domingo, 26 de abril de 2020

Top 10: Meus jogos favoritos do Neo Geo (especial de 30 anos do Neo Geo)

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Olá, povo que gosta do Neo Geo, tudo bem? Apesar de eu ser mais conhecido pelo meu lado Nintendista, tenho demonstrado em várias análises o meu gosto pela plataforma Neo Geo, mas sabem o que exatamente é o Neo Geo? O Neo Geo é uma placa de Arcade (corrija-me se estiver errado) criada pela SNK que funciona via cartuchos e que ao mesmo tempo (pelo menos no Japão) veio com uma versão caseira que compartilhava o mesmo Hardware (imagem acima). 26 de Abril de 1990 foi o dia em que o Neo Geo foi lançado, tanto o Arcade quanto a versão caseira, e neste ano ele completa 30 anos. Por isso, não há nada melhor do que celebrar esta ocasião com uma lista dos meus 10 jogos favoritos do sistema (pelo menos para mim). Então coloquem fichas na máquina, que o jogo vai começar!
Lembrete: Como a lista é dos meus jogos favoritos e, portanto, completamente pessoal, pode ser que algum jogo que você gosta não esteja nela, pode ser também que você não fique satisfeito(a) com a posição de um deles, lembre-se que é a minha opinião e ela se difere das demais.

A série The King of Fighters é com certeza a série de Games mais conhecida do Neo Geo e apesar de não ser um dos meus Games favoritos de todos os tempos, eu ainda gosto desse jogo e é o meu favorito entre os que lançaram para o Neo Geo.
10: The King of Fighters '98 (1998) 
A quinta edição do KoF é uma das favoritas dos fãs. O sistema de combate é basicamente o mesmo do 97, só deixa as mecânicas e os personagens mais balanceados, ainda apresentando o mesmo sistema de times de 3 contra 3, os gráficos são bem bonitos e coloridos, quase todos os personagens dos jogos anteriores estão presentes (os personagens que faltavam apareceram no Remake sub-intitulado de Ultimate Match) e mesmo que a trilha sonora tenha sido reciclada dos anteriores, continua boa. Com tanto capricho na produção, não é à toa que KoF '98 é um dos favoritos entre os fãs.

Art of Fighting é uma série de jogos de luta bastante injustiçada, ela foi acusada de ser cópia de Street Fighter por ter alguns personagens parecidos, mas se diferenciava bastante dos jogos da luta em rua (Street Fighter em português) e teve inovações que contribuíram muito para o gênero de Games de luta (inclusive alguns personagens de Art of Fighting apareceram no KoF). O meu favorito da série é o terceiro.
9: Art of Fighting 3 - The Path of the Warrior (1996) 
Art of Fighting 3 - The Path of the Warrior arcade flyer.jpg
Art of Fighting 3 mantém o combate metódico e estratégico da série. Os gráficos são extremamente bonitos, não só pelos cenários coloridos e detalhados, mas também pelas animações fluidas dos personagens, as músicas não são ruins, mas podiam ser melhores, os personagens novos não tem tanto carisma e os únicos personagens retornantes dos anteriores foram os protagonistas Ryo e Robert. Falando assim, parece que o jogo é ruim, mas ele está longe de ser (tem gente que não gosta, mas isso é outro assunto), ainda é um jogo de luta divertido e funcional e mesmo entendendo porque algumas pessoas não gostam, ainda me divirto.

Eu não sou muito ligado em jogos de nave, mas jogo alguns de vez em quando e um jogo desse tipo que adorei foi esse aqui.
8: Blazing Star (1998) 
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Blazing Star é a continuação de Pulstar. Em relação ao anterior, Blazing Star reduz a dificuldade, mas ainda não deixa de ser um jogo bastante desafiador e cheio de tiros e explosões na tela (eu não tive paciência para jogar Pulstar porque quando a personagem morre, você volta para um Checkpoint ou pro começo da fase quando dá Continue). A jogabilidade é bem padrão para jogos do gênero, mas não deixa de ser boa e mesmo sendo padrão, ainda tem seus diferenciais como uma versão dos tiros carregados que pega quase tudo pela frente, mas que causa pouco dano e 6 personagens jogáveis que são muito diferenciados em seu estilo de jogo (ex: Kaoru pode obter um escudo que bloqueia projéteis vindos de frente, JB é rápido, mas tem tiros com padrões erráticos e sua versão alternativa do tiro carregado só atinge inimigos que estão por trás ao invés de frente), a trilha sonora é ótima (apesar das músicas durarem uns 40 segundos) e os gráficos pré-renderizados são muito lindos. Mesmo sem inovações, Blazing Star consegue ser um jogo bem caprichado.

Fatal Fury não foi só uma das primeiras séries de Games de luta da SNK, como também uma das séries mais emblemáticas do gênero (só pra ter noção, o protagonista Terry Bogard apareceu em Smash Bros Ultimate como personagem jogável, para mostrar o quão importante é) e mesmo com tanto legado, nunca fui muito fã dela, mas o último jogo dessa série caiu no meu gosto e se tornou um dos meus jogos de luta favoritos.
7: Garou - Mark of the Wolves (1999) 
Garou: Mark of the Wolves | SNK Wiki | Fandom

Apesar de não levar o nome Fatal Fury (o jogo só leva esse nome na versão de Dreamcast), Garou é o nono e último jogo dessa série. Boa parte do elenco de personagens anterior foi substituído por algum filho, aprendiz, conhecido ou personagem novo (exceto o Terry), só que diferente do Art of Fighting 3, estes personagens tem o seu carisma. Apesar das simplificações do combate (ex: removeu os múltiplos planos nas arenas e as sequências de golpes são as mesmas para cada personagem), o combate continua profundo e o que mais chama atenção neste jogo são os gráficos, porque são um dos mais belos, coloridos e detalhados do Neo Geo e os desenvolvedores conseguiram tirar proveito do Hardware de uma forma que parecia quase impossível. Sendo um jogo de luta acessível, profundo, detalhado e caprichado, Garou foi uma bela carta de despedida de Fatal Fury.

Eu sou um grande fã de Bomberman, detonar inimigos e blocos usando bombas em cenários labirínticos é extremamente divertido e há um jogo dessa série tão querida no Neo Geo.
6: Neo Bomberman (1997) 
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Neo Bomberman é um Bomberman tradicional que foi lançado para o Neo Geo MVS (em outras palavras, o Arcade, já que nunca foi lançado para a versão caseira do Neo Geo conhecida como Neo Geo AES). A mesma jogabilidade da série ainda está aqui, com os cenários labirínticos, bombas, modo campanha e modo Multiplayer, os gráficos são bons e apesar da trilha sonora ser boa, as músicas poderiam ser melhores. O Game apresenta várias similaridades com Super Bomberman 4, como montarias diversificadas, a capacidade de carregar vários ovos e até a presença de Honey e Kotetsu (a Cowgirl e o Samurai), estas semelhanças não são à toa, já que Neo Bomberman foi desenvolvido pela mesma equipe do Super Bomberman 4. Ser um Bomberman genérico não tira o mérito desse Game, se me divirto com ele já é o bastante.

É evidente que os jogos do Neo Geo são de gêneros que são prominentes nos Arcades e um destes gêneros que estranhamente não tem muita representação no Neo Geo é o Beat 'em up/Hack and Slash, que para quem não sabe, são jogos em que você anda e bate/corta tudo que vê pela frente e um destes poucos Beat 'em ups/Hack and Slashes que o Neo Geo recebeu é um dos meus favoritos do gênero
5: Sengoku 3 (2001) 
SENGOKU 3 - Neo Geo () rom download | WoWroms.com
Apesar de ser tecnicamente uma sequência numerada, Sengoku 3 não tem nada a ver com os outros dois (Sengoku 1 e 2 eram jogos bem mais ou menos ). Os gráficos e a trilha sonora são ótimos, mas isso é detalhe em comparação à jogabilidade, que é o seu ponto forte. Em questão de jogabilidade, poderia dizer que é um Beat 'em up/Hack and Slash padrão, se não fosse pelo sistema de Combos que lhe permite encaixar qualquer golpe em qualquer sequência, assim possibilitando reflexo e criatividade na hora de atacar. Sengoku 3 não é só um dos melhores Beat 'em ups/Hack and Slashes que já joguei, como também um dos jogos de Neo Geo que eu mais adoro.

Metade desta lista é formada por jogos de luta e não é à toa, já que o Neo Geo apresenta uma grande variedade de jogos de luta e esse aqui, juntamente com Garou é um dos meus favoritos do console.
4: Waku Waku 7 (1996) 
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Waku Waku 7 é um jogo de luta que faz paródia de várias coisas, desde The King of Fighters até Indiana Jones. Sei que está ficando repetitivo dizer isso, mas o jogo tem gráficos ótimos, trilha sonora boa e um combate bem legal, apesar de ser desbalanceado. As suas características mais marcantes são o bom-humor e os personagens carismáticos, com seus diálogos malucos, visuais excêntricos e paródias. Não é só o sistema de combate que me fez gostar desse jogo, a apresentação dele o torna especial e por isso, Waku Waku 7 é um Game de luta que merece respeito.

Já fiz análise deste Game aqui no Blog, mas não faz mal mencioná-lo de novo.
3: Zupapa! (2001) 
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Zupapa foi o último jogo de Neo Geo lançado pela SNK antes de falir e ser ressuscitada por ter sido comprada pela Playmore. A sua jogabilidade é baseada em Bubble Bobble, mas não deixa de ser divertida, tem gráficos belos e o único defeito que vejo é a trilha sonora, ela não é ruim, mas podia ser melhor. Não há muito que comentar, porque já mencionei o necessário na análise deste jogo aqui no YanserGamer94 e se quiser vê-la, clique/toque em 2017 e depois em janeiro (se estiver lendo pela versão da Web). Sendo um jogo bem divertido, carismático e desafiador, Zupapa é uma adição bem-vinda nessa lista.

Nunca fui muito chegado a Games de Puzzle, mas não é que eu os ache ruins, é que as minhas experiências passadas com Tetris geraram um preconceito com jogos desse gênero em mim, já que nunca gostei de Tetris. Ao contrário de Tetris, esse aqui eu adoro.
2: Magical Drop 3 (1997) 
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Magical Drop 3 é só mais um jogo de Puzzle em meio a tantos outros, o que o faz tão especial? Suas animações são boas, tem um trilha sonora legal e o que faz dele especial é a jogabilidade. Diferente de Tetris, nós não empilhamos blocos em fileiras para detoná-los, aqui é necessário pegar e estourar pedras da mesma cor (não jogue se tiver daltonismo) para mandá-las aos inimigos e lotar o campo deles com essas pedras. Você ainda não está convencido(a) do que o faz tão especial? acontece é que Magical Drop não envolve apenas organização, também envolve pensamento rápido (em Tetris também, só que em MD envolve mais ainda) e reflexo, o que torna as partidas bastante frenéticas. O único defeito que enxergo são as remoções de conteúdo que fizeram na versão americana, fora isso, Magical Drop 3 é um jogaço.

Antes de mostrar o primeiro lugar, veja as
Menções Honrosas: 
Super Dodge Ball (1996), Windjammers (1994) e Battle Flipshot (1998): Estes são jogos diferentes, com propostas diferentes, feitos por empresas diferentes, mas que tem algo em comum; eles são jogos onde você simplesmente joga algum objeto nos personagens ou em suas bases (Battle Flipshot você destrói as bases do inimigo rebatendo uma bola, Windjammers você joga um disco na base do adversário e Super Dodge Ball é queimada) e os 3 são tão divertidos que não consegui decidir qual eu colocaria na lista. 
Ghostlop (1996?): Eu sei que esse jogo foi cancelado, mas foi completo o suficiente para ser jogável e é um jogo de Puzzle divertido. Se quiser saber mais detalhes leia a minha análise desse jogo. 
Shock Troopers - 2nd Squad (1998): Os fãs preferem o primeiro, só que eu prefiro o segundo porque ele é mais rápido e os personagens são mais diferenciados do que no anterior, já que eles tinham poucas diferenças no primeiro (o Shock Troopers 1 ainda é um ótimo jogo, não quero tirá-lo desse mérito). 
Ninja Masters (1996): Mais um jogo de luta que tem uma jogabilidade boa, bons gráficos e sua temática de Ninjas é interessante. 
Twinkle Star Sprites (1996): Parece uma ideia estranha misturar um jogo de nave com um jogo de Puzzle competitivo, mas essa mistura acabou resultando em um jogo muito divertido. 
Aggressors of Dark Combat (1994): Joguei pouco esse jogo, mas achei interessante que ele, um jogo de luta, misture elementos de jogos de luta tradicionais com os de Beat 'em Ups
Andro Dunos (1992): Também joguei pouco esse jogo, mas achei que é um jogo de nave bem divertido e com uma ótima trilha sonora. 

Em 2018, fiz uma maratona de Metal Slug aqui no Blog, onde escrevi análises de cada Metal Slug da série principal (já tinha feito uma do Metal Slug 1 antes da maratona, não fiz uma do X por ele ser outra versão do 2 e não fiz uma do 7 pois eu tinha feito as análises baseando na coletânea Metal Slug Anthology, mas você já entendeu o ponto) e dando minhas opiniões sobre eles. O meu favorito da série é o segundo 
1: Metal Slug 2 (1998) 
Metal Slug 2 arcade flyer.jpg 
Metal Slug 2 é uma ótima sequência. Seus gráficos continuam ótimos, a trilha sonora é uma das melhores da série, tem uma dificuldade elevada que não é impossível e apesar da jogabilidade continuar a mesma, ainda continua excelente e ainda por cima, trouxe novos veículos, armas e transformações (esse foi o primeiro Metal Slug a ter transformações). Tem gente que reclama da performance lenta em alguns trechos do jogo, mas não me incomodei e acho que este problema pode deixar algumas partes mais fáceis (dizem que há males que vem para o bem, não é?). Também há o Metal Slug X, que é uma versão que corrige esses tais problemas na performance, adiciona novas armas e veículos e deixa o jogo mais difícil, também é um ótimo jogo, mas tenho preferência pelo 2 por ser o que mais jogo bem. Sendo uma ótima sequência, um ótimo jogo de Run and Gun (correr e atirar) e uma ótima experiência, Metal Slug 2 é o meu jogo favorito do Neo Geo! 

Quais são seus jogos favoritos do Neo Geo? Já chegou a jogar um jogo dele seja em emulador, Arcade ou console? Gostou da postagem? Comente e compartilhe nas redes sociais, Feliz aniversário de 30 anos do Neo Geo!

quarta-feira, 8 de abril de 2020

Games para jogar durante a quarentena

Olá, povo que se isola na própria casa por causa de uma pandemia, tudo bem? O Covid-19 (nome da doença disseminada pelo Coronavírus) está assolando o mundo hoje em dia e é claro que com algo tão perigoso à solta, as pessoas estão se isolando dentro de suas próprias casas como forma de quarentena. Por isso, decidi fazer uma lista de jogos para jogar enquanto as pessoas estão de quarentena. Então lavem e passem álcool gel nas suas mãos porque é hora de passar o tempo jogando e evitar ser contaminado(a).
Lembrete: Os jogos que eu decidi colocar na lista são jogos Single-Player que apresentam bastante conteúdo para você poder passar o tempo e continuar jogando por horas. Se o jogo for Multiplayer, só se for Online, já que com as pessoas se isolando em suas casas, contato físico não é algo tão adequado para a situação. Por fim, nesta lista só entra jogos que eu joguei.

Jogos de mundo aberto são uma boa escolha para passar o tempo, já que são jogos que incentivam explorar os cenários, são longos e tem muita coisa a se fazer, mas eu não tive muito contato com esse tipo de jogo, então escolhi um que joguei e adorei.
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The Legend of Zelda: Breath of the Wild é o décimo oitavo jogo da série Zelda e ele fez uma mudança um tanto quanto drástica na estrutura de Zelda. Ao invés de simplesmente achar um calabouço, pegar um item e resolver lutas e inimigos dentro dele com este item, o foco é mais na exploração e interação com o mundo. A liberdade que o jogo proporciona é incrível e o que você acha que pode funcionar funciona, como por exemplo: se você queimar plantas, o fogo vai se espalhar e é possível voar de asa delta por cima do fogo graças ao ar quente, dá para prender balões (ou algo parecido, pelo menos) a uma jangada e fazê-la flutuar ETC. O motivo de ter colocado este jogo na lista é justamente essa liberdade que o jogo te dá, pois há tanta coisa para fazer e tantos lugares para explorar (além do jogo ser muito longo, o que acaba não sendo um problema, já que com os trabalhos suspensos e as pessoas isoladas em suas casas, tempo livre é o que não falta), mas há um problema; este jogo só foi lançado para Wii U e Switch e o acesso a estes VideoGames é limitado aqui no Brasil, mas caso tenha um, está aqui uma boa oportunidade para jogá-lo.

Às vezes eu sinto saudades de estar ao lado de algumas pessoas que eu gosto e com esse vírus à solta, fica difícil estar perto delas e querer jogar algum jogo Multiplayer e é para esse tipo de situação que existem os jogos de Multiplayer Online, já que não preciso sair de casa ou convidá-las para minha casa.
Brawlhalla BoxArt.jpg
Brawlhalla é um jogo de luta gratuito que usa o sistema de combate da série Super Smash Bros como fonte de inspiração. Pode parecer apenas um jogo qualquer que só pegou carona na fórmula de Smash para chamar atenção, mas isso é apenas meia-verdade, já que ele introduz sistemas próprios como cada personagem ter 2 tipos de armas e a possibilidade de alterar os atributos dos personagens (mesmo que apenas em 1 ponto) e os executa muito bem. Algumas pessoas podem desconfiar que pelo jogo ser gratuito, haverá um monte de microtransações incômodas que atrapalham a experiência, mas esse não é bem o caso, já que as microtransações só envolvem cosméticos, o que não interfere tanto, já que cosméticos são só enfeites e o jogo não te força a comprá-los. Se você tiver um PC da marca Windows ou Mac, um Xbox One, um PS4 ou um Nintendo Switch e estiver a fim de jogar um jogo de luta sem precisar sair de casa, pode baixar Brawlhalla que não irá te custar nada.

Mesmo eu tendo começado a minha carreira Gamer nos PCs, não costumo muito jogar em computadores por culpa do meu pai ter falado para não baixar coisas em Sites suspeitos e por ceticismo de que o meu computador não consiga rodar os jogos que eu adoraria jogar. Apesar disso, baixei este jogo no meu PC porque soube que era bom e gratuito.
A green-haired man approaches a throne upon which sits a demonic crown. A girl and a rectangular monster float above inside bubbles.
Cave Story (ou Doukutsu Monogatari no Japão) é um jogo Indie lançado em 2004 e que foi feito por uma pessoa só (Daisuke Amaya). A estrutura da jogabilidade e progressão do jogo teve inspirações em jogos como Metroid e Mario, com várias áreas grandes para explorar, armas diferentes e grandes inimigos para enfrentar. Escrevi lá no lembrete que colocaria jogos com bastante conteúdo na lista, mas Cave Story dura aproximadamente 3-13 horas, então estou quebrando minhas próprias regras? não necessariamente, já que a duração do jogo depende da sua habilidade e mesmo que seja um tanto curto, há tantas áreas para explorar, segredos e diversão que isso não importa. Se quiser jogar, procure Cave Story no Google que você achará o Site oficial do jogo e poderá baixá-lo sem vírus e propagandas, além de ter traduções para vários idiomas, inclusive português.

Eu não sou muito chegado em jogos de simulação, mas conheço bastante gente que curte esse tipo de jogo, seja simulação de administração de cidade, vida social, voo ou qualquer coisa. Jogos de simulação são uma das opções mais comuns para jogadores passar tempo (até a minha mãe joga um jogo desse tipo) e decidi colocar não só um jogo, como também uma série de jogos que lembro de ter gostado.
Harvest Moon® | Super Nintendo | Jogos | Nintendo
Harvest Moon é uma série de jogos onde você cuida de uma fazenda e faz coisas como arar a terra, molhar plantação, alimentar e cuidar dos animais ETC. Não poderei escrever muita coisa porque não sou muito chegado a Harvest Moon, já que o único da série que eu joguei foi o Friends of Mineral Town e só lembro de ter jogado e nada além disso. Só comento que aqueles que não são familiarizados com esse tipo de jogo acha muito imbecil, mas quem é familiarizado sabe que é um jogo feito para passar o tempo e se envolver com a jogatina.

Menção Honrosa: Decidi colocar esse jogo como menção honrosa porque achei uma escolha interessante e por não ter jogado. Death Stranding é um jogo mais focado em história e essa história contém semelhanças com a situação em que estamos passando, como: uma doença incurável à solta, todo mundo confiando em serviços de entregas para evitar sair ETC.

Sabe quais outros jogos são bons para passar o tempo na quarentena? Como você se sente em relação a esta situação? Gostou da postagem? Comente e compartilhe nas redes sociais, fiquem em casa.

terça-feira, 24 de março de 2020

Youtube Underground: Master Alucard

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Olá, Youtubers, tudo bem? Eu adoro assistir vídeos no Youtube, mas há tantos canais bons disponíveis nele que passam batido por causa de outros mais famosos. Pensando nisso, mostro canais de qualidade que foram ofuscados por canais famosos neste quadro do Blog chamado Youtube Underground. Então apertem Play que as coisas talvez possam ser divertidas.

Master Alucard é um canal que faz análises de Games. A maioria dos Games que ele fala são da série Castlevania, mas ele também tem feito análises de outros jogos (agora ele está fazendo uma maratona de Megaman X, assim como fiz uma de Metal Slug em 2018) e, às vezes, ele posta um vídeo que não seja uma análise de Games. Suas análises são muito construtivas e conseguem descrever pontos positivos e negativos de forma muito sincera e livre de viés.

Mostrarei um vídeo para tirar suas conclusões, mas antes, olhe as informações adicionais:
Classificação Indicativa: 12 anos (imposta pela CEIPM - Classificação Etária Imposta Por Mim) 
Duração dos Vídeos: 5 minutos - 1 hora (há alguns videos dele que duram poucos segundos)
Frequência de Postagem: Relativamente alta (os vídeos são postados semi-semanalmente)
Número de Inscritos (até o momento): 35,9 mil 
Curiosidade do Canal: Antes do canal se chamar Master Alucard, ele se chamava Alucard MasterBoy (ainda bem que ele mudou o nome). 
Agora, assistam este vídeo para tirar suas conclusões: 
Não tem problema se o vídeo não te convenceu que o canal é bom, mas xingar os outros por gostar ou não gostar é inaceitável. 
Assista Se: Gostar de Castlevania, adorar análises bem construtivas e sinceras, estiver a fim de conhecer Castlevania ou outros jogos mais a fundo. 
Não Assista Se: Não gostar de Castlevania, não curtir análises, não estiver a fim de conhecer Castlevania ou outros jogos mais a fundo ou ser aquele esqueleto reclamão que fala "mas Alucard". 
O Que Acho Sobre: Master Alucard é um canal que tenho orgulho de ter conhecido. Suas análises são bem sinceras e ressaltam pontos negativos e positivos sem puxa-saquismo. Ele é bem dedicado em seu trabalho, seja editando seus vídeos, zerando jogos ou falando deles, Alucard manda bem no seu trabalho. Master Alucard merece respeito e ter conhecido o seu canal foi uma grande alegria. 
Já conhecia o canal? O que achou do vídeo? Gostou da postagem? Comente e compartilhe nas redes sociais, "Abração meus bons e bonitos, Valeu!" 

PS: Uma lição de vida importante que aprendi com ele é não ser igual a esse cara: 
 

sexta-feira, 13 de março de 2020

Lobisomens no mundo dos Games (especial sexta-feira 13)

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Olá, lobisomens, tudo bem? Sexta-feira 13 é um dia reservado para acontecimentos ruins, já que o número 13 é visto, em várias culturas, por dar azar, ser o dia da semana em que Jesus foi crucificado e por ter maníacos com máscaras de Hockey matando gente e fazendo "tchaca tchaca na butchaca". Pensando nesta crença de que a sexta-feira 13 é de mau agouro, decidi fazer uma postagem de lobisomens no mundo dos Games, já que, no folclore brasileiro, lobisomens surgem na sexta-feira em lua cheia. Então preparem seus batizados e balas de prata, que o bicho vai pegar, Vamos lá!
Lembrete: Nesta lista só entram personagens de Games que eu joguei, se algum personagem que você conhece não estiver aqui, é possível que eu não tenha jogado seu respectivo jogo.

Disgaea é um jogo sobre demônios e até criaturas básicas, como vampiros, fadas e  lobisomens, que são consideradas demônios. Um dos personagens principais de Disgaea 4 é um lobisomem.
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Fenrich costumava ser um mercenário até conhecer melhor uma de suas vítimas (Valvatorez, o protagonista do Game) e desde então, ele jurou lealdade absoluta a ele, a ponto de enchê-lo com elogios incessantes e não deixar ninguém chegar perto dele (ele é basicamente aquele cachorro bravo que só gosta do próprio dono e rosna quando alguém se aproxima dele). Fenrich manipula tudo e todos para dar vantagem ao Valvatorez (sim, a obsessão com ele chega a esse ponto), usando vários truques sujos, geralmente envolvendo chantagem. Em combate, ele é bem rápido e forte, com boa mobilidade. Além disso, é bom com punhos e machados, mas com pouca resistência em relação a magias. Mesmo que ele seja um manipulador cínico, Fenrich é uma figura de respeito.

Lobisomens são seres humanos que se transformam em lobos por circunstâncias acidentais, como ser mordido por ou ser o único filho depois de sete mulheres, por isso é raro encontrar um personagem que quis se tornar um lobisomem por vontade própria, e é isso que este personagem de Brawlhalla fez.
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Mordex era um caçador que fazia parte da Ordem do Leão Exaltado (sério, esse é o nome do grupo na tradução em português), até receber ordens para conduzir sua equipe até o norte para caçar um bando de lobisomens e gigantes de gelo. Ele não entrou na Ordem para fazer o bem e, sim, para ter acesso aos monstros cujo poder ele tanto almejava, o que possivelmente esclarece como ele se tornou um lobisomem e matou sua própria equipe (as informações sobre ele no jogo não falam sobre a morte da equipe, mas é bem plausível que ele mesmo tenha matado após se tornar lobisomem). Um ano depois, ele retornou para o grupo e contou uma história sensacionalista sobre como a sua equipe lutou bravamente e ele ter sido o único sobrevivente. Mordex foi reconhecido e promovido por causa desta história. A única pessoa que duvidava de sua história era Diana (outra personagem jogável de Brawlhalla), que estava em busca de um artefato amaldiçoado chamado Geminus Virens (o jogo não explicou o que é isso ou o que faz), que estava escondido em um cofre da Ordem e como Mordex é obcecado com esse tipo de coisa, fez uma emboscada e roubou o artefato dela. Assim como o Fenrich, ele também demonstra muita força e velocidade. É só trocar a proficiência com machados por foices, contudo, que tudo muda de figura. Seu maior ponto fraco é a baixa destreza (pelo que eu soube, a destreza influencia na velocidade dos ataques em Brawlhalla). A obsessão de Mordex com poder foi o que o levou ao caminho da licantropia, e já que não é uma causa muito comum para alguém se tornar um lobisomem, serve como motivo de estar na lista (além de eu ter jogado Brawlhalla).

A maioria dos lobisomens tendem a seguir seus instintos, mas há alguns que tentam suprimi-los de várias maneiras e uma das maneiras mais criativas de suprimir estas tendências ferozes está presente neste personagem do jogo Darkstalkers.
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Jon Talbain consegue suprimir os seus instintos através de Kung Fu, o que de certa forma faz sentido, já que artes marciais podem aperfeiçoar aspectos físicos, mentais, espirituais e alguns praticam como forma de aliviar estresse (eu acho). Sobre sua história, posso comentar que ele herdou o sangue que era de um lobisomem, mas se recusou a ser uma máquina de matar e decidiu viver para provar que ele pode ser parte da sociedade. Mesmo com a discriminação sobre sua identidade, ele nunca se deu por vencido e decidiu proteger aqueles que o temiam. Apesar da sua capacidade de te matar, ele tem gentileza para cuidar de seus dois filhos adotivos. Em combate ele é eficiente, já que além dos benefícios das artes marciais, ele também consegue atirar projéteis canalizando o seu Ki (energia espiritual presente nos seres vivos), se lançar em todas as direções e até usar Nunchakus (nem estou surpreso com um lobisomem com Nunchakus, já que ele é da mesma série em que tem um zumbi metaleiro e uma Chapeuzinho Vermelho com metralhadoras). Com toda a sua dedicação em fazer a coisa certa, sem se preocupar com suas origens sombrias, Jon Talbain é um lobisomem que merece respeito.

Você conhece algum personagem do mundo dos Games que é um lobisomem? O que acha deles? Gostou da postagem? Comente e compartilhe nas redes sociais, tenha uma triste feliz sexta-feira 13.

PS: Não era necessário escrever isso, mas originalmente eu colocaria 4 ou 5 personagens na lista, mas os lobisomens de jogos que joguei tinham visuais muito parecidos (exceto o Fenrich) e eu estava com preguiça de fazer a postagem, então só coloquei 3.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

Survival Mode: Gunstar Heroes (Mega Drive)

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Olá, povo que não consegui pensar em um adjetivo, tudo bem? Mesmo eu sendo alguém mais voltado para a Nintendo, há jogos da Sega que eu curto, como: Valkyria Chronicles, Crazy Taxi, Streets of Rage e Gunstar Heroes. Talvez algumas pessoas não sabiam que eu curto alguns jogos da ex-rival da Nintendo e hoje é uma boa oportunidade para demonstrar esse lado meu. Vamos lá!
Fase 1: Enredo
A história se passa na terra, mas em um futuro distante. General Grey está comandando um exército de ciborgues para caçar 4 jóias que são a chave para despertar Golden Silver (sim, a maioria dos personagens tem nomes de cores), um deus da destruição que está aprisionado na lua Gunstar Nova, para construir a sua versão idealizada da terra (esse objetivo não faz o menor sentido). Enquanto isso, os jovens Red e Blue estão tentando impedi-lo de realizar seus planos, junto com Yellow (irmã dos dois) e Brown (um cientista que desistiu de trabalhar para o exército), mas primeiro eles precisam enfrentar os 4 comandantes que estão com as jóias. O enredo só está aqui para preencher tabela, então não ligue pra ele, já que não é o foco principal do jogo.
Fase 2: Gráficos 

Como podem ver, o jogo apresenta um visual bem colorido, detalhado, com vários efeitos e Sprites sendo mostrados na tela, tantos que por ter muitos Sprites na tela, pode ser que alguns personagens e tiros fiquem piscando, aparecendo e sumindo, o que é bem incômodo (esse acontecimento de coisa sumindo e piscando se chama Flickering), mas nem sempre acontece, porque mesmo com muita coisa na tela, o jogo permanece estável (comente se eu estiver errado). Já as animações, posso dizer que são muito boas para os padrões de 1993. E, pensando bem, continuam muito boas até hoje, pois tem quadros de animação o suficiente, passam uma ótima sensação de velocidade e tem certos chefes que tem animações tão avançadas que parecem 3D. Para demonstrar este ponto irei colocar um GIF de um certo chefe do jogo, mas antes:
Se você é sensível a movimentações rápidas, aconselho que não veja este GIF para evitar que possa ter enjoo, mau-estar ou qualquer outro sintoma. 
 
No geral, considero este um dos jogos mais graficamente bonitos e avançados do Mega Drive (gráficos avançados não são necessariamente gráficos bonitos, mas conseguir equilibrar os 2 tipos de gráfico é admirável).
Fase 2: Som 
Para os padrões do Mega Drive, a trilha sonora é bem detalhada. As músicas tem esse clima de aventura futurista eletrônica e mesmo não achando essas músicas muito incríveis, admito que tem uma instrumentação detalhada e cumprem bem o seu papel, ouçam:
O que acharam?
Já os efeitos sonoros, só são decentes, a maioria deles consiste em barulhos mecânicos e tinidos, não são ruins e cumprem bem o seu papel.
Fase 3-1: Controles 
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O jogo é do gênero Run and Gun (o mesmo gênero de Metal Slug) e traduzindo o nome para o idioma português explica exatamente o que se faz nesse tipo de jogo (correr e atirar). As setas controlam a movimentação do personagem e a mira (é possível mirar nas diagonais), o botão A (o botão esquerdo) permite trocar de arma, o botão B (o do meio) é o de tiro, botão C pula (ao apertá-lo duas vezes, o personagem dá um mergulho aéreo e pode quicar nas paredes) e assim como Megaman clássico, dá para fazer uma rasteira ao apertar C enquanto estiver agachado. Os comandos são bem responsivos e combinando isso com uma ação frenética, faz a jogabilidade do Game ser uma delícia.
Fase 3-2: Armas 
Antes de começar a jogar, você deve escolher como vai ser a mira do seu personagem; Mira Livre permite atirar enquanto corre e a Mira Fixa obriga a parar enquanto atirar, para focar mais na precisão dos tiros (a livre é melhor para as fases e a fixa é melhor para os chefes) e depois disso, é só escolher com que arma você vai começar. 1: Force é a arma básica do jogo, ela dá tiros rápidos em linha reta com se fosse uma metralhadora. 2: Lightning é um Laser fino que pode atravessar os inimigos, sendo uma boa opção para quando tiver vários inimigos amontoados. 3: Chaser dá tiros teleguiados e para não deixar a arma tão apelona, é a mais fraca de todas as armas, mas não tira o mérito de ser uma arma muito útil. 4: Flame é um lança-chamas de curto alcance e é arma mais forte do jogo. Um diferencial interessante deste jogo é que dá para combinar as armas, como por exemplo; combinar Flame com Lightning forma uma sabre de luz que apaga os tiros dos inimigos, Chaser com Flame forma uma chama flutuante que pode ser controlada com o direcional (aconselhável usar com a Mira Fixa), Lightning e Chaser forma um Laser teleguiado que foca a mira em um inimigo e causa múltiplos acertos (não são todas as combinações do jogo, mas foram as que pude descrever com mais clareza e vale lembrar que ao combinar uma arma com ela mesma, forma uma versão mais forte da arma). Esta mecânica de combinar armas acrescenta um fator surpresa, pois incentiva a curiosidade do jogador para testar cada combinação possível e isso é algo admirável.
Fase 3-3: Primeiros Chefes 
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As 4 primeiras fases podem ser jogadas em qualquer ordem e irei descrevê-las da esquerda para a direita. A fase que está selecionada na imagem é a da Pink, a fase é uma floresta que está sendo dominada pelo exército (aparente pelos habitantes correndo por suas vidas), tem 2 sub-chefes (um é um aspargo que atira balões e invoca lagartas e o outro é um homem de blocos), há um trecho onde você sobe e desce em uma pirâmide e a Pink usa um robô que atira Lasers e dá socos, essa é a fase ideal para começar. Ao lado dela está Green, irmão de Red, Blue e Yellow que sofreu lavagem cerebral, a fase é uma Mina em que os personagens montam em um carrinho em alta velocidade que pode grudar nas paredes e no teto, o Green usa o seu robô Seven Force, que tem várias formas com padrões complicados e, dependendo da dificuldade, você enfrenta um número específico das formas dele (3 na fácil e normal, 5 na difícil e 7 na Expert), é melhor manter esta fase por último. Depois dele vem Orange, a fase começa com um foguete subindo e você tem de acompanhá-lo a tempo, depois disso vem um monte de tiro e daí aparece um robô pilotado por 3 ciborgues, depois de derrotá-lo é só chegar em um helicóptero, antes do Orange vai aparecer Smash Daisaku, um cara que parece o M. Bison do Street Fighter que usa uma Jetpack e joga bombas, depois dele aparece Orange, ele não monta em nenhum robô porque prefere usar a força, é adequado se afastar dele, tanto essa fase quanto a próxima são adequadas para serem as segundas. Por fim, Black, a fase começa com um cenário metálico bem genérico e depois de entrar em uma porta, você aparece em um tabuleiro que tem um dado que vai de 1 a 3 e cada casa é um desafio (pode ser um sub-chefe, uma corrida contra o tempo ou até um espaço para recuperar vida e conseguir armas). O Level-Design, além de ser bem construído, também tem situações diversas e não dá para sentir que está em um mesmo lugar, além das fases, os chefes também são empolgantes pela frenesia que acontece na tela.
Fase 3-4: Dificuldade 
Dá para escolher 4 níveis de dificuldade nas opções (fácil, normal, difícil e Expert), as única diferença que sei é a quantidade de vida dos chefes e sub-chefes e a quantidade de dano recebido dos heróis, se souber outras, comente.
Independente do nível de dificuldade, o jogo é bem desafiador, com vários movimentos frenéticos e inimigos, tiros e explosões na tela, mas o jogo não chega a ser injusto, muitas das vezes que falhei, senti que era culpa minha e não de algum problema do jogo. Diferente de outros jogos Run and Gun, Gunstar Heroes tem barra de vida e os Continues são infinitos. Algo que não mencionei sobre o jogo é o modo Multiplayer, apesar de ser super básico (por ser apenas 2 caras iguais que fazem a mesma coisa), é muito divertido e mesmo com o dano das armas sendo balanceado para não facilitar muito, ainda facilita e quando um jogador morre e dá Continue, ele absorve metade da vida do jogador que está vivo.
Fase Final: O Verídico 
Prós: 
+ Os gráficos são excelentes 
+ A trilha sonora é boa e bem detalhada 
+ A jogabilidade é ótima
+ Level-Design e chefes empolgantemente frenéticos 
+ Apesar de ser difícil, é um jogo justo 
+ Multiplayer empolgante 
Contras: 
(nenhum) 
Nota Final: 
10.0 
Resumindo: Gunstar Heroes é um ótimo jogo, tem gráficos muito bem feitos, trilha sonora boa, uma jogabilidade excelente, Level-Design variado, chefes épicos, Multiplayer divertido e uma dificuldade justa, apesar de ser alta. Mesmo sendo um jogo excelente, só posso recomendar para aqueles que procuram um bom desafio e querem testar seus limites. Não é à toa que é o meu jogo favorito de Mega Drive. 
Curiosidade Rápida: 
- A Treasure (desenvolvedora do jogo) foi fundada por ex-funcionários da Konami que estavam insatisfeitos com o tratamento da empresa diante de franquias novas

Conhecia Gunstar Heroes? Se interessou pelo jogo? Adora o jogo? Gostou da postagem? Comente e compartilhe nas redes sociais, Mission Complete.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

Top 10: Meus jogos favoritos da década de 2010

Olá, povo da década passada, tudo bem? Como vocês já sabem, estamos em um novo ano e não é apenas um ano, é o começo dos anos 2020 e como os anos 2010 acabaram, nada melhor do que fazer uma lista dos jogos que eu mais gostei de jogar naquela década. Vamos lá!
Lembrete: Nesta lista só entram jogos que saíram entre 2010 e 2019 e que eu tenha jogado, se não tiver algum jogo que você goste na lista, pode ser porque não saiu entre 2010 e 2019 ou porque não joguei. Aliás, esta lista é baseada na minha opinião pessoal, se tiver algum jogo que você não goste, um jogo que você goste e não esteja na lista ou não esteja satisfeito(a) com alguma posição de algum jogo, lembre-se que tudo se trata de opiniões e experiências minhas.

Vocês sabem que eu adoro jogos de Videogame, mas alguns de vocês não sabem que nunca fui muito fã de jogos Online. Apesar de ter muitos amigos, nunca fui uma pessoa que corria atrás de novas amizades (só faço novos amigos pelo acaso), além de ser uma pessoa mais reservada e que prefere jogar jogos Single-Player que não requerem Wi-Fi para continuar jogando. Considerando esses motivos, é até estranho um jogo Online me agradar e estar nesta lista.
10: Brawlhalla (2017) 
Brawlhalla BoxArt.jpg
Eu conheci esse jogo através de umas conversas com um primo meu, mas não corri atrás para saber mais sobre, até este mesmo primo me visitar em 2018. Nesta visita, cheguei a jogar um pouco de Brawhalla no Multiplayer com ele. Estranhei a física flutuante do jogo, mas consegui jogar e me divertir de boa. Meses depois, descobri que o jogo era gratuito e tinha uma versão para Switch e decidi baixar e, desde então, tive muitas partidas. O único motivo por este jogo Online atrair é a semelhança com Smash Bros na jogabilidade (os que me acompanham já estão carecas de saber que amo essa série) e mesmo sendo parecido com Smash, Brawlhalla faz um trabalho em se diferenciar da sua inspiração, graças ao sistema de armas dos personagens. Mesmo não jogando tão frequentemente quanto antes, a experiência de um tipo de jogo que não gosto ter me agradado já é o suficiente para me marcar.

Já que escrevi sobre um jogo de luta em arena, vou comentar sobre um jogo de luta tradicional desta década que eu adorei.
9: Skullgirls (2012-2015) 
Skullgirls cover.png 
À primeira vista, Skullgirls parece apenas um joguinho que só tem personagens sexualizadas para chamar atenção e disfarçar a falta de capricho na produção, a parte das personagens sexualizadas é verdade, mas a da falta de capricho na produção não é verdadeira. O combate inspirado em Marvel vs Capcom é bem divertido, os gráficos desenhados à mão são muito lindos, os personagens são interessantes (não há só personagens femininas no jogo, também há 2 masculinos jogáveis) e todos eles são bem balanceados, impedindo de que um personagem seja super apelão e outro completamente inútil. Há 3 versões disponíveis desse jogo: a original (essa da imagem), a Encore, que inclui os 2 personagens de DLC da versão anterior e a 2nd Encore, que inclui todos os personagens de DLC das outras versões, se tiver um PC da marca Windows dá para jogar todas estas versões, mas se você tiver um console da geração passada (mais especificamente, um Xbox 360 ou um PS3) só poderá jogar a original ou a Encore e se tiver algum console desta geração atual (PS4, Xbox One, Switch ou PS Vita) poderá jogar a 2nd Encore. Quem me apresentou o jogo foi o mesmo primo que me apresentou Brawlhalla, mas as diferenças são que o jogo não é gratuito, não comprei e já sabia da existência deste jogo antes. Mesmo não tendo o jogo em mãos, a diversão que me proporcionou já foi o suficiente para adorá-lo.

Já tinha feito análise deste jogo aqui no Blog e quem leu esta análise, sabe o quão achei este jogo fantástico.
8: Super Mario Odyssey (2017)

Sempre fui fã do Mario desde pequeno e tenho jogado vários de seus jogos, mas este aqui é especial. Tinha comprado este jogo não por Hype ou coisa do tipo, e sim, para gastar o restante do dinheiro que minha vó me deu de aniversário e por causa da música tema (Jump Up, Super Star!) e em pouco tempo de jogatina, acabou se tornando o meu Mario favorito da série principal (só dá série principal, já que o meu mario favorito é o Kart Wii). Os gráficos são bonitos, as músicas são muito boas, a jogabilidade é precisa, os mundos são variados e a mecânica de capture é genial, por que cada coisa que você possui é usada de forma inteligente para avançar em áreas e achar segredos. Não é à toa que esse é o meu Mario favorito da série principal.

JRPG (Japanese Role-Playing Game) não é um gênero de Games acessível para qualquer jogador e fazer um RPG usando os Miis, que são avatares feitos para usar em jogos mais casuais da Nintendo parece uma ideia estranha e ela acabou dando certo.
7: Miitopia (2016-2017)
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Eu comprei este jogo quando fui para uma loja no Paraguai (por sinal, era a minha primeira vez fora do Brasil) e estava em dúvida se comprava esse ou um outro jogo que vai aparecer nesta lista, então comprei os dois. Do que se trata Miitopia? basicamente, é um jogo de RPG em que você pode escolher qualquer um para fazer o papel que quiser (se você me perguntar o que é um jogo de RPG, não irei te responder, porque mesmo sabendo o que é, não sei explicar o que é), como por exemplo: A minha aventura foi sobre eu como um guerreiro, junto com minha irmã maga, primo ladrão e vários conhecidos meus em uma jornada para impedir o meu ex-professor de geografia de completar os seus planos malignos, estrelando um elenco de personagens como; As Meninas super poderosas, Rosalina de Super Mario Galaxy, Jafar de Alladin e muitos outros. Como vários jogos de RPG tradicionais, Miitopia apresenta um combate por turnos que apesar de ser muito básico e te deixar controlar apenas o personagem principal, é divertido por causa das diversas situações cômicas que podem acontecer (os personagens agem de acordo com suas classes, personalidades e afinidades com outros personagens do grupo) e "situações cômicas" é uma expressão que define muito bem o que é Miitopia, pois o resumo do jogo poderia ser "situações cômicas atrás de outras situações cômicas". Por causa das situações e da possibilidade de dar o papel que quiser para qualquer um, Miitopia está na minha lista (para quem quer saber, o jogo é exclusivo de 3DS).

Mais um jogo com Miis. Por incrível que pareça, eu também curto jogar alguns jogos casuais e simples como Wii Sports e este jogo tem semelhanças com Wii Sports.
6: Nintendo Land (2012) 
Nintendo Land box artwork.png 
Depois de ter ganhado o meu Wii U de natal em 2014, passei na Ri Happy de São José do Rio Preto (cidade onde nasci) e comprei este jogo juntamente com New Super Luigi U e quando cheguei em casa, joguei bastante com minha irmã, meus primos e amigos (deixei de lado o New Super Luigi U). Nintendo Land apresenta Mini-Games temáticos de vários jogos da Nintendo, como: pega-pega do Mario, uma jornada de Zelda para derrotar o Ganon, corrida de obstáculos de F-Zero  ETC. O que me fez gostar tanto deste jogo? por mais simples que seja, ele me proporcionou muita diversão casual entre família e amigos e estes momentos que estive jogando são memórias que guardo com carinho.

Desde 2018, virei fã de uma série de jogos de RPG tático chamada Disgaea, faz pouco tempo que acabei de zerar Disgaea 4 e o jogo que me fez tornar fã desta série é do número que vem depois do 4.
5: Disgaea 5 (2015) 
 Disgaea 5 - Alliance of Vengeance.png
Eu conheci este jogo quando fui olhar as Demos que tinham na E-Shop do Nintendo Switch (não é só para o PS4 que tem, também há uma versão para PC) e baixei por curiosidade, pois já tinha ouvido falar do nome Disgaea, mas nunca tinha corrido atrás para saber do que se tratava e quando joguei esta Demo, me apaixonei imediatamente pelo jogo a ponto de comprá-lo junto com Miitopia no Paraguai. O que me atraiu no jogo foi o combate, que apesar de ter mecânicas absurdamente complexas, conseguem ser bem profundas, dinâmicas e organizadas. Apesar de ter alguns momentos sérios, o jogo tem um foco maior em seu senso de humor sarcástico, presente nas descrições de itens e até nos diálogos. Se for jogar, esteja ciente de que você precisará de muito tempo livre, já que a campanha principal do jogo é longa (aproximadente 100 horas de duração) e o pós-jogo é extenso (soube que o processo para completar tudo em qualquer jogo da série pode durar aproximadamente 500 horas). Mesmo que eu tenha gastado 200 horas neste jogo, estas 200 horas foram bem gastas.

Adoro jogos de música como Guitar Hero e Dance Dance Revolution e se eu pudesse escolher um jogo favorito desse gênero, seria Just Dance, já que me divirto muito ao imitar passos bobos de pessoas com cores saturadas ao som de música Pop e o jogo da série que mais me marcou foi esse daqui.
4: Just Dance 2014 (2013) 
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Comecei a gostar de Just Dance quando joguei o Just Dance 3 na casa do mesmo primo que me apresentou Brawlhalla e Skullgirls e 1 mês depois disso (joguei Just Dance 3 por volta de dezembro de 2013), me mudei para Natal. Apesar de ter amigos e lugares legais na cidade, considero uma das piores épocas da minha vida, porque fiquei com tanta saudade da minha antiga casa, que fiquei triste e descontei a minha raiva nos outros (mesmo quando voltei pra casa, eu continuava assim, então é definitivamente uma das piores épocas da minha vida) e uma das coisas que me animava eram os jogos da série Just Dance, principalmente o 2014 que comprei de presente de aniversário adiantado. Imitar passos que passam na tela é o resumo mais breve e direto de Just Dance e o motivo do meu gosto pessoal por esta série de Games, é simples, divertido, uma ótima forma de fazer exercícios e muito bom para jogar com amigos e família. Independente de ser um joguinho bobo de dança, adoro com todo o meu coração (se quiser jogar, JD 2014 está disponível para PS3, PS4, Xbox 360, Xbox One, Wii e Wii U).

Muitos de vocês já devem estar carecas de saber que Super Smash Bros é a minha série de Games favorita e o último jogo da série que saiu pro Switch está nesta lista.
3: Super Smash Bros. Ultimate (2018) 
 Super Smash Bros. Ultimate.jpg
Como um bom fã de Smash Bros que sou, aguardei o lançamento do jogo, comprei e me diverti (esperava alguma história pessoal e extraordinária do motivo de ter comprado ou porque gosto? desculpe, não terá uma aqui). A lista de personagens é imensa e só vai aumentando com o tempo, o combate característico da série está ainda melhor, por causa do aumento da velocidade e do balanceamento nas mecânicas, as músicas são muito boas (sei que a maioria delas são dos jogos de onde os personagens vieram, mas isso não tira os seus méritos) e a experiência fica ainda melhor quando você conhece os personagens (tem personagens conhecidos como Mario, Pikachu e Sonic, mas também pode servir como oportunidade para conhecer jogos como Fire Emblem, Pikmin e outros menos conhecidos). Se não fosse pelo meu apego nostálgico pelo Smash Brawl, Smash Ultimate seria o meu favorito e mesmo não sendo o meu Smash favorito, é uma ótima inclusão nesta lista.

Já fiz análise deste jogo no Blog. Este foi o primeiro jogo Indie que cheguei a amar e este amor inesperado já é o suficiente.
2: Shovel Knight (2014) 
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Eu já tinha contado a história de como eu comecei a gostar deste jogo na minha análise, então só irei resumir que eu tinha comprado pro meu 3DS por curiosidade no natal de 2015 e me surpreendi. Sabem o que me fez amar este jogo? a Pixel Art é bem feitinha, trilha sonora é absurdamente boa, uma jogabilidade precisa, uma dificuldade balanceada e um Level-Design magnificamente bem feito foram os motivos para me fazer amar este jogo de plataforma que homenageia os jogos da era do Nintendinho. Mesmo não sendo emocionalmente apegado aos jogos da era 8-bits, o capricho que este jogo tem em sua produção me fez amá-lo.

Antes de revelar o primeiro lugar, irei mostrar as...
Menções Honrosas: 
The Legend of Zelda - Breath of the Wild (2017): Graças à liberdade que me proporcionou, Breath of the Wild se tornou o meu Zelda favorito. 
Valkyria Chronicles 4 (2018): Eu sou muito novato nesta série de RPGs táticos e adorei o quão profundo é o combate e como o jogo me traz um senso de desespero. 
Metal Gear Rising - Revengeance (2013): Também fiz uma análise deste jogo no Blog, adorei o quão frenético e exagerado o jogo é. 
Arms (2017): O jogo não é uma obra-prima, mas adorei o quão funcional a jogabilidade com os controles de movimento é. 

Mais um jogo que fiz análise neste Blog. Eu sou um grande fã de Kirby e por isso o meu jogo favorito da série está aqui (além de ter saído em 2010). 
1: Kirby's Epic Yarn (2010) 
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Não lembro do motivo de ter comprado este jogo, mas lembro de ter lido sobre ele em uma edição da Nintendo World e ter pedido para a minha mãe comprar (aliás, este foi o quarto jogo que tive no meu Wii). Os gráficos são charmosamente lindos, as músicas são tão alegres que me animam instantaneamente, o Level-Design é bem construído e a jogabilidade é muito funcional. Apesar de não seguir a fórmula tradicional de jogos do Kirby (não há o poder de roubar habilidades aqui) e ser absurdamente fácil, o que me faz amar o jogo é o seu clima alegre, porque quando estou desanimado, Kirby's Epic Yarn me anima e essa felicidade que sinto é difícil de encontrar quando faço qualquer coisa. Apesar de não ser um Kirby tradicional e ser absurdamente fácil, Kirby's Epic Yarn fica em primeiro lugar por causa da felicidade incomum que me passa. 

Há algum jogo dessa lista que você goste ou não goste? Quais são os jogos da década de 2010 que você mais gostou de jogar? Gostou da postagem? Comente e compartilhe nas redes sociais, Bye Bye.

sexta-feira, 20 de dezembro de 2019

O que esperar de 2020?

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Olá, povo do futuro, tudo bem? 2019 foi um ano interessante da minha vida, além da minha saída da escola para a faculdade, conheci pessoa muito legais e até fiz coisas que estão fora da minha zona de conforto (tradução: aulas de Muay Thai). 2020 está chegando e não  será apenas mais um ano e, sim, o começo de algo novo, já que estamos saindo dos anos 2010 para os anos 2020. Por causa desse novo ano, listarei uma lista de jogos aguardados para esse ano. Nem estou empolgado para todos os jogos da lista, a maioria deles só tenho expectativas no mínimo decentes e apenas 1 deles me deixou empolgado de certa forma. É melhor parar com a enrolação, que agora é hora de mostrar os jogos.

Só pra lembrar, os 2 primeiros jogos desta lista são Remakes. Eu não joguei muitos jogos de Resident Evil e dos que joguei, apenas o 4 caiu no meu gosto (1 e o 6 eu achei que são bons jogos, mas eles não me fizeram cair o queixo) e mesmo não tendo jogado o Resident Evil 3, estou curioso para ver come esse Remake irá se sair.
Resident Evil 3.jpg
Residen Evil 3 Remake será lançado em 3 de abril para PS4, Xbox One e PC. O jogo basicamente segue a mesma onda do Remake do Resident Evil 2 (câmera livre em terceira-pessoa, gráficos atualizados e ainda mantendo o terror) e por isso, não terá tanta coisa para comentar, mas o que posso comentar é a adição de um modo Multiplayer Online em que 4 jogadores se juntam para acabar com um inimigo que fará de tudo para impedi-los. Para aqueles que não conheceram o jogo original, se trata de um jogo de terror em que a personagem Jill Valentine tem que escapar de um apocalipse na cidade fictícia de Raccon City enquanto é caçada por Nemesis (este monstrengo em cima da logo). Para uma nova geração de Gamers que não jogaram o original, pode ser uma oportunidade para descobrir um clássico atualizado.

Final Fantasy VII também é outro jogo que não joguei (eu cheguei a jogar a versão Demo por emulador, mas eu não conto por não ser o jogo completo) e apesar de eu estar cansado de ouvir certas coisas muito faladas do jogo, estou curioso para jogar o original e sua nova versão.
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Final Fantasy VII Remake será lançado em 10 de abril para o PS4 (até agora, não há informações se terá versões para outras plataformas). Anunciado na E3 de 2015, este Remake estava sendo muito aguardado, por que o Final Fantasy VII original é um jogo bem querido (hoje em dia há um certo grupo de anti-modinhas que não o acham grande coisa por ser popular, mas isso é outra história) e 5 anos depois do seu anuncio ele finalmente chegará às lojas. Além dos gráficos, há uma enorme mudança no combate; no original o combate era mais metódico e no Remake é mais frenético e interativo. Ouvi dizer que talvez o Remake siga uma estrutura de progressão baseada em episódios que nem os jogos da Telltale, mas ainda não sei se é verdade. O que foi dito sobre a nova geração de Gamers no Resident 3, também se aplica aí.

Jogos de Anime geralmente caem na mesmice de serem um jogo de luta com arenas abertas em 3D, com uma jogabilidade super fácil de aprender, além dos personagens e momentos favoritos dos fãs. Apesar de conter os mesmos acontecimentos do Anime, pode ser que não seja tão a mesma coisa quanto outros jogos licenciados de Animes famosos.
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Dragon Ball Z Kakarot será lançado em 17 de janeiro para as mesmas plataformas do RE3 Remake. Este jogo é um Action RPG de mundo aberto que reconta as mesmas histórias manjadas do Anime, terá múltiplos personagens jogáveis, missões secundárias e uma nova personagem chamada Bonyu (não sei qual será a utilidade dela na história ou como ela irá aparecer). Independente se for mais do mesmo, pode ser que seja um bom jogo e para quem gosta desta obra do Akira Toriyama será um jogaço.

Para finalizar, lhes mostro o único jogo pelo qual estou, de certa forma, empolgado para jogar. Joguei a versão Demo de Ori and the Blind Forest no Switch, amei o jogo, mas não sei se conseguirei jogar, pois a minha conta na E-Shop é canadense e não tenho cartão internacional, pensei em jogar no PC, mas não sei se o meu consegue rodar o jogo. Pensando no quanto eu amei a Demo do primeiro jogo, me interesso em com ficará a sequência.
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Ori and the Will of the Wisps será lançado em 11 de março para o Xbox One e PC. O anterior contava a história de Ori (esse bicho branco) em uma jornada para salvar o espírito da floresta das garras da escuridão e, desta vez, ela foca em descobrir o mundo além da floresta e o destino de Ori. Esta sequência terá uso salvamento automático ao invés Checkpoints manualmente colocados, um sistema de aquisição de habilidades mais equipável e menos sequencial e novas habilidades. De tão belo e mágico que o anterior foi, me interesso no quão belo e mágico será essa sequência.

Quais jogos você está aguardando para 2020? Está empolgado(a) para jogar alguns destes jogos? Gostou da postagem? Comente e compartilhe nas redes sociais, Feliz Ano Novo!