro que essa parte receberia mais cuidado, algo que não posso dizer do singleplayer, já que há pouco pra se fazer jogando a sós, o que podia ser remediado incluindo o Modo Missão do Mario Kart DS e disponibilizar o Versus no Singleplayer
Fase Final: Veredito 
Prós: 
+ Gráficos bons 
+ Jogabilidade boa 
+ Pistas de qualidade consistente 
+ Adição de customização, trechos aquáticos e aéreos 
Mistos: 
÷ Trilha sonora boa, mas pouco inspirada 
Contras: 
- Pouca personalidade 
- Singleplayer limitado 
- As arenas do Modo Batalha são meio fracas 
Pontuação Final: 
Troféu de Prata 
Resumo: Mario Kart 7 é um bom jogo, mas nada além disso. Ainda traz aquele bom e velho formato de corrida maluca com itens e adversários que roubam, e se sai bem nisso, com sua jogabilidade precisa e formato de multiplayer. Apesar da boa qualidade e trazer novidades como os Karts customizáveis que podem planar e andar debaixo d'água, olhando mais de perto fica compreensível o porquê dele ser esquecido. De todos os Mario Karts, o 7 é o que menos tem personalidade, com poucos toques artísticos inspiradores que chamem a atenção, incluindo a sua jogabilidade. Cada Mario Kart é bem distinto como experiência, independente se for bem feito, mal feito ou limitado, trazem elementos que te puxam para aquela experiência em específico, algo que falta no 7, pois o 8 aprimorou muito o que ele fazia ao ponto de ter quase nada específico do 7 que te faça querer rejogá-lo. Apesar das minhas duras críticas com a falta de personalidade nesse jogo, curti a minha experiência com ele. 

Já jogou Mario Kart 7? Se sim, o que achou dele? Há algo em específico dele que interessa mais do que os outros? Gostou da postagem? Comente e compartilhe nas redes sociais, Bye Bye! 

PS: Não é relevante pra postagem, mas Akane-Banashi ganhou um anime esse ano, e está disponível completamente de graça no Youtube (também tem na Netflix, mas só vale assistir lá se quiser ver dublado) e ficou bom, então valeu a pena comprar o 1° volume do mangá junto desse game.

sexta-feira, 8 de maio de 2026

Um novo Star Fox vai lançar, e daí?

Olá, povo que retornou, tudo bem? Eu não estava esperando que a volta do meu hiato seria com o anúncio de um Star Fox novo, e por isso, decidi aproveitar enquanto não escrevo o resto da minha review do Mario Kart 7, pra desabafar do que achei desse retorno. 

Eu estranhei quando no filme do Super Mario Galaxy que lançou a pouco tempo, o Fox aparecia na história do filme, porque o filme não era pra ser um crossover de franquias da Nintendo, era um filme do Mario e ponto. Com o anúncio desse jogo, a inclusão do Fox naquele filme faz mais sentido agora, pois era uma jogada de marketing para esse jogo novo (e dizer que esse jogo é novo, é um exagero). Este jogo é nada mais do que um remake do Star Fox 64, e como esse é um daqueles relançamentos que o título é apenas o nome da franquia, vou chamá-lo de Star Fox 2026 pra não ficar confuso. O jogo está marcado pra lançar em 25 de junho desse ano, apenas para o Nintendo Switch 2, mas o que há de novo nele? aviso a vocês que não é muita coisa. 

Em questões de jogabilidade, há a opção de jogar com o Modo Mouse, um multiplayer competitivo mais completo que o do 64, avatares que se mexem de acordo com os seus movimentos faciais e desafios opcionais que te dão recompensas nas fases. Em questão artísticas, é aí que os meus sentimentos se complicam. Há um esforço genuíno em deixar a experiência mais cinemática que o original, apresentando cutscenes mais elaboradas entre as fases e dessa vez, tem um prólogo que elabora um pouco mais a história original (que inclusive ficou legal), e até confirmaram que terá uma dublagem brasileira (que infelizmente não foi mostrada ainda). O que não gostei muito aqui foi a direção de arte. Star Fox 2026 leva o seu estilo pra uma direção mais fotorrealista, e deixando as minhas queixas com gráficos realistas de lado, admito que os cenários ficaram bonitos, mas pros personagens, não consigo dizer o mesmo. Não gostei muito desses redesigns mais realistas pros personagens, eles beiram no vale da estranheza e não tem como me convencer que esse fotorrealismo nos personagens é preferível aos designs mais estilizados dos anteriores. 

Sendo honesto, eu não me animei pro game, parte disso é por eu ser cínico com a cultura de remakes hoje em dia, e a outra parte é por um problema genuíno de Star Fox como franquia. O maior problema de Star Fox é o quanto a franquia é parada no tempo. Ambos os Star Fox de Super Nintendo e Nintendo 64 foram sucessos nos anos 90 e realmente são jogos bons, mas infelizmente, todos os jogos posteriores vivem em sua sombra, fracassando em vendas e crítica por não saberem o que fazer. Todos pensam que Star Fox 64 é a continuação do 1° game, mas por incrível que pareça, isso não é verdade. Star Fox 2 estava sendo feito pro Super Nintendo, mas cancelaram o game, pois o PS1 e o Sega Saturn já estavam no mercado e eles tinham jogos 3D avançados pra época, e a Nintendo queria dar espaço pro Nintendo 64 competir com eles. O Star Fox 64 é na verdade uma releitura do 1° Star Fox, pois tem diferenças significativas com o original, mais ainda segue muitas das mesmas batidas. Se incluirmos o Star Fox Zero do Wii U, vemos que o Star Fox 2026 é a 4° vez que essa série reitera o mesmo jogo, e acho isso preocupante. 

Apesar das minhas grandes queixas e cinismo, eu não acho que o jogo vai ser ruim, e espero que ele funcione bem com o seu novo público e que dê a chance da franquia finalmente evoluir da sombra de seus antecessores. 

O que achou de Star Fox 2026? Você tem esperança de que ele vai vingar? Estranhou os redesigns? Gostou da postagem? Comente e compartilhe nas redes sociais, Mission Complete! 

    PS: Depois de amanhã é o meu aniversário, me desejem sorte.