segunda-feira, 27 de julho de 2020

4 curiosidades sobre Kirby

Olá, fãs de Kirby, tudo bem? Eu costumava postar listas de números específicos de curiosidades sobre algum jogo, mas  parei de fazer isso em 2017 porque  vi que esse tipo de postagem não estava me dando visualizações. 3 anos depois, percebi que essa foi uma ideia idiota, pois eu não sou do tipo de pessoa que quer grande notoriedade e obter poucas visualizações não faz diferença pra mim, já que não ganho dinheiro com isso e é só um hobby que faço quando estou a fim. Daí decidi reviver esse quadro por que é algo que gosto e não sou do tipo de pessoa que abandona o que gosta. Então peguem uma Warp Star, que o passeio pelas curiosidades será divertido.

1: Por trás da produção de Kirby's Dream Land 
Kdl1ussmall.jpg
Eu já mencionei a maioria dessas curiosidades na minha análise desse jogo, mas vale a pena relembrar. O Design redondo do Kirby surgiu quando o Masahiro Sakurai (criador de Kirby e Smash Bros) colocou uma bola como Placeholder (basicamente, só estava lá pra preencher espaço) e ele simplesmente ficou apegado ao Design e ficou com pena de tirá-lo. Sakurai sugeriu que o Kirby fosse rosa (eu sei que na capa americana ele está branco, mas isso é outra história), mas Shigeru Miyamoto (criador de Mario, Zelda, entre outros jogos) sugeriu para que ele seja amarelo, mas não havia nada que fazia o Sakurai mudar de ideia e ele acabou ficando rosa. O nome Kirby foi escolhido porque soa bem grosso, criando contraste com a aparência inocente do personagem, mas a origem do nome dele não foi muito bem esclarecida, já que algumas fontes dizem que o nome veio de John Kirby (um advogado que defendeu a Nintendo ao levar um processo de plágio por causa de Donkey Kong) e outras dizem que veio de uma marca de aspirador de pó com o mesmo nome. Aliás, originalmente ele chamaria Popopo (ainda bem que escolheram Kirby). Sakurai também decidiu que a proposta do jogo era ser fácil e curto, já que ele queria que o jogo fosse acessível e agradasse o máximo de pessoas possível.
2: Jogos cancelados 
Kirby tem vários jogos cancelados, e como a quantia deles é bem considerável, só citarei os que acho interessantes. O Gamecube teve Kirby Air Ride, que é um jogo corrida (por sinal, esse foi o último jogo do Kirby que o Sakurai fez antes de sair da Hal Laboratory), mas um jogo de plataforma do Kirby estava faltando para o console e o que seria esse tal jogo de plataforma foi mostrado nesse Trailer:
Não sei se o nome do Game já estava confirmado, mas muitos o chamam de Kirby Adventure (não confunda com Kirby's Adventure de Nintendinho) e como podem ver, é um jogo de plataforma com gráficos em 3D. O motivo do cancelamento desse Game não foi bem esclarecido, já que várias fontes se contradizem, mas acho plausível que ele tenha sido cancelado porque o Gamecube estava perto do final de sua vida quando esse jogo foi anunciado e muitas de suas ideias foram reutilizadas em Kirby's Return to Dreamland e Kirby Star Allies (pelo menos foi confirmado que reutilizaram pro Return, mas pro Allies ainda não confirmaram). Este não é o único jogo do Kirby feito para o Gamecube que foi cancelado, pois essa possível continuação de Kirby Tilt n' Tumble que foi apresentada na Nintendo SpaceWorld de 2001 também foi cancelada:
Esse jogo que foi apelidado de Kirby Tilt n' Tumble 2 pelos fãs, é bem peculiar, não por ser jogado via controles de movimento, mas por ser jogado com o GBA com um cartucho que contém sensor de movimento e conectá-lo ao Gamecube via GameBoy Player (um acessório que conecta o GBA e o Gamecube, seja para jogar jogos de GBA no Cube, ou usá-lo como controle). Este jogo é uma suposta sequência do Kirby Tilt n' Tumble de Game Boy Color, já que também usa sensor de movimento em um cartucho, mas enquanto as fases do Tilt n' Tumble de GBC eram mais lineares, as desse aqui apresentam várias curvas e não seguiam uma linha reta e devemos admitir que pra um jogo apresentado em 2001, os controles de movimento eram bem inovadores. O último jogo que irei mencionar, é o mais misterioso, já que as informações sobre ele são muito escassas e esse jogo se chama Kid Kirby. Como o nome diz, você jogaria com uma versão mais nova do Kirby, ele seria lançado para Super Nintendo e ao invés de ser desenvolvido pela Hal Laboratory, seria desenvolvido pela DMA Design (empresa que futuramente seria conhecida como Rockstar North, a empresa que fez GTA. Agora estou imaginando como seria um GTA do Kirby). Não se sabe como seria a jogabilidade desse Game, mas é dito que ele usaria o Mouse do Super Nintendo e é dito que foi por causa das vendas baixas do Mouse que o cancelamento desse jogo aconteceu, juntamente com a Nintendo querendo focar no Nintendo 64. Aqui estão algumas das poucas imagens desse jogo:
306 - Kirby: The Prequel
3: Kirby está irritado pra carambolas 
Gaming] Battle of the Box Arts - Media Discussion - MLP Forums
Como está sendo mostrado nessa imagem, as capas japonesas, sempre mostram o Kirby alegre e sorridente, enquanto as americanas sempre o mostram zangado. É óbvio que isso é uma jogada de Marketing, já que as massas ocidentais preferem personagens mais agressivos, enquanto os japoneses preferem algo mais calmo e fofo, mas isso não significa que ele está bravo em todas as capas americanas, já que alguns jogos dele como Kirby Star Allies e Kirby's Epic Yarn (meu Kirby favorito) ele ainda está sorridente e foi só a partir de Kirby - Nightmare in Dream Land que os Marketeiros começaram a colocar o Kirby bravo. Antes desse Game, o Kirby estava sorridente em todas as capas. Além do mais, surgiu um Meme anos atrás chamado Kirby's Fucking Pissed, que é uma capa imaginária que mostra o Kirby exageradamente zangado como forma de sátira a essas capas, olhem:
Kirby's Fucking Pissed | USA Covers' Kirby / Angry Kirby | Know ...
Esse Meme também apresenta versões com outros personagens, mas foi com Kirby que ele surgiu.
4: snébarap, ogidóc esse uirbocsed êcov eS 
Isso pode não ser Gravity Falls, mas terá vários códigos para desvendar. Em Kirby's Adventure, se você pegar as iniciais de cada mundo, dá para formar a sigla VIBGYOR e ao ler de trás para frente fica ROYGBIV, sigla que mostra as cores do arco-íris em inglês (Red,Orange,Yellow,Green,Blue,Indigo,Violet). Não é só por aí que a brincadeira para, pois essa brincadeirinha também está presente em Kirby Canvas Curse e nesse Game todos os mundos (exceto o último) formam a palavra Rainbow (arco-íris em inglês) se juntar as iniciais. Em Kirby's Return to Dream Land, ao juntar as iniciais de cada mundo forma a palavra Crowned (coroado em inglês) e isso reflete algo que acontece no final do jogo (não revelarei o que é) e dessa vez, até outros países entraram na brincadeira, já que na versão francesa as iniciais dos mundos formam a palavra Parfait (perfeito em francês) e nas versões em espanhol da América Latina, formam a palavra Coronar (o verbo coroar em espanhol). Em Kirby Triple Deluxe, as iniciais dos mundos formam a palavra Flowered (florido em inglês) e em Kirby Planet Robobot, se pegar as iniciais dos mundos dá para formar a palavra Program (programa em inglês) e assim como em Return to Dream Land, também refletem alguma coisa sobre o enredo ou temática do Game.

Já conhecia essas curiosidades? Qual delas você gostou de saber? Conhece alguma curiosidade sobre Kirby que não foi mencionada na lista? Gosta de Kirby? Gostou da postagem? Comente e compartilhe nas redes sociais, *dancinha da vitória*.

segunda-feira, 13 de julho de 2020

Controvérsias estúpidas no mundo dos Games

Olá, povo que só quer ver o circo pegar fogo, tudo bem? Controvérsia/polêmica é algo que  chama a atenção simplesmente por conta de seu caráter negativo e capacidade de dividir as pessoas, só que eu quis evitar esse tipo de coisa porque é uma forma muito suja de chamar atenção e não quero depender de truques desse tipo, pois eu quero fazer postagens que sejam honestas.
 Controvérsia é algo muito sério, só que algumas são tão estúpidas que é difícil de acreditar que pessoas a levaram a sério. É exatamente por isso que eu quis ser diferente dos outros (ou nem tanto) e decidi comentar sobre alguma coisa mais ridícula e menos séria. É melhor vocês ficarem atentos, que as tretas de hoje serão absurdas.
Lembrete: Se você é bem sensível a polêmicas/controvérsias e não quer saber disso, não aconselho você a ler, já que inclui tópicos fortes como exclusão de minorias, sexualização e até ameaças.

Nada mais justo do que começar com o que me fez ter a ideia. Skullgirls é um jogo de luta que eu adoro e, nesse ano, foi feita uma atualização que acrescentou algumas cores adicionais para os personagens; novas cenas de entrada; novos cenários e uma adição a um cenário antigo que enfureceu muitos jogadores.
Dragon Ball FighterZ: SonicFox becomes an official Skullgirls NPC ...
Preste atenção no fundo, você verá uma raposa antropomórfica azul e, caso não saiba, é o avatar do SonicFox, um jogador profissional de Games de luta. O problema é que simplesmente há algumas pessoas que o odeiam simplesmente por ele fazer parte de minorias como a comunidade LGBT e a comunidade Furry (Furry é um termo usado tanto para personagens que são animais antropomórficos, quanto para fãs desse tipo de coisa) e este cenário tinha uma personagem chamada Ms.Victoria e o avatar do SonicFox a substituiu (na verdade essa substituição é uma mentira, pois quando você joga nesse cenário a Ms. Victoria aparece e na outra jogada é o SonicFox, então é basicamente um ciclo de quando você jogar no cenário, um personagem aparece de cada vez) e estas pessoas levaram isso muito a sério, postando análises negativas como forma de boicote. O que faz essa controvérsia ser estúpida é justamente porque essas pessoas simplesmente estão falando mal do Game por um detalhe tão pequeno e que só aparece em um cenário específico. Imagine que eu esteja jogando Smash Bros na arena Final Destination e no fundo do cenário aparecesse o Nicolas Cage, e daí eu fico escrevendo comentários odiosos e que falam mal do jogo como um todo, só porque alguém apareceu no fundo do cenário, entendeu o drama? Essa controvérsia, além de desnecessária, mancha a reputação de um jogo que pode ser potencialmente bom e afasta os jogadores de um Game de que possam até gostar.

A luta pelos direitos das mulheres é bem séria e elas realmente merecem ser tratadas pelo que são e não como os outros as forçam que sejam, mas às vezes isso não justifica algumas pessoas terem recebido mal a personagem Kasumi Yoshizawa de Persona 5 Royal só por ter um traje levemente revelador.
Sumire Yoshizawa | Megami Tensei Wiki | Fandom
Como já expliquei, o nome dessa personagem é Kasumi Yoshizawa e ela veio do jogo Persona 5 Royal, mas agora é hora de saber o porquê de algumas pessoas a terem recebido um pouco mal. Quando Persona 5 foi lançado, ele foi muito bem recebido pelos jogadores e pela mídia e recentemente ganhou uma versão estendida chamada de Persona 5 Royal, que adiciona conteúdo a mais, inclusive esta personagem, que só está disponível nesta versão. Por causa dessa briga sobre mulheres não serem apenas objetos sexuais, algumas pessoas reclamaram do traje da personagem só por mostrar as coxas. Isso é muito estúpido, não só porque eu acho que não é tão ofensivamente revelador como algumas pessoas disseram, como também elas não entendem o contexto da personagem. O contexto desse traje está vinculado a sua participação na trama: quando ela não está ajudando os Phantom Thieves na missão de mudar os corações de pessoas corruptas (não vou explicar a história de Persona 5 aqui, pois não quero desviar do assunto), ela trabalha como ginasta em sua escola e a roupa dela se assemelha aos Collants usados por ginastas femininas. Tudo bem que a visão de mulheres serem objetos sexuais é problemática, mas colocar essa personagem nos mesmo patamares de Mai Shiranui, Rainbow Mika e Ivy é exagero.

Por mais que essas controvérsias anteriores tenham sido imbecis, elas ainda abordam temas sérios como exclusão de minorias e visão idealizada da mulher, só que essa daqui não dá pra engolir.
Killzone Shadow Fall Box.jpg
Quando Killzone Shadow Fall ainda só tinha sido anunciado, a Sony afirmou que a resolução do jogo era de 1080p nativo (eu posso estar errado, mas quanto maior a resolução, mais nítida a imagem é), mas o jogo só rodava em 960 por 1080 no Multiplayer, com a ajuda de artimanhas que eu não consigo explicar porque não entendo muito bem sobre esse negócio de resolução. Não sei se estou errado, mas a Sony ganhou a simpatia do juiz por afirmar que a linguagem técnica usada nas propagandas do jogo não estava incorreta. Eu sei que propaganda enganosa é um assunto sério, mas levar um processo só por causa de nitidez de imagem é ridículo.

E se vocês acharam que levar um processo só por causa da nitidez da imagem é ridículo, vocês não viram nada.
Conheça Tim Langdell, um picareta que afetou o mercado de games ...
Este homem é Tim Langdell, responsável por fundar um estúdio chamado The Edge e ele ficou tão orgulhoso desse nome que  decidiu patentear a palavra Edge para ficar com os direitos dela e processar qualquer um que a utilizasse. O problema é que a patente é extremamente vaga e ele conseguiu vencer contra a empresa Namco por causa do jogo Soul Edge e por causa desse processo o jogo teve que ser renomeado como Soul Blade no Ocidente e as sequências foram renomeadas Soul Calibur (você que é fã de Soul Calibur, agora já sabe o porquê do nome). E Tim não parou só por aí, ele também processava revistas, filmes, programas de TV e absolutamente qualquer coisa que utilizasse a palavra Edge. Mas em um dia, a EA Games consegui derrubar essa patente vaga e conseguiu lançar o jogo Mirror's Edge (este evento está marcado na História como um dos poucos momentos no universo dos Games em que a EA foi boazinha/heroica). Sério, quem em sã consciência seria tão estúpido(a) a ponto de fazer uma patente só pra se achar o/a dono(a) de uma palavra qualquer?

Decidi deixar essa por último porque ela é a mais conhecida da lista e teve as consequências mais absurdas. Super Smash Bros Ultimate teve um pacote de DLC (Downloadable Content) chamado Fighters Pass Volume 1 (o 2 está em andamento), ele inclui 5 personagens jogáveis e o quinto causou um tumulto e tanto.
Byleth (SSBU) - SmashWiki, the Super Smash Bros. wiki
Este personagem se chama Byleth e veio do jogo Fire Emblem - Three Houses. Para entender o motivo do personagem ter causado tanto tumulto, preciso explicar o contexto: em Super Smash Bros Melee foram introduzidos os personagens Marth e Roy, vindos da franquia Fire Emblem, que até o momento  tinha seus Games lançados apenas no Japão e mesmo os jogadores ocidentais não estando familiarizados com Fire Emblem, curtiram bastante os personagens e isso até alavancou o lançamento dos Games de Fire Emblem no Ocidente. No Brawl, o Roy foi substituído por Ike, que estava presente nos últimos lançamentos de Fire Emblem do momento (Path of Radiance e Radiant Dawn). No Smash seguinte, adicionaram Robin, Lucina e Corrin (Roy fez um retorno) e nesse momento, muitos dos fãs estavam começando a achar que os personagens de Fire Emblem eram parecidos demais, não só na aparência, como também na jogabilidade e quando anunciaram Byleth como o último personagem do primeiro Fighters Pass, a maioria dos fãs começou a se enfurecer. Discursos de ódio se alastraram nas redes sociais por conta da inclusão do personagem, muitos fãs se sentiram decepcionados e reclamações contra o Masahiro Sakurai (criador de Smash Bros) proliferaram, mesmo que a inclusão de Byleth tenha sido ideia da Nintendo e não dele e se vocês acharam que isso foi exagero, saiba que o Sakurai recebeu até ameaças de morte (com esse nível de absurdo da controvérsia, tenho até pena dele). Tudo bem se sentir decepcionado(a) por algo que não aconteceu como esperado, mas precisavam ir tão longe assim?

Qual dessas controvérsias você achou a mais estúpida? Conhece outras controvérsias estúpidas envolvendo Games? Gostou da postagem, comente e compartilhe nas redes sociais, Bye Bye!

sexta-feira, 3 de julho de 2020

Survival Mode: Mighty Switch Force! (3DS)

Mighty Switch Force Logo.jpg 
Olá, policiais, tudo bem? Esta é minha quarta vez fazendo análise de um jogo Indie e mais uma vez no 3DS. Tirando isso de lado, jogos Indies geralmente caem nas categorias de serem bem conhecidos, não muito conhecidos ou até mesmo um meio-termo entre os dois e Mighty Switch Force está entre o meio-termo e o desconhecido, pois sinto que ele é pouco comentado, mas não o suficiente para ser obscuro. Então preparem suas algemas que a polícia está chegando!
Fase 1: Gráficos 
Mighty Switch Force 2 Speeding To Nintendo 3DS eShop - Siliconera
Eu já afirmei antes dessa fase e no título da postagem que esta análise é da versão de 3DS e o estilo gráfico usado nessa versão não é igual as de Wii U e PC, já que estas versões tem gráficos completamente refeitos. Os gráficos originais podem não ser tão bonitos quanto as versões em HD, mas continuam bonitos mesmo assim, com seus Sprites detalhados, animações cheias de vida e Designs de personagem atraentes (sem malícias). A única reclamação que tenho é a repetitividade dos cenários, mas quando o jogo é divertido, isso se torna detalhe. No geral, o visual 2D tem o seu charme.
Fase 2: Som
Em questão de trilha sonora, posso dizer que é fenomenal. As músicas do jogo seguem um estilo eletrônico e são muito boas, dançantes, detalhadas e fazem papel de música para balada melhor do que muitas que tocam neste tipos de lugar, ouçam:
Todo mundo tem suas preferências musicais e se essa daqui não te agradou, não o culpo. Os efeitos sonoros são básicos, mas conseguem satisfazer bem os ouvidos e cumprem seu trabalho. Sobre as vozes, ou melhor, voz, já que a Patricia Wagon (personagem principal do jogo) é a única personagem com voz nesse jogo (o nome da dubladora dela é Stephanie Komure), posso dizer que tenho sentimentos mistos, já que por mais que eu ache divertido ouvir a voz expressiva dela, não acho que combine tanto com uma personagem com tanta cara de brava como ela e ao levar Game Over, o grito dela é meio exagerado. Por mais que eu tenha sentimentos estranhos em relação à voz da Patricia, a trilha sonora no geral é extremamente boa.
Fase 3: Jogabilidade 
Este é o ponto de destaque do jogo. O objetivo é encontrar as 5 Hooligan Sisters (ou irmãs delinquentes em tradução livre) que fugiram da prisão e infestaram a terra de monstros, mas como você irá encontrá-las? explorar as fases e usar os controles do jogo são as ferramentas que irá precisar para prender essas criminosas.
Nintendo-3DS-AquaOpen.png
 O analógico e o D-Pad controlam a personagem, o botão B pula, o botão Y atira, segurar o X e mover o analógico ao mesmo tempo move a câmera e os botões Y, L e R estão atrelados à mecânica principal do jogo, trocar a ordem de blocos. Há blocos nas fases que podem ser usados como plataforma, alguns estão intangíveis, outros estão sólidos, e com o apertar de um botão, o que os estavam intangíveis solidificam e os sólidos ficam intangíveis e essa mecânica é usada para vários Puzzles e todos eles são bem feitos, juntamente com o Level-Design que complementa muito bem as mecânicas. Preciso esclarecer que há 3 tipos de blocos; 1: Os blocos padrão que são usados como plataforma ou para destruir certos inimigos. 2: Os blocos que podem lançar você ou os inimigos para uma certa direção. 3: Os blocos azuis e vermelhos que funcionam de uma forma difícil de explicar; basicamente, se você estiver pisando em um bloco azul e apertar os botões para trocar de blocos, os azuis não serão afetados e os vermelhos serão, o mesmo vale para quando estiver pisando em um bloco vermelho, mas se estiver pisando em um dos 2 ao mesmo tempo e apertar os botões de trocar blocos, os 2 não serão afetados quando estiver pisando e, sim, quando estiver no ar (se a minha explicação não ficou boa, é melhor jogar para entender). Um dos únicos pontos fracos do jogo é o baixo fator Replay (que, para quem não sabe, é basicamente o que faz um Game ser tão re-jogável). Apesar de não me importar em jogar um Game curto (admito que me sinto mais confortável desse jeito), ele não faz tanta coisa para fazer você jogar de novo, quando zera você ganha a possibilidade de jogar com um tiro que apesar de poderoso, te joga para trás e não pode ser metralhado e umas 5 fase extras (o jogo tem  16 fases, somando as 5 extras o jogo fica com 21 fases, façam matemática meus consagrados!), também há um bônus que você ganha ao completar a fase em menos tempo e é só um mero enfeite para a tela de seleção de fases (traduzindo: uma porcaria inútil). No geral, a jogabilidade do Game é ótima, tem um Level-Design bem construído, Puzzles bem pensados, comandos precisos e responsivos e uma dificuldade balanceada que pode variar um pouco dependendo da coordenação motora do(a) jogador(a).
Fase Final: O Verídico 
Prós: 
+ Os gráficos 2D tem o seu charme 
+ A trilha sonora é fenomenal 
+ A jogabilidade é simples e precisa 
+ O Level-Design e os Puzzles são bem feitos 
Contras: 
- Fator Replay fraco 
Nota Final: 
8.3 
Resumindo: Mighty Switch Force é um ótimo Game. Seus gráficos 2D são charmosos, a trilha sonora é absurdamente fenomenal, contém Puzzles e fases bem divertidas e sua jogabilidade é muito precisa, apesar de simples. Pode ser que ele não tenha muito conteúdo, mas vale apena jogar, nem que seja por mera curiosidade e você pode achá-lo por preços baratos na E-Shop do 3DS, mas caso não tenha um 3DS, você pode jogá-lo na versão de PC ou na Mighty Switch Force! Collection, que está disponível para Nintendo Switch (um tanto quanto irônico, considerando que a palavra Switch está presente no nome do Game), PS4, Xbox One e PC

Conhecia Mighty Switch Force? Já jogou? Se interessou por ele? Gostou da postagem? Comente e compartilhe nas redes sociais, Bye Bye!

terça-feira, 16 de junho de 2020

JRPGs, por que tão divisivos?

Olá, povo que gosta ou não de JRPGs, tudo bem?
O mundo dos Games é cheio de gêneros diferentes, desde jogos de ação e aventura até simulação e luta. Mas há um gênero de Game que consigo facilmente contar, com os dedos das minhas mãos, quantas pessoas que eu conheço que gostam, esse gênero é o JRPG.
  JRPG é o gênero que considero como o mais divisivo de qualquer um, mas por quê? é exatamente isso que quero apresentar nesta postagem que mistura uma tese com um texto sentimental, Vamos lá!

Antes de explicar porque os JRPGs são tão divisivos, preciso explicar o que é um JRPG. RPG (Role Playing Game) é um termo que surgiu na década de 70 com jogos de tabuleiro como Dungeons & Dragons (não foi ele quem inventou o RPG, mas foi responsável por popularizá-lo). Nesse jogo, vários jogadores devem criar um personagem que embarca em uma aventura e um deles faz o papel de mestre, esse mestre conta a história, dá dicas para os jogadores e impõe os desafios (se você assistiu Caverna do Dragão, saiba que é uma adaptação desse jogo para um desenho animado). Algumas empresas japonesas fizeram Games que foram inspirados em D&D, mas elas tomaram liberdades que os diferenciam não só de D&D, como qualquer RPG ocidental. JRPGs trazem um foco na narrativa mais do que os RPGs ocidentais e apesar dessas narrativas serem lineares, chegam a ser bem desenvolvidas e muitas delas usam a jornada do herói (pesquisem sobre isso) como base. Por serem feitos no Japão, os visuais de jogos desse tipo tendem a seguir tendências passadas por Animes e Mangás, como olhos grandes, roupas extravagantes e cabelos com formatos incomuns e por sinal, até alguns Mangakas (autores de Manga) como Akira Toriyama (criador de Dragon Ball) já trabalhou na arte de alguns jogos desse tipo. As mecânicas de combate desses tipos de jogos têm muitas variações, como os combates por turnos, onde cada personagem tem um turno (que inesperado) e há uma janela de opções que inclui atacar, usar uma habilidade ou um item, fugir ETC. Os combates por turnos táticos (que são como se as mecânicas do JRPG tradicional por turnos fossem aplicadas em um jogo de xadrez) e a até os JRPGs de ação (que aplicam elementos de progressão tradicionais de JRPGs (explico depois))  tem uma jogabilidade mais voltada pra ação. Os sistemas de progressão nesse tipo de jogo são vários, como os de personagem, que ficam mais fortes quando aumentam de nível ou mudam de equipamento (não são todos que tem esse tipo de progressão, mas a maioria tem) e a do jogo em geral, que tem um mundo interconectado semi-aberto cheio de cidades que muitas vezes tem algum obstáculo te impedindo de passar de certos trechos (não são todos que tem e estou repetindo a mesma coisa dita nos parênteses anteriores).

Depois de tanta enrolação, agora lhes digo os motivos de eu considerar os JRPGs como o gênero de Games mais divisivo. 1: Por ter muito foco na história, alguns jogadores acabam não tendo muita paciência para ver muitas cenas e ficam querendo ir logo à ação. 2: As mecânicas geralmente são complexas e são mais voltadas para usar inteligência do que reflexo e outros só não gostam de JRPGs em turnos por achar parado. 3: Por conter muitos textos em inglês ou japonês, muitos brasileiros e até pessoas de outros países acabam não conseguindo jogar por não compreenderem essas línguas (eu não tenho nenhum problema já que entendo inglês, mas o meu japonês é amador demais para um jogo com tanto texto) e são poucos os que são lançados em português aqui no Brasil. 4: Há puristas de RPGs ocidentais que não gostam da abordagem mais oriental de fazer Games e histórias. 5: Também há Gente que não gosta desse tipo de jogo por não gostar de Anime (esse eu acho inválido, pois já vi jogadores curtirem JRPGs e não que acompanham ou gostam de Anime e vice-versa). Pode até haver outros motivos, mas esses são os principais (o 4 não é tão frequente). Lá no Japão (e na Europa, a um certo ponto) sempre foi um gênero bem popular, mas aqui nas Américas, os jogadores são muito divididos entre quem gosta ou não (estou no lado que gosta), pois não é algo muito voltado para as massas e, sim, para um público bem específico. Mas isso não significa que tenham jogos desse gênero que não façam sucesso aqui nas Américas, como por exemplo: Final Fantasy, Kingdom Hearts e até Pokémon.

Agora, vou contar a minha experiência com o gênero. Meu primeiro jogo do gênero foi Super Mario RPG,  que joguei  quando tinha 5 ou 6 anos de idade no emulador presente no meu PC. Eu não entendia o que fazer no jogo, mas eu adorava mesmo assim, porque eu me sentia atraído pelo combate por turnos. Eu sentia que mesmo sendo limitado, havia tantas possibilidades. O tempo passou e fui jogando Pokémon, Mario & Luigi, Final Fantasy e muitos outros e eu achava que eu gostava de JRPGs só pelo combate, até que um dia, fui assistir vídeos sobre o que fazem esse tipo de jogo tão especial e o ponto mais comentado era a história e muitos falavam que era só isso que fazia um bom JRPG, só que o problema era: eu não conseguia me sentir imerso com histórias de Games (o único  Game que me senti imerso com seu enredo foi Ori and the Blind Forest, mas isso é outra história) e comecei a entrar em uma crise existencial, por me sentir culpado por estar jogando um tipo de jogo por motivos errados.
Enquanto eu estava nessa crise, fui jogar Dragon Quest III em sua versão de GBC (Game Boy Color) em um console emulador de jogos que o meu tio me deu de presente, eu estava gostando do jogo, mas uma hora questionei porque eu estava gostando, ele não tinha uma história profunda, não tinha um combate muito bom e era um jogo bem datado. De tanto questionar, acabei encontrando uma resposta: era o sentimento de jornada.
O combate pode não ser muito avançado, a história pode não ser profunda e o jogo pode não ter envelhecido bem, mas explorar o mundo, visitar cidades, andar com seus companheiros, ficar mais forte e derrotar inimigos me fez sentir em uma jornada, e não é só em Dragon Quest que isso se aplica, outros jogos que eu adoro como Pokémon, Super Mario RPG e Miitopia também se aplicam a esses quesitos e também aplico um pouco desses quesitos até em jogos de JRPG que só jogo pelo combate, como Disgaea e Valkyria Chronicles. Foi só ter um crise existencial e jogar um Remake de um jogo que originalmente saiu na década de 80 que encontrei a resposta do porquê eu gosto de JRPGs; o sentimento de jornada.

Você gosta de JRPGs? Se sim, por que você gosta? Se não, por que não gosta? Já jogou um Game desse gênero? Gostou da postagem? Comente e compartilhe nas redes sociais, Bye Bye!

segunda-feira, 1 de junho de 2020

Youtube Underground: Super Bit World - Videogames

Análise de canais com foco em Nintendo #3 Super Bit World ... 
Olá, Youtubers, tudo bem? Os que me acompanham a um certo tempo já sabem que na minha série, Youtube Underground, comento sobre canais desconhecidos do Youtube que eu gosto, mas agora é hora de eu comentar sobre um canal que está no meio-termo de ser descontinuado e continuar ativo. Então apertem Play que as coisas talvez possam ser divertidas.

Super Bit World é um canal de curiosidades que se especializa em falar sobre consoles que deram certo ou não, jogos cancelados, acessórios de console ETC. As informações descritas por ele não são super detalhadas, mas são simples de entender e me surpreendo ao pensar como ele conseguiu achar informações sobre a trajetória de lançamento de um console, desde o seu início até o seu fim. Uma vez ele decidiu sair do Youtube por conta do rumo que o Site anda tomando ultimamente, mas recentemente ele voltou ao Youtube, só que o rumo deste canal ainda é meio incerto.

Mostrarei um vídeo para tirar suas conclusões, mas antes, olhem as informações adicionais:
Classificação Indicativa: Livre para todos os públicos 
Duração Dos Vídeos: 4 - 26 Minutos 
Frequência De Postagem: Baixa 
Número De Inscritos (até o momento): 42,5 mil 
Curiosidade Do Canal: Ele criou um canal secundário chamado de Super Bit World Plus, para desabafar temas que não podiam ser discutidos direito no Super Bit World, mas a ideia não foi pra frente e esse canal secundário está abandonado.
Agora sim, assistam este vídeo para tirar suas conclusões: 
Se você não ficou convencido(a) da qualidade do canal com esse vídeo, tudo bem, mas não xingue aqueles que tenham uma opinião diferente da sua. 
Assista Se: Gosta de saber sobre motivos de certos consoles terem dado certo ou não, jogos cancelados, acessórios de consoles ETC. 
Não Assista Se: Não estiver nem aí para o que foi mencionado acima. 
O Que Acho Sobre: Super Bit World é um canal bem legal. Os conteúdos apresentados são bem interessantes e o Yuri (dono do canal) manda muito bem no que faz. Pela qualidade de seu conteúdo e o quão interessante é o que ele apresenta, espero que esse canal continue ativo. 

Já conhecia o canal? O que achou do vídeo? Gostou da postagem? Comente e compartilhe nas redes sociais, "até a próxima"!

segunda-feira, 18 de maio de 2020

Survival Mode: Super Mario RPG - Legend of the Seven Stars

SuperMarioRPGSNESCoverArtUS.jpg 
Olá, povo do reino dos cogumelos, tudo bem? Um gênero de jogo que sempre quis fazer análise aqui no Blog é o JRPG (Japanese Role Playing Game), só que estava bem cético se eu conseguiria, pois é um gênero que geralmente tem bastante coisa pra comentar e isso poderia deixar a postagem extremamente longa, mas Super Mario RPG é bem mais tranquilo pois acho que a quantidade de coisas para comentar é mais modesta. Então, preparem seus cogumelos, que a aventura de hoje será épica, Here we go!
Fase 1: Enredo 
A história começa como um jogo do Mario qualquer, com o Bowser sequestrando a Princesa Peach e o Mario tendo que resgatá-la, mas no meio de um dos confrontos dos dois, uma espada cai no castelo de Bowser e arremessa os três para longe. A partir daí, Mario vive altas aventuras, encontrando vários personagens e um pouco depois o objetivo do jogo é revelado; quando a espada caiu no castelo, a Estrada Estelar se desfez e, sem ela, nenhum desejo pode ser realizado (basicamente, quando alguém faz pedido à uma estrela cadente, a estrada transforma o desejo em um estrela e assim que ela cai o desejo é realizado), então Mario e sua turma precisam recuperar as 7 estrelas, que são pedaços da Estrada Estelar que estão sob o domínio de Smithy e seus lacaios, para que os desejos possam ser realizados. Como o jogo foi feito para ser simples, a sua história também é simples, mas ela é tão cheia de carisma e personalidade que isso não importa. Em outras palavras, é simples, mas funciona. Vale ressaltar que para um jogo desta época (1996), os diálogos até que são bem escritos. Considerando que boa parte dos jogos japoneses que lançavam no Ocidente nessa época muitas vezes vinham com textos mal escritos, mal traduzidos e que contradizem as versões originais, os textos desse jogo são o contrário destes adjetivos negativos que citei, mas se contradizem a versão original, posso dizer que há algumas frases nas versões traduzidas que não tem na versão japonesa por estarem mais apropriadas para o público ocidental (tipo as frases brincalhonas na dublagem brasileira de Yu Yu Hakusho).
Fase 2: Gráficos 
Super Mario RPG: Legend of the Seven Stars Download Game ...


Como o jogo foi lançado no final da vida do Super Nintendo (1996), já é de se esperar que os gráficos sejam um dos mais avançados do console. Os Sprites do jogo são pré-renderizados (basicamente, eles fizeram um modelo 3D e tiraram várias fotos, para, depois, simplificá-las como figuras 2D, corrijam-me se estiver errado) e eles são bem detalhados e coloridos. As animações podem não ser tão fluidas como outros jogos com gráficos pré-renderizados lançados pro Super Nintendo como Donkey Kong Country e Killer Instinct, mas são boas o bastante. Um ponto fraco que vejo são os cenários, já que seus visuais são um pouco simples (nem todos são assim, mas sabe, né?), especialmente a fase Barrel Volcano que já acho feia. Pode ser que os Sprites pré-renderizados não envelheceram tão bem, mas considerando o Hardware e a época em que foi lançado, os visuais são deslumbrantes.
Fase 3: Som 
A trilha sonora deste jogo é muito boa. As músicas do jogo tem um tom alegre e brincalhão, tal qual o tom que o próprio jogo passa com sua história e, além disso, são muito legais de se ouvir e eu digo que a Yoko Shimomura (a compositora das músicas desse Game, que por sinal também fez as músicas de Street Fighter II) arrasou nelas.
O que eu posso dizer, além de "Obrigado Shimomura-Sama"? (Sama é um título honorífico japonês para pessoas importantes ou que alguém admira). Sobre os efeitos sonoros, posso dizer que são bons, bem feitos e com uma qualidade bem Super Nintendo, também há alguns efeitos que são irritantes, mas isso é detalhe. No geral, a trilha sonora é ótima.
Fase 4-1: Fora do Combate 
Fora dos combates, os comandos são estes: os direcionais (ou as setas) controlam o Mario, o botão B pula, o botão Y faz o Mario correr, o botão A interage com as coisas que estiverem em sua frente (desde pessoas até flores que abrem portas) e o X abre um menu, nesse menu dá para usar e organizar itens, equipar armas e armaduras em seus personagens, escolher quais personagens vão batalhar ETC. A única coisa que tenho a reclamar é sobre o Level-Design, porque o jogo tem uma perspectiva isométrica e os direcionais digitais do controle do Super Nintendo não foram projetados para fases diagonais, já que as únicas direções presentes são: cima, baixo, esquerda e direita. Sei que dá para apertar dois direcionais ao mesmo tempo ou usar controles com analógico (caso esteja jogando em emuladores), mas mesmo assim é meio chato.
Fase 4-2: Combate 
Quando você encosta em inimigos presentes no mapa, uma batalha começa (diga adeus às batalhas aleatórias). As batalhas são por turnos e quando o turno de um personagem do seu grupo chega, você escolhe opções que são atreladas aos 4 botões principais do controle do Super Nintendo: A para atacar, Y para usar habilidades especiais (são mais fortes que ataques normais, mas consomem FP, explico depois), X para usar itens e B para defender ou fugir (lembre-se que fugir nem sempre funciona). Cada personagem tem seu HP, o que significa que se o HP chegar a zero, o personagem morre, e há o FP, que permite usar habilidades especiais e é compartilhado entre todos os personagens (a mesma lógica do HP no zero se aplica aqui). Parece um combate de RPGs por turno bem tradicional, mas há um diferencial muito grande: os golpes cronometrados. Basicamente, quando você aperta o botão de ataque durante uma parte específica da animação de ataque, o golpe causará mais dano e as magias contém Mini-Games envolvendo metralhar o Y como se não houvesse amanhã, girar os direcionais, segurar o Y ou só apertar esse mesmo botão em um momento específico para dar mais efeito na habilidade, isso dá algo a mais no combate, já que você não está só escolhendo uma opção e vendo uma animação (rimou), e sim interagindo para fazer que os ataques e habilidades sejam mais eficazes. O combate por turnos desse jogo é bem divertido, não só pela interatividade, como também pela simplicidade quando comparado com outros jogos de RPG que tem combates mais complexos.
Fase 5: Personagens 
Experience Points .25: Super Mario RPG: Legend of the Seven Stars
O Yoshi na imagem é propaganda enganosa, ele não é um personagem principal e não participa história, ele só aparece em uma missão secundária e quando um certo item é usado 

Nesta fase, comentarei não só as histórias dos personagens, como também suas capacidades em combate. Mario dispensa apresentações, então só mencionarei que, em combate, ele é um personagem balanceado e é o segundo mais forte do grupo. Suas habilidades envolvem apenas pulos e bolas de fogo que variam apenas em força. Princesa Peach (ou Toadstool caso esteja jogando as versões traduzidas, já que ela só foi se chamar Peach no Ocidente a partir de Mario kart 64) é conhecida por ser a infame donzela em apuros, mas aqui ela é extremamente útil por causa de suas magias de suporte, como curar e ressuscitar aliados, colocar inimigos pra dormir ou impedi-los de usar habilidades e até causar dano com uma chuva de bombas. Ela pode ser fraca e frágil, mas com suas magias ela pode facilitar batalhas difíceis. Bowser decidiu deixar sua rixa com o Mario de lado para recuperar seu castelo que está sob o domínio de Smithy. Ele é o mais forte e resistente do grupo, só que ele é lento (a ordem dos turnos é influenciada pela velocidade dos personagens), leva muito dano de magias e suas magias não são muito fortes. A figura de touca azul é Geno, ele é uma força que está possuindo um boneco de madeira para recuperar as 7 estrelas e consertar a estrada estelar. No combate ele é meio frágil, mas bem rápido e forte. Suas habilidades envolvem segurar o Y para carregar algum raio, aumentar a força e defesa dos aliados e o Geno Whirl, que quando o botão Y é apertado na hora certa, pode tirar 9999 de dano, mas não vá achando que é moleza, porque essa habilidade tem uma animação muito rápida e pra causar esse dano avassalador é necessário ter precisão cirúrgica. Por último, Mallow foi criado pelo velho sapo Frogfucius e está tentando descobrir o paradeiro de sua família. Ele é muito fraco e frágil, mas tem as melhores magias do jogo. Ele pode atacar seus inimigos com raios, nevascas e chuvas de estrela, curar seus aliados com chuvas e poder saber quando um inimigo está perto da morte quando usa a magia Psychopath (também envolve apertar o Y na hora certa).
Fase Final: O Verídico 
Prós: 
+ A história é simples, mas funciona 
+ Os gráficos até que são bonitos 
+ Uma ótima trilha sonora 
+ O combate por turnos é divertido 
+ Para um jogo desta época, os diálogos são bem escritos 
Contras: 
- O Level-Design diagonal chega a incomodar um pouco 
Nota Final: 
9.7 
Resumindo: Super Mario RPG é excelente, tem uma história divertida, bons gráficos, boa trilha sonora, diálogos bem escritos, um combate divertido e consegue traduzir muito bem a sensação de jogar um Mario para o gênero JRPG, mesmo com Level-Design sendo um pouco incômodo. Se quiser começar a jogar os JRPGs, esse é o jogo ideal para iniciar sua jornada e posso recomendar para qualquer um, principalmente para pessoas que não gostam do gênero (se não entende inglês, dá para achar facilmente uma ROM para emuladores traduzida em português na Internet, é só baixar). É um ótimo RPG e é o meu jogo favorito do Super Nintendo. 
Curiosidades Rápidas: 
- Este foi o penúltimo jogo que a Square desenvolveu para o Super Nintendo (o último desenvolvido foi Treasure of the Rudras e o último que foi publicado pela Square foi Treasure Hunter G
- Miyamoto (criador do bigodudo) admitiu ter interesse em fazer um RPG do Mario desde a época do Nintendinho. 

Você já jogou Super Mario RPG? Gosta do Game? Gostou da postagem? Comente e compartilhe nas redes sociais, Bye Bye!

domingo, 26 de abril de 2020

Top 10: Meus jogos favoritos do Neo Geo (especial de 30 anos do Neo Geo)

Neo-Geo-AES-Console-Set.png 
Olá, povo que gosta do Neo Geo, tudo bem? Apesar de eu ser mais conhecido pelo meu lado Nintendista, tenho demonstrado em várias análises o meu gosto pela plataforma Neo Geo, mas sabem o que exatamente é o Neo Geo? O Neo Geo é uma placa de Arcade (corrija-me se estiver errado) criada pela SNK que funciona via cartuchos e que ao mesmo tempo (pelo menos no Japão) veio com uma versão caseira que compartilhava o mesmo Hardware (imagem acima). 26 de Abril de 1990 foi o dia em que o Neo Geo foi lançado, tanto o Arcade quanto a versão caseira, e neste ano ele completa 30 anos. Por isso, não há nada melhor do que celebrar esta ocasião com uma lista dos meus 10 jogos favoritos do sistema (pelo menos para mim). Então coloquem fichas na máquina, que o jogo vai começar!
Lembrete: Como a lista é dos meus jogos favoritos e, portanto, completamente pessoal, pode ser que algum jogo que você gosta não esteja nela, pode ser também que você não fique satisfeito(a) com a posição de um deles, lembre-se que é a minha opinião e ela se difere das demais.

A série The King of Fighters é com certeza a série de Games mais conhecida do Neo Geo e apesar de não ser um dos meus Games favoritos de todos os tempos, eu ainda gosto desse jogo e é o meu favorito entre os que lançaram para o Neo Geo.
10: The King of Fighters '98 (1998) 
A quinta edição do KoF é uma das favoritas dos fãs. O sistema de combate é basicamente o mesmo do 97, só deixa as mecânicas e os personagens mais balanceados, ainda apresentando o mesmo sistema de times de 3 contra 3, os gráficos são bem bonitos e coloridos, quase todos os personagens dos jogos anteriores estão presentes (os personagens que faltavam apareceram no Remake sub-intitulado de Ultimate Match) e mesmo que a trilha sonora tenha sido reciclada dos anteriores, continua boa. Com tanto capricho na produção, não é à toa que KoF '98 é um dos favoritos entre os fãs.

Art of Fighting é uma série de jogos de luta bastante injustiçada, ela foi acusada de ser cópia de Street Fighter por ter alguns personagens parecidos, mas se diferenciava bastante dos jogos da luta em rua (Street Fighter em português) e teve inovações que contribuíram muito para o gênero de Games de luta (inclusive alguns personagens de Art of Fighting apareceram no KoF). O meu favorito da série é o terceiro.
9: Art of Fighting 3 - The Path of the Warrior (1996) 
Art of Fighting 3 - The Path of the Warrior arcade flyer.jpg
Art of Fighting 3 mantém o combate metódico e estratégico da série. Os gráficos são extremamente bonitos, não só pelos cenários coloridos e detalhados, mas também pelas animações fluidas dos personagens, as músicas não são ruins, mas podiam ser melhores, os personagens novos não tem tanto carisma e os únicos personagens retornantes dos anteriores foram os protagonistas Ryo e Robert. Falando assim, parece que o jogo é ruim, mas ele está longe de ser (tem gente que não gosta, mas isso é outro assunto), ainda é um jogo de luta divertido e funcional e mesmo entendendo porque algumas pessoas não gostam, ainda me divirto.

Eu não sou muito ligado em jogos de nave, mas jogo alguns de vez em quando e um jogo desse tipo que adorei foi esse aqui.
8: Blazing Star (1998) 
Blazing Star arcade flyer.jpg
Blazing Star é a continuação de Pulstar. Em relação ao anterior, Blazing Star reduz a dificuldade, mas ainda não deixa de ser um jogo bastante desafiador e cheio de tiros e explosões na tela (eu não tive paciência para jogar Pulstar porque quando a personagem morre, você volta para um Checkpoint ou pro começo da fase quando dá Continue). A jogabilidade é bem padrão para jogos do gênero, mas não deixa de ser boa e mesmo sendo padrão, ainda tem seus diferenciais como uma versão dos tiros carregados que pega quase tudo pela frente, mas que causa pouco dano e 6 personagens jogáveis que são muito diferenciados em seu estilo de jogo (ex: Kaoru pode obter um escudo que bloqueia projéteis vindos de frente, JB é rápido, mas tem tiros com padrões erráticos e sua versão alternativa do tiro carregado só atinge inimigos que estão por trás ao invés de frente), a trilha sonora é ótima (apesar das músicas durarem uns 40 segundos) e os gráficos pré-renderizados são muito lindos. Mesmo sem inovações, Blazing Star consegue ser um jogo bem caprichado.

Fatal Fury não foi só uma das primeiras séries de Games de luta da SNK, como também uma das séries mais emblemáticas do gênero (só pra ter noção, o protagonista Terry Bogard apareceu em Smash Bros Ultimate como personagem jogável, para mostrar o quão importante é) e mesmo com tanto legado, nunca fui muito fã dela, mas o último jogo dessa série caiu no meu gosto e se tornou um dos meus jogos de luta favoritos.
7: Garou - Mark of the Wolves (1999) 
Garou: Mark of the Wolves | SNK Wiki | Fandom

Apesar de não levar o nome Fatal Fury (o jogo só leva esse nome na versão de Dreamcast), Garou é o nono e último jogo dessa série. Boa parte do elenco de personagens anterior foi substituído por algum filho, aprendiz, conhecido ou personagem novo (exceto o Terry), só que diferente do Art of Fighting 3, estes personagens tem o seu carisma. Apesar das simplificações do combate (ex: removeu os múltiplos planos nas arenas e as sequências de golpes são as mesmas para cada personagem), o combate continua profundo e o que mais chama atenção neste jogo são os gráficos, porque são um dos mais belos, coloridos e detalhados do Neo Geo e os desenvolvedores conseguiram tirar proveito do Hardware de uma forma que parecia quase impossível. Sendo um jogo de luta acessível, profundo, detalhado e caprichado, Garou foi uma bela carta de despedida de Fatal Fury.

Eu sou um grande fã de Bomberman, detonar inimigos e blocos usando bombas em cenários labirínticos é extremamente divertido e há um jogo dessa série tão querida no Neo Geo.
6: Neo Bomberman (1997) 
Neo Bomberman arcade flyer.jpg
Neo Bomberman é um Bomberman tradicional que foi lançado para o Neo Geo MVS (em outras palavras, o Arcade, já que nunca foi lançado para a versão caseira do Neo Geo conhecida como Neo Geo AES). A mesma jogabilidade da série ainda está aqui, com os cenários labirínticos, bombas, modo campanha e modo Multiplayer, os gráficos são bons e apesar da trilha sonora ser boa, as músicas poderiam ser melhores. O Game apresenta várias similaridades com Super Bomberman 4, como montarias diversificadas, a capacidade de carregar vários ovos e até a presença de Honey e Kotetsu (a Cowgirl e o Samurai), estas semelhanças não são à toa, já que Neo Bomberman foi desenvolvido pela mesma equipe do Super Bomberman 4. Ser um Bomberman genérico não tira o mérito desse Game, se me divirto com ele já é o bastante.

É evidente que os jogos do Neo Geo são de gêneros que são prominentes nos Arcades e um destes gêneros que estranhamente não tem muita representação no Neo Geo é o Beat 'em up/Hack and Slash, que para quem não sabe, são jogos em que você anda e bate/corta tudo que vê pela frente e um destes poucos Beat 'em ups/Hack and Slashes que o Neo Geo recebeu é um dos meus favoritos do gênero
5: Sengoku 3 (2001) 
SENGOKU 3 - Neo Geo () rom download | WoWroms.com
Apesar de ser tecnicamente uma sequência numerada, Sengoku 3 não tem nada a ver com os outros dois (Sengoku 1 e 2 eram jogos bem mais ou menos ). Os gráficos e a trilha sonora são ótimos, mas isso é detalhe em comparação à jogabilidade, que é o seu ponto forte. Em questão de jogabilidade, poderia dizer que é um Beat 'em up/Hack and Slash padrão, se não fosse pelo sistema de Combos que lhe permite encaixar qualquer golpe em qualquer sequência, assim possibilitando reflexo e criatividade na hora de atacar. Sengoku 3 não é só um dos melhores Beat 'em ups/Hack and Slashes que já joguei, como também um dos jogos de Neo Geo que eu mais adoro.

Metade desta lista é formada por jogos de luta e não é à toa, já que o Neo Geo apresenta uma grande variedade de jogos de luta e esse aqui, juntamente com Garou é um dos meus favoritos do console.
4: Waku Waku 7 (1996) 
Waku Waku 7 arcade flyer.jpg
Waku Waku 7 é um jogo de luta que faz paródia de várias coisas, desde The King of Fighters até Indiana Jones. Sei que está ficando repetitivo dizer isso, mas o jogo tem gráficos ótimos, trilha sonora boa e um combate bem legal, apesar de ser desbalanceado. As suas características mais marcantes são o bom-humor e os personagens carismáticos, com seus diálogos malucos, visuais excêntricos e paródias. Não é só o sistema de combate que me fez gostar desse jogo, a apresentação dele o torna especial e por isso, Waku Waku 7 é um Game de luta que merece respeito.

Já fiz análise deste Game aqui no Blog, mas não faz mal mencioná-lo de novo.
3: Zupapa! (2001) 
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Zupapa foi o último jogo de Neo Geo lançado pela SNK antes de falir e ser ressuscitada por ter sido comprada pela Playmore. A sua jogabilidade é baseada em Bubble Bobble, mas não deixa de ser divertida, tem gráficos belos e o único defeito que vejo é a trilha sonora, ela não é ruim, mas podia ser melhor. Não há muito que comentar, porque já mencionei o necessário na análise deste jogo aqui no YanserGamer94 e se quiser vê-la, clique/toque em 2017 e depois em janeiro (se estiver lendo pela versão da Web). Sendo um jogo bem divertido, carismático e desafiador, Zupapa é uma adição bem-vinda nessa lista.

Nunca fui muito chegado a Games de Puzzle, mas não é que eu os ache ruins, é que as minhas experiências passadas com Tetris geraram um preconceito com jogos desse gênero em mim, já que nunca gostei de Tetris. Ao contrário de Tetris, esse aqui eu adoro.
2: Magical Drop 3 (1997) 
Imagem relacionada
Magical Drop 3 é só mais um jogo de Puzzle em meio a tantos outros, o que o faz tão especial? Suas animações são boas, tem um trilha sonora legal e o que faz dele especial é a jogabilidade. Diferente de Tetris, nós não empilhamos blocos em fileiras para detoná-los, aqui é necessário pegar e estourar pedras da mesma cor (não jogue se tiver daltonismo) para mandá-las aos inimigos e lotar o campo deles com essas pedras. Você ainda não está convencido(a) do que o faz tão especial? acontece é que Magical Drop não envolve apenas organização, também envolve pensamento rápido (em Tetris também, só que em MD envolve mais ainda) e reflexo, o que torna as partidas bastante frenéticas. O único defeito que enxergo são as remoções de conteúdo que fizeram na versão americana, fora isso, Magical Drop 3 é um jogaço.

Antes de mostrar o primeiro lugar, veja as
Menções Honrosas: 
Super Dodge Ball (1996), Windjammers (1994) e Battle Flipshot (1998): Estes são jogos diferentes, com propostas diferentes, feitos por empresas diferentes, mas que tem algo em comum; eles são jogos onde você simplesmente joga algum objeto nos personagens ou em suas bases (Battle Flipshot você destrói as bases do inimigo rebatendo uma bola, Windjammers você joga um disco na base do adversário e Super Dodge Ball é queimada) e os 3 são tão divertidos que não consegui decidir qual eu colocaria na lista. 
Ghostlop (1996?): Eu sei que esse jogo foi cancelado, mas foi completo o suficiente para ser jogável e é um jogo de Puzzle divertido. Se quiser saber mais detalhes leia a minha análise desse jogo. 
Shock Troopers - 2nd Squad (1998): Os fãs preferem o primeiro, só que eu prefiro o segundo porque ele é mais rápido e os personagens são mais diferenciados do que no anterior, já que eles tinham poucas diferenças no primeiro (o Shock Troopers 1 ainda é um ótimo jogo, não quero tirá-lo desse mérito). 
Ninja Masters (1996): Mais um jogo de luta que tem uma jogabilidade boa, bons gráficos e sua temática de Ninjas é interessante. 
Twinkle Star Sprites (1996): Parece uma ideia estranha misturar um jogo de nave com um jogo de Puzzle competitivo, mas essa mistura acabou resultando em um jogo muito divertido. 
Aggressors of Dark Combat (1994): Joguei pouco esse jogo, mas achei interessante que ele, um jogo de luta, misture elementos de jogos de luta tradicionais com os de Beat 'em Ups
Andro Dunos (1992): Também joguei pouco esse jogo, mas achei que é um jogo de nave bem divertido e com uma ótima trilha sonora. 

Em 2018, fiz uma maratona de Metal Slug aqui no Blog, onde escrevi análises de cada Metal Slug da série principal (já tinha feito uma do Metal Slug 1 antes da maratona, não fiz uma do X por ele ser outra versão do 2 e não fiz uma do 7 pois eu tinha feito as análises baseando na coletânea Metal Slug Anthology, mas você já entendeu o ponto) e dando minhas opiniões sobre eles. O meu favorito da série é o segundo 
1: Metal Slug 2 (1998) 
Metal Slug 2 arcade flyer.jpg 
Metal Slug 2 é uma ótima sequência. Seus gráficos continuam ótimos, a trilha sonora é uma das melhores da série, tem uma dificuldade elevada que não é impossível e apesar da jogabilidade continuar a mesma, ainda continua excelente e ainda por cima, trouxe novos veículos, armas e transformações (esse foi o primeiro Metal Slug a ter transformações). Tem gente que reclama da performance lenta em alguns trechos do jogo, mas não me incomodei e acho que este problema pode deixar algumas partes mais fáceis (dizem que há males que vem para o bem, não é?). Também há o Metal Slug X, que é uma versão que corrige esses tais problemas na performance, adiciona novas armas e veículos e deixa o jogo mais difícil, também é um ótimo jogo, mas tenho preferência pelo 2 por ser o que mais jogo bem. Sendo uma ótima sequência, um ótimo jogo de Run and Gun (correr e atirar) e uma ótima experiência, Metal Slug 2 é o meu jogo favorito do Neo Geo! 

Quais são seus jogos favoritos do Neo Geo? Já chegou a jogar um jogo dele seja em emulador, Arcade ou console? Gostou da postagem? Comente e compartilhe nas redes sociais, Feliz aniversário de 30 anos do Neo Geo!