domingo, 28 de outubro de 2018

Survival Mode: Bolt (PS2)

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Olá, povo que adora a Disney, tudo bem? Esta é mais uma análise de um jogo ruim e há um tipo de jogo que tem reputação por ser ruim, jogos que são baseados em filmes, este aqui é baseado em Bolt o Supercão, um filme da Disney que ninguém lembra que existe (não digo no sentido literal, se quiser assistir, pode assistir de boa, o filme é OK) e esta "adaptação" parece que ficou horrorosa de tão ruim. Mas será que é mesmo? vamos descobrir.
Fase 1: Enredo
O jogo não segue o enredo do filme, não reclamarei sobre não ser fiel ao material original ou algo do tipo, está mais para um Spin-Off (paralelo ao material de origem), do que um desrespeito ao filme. O filme conta a história do cachorro Bolt, que é estrela de uma série de TV que provavelmente não tem na Netflix de mesmo nome, onde ele é um tipo de super-herói que protege Penny (sua dona e garota que está na capa que coloquei acima), mas Bolt leva o seu trabalho muito a sério e acredita que Penny foi raptada de verdade, após um episódio que terminou em aberto. Depois ele acaba percebendo com o tempo, que não é o mesmo super-herói da TV e as diferenças entre a vida real e a ficção (isto pode ser considerado Spoiler?). No Game, Rhino (personagem do filme que diz ser um grande fã de Bolt) está maratonando os episódios da série, pelos DVDs pertencentes ao personagem e pelo enredo dos "episódios", não parece ser grande coisa. O roteiro conta alguma coisa sobre um vilão sequestrando o pai da Penny, para usá-lo na fabricação de uma arma mortífera e os mocinhos da história precisam impedir seus planos maléficos. Claro que não é um Metal Gear ou um The Last of Us para ter um foco gigantesco na história, mas, mesmo assim, vamos concordar que o enredo do jogo não é lá essas coisas e as cenas mostradas após as fases não são empolgantes.
Fase 2: Gráficos 
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Não consegui achar muitas imagens decentes do jogo, então peguei a capa de um vídeo de um canal chamado igcompany, sei que é errado roubar coisas dos outros, mas tive que achar alguma coisa para demonstrar a vocês.

Os gráficos são medíocres, as texturas são sem graça, planas, feias e de baixa qualidade (principalmente, este efeito de água), não que os gráficos sejam exatamente ruins, mas também não são exatamente bons. O cenário, além de parecer meio vazio, parece que os desenvolvedores fizeram com preguiça, por ser algo tão genérico que só de olhar, já dá para perceber a falta de ideias. Nem os efeitos de coloração e iluminação são tão bons, as cores neutras são um pouco repetitivas e as sombras, apesar de serem dinâmicas, não são bem definidas (sei que cada console tem suas limitações, mas já vi jogos que vieram antes deste, terem sombras melhores, e alguns são de consoles mais fracos que o PS2) há uma área sombreada onde o Bolt muda sua cor completamente, claro que isto deve ser um efeito de sombreamento, mas não perdoarei isto, pois a mudança de cor é drástica demais e parece mais um truque preguiçoso do que qualquer outra coisa (talvez esta descrição não tenha te convencido, foi meio difícil tentar explicar com clareza, isso é mais notável para pessoas atentas a detalhes, como eu). As outras versões lançadas (Wii, PS3, Xbox 360 e PC) tem gráficos levemente melhores que a do PS2, mesmo assim, estas outras versões também não impressionam graficamente em seus respectivos consoles e por ser um ser um jogo lançado no final da vida do PS2 (2008, o mesmo ano de lançamento do filme), os desenvolvedores deveriam pelo menos colocar mais esforço na produção.
Fase 3: Som 
 As músicas são bem genéricas, elas consistem naquele estereótipo de trilha sonora de filme de ação (exemplos: Missão Impossível ETC.), com aquelas orquestras e este tipo de coisa, só que sem a empolgação e a emoção proporcionadas por este gênero (acho que estou exagerando um pouco), deem uma ouvidinha:
independente se você gostou ou não, vamos concordar que a trilha sonora é genérica. Já os efeitos sonoros, são 100 vezes piores do que a genericidade da trilha sonora, eles também são genéricos, não dão empolgação e são abafados, claro que não tem como perceber sem um vídeo demonstrando ou jogando o Game, mas mesmo assim, independente de jogar ou ver um vídeo, os efeitos sonoros continuam genéricos, abafados e sem emoção, além disto, posso dizer que são desregulados, pois os sons de batidas são bem audíveis e quando acontecia uma explosão, ou o som era baixo ou não tinha nenhum, mas caso queira ouvir para ter certeza, procure algum vídeo com boa qualidade sonora, porque jogar, não aconselho. Sobre a dublagem, nas primeiras vezes comecei achando que era aceitável, mas com o tempo fui percebendo que era mediana, a voz da Penny não se encaixa na personagem e parece mais com uma mulher robótica de 35 anos lendo um texto, do que uma menina de 10 anos (sei que não parece mas, na verdade, ela tem 7) e a voz do Dr. Calico (o vilão que também está na capa) é tosca por ser genérica.
Fase 4-1: Fases com a Penny 
Há dois personagens jogáveis (Bolt e Penny), decidi começar com ela, pois é assim que começa a primeira fase. Claro que os controles se aplicam apenas às versões de PS2 e PS3 (e talvez à versão do Xbox 360), pois os controles podem não ser os mesmos nas versões de Wii, DS e PC. O botão X pula (também é possível fazer pulo duplo), o botão ⬜ serve para "atacar" com um bastão ( atacar está entre aspas, pois a única utilidade é quebrar caixas, pois os combates são resolvidos em Quick Time Events), o botão ⚪ é para interagir com as coisas ao redor, seja usando o bastão para locomover em barras e paredes, ou hackear computadores (explicarei esta parte depois), o botão △ é para ativar os óculos de visão noturna, com ele, a tela fica verde e os objetos em amarelo são o caminho até o objetivo, o botão R1 é a invisibilidade (esqueci de escrever que as seções da Penny se baseiam em Stealth, ou passar de forma furtiva para os menos chegados em inglês), óbvio que isto faz com que os inimigos não notem sua presença, mas tenha cuidado, pois a invisibilidade gasta energia (também esqueci de escrever que a Penny morre em apenas um golpe, assim como a invisibilidade, os óculos gastam energia), o botão L2 utiliza uma bomba capaz de nocautear inimigos com apenas uma explosão (é possível aumentar a distância jogada, segurando o botão) e o botão L1 é para bloquear golpes.
Fase 4-2: Fases com o Bolt 
A jogabilidade com o Bolt é diferente, pois ele tem barra de vida e as fases são mais puxadas para ação do que furtividade.Os botões X e ⚪ ainda tem a mesma utilidade de antes, ⬜ e △ são os botões de ataque fraco e forte (o ataque fraco é mais útil, pois além de perseguir os inimigos dependendo da direção do analógico, é mais fácil de fazer combos), R1 faz Bolt atirar raios Laser pelos olhos, R2 faz ele ficar temporariamente invulnerável a qualquer dano (exceto precipícios, não abuse deste poder, pois assim como o Laser, gasta barra de poder) e causar um tremor que atinge os inimigos que estão por perto quando usado no ar, L1 é usado para a super velocidade, L2 é o super latido que pode ser usado para acabar com os inimigos em sua frente e outras coisas que não estou a fim de comentar e, por último, apertando L3 e R3 ao mesmo tempo (mais especificamente, os 2 analógicos do controle), Bolt entra temporariamente num modo superpoderoso. Também há Upgrades de vida e energia pros dois (pelo menos a Penny só tem os de energia), mas isto não importa.
Fase 4-3: Hacking 
Em algumas fases da Penny é possível interagir com computadores para hackeá-los e, neste momento, a jogabilidade muda muito (o jogo vira Geometry Wars). Já que o jogo virou Geometry Wars, a jogabilidade é muito parecida (Disclaimer: nunca joguei Geometry Wars, mas pelo que vi, a guerra geométrica parece ser superior), mas não se preocupe, aqui não causa ataques epiléticos fortes como o outro jogo. O objetivo é controlar uma nave com o analógico esquerdo e meter chumbo em objetos usando o analógico direito (o R1 serve para colocar uma bomba que destrói as coisas ao redor). Deu para perceber que é uma coisa bem direta, só destruir umas coisinhas ali e aqui e avançar de cenário, até acabar estas seções e voltar a jogar com a Penny. Só comentarei que a movimentação nestes trechos é escorregadia.
Fase 5: Paredes Invisíveis  
Este é um dos principais problemas do Game, as paredes invisíveis tem um posicionamento inconveniente e são mal-programadas. Para apresentar o meu ponto de vista, citarei 2 motivos do porque disso: 1; Há um trecho no jogo, que tem 2 lugares (um em cima e outro embaixo), no lugar embaixo, dá para subir no lugar acima simplesmente pulando, mas não dá para descer neste lugar embaixo pulando, sendo necessário pegar outra rota (entendeu meu ponto?). 2; Em outro trecho, há uma parede redonda invisível que não permite o personagem jogável cair, mas os desenvolvedores esqueceram de colocar esta parede em um ponto, fazendo com que o personagem possa cair e a parede parecer uma Pizza com uma fatia faltando. Não gosto muito de paredes invisíveis, pois desencoraja o/a jogador(a) a explorar os cenários e procurar segredos (o máximo que tem de segredos no Game, são apenas os Upgrades dos personagens) e a inclusão de paredes invisíveis não faz tanto sentido, pois o jogo é linear. Informação Extra:Checkpoints espalhados por quase todos os cantos, isto é bom, porque evita a frustração do(a) jogador(a) ter de passar tudo desde o começo, claro que jogadores experientes não gostam tanto de facilidade, mas e daí? o Game não é grande coisa, para que dificultar? Que venha o verídico!
Fase Final: O Verídico 
Prós: 
+ Pelo menos tem Checkpoints por quase todas as partes 
Contras: 
- Roteiro e cenários pouco inspirados 
- Gráficos medíocres 
- Trilha sonora, dublagem e efeitos sonoros genéricos, com direito a alguns Bugs no áudio (esqueci de mencionar) 
- Paredes invisíveis mal feitas 
Nota Final: 
3.7 
Resumindo: Não recomendo que jogue Bolt! os gráficos são medíocres, as paredes invisíveis foram mal posicionadas e programadas, a trilha sonora sonora é genérica, a dublagem é meia-boca e os efeitos sonoros além de serem genéricos, são abafados, sem emoção e desregulados. O jogo foi feito com muita preguiça e não há coisas zoáveis que deixam o jogo bom por ser ruim (um dos fatores que levou a nota ser abaixo de 4 e a postagem a não ter nenhuma piada), nem dá para fazer Gameplays ou análises muito engraçadas com este jogo e assistir ao filme é uma opção melhor, pois apesar de não ser um dos melhores da Disney, pelo menos é aceitável e relativamente divertido de assistir. 
Já conhecia o Bolt? Sabia que ele tinha um Game? O que achou do jogo ou do filme? Gostou da postagem? Comente e compartilhe nas redes sociais, Bye Bye!

domingo, 7 de outubro de 2018

Youtube Underground: Kane TV

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 Olá,Youtubers, tudo bem? Eu planejava fazer uma série em que indico canais desconhecidos do Youtube (que sejam focados em Games), só que fiquei com um pouco de receio por estar usando conteúdo de outras pessoas, sem permissão, mas vi a situação de um primo meu que não está conseguindo achar muitos canais de qualidade no Youtube, aproveitei esta situação para mostrar não só a ele, como também a vocês, canais pouco conhecidos do Youtube que fazem conteúdo de qualidade (Kane, se você estiver lendo esta postagem, peço desculpas por usar seu conteúdo sem permissão). Por isto mostro a vocês, o meu primeiro "episódio" da minha série Youtube Underground, apertem Play que talvez as coisas sejam divertidas, Vamos lá!

Kane TV é um canal de análises, mas não análises técnicas como as minhas (principalmente por ele não ser fã deste tipo de conteúdo), as dele são mais parecidas com um detonado roteirizado, mostrando cada fase de algum jogo e, às vezes, dando algumas dicas pelo caminho (um formato nomeado pelo canal Voz Feia Games, como Detonálise), mostrando suas experiências em forma de Gameplay de fundo gravadas e editadas por ele mesmo. Seu quadro principal é Sonic Fan Games, onde vários jogos não oficiais do Ouriçado são apresentados (sim, ele chama o Sonic deste jeito), mas seu conteúdo não é limitado apenas a Sonic, ele também faz vídeos de jogos como Castlevania, Megaman, Bomberman e alguns que são desconhecidos pela sociedade humana. Às vezes tem histórias no meio dos vídeos, com personagens estranhos como: O próprio Kane (obviamente uma personificação dele mesmo), Computadora (sim, ele tem um computador mulher com sentimentos), Reginaldo (o seu chefe que é uma planta vinda de Mario), Kanechev (seu clone Russo e roteirista) e Buchótnik (uma óbvia paródia ao Robotnik/Eggman de Sonic e dono das Casas Buchótnik, a loja que patrocina o canal), há outros personagens, só que eles não são importantes.

Mostrarei um vídeo para tirar suas conclusões, mas antes, olhem as informações adicionais:
Classificação Indicativa: 10 anos 
Duração dos Vídeos: 10 Minutos (ou menos) - 1 Hora (ou quase, até o momento que postei isto, Kane TV só tem 3 vídeos de 1 hora) 
Frequência de Postagem: Mediana Alta (mais ou menos parecida com a minha frequência de postagem em 2017) 
Número de Inscritos (até o momento): 101.337 (os inscritos do Kane chamam-se Winners)
Curiosidade Aleatória: Kane TV começou como um canal de arte e animação, depois ele começou a testar vários formatos como; Curiosidades, Gameplay e Análises Técnicas, até chegar ao formato usado hoje em dia.
Agora sim, um vídeo para tirar suas conclusões: 
Se este vídeo não te convenceu, você pode assistir algum outro do canal, se assistiu boa parte dos vídeos dele e não curtiu tanto assim, seja você mesmo(a), só não vale xingar os outros por gostar ou não gostar do canal. 
Assista Se: Gostar do formato de suas análises, tiver interesse em conhecer os Games que ele comenta, gostar do seu senso de humor. 
Não Assista Se: For um(a) Hater fresco(a), não gostar muito dos jogos apresentados, Spoilers ou seu senso de humor. 
O que acho sobre: Kane TV é um canal interessante, gosto bastante de sua estrutura de análise, achei que os jogos que ele apresenta são interessantes, mesmo que você não goste tanto, adoro o seu senso de humor e as histórias inseridas nos vídeos, talvez você ache a voz estranha, mas não vejo alguma coisa errada (é incrível o fato dele não forçar sua voz, diferente de um "certo alguém" que começa com M). Kane sabe muito bem o que faz, não é um leite com pera que faz as coisas porque sim, seu conteúdo é Glorious e o canal é Magnificent
Já conhecia o canal? O que achou do vídeo? Gostou da postagem? Comente, compartilhe nas redes sociais e inscreva-se no Kane TV se quiser, Bye Bye
PS: Esqueci de citar que cada vídeo dele tem uma introdução diferente. 
PS2: Como o próprio Kane diz: Hater nem gente é.

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Survival Mode: Metal Slug 6 (Arcade)

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Olá, exército, tudo bem? Para quem acompanhou e gostou da minha maratona de Metal Slug, é uma pena dizer que esta é a última análise da série (Metal Slug 7 existe, mas acho que uma análise dele virá em um futuro distante, ou não). Agradeço aqueles que acompanharam e gostaram da jornada.
A SNK Playmore já tinha descontinuado a placa de Arcade Neo Geo em 2004 e mudaram a placa de seus jogos para a Atomiswave da empresa Sammy que, na perspectiva deles, forneceria uma plataforma mais segura e moderna para os Arcades daquela época (além de seus jogos terem sido publicados pela Sega). Metal Slug 6 foi lançado em 2006 e além de ter servido como um jogo de comemoração aos 10 anos da série, foi aclamado pelos fãs. Mission Start
Fase 1: Enredo 
General Morden está ameaçando o mundo (de novo, vocês tinham reparado que o Morden nunca apareceu no 5?) e Marco, Tarma, Eri e Fio foram enviados para investigar ao lado de Ralf Jones e Clark Steel, da série de Games Ikari Warriors (se você não os conheceu  por esta série, provavelmente conheceu pelo The King of Fighters). Após terem derrotado seus soldados e máquinas, descobrimos que ele reconstruiu a sua aliança com os Marcianos (deixei escapar um Spoiler do Metal Slug 2, aliás, aquele bicho com tentáculos da imagem acima é um marciano), mas os Marcianos estão sendo ameaçados por uma nova espécie raça de Aliens chamada de Invasores (nome criativo). A partir deste ponto, o exército regular (os personagens jogáveis) deve acabar com esta raça. Desta vez a história apela para um lado mais nostálgico, já que traz vários elementos dos primeiros jogos da série, quem reclamou que o 4 e o 5 estavam diferentes demais, já tem um motivo para gostar do 6.
Fase 2: Gráficos 
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Os Sprites (as figuras 2D que compõem os personagens) continuam os mesmos dos anteriores e isto não quer dizer algo depreciativo, as animações continuam bem fluidas e detalhadas e não colocarei algum GIF demonstrando a qualidade, já que fiz isto nas análises dos 3 primeiros Metal Slug e quem viu sabe a qualidade delas (além disto, nem faz tanto tempo que postei as análises do 2 e do 3). Uma coisa notável nos cenários, é que agora eles são pré-renderizados, chega a ser estranho ver os cenários com cores neutras e os personagens terem cores vibrantes, não que isto seja ruim, alguns cenários são bonitos e chegam a ter animação (tipo a grama se mexendo com o vento ETC.), mas alguns cenários tem uma aparência meia-boca. A mudança da placa Neo Geo para a Atomiswave é um dos motivos da mudança de aparência dos cenários, já que os criadores estão usando uma tecnologia nova e precisam dar uma atualizada, o que acho justificável. De temas novos nos cenários temos: savanas africanas, vilas perto de florestas e só.
Fase 3: Som 
Sempre começo com as músicas e depois os efeitos sonoros e com esta análise não será diferente. Devido à "nova placa", a sonoridade da trilha sonora ficou um pouco mais realista e elaborada, há algumas músicas que, apesar da instrumentação relativamente decente, acho que são fracas e também há aquelas que acho muito boas e talvez sejam as melhores da série, como esta daqui:
O que acharam? Comentem. A instrumentação é teoricamente mais elaborada que a dos anteriores, mesmo assim, considero a trilha sonora deste jogo um pouco mais fraca que a dos outros 5, só que isto não tira o mérito de algumas músicas do 6 serem boas. Os efeitos sonoros continuam bons, os tiros e explosões são satisfatórios de ouvir, só que alguma coisa mudou; as vozes dos soldados inimigos e do locutor (agora estou usando um termo mais correto, antes eu tinha usado narrador) estão diferentes, eles ficaram menos expressivos, não que estas vozes novas sejam ruins, mas não tem o mesmo charme das vozes originais.
Fase 4-1: Controles 
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Este é o controle dos Arcades Atomiswave fora da máquina

 Metal Slug 6 usa 5 dos botões do controle, o lado verde é do primeiro jogador e o laranja é do segundo, meus comentários serão mais focados no primeiro lado, apesar do outro lado não ter diferenças nos controles (apesar das jogabilidades serem as mesmas, os controles podem não ser os mesmos, dependendo das versões). O analógico controla a movimentação dos personagens e a direção dos tiros e pulos, o botão esquerdo em cima é para os tiros e facadas (caso esteja atacando de perto), o botão esquerdo em baixo é o pulo, o botão do meio em cima é para lançar granadas de quantidade limitada, o botão do meio em baixo é usado para uma mecânica nova introduzida na série, nos Metal Slug anteriores, se você pegava uma arma nova, teria que continuar com esta arma até acabar a munição, morrer ou terminar a fase, no 6 você pode guardar 2 armas e trocar entre elas à vontade, caso pegue uma arma e os 2 espaços estejam ocupados, a arma que não estava em uso é trocada, esta novidade é muito boa, pois dá uma dinâmica a mais que os outros não tinham e ao segurar o botão direito em cima e apertar o botão de tiro, o personagem faz um ataque corpo a corpo, não acho que era uma novidade que precisava, pois já dá para fazer um ataque corpo a corpo ao apertar o botão de tiro quando se está perto de um inimigo. Assim como a maioria dos Metal Slug, os controles continuam excelentemente funcionais e as novidades introduzidas até que são boas.
Fase 4-2: Personagens
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A arte é meio zoada, não precisa comentar

Nas análises anteriores só citava a seleção de personagens jogáveis como um bônus, pois eles não tinham diferença nas habilidades, neste aqui as coisas são diferentes. Começando com os personagens que estão sendo selecionados na imagem, não dá para citar bem Ralf Jones e Clark Steel separados, pois quem os conhece bem sabe que eles são próximos um do outro, Ralf sacrifica o ganho de munição e granadas para aumentar o dano de seus ataques corpo a corpo (ele é o único personagem do jogo que pode usar este tipo de ataque em máquinas), também tem um ataque especial em que ele dá uma forte sequência de socos repetidas que veio direto de The King of Fighters (para executar é só segurar aquele botão direito e apertar o botão de tiro com o analógico para cima, aliás, o nome do golpe é Vulcan Punch) e é o único personagem de toda a série que morre apenas com 2 tiros e Clark tem 4 vidas extras (ao invés de 3) e consegue fazer o seu agarrão conhecido como Super Argentine Backbreaker (Super Quebrador de Costas Argentino numa tradução literal, para executar é só fazer a mesma combinação que o Vulcan Punch do Ralf) em alguns inimigos, fazendo ele ficar temporariamente invencível. O único diferencial do Marco Rossi (aquele cara ao lado do Ralf, para quem não conhece bem a série Metal Slug) é que sua arma padrão causa o dobro de dano. sósia do Exterminador do Futuro Tarma Roving (agora a ordem é da esquerda para a direita) é o especialista em veículos, ao entrar em um, sua resistência e dano são aumentados. Fio Germi é a especialista em armas, ela começa as fases com uma Heavy Machine Gun ao invés de uma pistola e a munição ganhada é aumentada em 50%. Pra finalizar, Eri Kasamoto é a especialista em granadas, ela começa com o dobro de granadas do que o normal (20, ela também ganha o dobro ao pegar nas fases) e consegue mirar a direção em que as granadas são lançadas. Acho que os personagens terem diferenças entre si foi uma novidade boa, pois deixa a seleção de personagens mais significante e incentiva o jogador a escolher um que combine mais com seu estilo de jogo.
Fase 4-3: Veículos e a Única Arma Nova 
Começando pela única arma nova, a Zantetsu Sword (creio que seja uma referência a Samurai Showdown VI, já que Zantetsu é um nome de um personagem de lá, é um jogo da SNK e foi lançado no mesmo ano que este jogo aqui) é uma faca que atira um raio que apesar de ter um alcance curtíssimo, causa um dano alto. Agora os veículos e o primeiro deles é o 1: Roba Slug, é um jumento equipado com metralhadoras e que pode se conectar com carroças que contêm canhões, como esperado do animal, é lento e pula baixo, também não te dá defesa extra. 2: Proto Gunner é o protótipo do Slug Gunner do jogo anterior, ele é mais rápido que o Gunner, não tem pulo duplo ou ataque corporal, mas pode fixar a mira de sua metralhadora nos inimigos e não te dá defesa extra, este é um veículo com um bom potencial que foi desperdiçado por terem colocado no pior chefe do jogo (o terceiro). 3: Mister Slug/ Slug Driller é um veículo com broca e se você estiver achando parecido com o Drill Slug do 3, não se engane, a movimentação deste é vertical ao invés de horizontal, as metralhadores miram na direção oposta que o veículo se move (exemplo: se o Mister Slug move-se para a direita, as metralhadoras miram para a esquerda), é o único veículo que não dá pra sair e é bem lento. Há um outro veículo que não cheguei a experimentar, não sei se chega a ser útil e não farei muitos comentários sobre, pois ele tinha aparecido em um dos Metal Slug anteriores (não como um veículo) e não quero dar Spoilers. Estes veículos novos não são tão empolgantes quanto os dos Games anteriores.
Fase 4-4: Dificuldade 
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Como pode ser visto na imagem, agora o 6 traz uma seleção de dificuldade, com os modos fácil e difícil (caso não saiba inglês, a imagem está selecionada no difícil), as diferenças são: No fácil, a arma padrão é a Heavy Machine Gun e não a pistola (caso esteja jogando com a Fio, a arma padrão será a Big Heavy Machine Gun) e o jogo termina na penúltima fase; No difícil, a arma padrão é a pistola e todas as fases estão disponíveis. Os comentários a seguir serão do modo Difícil, pois não consegui notar diferença na quantidade de inimigos, a resistência deles e este tipo de coisa. As minhas primeiras impressões foram que a dificuldade estava justa ao nível do 2, conforme fui jogando, percebi que estava enganado. O começo é ridiculamente fácil (claro que a primeira fase tem que ser mais fácil, mas deveria ser um pouco mais empolgante), dá para facilmente passar na base da ignorância e com o chefe não é tão diferente, a segunda fase está de boa, até surgir uns trechos em que tem tantos inimigos na tela que nem dá para reagir direito aos ataques, só que dá um leve suavizada com o chefe, a terceira fase não tem um posicionamento de inimigos tão ferrado quanto o da segunda, só que daí chega o chefe que é extremamente injusto, com ataques que pegam quase a tela inteira e são quase impossíveis de desviar e o pior é que a batalha é muito demorada (lembra que escrevi sobre o Proto Gunner ter o potencial desperdiçado neste trecho?). A dificuldade do 6 é uma das mais desbalanceadas da série (até o 5 era mais balanceado que este daqui), escrever sobre dificuldade não é fácil (coincidência?), por ser algo mais perceptível enquanto joga, caso não esteja convencido com este texto, não surpreenda-se e foi por causa desta dificuldade que não me empolguei tanto com o jogo. Que venha o verídico!
Fase Final: O Verídico 
Prós: 
+ As animações continuam ótimas 
+ A trilha sonora é relativamente boa 
+ As novidades introduzidas na jogabilidade são boas 
Contras: 
- A dificuldade ainda não está balanceada 
- Os veículos novos não empolgam tanto 
Nota Final: 
8.1  
Resumindo: Metal Slug 6 até que foi uma boa volta às origens, apesar da dificuldade desbalanceada e dos veículos novos serem meio capengas, a trilha sonora é boa (apesar de ser fraca se comparada com a dos outros, pelo menos na minha opinião), as animações apesar de serem as mesmas, ainda continuam muito boas e as mecânicas de trocar de arma e os personagens terem diferenças em relação aos outros foram uma ótima ideia para revigorar a série. Não é o melhor Metal Slug para começar, mas se quiser jogar, jogue. 
O que acha de Metal Slug 6? Qual da jogabilidade dos personagens você acha que é mais se adequa ao seu estilo? Curtiu a volta às origens? Gostou da postagem? Comente e compartilhe nas redes sociais, Mission Complete
R.I.P Maratona de Metal Slug: 09/06 - 27/09. Que a análise de Metal Slug 7 chegue algum dia.

quinta-feira, 6 de setembro de 2018

Personagens Brasileiros no mundo dos Games

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Olá, Brasil, tudo bem? O 7 de setembro, ou dia da independência do Brasil, está quase chegando e, pensando nesta data, decidi fazer uma lista de personagens de nacionalidade brasileira no mundo dos Games. Por mais que alguns não liguem para esta data ou o contrário, vamos concordar que é uma data importante para este país, mesmo evitando patriotismo exagerado.
Lembrete: Os personagens desta lista são de jogos que eu joguei, se não tiver algum personagem na lista que você conheça, talvez eu não tenha jogado seu respectivo jogo e, antes de tudo, já aviso que não vai ter o Blanka na lista, pois ele é muito manjado e está em todas as listas de personagens Brasileiros dos Games.
 Esta postagem pode parcialmente conter Spoilers dos jogos Metal Gear Rising e Skullgirls, caso esteja interessado(a) em jogar estes Games, não aconselho que leia esta postagem. Vamos lá!

Começando com um personagem de um jogo que já fiz análise neste Blog. Metal Gear Rising é um dos Metal Gear mais injustiçados da série, devido a sua jogabilidade ser diferente dos outros, mas isto não importa, o que realmente importa é um dos antagonistas do jogo que por sinal, é um Brasileiro.
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Jetsream Sam (seu nome verdadeiro é Samuel Rodrigues) é tipo um Samurai Ciborgue. A história dele é que seu pai tinha um dojo de Kenjutsu (arte marcial japonesa focada em combate com espadas) no Brasil e ele foi morto por um de seus alunos, então Sam saiu do Brasil para treinar e um tempo depois ele acabou matando o assassino do seu pai. Depois disto ele trabalhou como um mercenário e, eventualmente, acabou juntando-se aos vilões por ter perdido para um deles. Ele é do tipo de cara que faz o que quer e tem uma personalidade provocante. Além de ser um espadachim profissional e um dos melhores personagens de Metal Gear Rising, eu o aceito como um bom representante do nosso país.

O universo de Skullgirls é totalmente fictício, não há lugares da vida real neste jogo, mesmo assim, vi várias fontes dizerem que a etnia desta personagem é equivalente a de um Brasileiro.
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Cerebella (este é o nome artístico dela, o seu nome verdadeiro é Cassandra Veranos) é uma artista de circo e quando ela não está sendo a atração principal, trabalha como agente da máfia Medici (não entrarei em detalhes sobre esta gangue), que secretamente são os apoiadores do circo. Ela é órfã, mas foi adotada por Vitale Medici (um dos líderes da máfia) e serve a ele com muita lealdade. Ela é animada, gosta de ser o centro das atenções e de certa forma empática, como visto em seu final. Eu pessoalmente não sei jogar com ela (esqueci de mencionar que Skullgirls é um jogo de luta), ela é lenta, mas graças ao seu chapéu chamado Vice-Versa, consegue causar um bom dano. Mesmo não sendo exatamente Brasileira, aceitaremos Cerebella como uma. Curiosidade Extra: Os personagens jogáveis de Skullgirls tem no mínimo, 25 opções de cores de roupa para escolher, as cores número 19 de Cerebella são as cores da bandeira do Brasil (não é coincidência, boa parte das paletas de cores alternativas dos personagens tem alguma inspiração, pode procurar imagens se quiser).

Além deste cara ser Brasileiro, ele é Karateka faixa-preta e personagem do melhor jogo de luta do Neo Geo na minha opinião (acha que é The King of Fighters? errou!), este é cara é ninguém mais, ninguém menos que...
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Marco Rodriguez (este é o nome dele na versão Japonesa, nas versões ocidentais mudaram o seu nome para Khushnood Butt, vamos fingir que o nome ocidental não existe). Marco é um praticante do Karate Kyokugenryu (arte marcial fictícia dos jogos da SNK) e aprendiz de Ryo Sakazaki da série Art of Fighting (se você não conhece o Ryo por este jogo, provavelmente conheceu no The King of Fighters). Após se tornar faixa-preta, ele abriu um dojo no Brasil para promover o aprendizado do Karate Kyokugenryu e eventualmente acabou entrando num torneio chamado "Maximum Mayhem" para promover o dojo. Sua personalidade é equilibrada, por mais descuidado que seja, ele também é sábio e está sempre se espelhando em seu mestre para melhorar suas habilidades. Não comentarei muito sobre seu estilo de jogabilidade e poderes, pois quem jogou The King of Fighters ou Art of Fighting, sabe que o estilo do Ryo é bem padrão; Projéteis de energia, socos na direção do céu, ETC. Por ser um Karateka faixa-preta, ser dono de um dojo, aprendiz de um bom personagem e ter uma leve semelhança com o Tim Maia (tá, ele não parece tanto com o Tim, mas parece apenas um pouco), ele é um Brasileiro de respeito. Caso não saiba de onde o Marco veio, o nome do jogo é: Garou - Mark of the Wolves. Curiosidade Extra 2: O motivo da mudança de nome do personagem no ocidente, foi para evitar confusão com um boxeador chamado Ricco Rodriguez. Se o motivo é este, então por que trocaram o nome inteiro ao invés do sobrenome?

Deixei o melhor para o final. Este também é um personagem manjado que frequente aparece em listas deste tipo (mas não tanto quanto o Blanka) , além disto, ele é o que mais representa o Brasil na minha lista. Vindo direto da série Tekken, este cara éééé...
Eddy Gordo (T7).png

Eddy Gordo (que está mais para magro do que gordo). Eddy era o herdeiro de uma rica e poderosa família, as pessoas de sua cidade natal (não sei qual é a cidade, mas ouvindo o sotaque dele em Tekken 7, chuto que seja São Paulo) gostavam dele, por ser esforçado e tratar todos com igualdade. Aos seus 19 anos, viu o seu pai caído e baleado em casa, foi dito que o pai de Eddy estava trabalhando para destruir uma quadrilha vendedora de drogas e morreu quando a investigação estava dando certo. Eddy mentiu para a polícia, alegando que ele mesmo cometeu o crime, por achar que estaria mais seguro na cadeia. Durante uma rebelião, ele conheceu um senhor de idade avançada chamado Ho Chi Myong, o senhor era um grão-mestre da Capoeira e decidiu ensiná-lo suas técnicas. Após 8 anos, Eddy acabou virando um Capoeirista profissional e foi solto de sua prisão e eventualmente encontrou o torneio "King of Iron Fist 3", ele entrou no torneio por achar que poderia induzir a patrocinadora (Mishima Zaibatsu) para se vingar do assassino de seu pai (esta é a história do personagem contada em Tekken 3). Se você viu a minha postagem de personagens apelões de Games competitivos, sabe que ele é uma apelação nas mãos dos esmagadores de botões, pois seus golpes eram de fácil execução, rápidos, fortes e com um bom alcance. Por ser apelão, ter uma história decente e ser popular, Eddy Gordo é um orgulho à nação. Curiosidade Extra 3: As capturas de movimento do personagem em Tekken 3 foram feitas a partir do Capoerista Marcelo Pereira, este é um dos motivos por seus golpes realmente parecerem técnicas verdadeiras de Capoeira na série Tekken.
Você conhece algum personagem Brasileiro que não seja o Blanka? O que acha das representações do Brasil nos Games? Gostou da postagem? Comente e compartilhe nas redes sociais, Adeus!

domingo, 26 de agosto de 2018

Survival Mode: Metal Slug 5 (Arcade)


Metal Slug 5 arcade flyer.jpg
Olá, exército, tudo bem? Estou quase terminando a minha maratona de Metal Slug (a minha sequência de análises dos jogos de Metal Slug para quem está começando a ver o meu Blog por aqui) e desta vez farei a análise de um dos Metal Slug mais injustiçados, na minha opinião.
Em 7 de julho de 2003, a empresa chamada Playmore (a nova empresa do fundador da SNK, Eikichi Kawasaki) comprou a SNK e as duas se juntaram com o nome SNK Playmore e lançaram os últimos jogos de Neo Geo (a placa de Arcade onde o jogo foi desenvolvido), inclusive este Metal Slug daqui e assim como o 4, também teve participação da Noise Factory. Coloque uma ficha na máquina (só que não) e Mission Start!
Fase 1: Enredo 
Um disco especial que contém projetos secretos do exército regular foi roubado por um grupo chamado Ptolemaic (nome inspirado no cientista grego Ptolomeu), este grupo especializava-se em  escavações arqueológicas e espionagem, então Marco, Tarma, Eri e Fio juntam suas forças para recuperar o disco e descobrir o paradeiro do grupo Ptolemaic. Claro que enredo não é o forte da série Metal Slug, este roteiro é mais simples do que os jogos anteriores, mesmo assim não o enxergo como algo ruim.
Fase 2: Gráficos 
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Os gráficos da maioria dos Metal Slug são os mesmos, mas há leves diferenças entre eles e o 5 não é diferente. O anterior melhorou os cenários deixando-os menos embaçados e mais coloridos, olhando esta  imagem dá para ver que as descrições fazem sentido, há cenários que são meio embaçados, mas não tanto quanto Metal Slug 2 e 3. Uma coisa que o 5 melhorou em relação aos gráficos do 4 é a variedade de cenário, o 4 tinha cenários pouco inspirados e que reciclavam muitos elementos dos anteriores (leia a minha análise de Metal Slug 4 para mais detalhes), os cenários do 5 não são tão variados quanto o 2 e 3, só que os temas do 5 tiveram suas variáveis como: Este rio selvagem da imagem que é a primeira fase do jogo, cavernas com temática inca (já teve fases de caverna na série antes, só que estas não tiveram esta temática) e até portos. As animações continuam as mesmas, tem algumas novas, mas isto não é importante, o que importa é a qualidade delas. Mencionei a 1 linha atrás que "As animações continuam as mesmas", estava querendo dizer que a qualidade delas continua igual, isto não quer dizer algo ruim, as animações são ótimas e bem fluidas e mesmo sendo iguais aos outros, ainda continuam bonitas até hoje (não é só as animações, os Sprites dos personagens também contam).
Fase 3: Som 
Primeiro a trilha sonora e depois os efeitos sonoros. Como o jogo agora tem uma clima mais sério do que os outros Metal Slug (não só porque o jogo estava ultrapassado, como também o clima sério deste jogo comparado com os anteriores, fez algumas pessoas se afastarem do 5, eu pessoalmente não liguei muito pra isto), a trilha sonora segue um estilo mais puxado para o Heavy Metal, com guitarras e baterias frenéticas tocando ao fundo, considerando o meu gosto, a composição e a combinação destas músicas com o tiroteio rolando na tela, acho que é uma das melhores trilhas sonoras da série inteira, até rivaliza com Metal Slug X. O único ponto fraco é que algumas músicas são meio curtas se comparadas com outras do mesmo jogo ou de outros da série. Claro que tudo depende de gosto e creio que mesmo se você não gostar de Heavy Metal, talvez goste desta música:
Pelo (ou)visto, nem todas são de Heavy Metal. Os efeitos sonoros continuam os mesmos dos anteriores e assim como os gráficos, apesar de iguais não são ruins e continuam com uma boa qualidade, mesmo tendo alguns novos.
Fase 4-1: Controles 
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Os controles continuam os mesmos do 4, ainda não quer dizer que é ruim e só tem uma novidade nos controles do jogo. Lembre-se que estou fazendo análise da versão de Arcade/Fliperama e os controles não são os mesmos das outras versões (há uma versão do 5 para o PS2). O analógico controla os personagens e a direção dos tiros, o botão A é para atirar, o botão B é o pulo, o botão C é para arremessar granadas (a quantidade de granadas é limitada), o botão D é para usar veículos como bombas (leia a minha análise do Metal Slug 4 para mais detalhes) e apertando o botão de pulo enquanto o/a personagem está agachado, ele(a) desliza no chão como o Megaman. Esta mecânica de deslizar é boa, mas nem sempre é útil, é raro encontrar algum momento no jogo que faça um bom uso desta mecânica, o único que consigo lembrar é a caverna inca da primeira fase (sim, não é só o rio que faz parte da primeira fase) e outros momentos pouco frequentes são aqueles que você precisa atacar inimigos que estão por baixo. Nos jogos anteriores dava de boa para apertar o botão de pulo enquanto agachado(a) e atirar, mas graças ao comando de deslizar ser o mesmo, acaba atrapalhando um pouco, deslizar é divertido mas não muda o fato de ser situacional. PS:Se você estiver achando a minha análise parecida com as que fiz dos outros Metal Slug ou repetitiva, não é só a semelhança entre as análises, os jogos da série estão ficando meio repetitivos e não estão inovando muito, não é só os comentários e argumentos que são parecidos, os jogos também estão
Fase 4-2: Veículos 
O jogo não teve nenhuma arma nova e nenhuma das transformações retornou (exceto o gordo, isto prova que o 5 não é totalmente sério), o 5 só trouxe veículos e são estes que serão comentados. Começando com o veículo que está na logo do Game, 1: Slug Gunner parece uma versão em miniatura de um titã do Titanfall, além disto, ele é quase a mesma coisa da LV Armor do Metal Slug 3, o pulo duplo, as metralhadoras, o ataque corpo-a-corpo com as garras e a capacidade de usar armas a LV Armor também fazia, as principais diferenças do Gunner para a Armor é que ele tem um canhão e consegue andar agachado e deste jeito o Slug Gunner fica mais rápido, não é  à toa que o considero  como o veículo mais incrível da série. 2: Slug Mobile é um carro usado em trechos de Auto-Scroll (aqueles momentos em que a câmera se move sozinha e temos que acompanhar), a câmera nos trechos em que se usa este carro dá a impressão de ser muito rápido e ele é capaz de pular alto, também está equipado com metralhadoras e mísseis. 3: Augensterm é um veículo estranho de 4 patas que andam no teto e no chão (mais especificamente, 2 patas no teto e 2 no chão), pode ser meio lento, mas a posição de seu visor dificulta os inimigos acertarem um tiro e no lugar das granadas, ele tem um arpão poderoso que atinge os inimigos à direita, assim como boa parte dos veículos da série, tem metralhadoras equipadas. Todos estes veículos são divertidos de usar e consigo encaixá-los numa lista de melhores veículos de Metal Slug.
Fase 4-3: Dificuldade
Os 2 últimos jogos não estavam com uma dificuldade consistente ou balanceada, mas será que a do 5 está agradável? Nas primeiras 2 fases, a dificuldade está ideal, com um posicionamento decente de inimigos e os tiros dão um bom espaço para desviar, por enquanto a dificuldade está balanceada, não tão generosa mas não tão rigorosa, pelo menos até a chegada do segundo chefe, cujos padrões de tiro ocupam quase a tela inteira e dão pouco espaço para desviar. Na terceira fase a dificuldade dá uma diminuída em relação ao chefe da anterior, o mesmo não pode ser dito da quarta fase, onde não só o chefe, como também os inimigos, tem padrões de tiros que te dão pouco espaço para desviar. A dificuldade deu uma melhorada em relação aos anteriores, mas ainda não está como deveria e não é tão justa quanto os 2 primeiros. Antes de tudo, saibam que difícil e injusto são coisas diferentes, é tipo crocodilo e jacaré, podem parecer iguais, mas não são.
Fase Bônus: Seleção de Personagens 
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Trevor e Nadia, do Game anterior,foram retirados e voltaram com Tarma e Eri, os 4 personagens não tem diferença, é só escolher um que você goste e pronto. Apenas comentarei sobre a arte dos personagens que está muito zuada, não está ruim só que não está exatamente prazerosa aos olhos: O Marco está parecendo um assediador, Eri parece uma adolescente rebelde que foi pra prisão, Tarma parece ser um assediador que nem o Marco, mas tá fracassando miseravelmente e a Fio está parecendo uma Nerd desajeitada. Que venha o verídico.
Fase Final: O Verídico 
Prós: 
+ Gráficos bons 
+ Trilha sonora empolgante 
+ A jogabilidade continua boa 
+ Os novos veículos são excelentes 
Contras: 
- A dificuldade não está do jeito que deveria 
Nota Final: 
8.5 
Resumindo: Metal Slug 5 é bem injustiçado, os gráficos continuam bons, a jogabilidade continua divertida e a trilha sonora é uma das melhores da série, mesmo que a dificuldade não se iguale com os 2 primeiros, ainda é mais agradável que os 2 últimos. Alguns fãs não gostaram do clima sério do 5, eu pessoalmente não liguei muito pra isto. De todos os Metal Slug, ele é o mais frenético e mesmo não sendo tão bom quanto os primeiros, ainda é muito bom e vale a pena jogar ou dar uma chance. 
O que acha de Metal Slug 5? Gostou das mudanças de estilo? Gostou da postagem? Comente e compartilhe nas redes sociais, Mission Complete!

domingo, 19 de agosto de 2018

Personagens astrocinéticos no mundo dos Games

Olá, povo que gosta de olhar as estrelas no céu da noite, tudo bem? Alguns de vocês provavelmente já ouviram falar de telecinese (o poder de controlar objetos com a força da mente), mas vocês sabem o que é astrocinese? astrocinese é o poder de controlar estrelas como bem entender, usando para ataque ou defesa, seja invocando estrelas para algum propósito ou canalizando a energia delas para o uso de alguma habilidade. A função de um poder cinético é justamente controlar um objeto ou elemento com algum tipo de força, astrocinese não é um poder frequente em qualquer mídia e este fato me deu ideia para esta postagem e só para não fugir do foco em Games, citarei personagens de Games com este poder. 
Lembrete: Nesta lista só entram personagens de Games que joguei, se você lembrou de algum personagem com este tipo de poder que não está na lista, provavelmente não deve estar por que esqueci de colocar ou por não ter jogado seu respectivo jogo, apenas personagens originados de Videogames estão aqui, personagens que originaram em Mangás, filmes ou desenhos não entram e astrocinese não é só um poder relacionado às estrelas, pode ser qualquer coisa a ver com o espaço sideral. Chega de perder tempo que a postagem vai começar! 

Nada mais justo do que começar com um personagem de um jogo que me deu ideia para este tema. Disgaea é uma série de jogos de RPGs táticos, mas isto não é relevante agora, a série tem 4 categorias de magia elemental; fogo, vento e gelo, a quarta categoria de magia elemental é estrela, que é um elemento neutro comparado com os outros 3. Apesar disto, dentre a boa parte dos personagens com ataques listados neste elemento, não vejo nenhum que tenha alguma animação que condiz com a categoria. O personagem que mais chegou perto disto é do único Disgaea que joguei (o 5). 
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Izuna não é uma personagem importante no jogo, é daquele tipo de personagem que aparece uma vez e nunca mais é mencionada (apesar dela entrar para o grupo de personagens jogáveis), nem original ela é, a aparência dela é a mesma da classe Nine-Tails com uma paleta de cores diferentes, já que mencionei o fato dela ser uma classe do jogo com outras cores, só pode significar uma coisa: As magias dela também são a mesma coisa. A classe Nine-Tails tem 4 habilidades únicas e 3 delas são listadas como elemento estrela, mesmo assim, as animações não condizem com a categoria elemental, então porque ela entrou na lista? antes de tudo, devo explicar sobre uma mecânica introduzida em Disgaea 5 que não está em outros jogos da série: Disgaea 5 introduziu uma mecânica chamada de Overload, que é uma magia poderosa que apenas os personagens considerados como Overlord (para quem não manja de Disgaea, Overlord é a categoria de demônios mais poderosa da série) podem utilizá-la 1 vez por batalha. A Overload da Izuna chama-se Comet Disaster, isto faz com que ela invoque uma chuva de estrelas em todos os inimigos na área. Em questão de história, só posso dizer que ela é a princesa de um "reino" chamado Dragon Fang. Mesmo boa parte de seus golpes considerados como magia estelar não condizer com o que deveria, deixo ela na lista do mesmo jeito. 

Não é todo dia que comento sobre minha Waifu (meu interesse romântico fictício). Quando Super Mario Galaxy lançou em 2007 para o Nintendo Wii, introduziu uma nova personagem à série Mario e além de eu ter uma certa quedinha, ela se encaixa com o tema da postagem.
Rosalina aparenta ser algum tipo de entidade cósmica que reside num observatório no meio do espaço e é uma figura materna para as Lumas (uma raça de estrelas no jogo). Em Mario Galaxy não há tantas demonstrações de sua astrocinese além do final do jogo (sem Spoilers), aliás, foi ela que deu para o Mario os poderes estelares que são usados na jogabilidade, mas as suas demonstrações de astrocinese são mais evidentes no Super Smash Bros de Wii U e 3DS. Todos os ataques normais dela saem estrelas (sei que é apenas enfeite, mas e daí?), suas voadoras e Smash Attacks saem galáxias (não me pergunte como), ela luta acompanhada de uma Luma e no Final Smash (super híper mega ultra golpe especial para os ignorantes) ela invoca uma estrela gigante que atira estrelinhas. De todos os personagens na lista, ela é a que está mais relacionada com as estrelas e por isto coloco ela aqui.

Se você acompanha o meu Blog, sabe que eu amo a série Kirby e ele talvez pudesse entrar na lista, já que quando cospe um inimigo que engole, vira uma estrela e em boa parte de seus jogos, Kirby ganha alguma arma relacionada com estrelas, mas já que ele absorve e ganha as habilidades de qualquer um, me parece injusto colocá-lo na lista, então decidi colocar...
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Nightmare. Só de olhar pra ele dá para deduzir por que ele está aqui, sua capa tem desenhos de estrela e dentro dela tem uma galáxia, mas não é só por isto que ele está aqui. Na batalha contra Nightmare (Spoiler, ele é o último chefe e também este trecho da postagem terá vários Spoilers de Kirby's Adventure), ele está constantemente atirando estrelas e lutamos contra ele no espaço e é irônico que em sua batalha, Kirby está usando uma varinha que atira estrelas. Sim, o motivo dele estar na lista é meio bobo, mas se tem alguma habilidade a ver com estrelas com certeza está na lista. Nightmare é uma entidade capaz de provocar pesadelos em qualquer um (o nome dele literalmente é pesadelo em inglês) e ele planejava dominar Pop Star (o planeta onde a maioria dos jogos do Kirby passam) através disto, mas não pode porque foi impedido e além de ser um dos principais vilões de Kirby's Adventure, também é um dos principais vilões do Anime do Kirby (sim, Kirby teve um Anime que é decente). Independente dos motivos dele estar aqui serem bobos, ainda é um personagem com astrocinese.

Estava pensando em colocar um Pokémon na lista, juro que foi um pouco trabalhoso achar um Pokémon que possa ser considerado como um astromante (como são chamados os usuários de astrocinese) e o que mais chegou perto é um dos Pokémon (escrevi sem plural, feliz agora?) lendário da sétima geração.

Solgaleo é o lendário da versão Sun (esta é a versão que tenho e a outra disponível é a Moon), ele tem os tipos metálico e psíquico, está catalogado na Pokédex como Pokémon Solar, é de outra dimensão e no passado teve o apelido de "a besta que devora o sol". Se você está se perguntando o que isto a ver com estrelas, você provavelmente não é bem informado(a), o sol é uma estrela e boa parte da população deste planeta chamado Terra sabe disto. Através de métodos artificiais (não me refiro a Hackear), ele pode ser capaz de usar Sunny Day (Dia Ensolarado) e Solar Beam (Raio Solar), os golpes que ele aprende naturalmente são Cosmic Power que é um escudo de estrelas e seu golpe exclusivo chamado Sunsteel Strike, canaliza a energia solar para dar uma poderosa investida e seu Z-Move (mecânica introduzida em Sun & Moon) exclusivo chamado Searing Sunraze Smash é uma versão mais poderosa do Sunsteel Strike. Talvez tenha outros Pokémons que se encaixem nesta lista, mas Solgaleo na minha opinião é o que mais se encaixa.

A franquia que mais achei personagens astrocinéticos é a série de Games Puyo Puyo (é um daqueles jogos estilo Tetris), ao fazer combos com algum personagem, ele(a) faz alguma magia e encontrei 4 personagens que se encaixam na lista e a última personagem da lista é esta.
E se eu te dissesse que o nome dela é apenas Bruxa? (nota 10 pela criatividade do nome). Estava em dúvida se a colocava na lista, pois ela é geralmente uma adversária de nível avançado e por que a inteligência artificial dos primeiros jogos da série (1 e 2, os poucos jogos da série que joguei) apela muito para os combos, mas joguei o Puyo Puyo Sun com o meu primo no modo Versus e ela estava na tela de seleção de personagens, então ela entra. Suas habilidades astrocinéticas são: invocar meteoros, buracos negros (buracos negros surgem de estrelas para quem não sabe), escudos de estrela e lançar estrelas de sua vassoura. Em questão de história ela não tem muito a comentar, só que em personalidade, dá para dizer que ele é hiperativa, encrenqueira e orgulhosa. Outros personagens de Puyo Puyo como Klug, Sig e Feli poderiam ser candidatos para esta lista, só que decidi colocá-la não só por seus poderes serem mais relacionados com o tema, como também por eu nunca ter jogado um Puyo Puyo moderno (exceto a Demo do Puyo Puyo Tetris que o mesmo primo mencionado tem).

Já sabia da existência da astrocinese? Conhece algum personagem com este poder (pode ser de qualquer mídia)? Gostou da postagem? Comente e compartilhe nas redes sociais, (pegando carona numa cauda de cometa para ver a via láctea).

domingo, 12 de agosto de 2018

Survival Mode: Metal Slug 4 (Arcade)


Metal Slug 4 flyer
Olá, exército, tudo bem? Continuando com a minha maratona Metal Slug (estou fazendo análise dos jogos da série até 6, para quem não sabe), farei hoje uma análise da ovelha negra da série principal de Metal Slug. 
1 ano após a falência da SNK (2001-2002), a Mega Enterprise (uma empresa coreana que distribuía os jogos da SNK por lá) adquiriu os direitos para fazer um novo Metal Slug e uma empresa chamada Noise Factory publicou o jogo. Muitos fãs consideram este o Metal Slug mais fraco da série principal, mas será que é mesmo? é o que veremos. 
Fase 1: Enredo 
1 ano depois do jogo anterior, um misterioso vírus de computador ameaça destruir os sistemas de computador militares de qualquer nação, este vírus foi criado por um grupo chamado ame deus (me desculpe se este piada te ofendeu) Amadeus que aparenta ser liderado por General Morden (sempre ele) Eri foi enviada para uma investigação em um certo lugar e Tarma foi enviado para liderar um esquadrão (sabe o que isto significa? não dá mais para jogar com eles, é uma pena para os fãs de Tarma e Eri), pelo menos sobraram Marco e Fio que vieram com a ajuda de Leon de cabelo branco Trevor Spacey não tenho ideias para esta piada Nadia Cassel. Sei que o enredo não é o forte de Metal Slug, mas digo que este roteiro é meio fraco. 
Fase 2: Gráficos 
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Mesmo com alguns aspectos reciclados como os Sprites dos personagens, posso dizer que os gráficos melhoraram um pouco, isto é perceptível nos cenários mais coloridos e menos embaçados do que nos Metal Slug anteriores, tanto os cenários quanto os personagens ainda são detalhados, mesmo assim, tem algo nos cenários que devo reclamar: as fases não são inovadoras. Ao olhar pros cenários do 4 e olhar os cenários dos Metal Slug anteriores, você percebe que os cenários reciclam os mesmos temas dos outros jogos da série (cidades, campos de batalha  ETC.), não é só a estética das fases que são parecidas, o Level-design também, as partes finais da segunda fase tem trechos com o mesmo formato dos finais da segunda e da quarta fase do Metal Slug 1. As animações ainda continuam com a mesma qualidade, não preciso colocar um Gif para demonstrar a qualidade, pois se você viu as minhas análises dos outros Metal Slug, já sabe como são. Tirando os pontos negativos de lado, o jogo continua bonito até hoje, mesmo reutilizando aspectos dos jogos anteriores.
Fase 3: Som 
Começando com a trilha sonora. Na mina opinião, as músicas do 4 tem uma composição levemente melhor que a do 3, mesmo achando que algumas músicas do 3 são bem superiores as do 4, elas ainda continuam legais de ouvir, como o tema mais militar da segunda fase e a mais sombria da quarta fase, algumas delas mesmo sendo legais, não se encaixam tanto com a ação rolando na tela, como o tema da primeira fase:
 
Sinceramente, acho que esta música parece mais uma abertura de um seriado policial do que uma guerra cheia de tiroteio, mesmo assim, ela não é ruim e uma coisa te garanto, considero o tema da última fase como a melhor música da série. Os efeitos sonoros continuam os mesmos, ainda são legais de ouvir e ainda continuam com uma qualidade limpa, tem alguns que são novos, só que não estou afim de apresentá-los.
Errata: A música que coloquei é na verdade da terceira fase, muitos de vocês não sabem como é colocar um vídeo do Youtube no Blog, nem todos os vídeos do Site estão disponíveis e as vezes não dá para saber se é de boa qualidade ou não e por ter mencionado que nem todos os vídeos de lá estão disponíveis, pode ter alguma situação em que você encontra alguns para colocar na postagem e quando vê no Youtube tem mais opções do que imagina.
Fase 4-1: Controles 
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A jogabilidade e os controles continuam os mesmos, só que desta vez, o jogo utiliza todos os 4 botões dos Arcades Neo Geo (a placa de Arcade em que o jogo foi feito), aliás, é claro que estou fazendo análise da versão de Arcade, também tem versões para o PS2 e os controles não são os mesmos. Para quem não viu as minhas análises dos Metal slug 1,2 e 3, o analógico controla os personagens e a direção dos tiros, o botão A serve para atirar, o botão B é o pulo, o botão C arremessa as granadas (lembre-se que a quantidade é limitada) e o botão D só é utilizado enquanto o personagem está dentro de um veículo, ao apertá-lo o personagem sai do veículo e o veículo que estava em uso explode, também dava para fazer isto nos jogos anteriores ao apertar o botão de pulo junto com o analógico para baixo, mas aqui decidiram facilitar com o apertar de um botão. Os controles ainda continuam funcionais e o jogo ainda é divertido, caso queira jogá-lo no Multiplayer, te garanto que a diversão será muita.
Fase 4-2: As "Poucas" Armas
Aqui não entram só as armas,também entram transformações e um item.
A única arma nova é a 1: 2-Machine Gun, de todas as armas que apareceram na série, esta é a primeira a ter um visual diferente (se pelo menos excluirmos a Fire Bomb, Stone, Mobile Satellite e Thunder Cloud), pois as outras armas usavam o mesmo Sprite da Heavy Machine Gun, esta arma, digo... estas armas são duas sub-metralhadoras que são mais fortes e cabe mais munição do que a Heavy Machine Gun, a única desvantagem é que não dá para atirar nas diagonais que nem a já citada Heavy Machine Gun. A única transformação nova é o 2: Macaco, ao ser atingido pela bala de um cientista na última fase, o personagem vira um macaco, esta forma é lenta no chão, mas consegue se pendurar em certos locais e isto é divertido, vale lembrar que dá para atirar com os pés enquanto se pendura nestes "certos locais". Uma nova mecânica introduzida neste jogo é a de 3: Combo, ao pegar uma medalha aparecerá uma barra e quando esta barra está ativa, mais pontos são acumulados, não há nada de especial nisto.
Fase 4-3: Veículos 
Nenhum dos veículos anteriores (exceto o tanque Metal Slug e o Slugnoid) retornou e o primeiro veículo novo é o 1: M-15A Bradley, este veículo era exclusivo dos inimigos nos Metal Slug anteriores, agora podemos saber como é pilotar um veículo inimigo, é um tanque com metralhadoras capaz de pular e atirar misseis em arco. 2: Metal Claw também é um veículo que era exclusivo dos inimigos, é um tanque com metralhadoras e misseis que é capaz de pular alto, ele tem um escudo na parte da frente, fazendo dele o veículo mais resistente da série (demora 6 tiros para destruir, os outros veículos demoravam de 3 a 4). A 3: Walking Machine é o veículo mais bizarro da série, parece um homem-aranha zumbi robô, ele pula alto e não te dá defesa extra. Já pensou em usar uma 4: Empilhadeira com veículo de combate? este veículo também não te dá defesa extra e é um dos poucos veículos a não ter metralhadoras (ao invés disto, usamos as nossas armas normais), no lugar das granadas, a empilhadeira estica os seus garfos e isto consegue matar qualquer coisa com 1 só acerto e assim aprendemos uma valiosa lição: empilhadeiras são mais letais do que parecem.
Fase 4-4: Dificuldade 
Metal Slug 4 é o segundo mais difícil da série, só perde para o 3, a dificuldade não é tão inconsistente quanto a do 3 (leia a minha análise deste jogo para mais detalhes) e mesmo sendo levemente mais fácil que o antecessor, há momentos em que o jogo fica mais injusto que o 3. Assim como o anterior, também tem momentos que tem mais inimigos na tela do que deveria (claro que faz parte do desafio, mas pelo menos faça um desafio justo) e isto significa que os tiros ocupam quase a tela inteira com pouco espaço para desviar (pelo menos no 1 e no 2 os tiros não ocupavam toda a tela) e um exemplo disto é o chefe da segunda fase, ele é uma espécie de torre e a arena da luta é claustrofóbica, a torre dá tiros largos que ocupam boa parte da tela e somando com o cenário apertado, te faz perceber que a dificuldade não é bem feita (se este exemplo não te convenceu, compare com os primeiros Metal Slug e você verá a diferença) e não é à toa que considero ele mais difícil que o chefe da quarta fase.
Fase Bônus: Seleção de Personagens 
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Só quis mencionar para ver se você escolhe algum quando for jogar e falar a respeito da arte dos personagens, agora os personagens na tela tem um estilo Anime caprichado, ao contrário dos outros 2 jogos, na há nada para zoar nas artes (não me entenda mal, eu também gosto das artes originais, mas é inegável que os rostos deles eram estranhos). Que venha o verídico.
Fase Final: O Verídico 
Prós: 
+ Gráficos bons 
+ Trilha sonora legal 
+ A jogabilidade continua divertida 
+ A 2-Machine Gun e o macaco são legais 
Contras: 
- Cenários reciclados 
- Dificuldade desbalanceada 
- Os momentos que deveriam ser empolgantes, acabam não sendo (esqueci de comentar sobre isto) 
Nota Final: 
7.8 
Resumindo: Sim, ele é o mais fraco da série principal, mas não é um jogo legitimamente ruim, os gráficos mesmo com aspectos reciclados de seus antecessores conseguem ser bonitos, a trilha sonora é legal, a jogabilidade ainda é a mesma e continua boa e mesmo com alguns saltos injustos na dificuldade, o jogo é divertido. Não é o melhor da série e nem o melhor Metal Slug para começar a jogar, mas vale a pena jogar para conhecer. 
Acha o Metal Slug 4 ruim ou injustiçado? Qual foi a sua reação ao ver os novos personagens? Gostou da postagem? Comente e compartilhe nas redes sociais, Mission Complete! 
PS: Eu sei que não tem nada a ver com o jogo e foi uma mera coincidência postar no dia dos pais e não só para o meu pai, como também para todos os pais que estão lendo esta postagem, desejo um feliz dia dos pais.