quarta-feira, 20 de janeiro de 2021

Aviso: Uma homenagem ao Nintendo 64 está por vir

 

Olá, povo Nintendista, tudo bem? Em 23 de junho de 1996, o Nintendo 64 foi lançado, e por isso, farei uma lista de Top 10 games favoritos do console para comemorar o aniversário de 25 anos do console. A postagem chegará em algum dia de junho, só não sei qual. Fiquem no aguardo. 


quinta-feira, 17 de dezembro de 2020

O que esperar de 2021?

 

Olá, povo do futuro, tudo bem? 2020 foi um ano trágico e boa parte das tragédias foram causadas por causa do Coronavírus. Graças a ele, as pessoas do mundo inteiro tiveram de se isolar em suas casas para evitar que sejam contaminadas e, ao sair, elas tiveram que vestir máscaras, carregar álcool em gel e manter um pouco de distância das outras pessoas. Apesar disso, eu não me dei por vencido. Fui cuidadoso o suficiente para não pegar o Corona, mas descontraído o suficiente para não ficar insano e obsessivo. Além disso, comecei a estudar na minha faculdade à distância (eu já tive a ideia de fazer EAD antes do corona se alastrar pelo Brasil) e consegui jogar jogos que eu adoraria ter jogado, mas que não pude por conta do meu acesso limitado. 
Com todo ano novo, vem novos jogos. Nesse contexto, construí uma tradição de comentar sobre games que sairão nos próximos anos, mas dessa vez eu farei as coisas um pouco diferentes, pois quando fazia essas postagens,  só comentava sobre games que eram aguardados pelo público gamer em geral e geralmente só tinha 1 jogo na lista que eu realmente aguardava. Dessa vez serão apenas jogos que eu aguardo e mesmo que apenas 1 deles esteja confirmado para sair em 2021, ainda conto os não confirmados. Chega de enrolação, porque agora eu mostro quais são os jogos de que estou aguardando! 

Em 2017, joguei Zelda - Breath of the Wild e ele acabou se tornando um dos meus Zeldas favoritos. Dois anos depois, uma sequência dele foi anunciada, e por mais que eu duvide que irá ser lançada em 2021 (por conta do espaço de tempo entre o lançamento do Breath of the Wild e o anúncio da sequência), eu ainda a aguardo. 

The Legend of Zelda - Breath of the Wild 2 pode não ser o nome oficial do game, mas já é o suficiente para empolgar vários fãs. Pelo que o (único) Trailer apresentou, o clima do jogo aparenta ser mais sombrio do que o seu antecessor, se assemelhando mais com Majora's Mask e Twilight Princess, além de que a Zelda irá nos acompanhar na jornada (como em Spirit Tracks). O que mais intrigou os fãs foi que mostraram o Ganondorf em uma versão morto-vivo, já que ele é um dos principais vilões da série e por mais que ele tenha aparecido no jogo anterior de forma indireta (mais especificamente, como Calamity Ganon), os fãs ficaram mais curiosos para vê-lo em pessoa e como ficou nesse estado. Sobre a jogabilidade não dá pra comentar, pois não mostraram nada a respeito disso, só espero que façam melhorias em relação ao anterior, como deixar as Dungeons e os chefes mais interessantes e reduzir a frequência das chuvas. Pode ser que o segundo Breath of the Wild não saia em 2021, mas não nego que estou curioso para ver como será, quando lançar. 

Já faz cerca de uns 2 anos e meio que me tornei fã da série Disgaea, e por mais que eu tenha mencionado poucas vezes aqui no Blog, queria ter falado mais sobre como eu amo essa série de Games de RPG tático. O sexto do jogo da série está prestes a ser lançado em 2021. 

Disgaea 6 - Defiance of Destiny finalmente será lançado depois de 5 anos e meio sem ter um jogo novo (o Disgaea 5 foi inicialmente lançado em 2015). Essa nova empreitada da série contará a história do zumbi Zed, sua irmã Bieko e um bando de gente em uma jornada por vários mundos, com o objetivo de enfrentar o Deus da Destruição. Em questão dos sistemas da jogabilidade, o limite de nível dos personagens subiu de 9999 para 99,9999,999 (que numerozinho difícil de pronunciar, hein?), o que potencialmente também aumenta o limite dos atributos dos personagens e dano causado, além de incluir as opções de replay e batalha automática para atrair iniciantes. Por mais que eu esteja empolgado por um novo Disgaea estar sendo lançado, eu estou meio receoso por conta de algumas coisas, como: a remoção de vários sistemas legais dos jogos anteriores, como as habilidades aprendidas com armas de todos os Disgaeas anteriores, a barra de vingança e as Overloads do 5; a mudança de gráficos do 2D para o 3D não me incomodou tanto, mas as animações sem graça e pouco exageradas me incomodaram; ainda não há muitos detalhes sobre a história e estou preocupado se será boa ou não, pois os Disgaeas anteriores (D2 e 5) não tiveram histórias lá muito boas. Disgaea 6 será lançado no Japão em 28 de janeiro de 2021 para o PS4 e Switch e a data de lançamento para o Ocidente ainda não foi revelada, mas falaram que sairá no verão, apenas na versão de Switch (certamente no verão norte-americano, entre junho e agosto). Apesar dos pesares, torço para que Disgaea 6 seja um bom jogo. 

Eu adoro Pokémon, mas hoje em dia nem tanto. Para aqueles que leram a minha postagem "Minha relação conflituosa com Pokémon", talvez se lembrem que a minha relação com a franquia passou de amor, para amor e ódio, por causa dos produtos recentes dela não terem me agradado, e para aqueles que leram as minhas listas de jogos favoritos, talvez se lembrem que Pokémon Snap estava nelas, e para a minha surpresa e alegria, anunciaram um novo Pokémon Snap e estou finalmente botando fé em um produto recente de Pokémon

New Pokémon Snap é a tão aguardada sequência do Pokémon Snap que os fãs tanto queriam. Assim como o seu antecessor, o jogador irá visitar várias localizações de uma ilha, para encontrar Pokémons em seus habitats naturais e fotografá-los com a jogabilidade de Rail Shooter em primeira pessoa (basicamente, um tipo de jogo de tiro onde o personagem só anda em direções pré-definidas e pode atirar e, às vezes, fazer outras ações). O trailer apresentado mostrou gráficos bem bonitos (diferente de Pokémon Sword/Shield) e presença de Pokémons não só da primeira, como também de todas as gerações seguintes (a geração mais recente no momento é a oitava), não sabemos quantos Pokémons de cada geração irão aparecer, mas é provável que não sejam todos (já que o primeiro Snap só tinha 63 dos primeiros 151). Ainda não se sabe quais serão as novas mecânicas que serão introduzidas nessa sequência, mas espero que causem uma boa impressão. A sua data de lançamento não foi confirmada, mas se sair em 2021 ficarei empolgado. New Pokémon Snap finalmente me deu a esperança de que um produto moderno da franquia possa ser bom e espero que não (me) decepcione. 

Quais jogos você está aguardando para 2021? Está empolgado(a) para jogar alguns destes jogos? Gostou da postagem? Comente e compartilhe nas redes sociais, feliz 2021 adiantado e que a pandemia acabe.

domingo, 22 de novembro de 2020

Survival Mode: Mighty Switch Force! 2 (3DS)

Olá, policiais, tudo bem? 4 meses atrás, fiz uma análise de Mighty Switch Force e agora é a vez de sua sequência ser falada aqui no Blog. Será que é tão boa quanto o original? é o que veremos.

Fase 1: Gráficos 
Comparando com o primeiro, não mudou muita coisa, mas não significa que seja ruim. Os Sprites continuam detalhados, as animações ainda são cheias de vida e os Designs dos personagens continuam atraentes (ou nesse caso Re-Designs, já que a Patricia saiu da polícia pra ser bombeira e as Hooligan Sisters não são mais criminosas). Eu tenho a impressão que o visual é um pouco mais colorido do que o primeiro, mas não tenho certeza. Os cenários ainda continuam repetitivos, mas isso é o de menos. Mesmo não mudando muita coisa, os gráficos 2D ainda continuam charmosos.
Fase 2: Som 
A trilha sonora do jogo continua sendo uma delícia. As músicas continuam sendo muito boas e por mais que eu ache as do primeiro mais memoráveis, as do 2 são tão boas quanto ou, se bobear, até melhores. As músicas ainda seguem o estilo eletrônico de seu antecessor, eu sinto que elas são um pouco menos frenéticas do que no primeiro, mas compensam pela instrumentação melhor e mais avançada. 

Não tenho muita coisa a comentar sobre os efeitos sonoros, já que são basicamente os mesmo do anterior e há poucos que são novos, mas irei repetir que eles são básicos e cumprem bem o seu papel. 
Fase 3: Jogabilidade 
Já que essa análise é sobre a versão de 3DS, os controles que serão explicados são dessa versão. O analógico ou o D-Pad controla a personagem, o botão B pula, segurar o X e mover analógico ao mesmo tempo mexe a câmera e os botões L e R trocam a posição do blocos que estão nas fases. Tudo parece o mesmo, mas teve uma mudança no comando de tiro; por causa da troca de profissão da Patricia Wagon (a personagem jogável), ela não carrega mais uma pistola, e sim uma mangueira, então, ao apertar levemente o botão Y, sai apenas um pouquinho de água, e ao segurar, a água vai mais longe. Dos novos tipos de blocos, só irei destacar; 1: Os blocos com espaço para mangueira, basta jogar água neles e ela vai e vem por outras direções além da frente. 2: Aqueles blocos azuis e vermelhos com uma mecânica difícil de explicar em palavras, voltam com a adição dos blocos verdes, o que complica as coisas mais do que deveria. O fator Replay do anterior era bem fraco e, na sequência, é mais fraco ainda, pois no primeiro havia 5 fases extras que eram habilitadas ao zerar o jogo, nesse aqui não tem nada disso. Foram adicionados alguns bebês que podem ser salvos em todas as fases como colecionável, mas isso não foi o suficiente para deixar o jogo mais re-jogável, pois o que você ganha ao salvar todos eles é apenas uma roupa que só muda a aparência da personagem e não traz nenhum diferencial que justifique obter essa recompensa.
Fase Final: O Verídico 
Prós: 
+ Os gráficos 2D continuam sendo charmosos 
+ A trilha sonora é tão fenomenal quanto a do primeiro 
+ A jogabilidade ainda é simples e precisa 
+ O Level-Design e os Puzzles continuam sendo bem elaborados 
Contras: 
- O fator Replay é mais fraco que do o primeiro 
- Mais do mesmo
Nota Final: 
7.9 
Resumindo: Might Switch Force 2 também é um bom jogo. Os pontos fortes do primeiro jogo também se aplicam na sequência, como os gráficos charmosos, trilha sonora fenomenal, jogabilidade precisa, Level-Design bem construído e Puzzles bem elaborados. Os pontos fracos do 2 são o fator Replay ser mais fraco que o do 1, e basicamente ser mais do mesmo. Se quiser um jogo rápido para passar o tempo, Mighty Switch Force 2 é uma opção válida e você pode encontrá-lo por preços relativamente baratos na E-Shop do 3DS ou até na Mighty Switch Force Collection no PC, PS4, Xbox One e Nintendo Switch (que irônico). 

Conhecia Mighty Switch Force 2? Já jogou se interessou por ele? Gostou da postagem? Comente e compartilhe nas redes sociais, Bye Bye!

quinta-feira, 12 de novembro de 2020

Youtube Underground será cancelado?

 Olá, Youtubers, tudo bem? Em 7 de outubro de 2018, eu introduzi, aos leitores deste Blog, um quadro chamado Youtube Underground, em que mostrava canais do Youtube que falam sobre Games, mas não tiveram o devido reconhecimento que mereciam. Por volta de junho ou julho (não lembro quando exatamente), o Blogger anunciou que haveria uma nova interface e que a interface antiga ainda estaria disponível, continuei usando a interface antiga, mas daí chegou setembro e removeram a opção de usar a interface antiga. Pode parecer que estou insatisfeito com a mudança, mas não, eu não achei a interface ruim, mas teve uma mudança que me incomodou e que provavelmente irá afetar o futuro desse quadro. 

Quando postei o Survival Mode do Street Fighter 1, percebi algo estranho quando a postagem era vista pelo celular: o vídeo que eu tinha colocado para o pessoal ter uma ideia de como é a música do jogo não aparecia. De início, achei que era algum bug, mas fui reiniciar a página várias vezes, eu li no celular da minha mãe e o vídeo não aparecia de qualquer forma. Eu sei que há a opção "Visualizar versão para a web" e o vídeo só carrega com ela, mas além dessa opção deixar a navegação pelo celular menos prática, é muito estúpido ativar uma opção só pra poder ver uma parte pequena da postagem. Com essa mudança já dá pra ver porque estou com receio de continuar o Youtube Underground. Com o Survival Mode não me incomoda tanto, já que os vídeos são uma parte pequena da postagem, e mesmo que ainda não mostre o vídeo com a música para poder ter uma ideia sobre a trilha musical, o resto ainda continua intacto, mas com o Youtube Underground me incomoda, pois é um tipo de postagem que depende muito do vídeo, já que eu recomendo um canal do Youtube e preciso de um vídeo desse canal para poder apresentá-lo aos leitores. Eu fui ver a estatística do Blog e percebi que cerca de 80% do meu público lê as minhas postagens por computadores da marca Windows, então não será um problema para a maioria, mas também vi que cerca de 40% do meu público lê por celulares Android e acho questionável não disponibilizar vídeos no meu Blog para uma parcela de dispositivos. Por estes motivos, eu estou em dúvida se  devo continuar com esse quadro ou se cancelo assim como fiz com o Adventure Mode e o Extra Mode

Achou essa decisão de Design do Blogger estúpida? Acha que eu devo continuar ou cancelar? Gostou da Postagem? Comente e compartilhe nas redes sociais, Bye Bye!

terça-feira, 27 de outubro de 2020

Jogos de navegador que eu adoro

 Olá, povo feito com Flash, tudo bem? Quando eu era criança,  costumava jogar muitos jogos de navegador nos computadores. Admito que eles eram um tanto limitados, mas além de acessíveis,  conseguiam ser divertidos e tinham seu charme. Mas uma notícia terrível foi revelada ao público: a partir de dezembro deste ano, o Adobe Flash Player (o programa que foi usado para fazer os jogos de navegador) deixará de ter suporte, fazendo com que milhões de joguinhos pela Internet não possam mais ser jogados, e isso é muito trágico, pois apesar de não serem muito refinados e ter bastante tranqueira entre eles,  eram divertidos e fizeram parte da vida de muitas pessoas (inclusive da minha) e, sem eles por perto, várias pessoas não poderão mais jogá-los. Por causa disso, eu irei comentar sobre jogos de navegador que eu adoro. 

Lembrete: Nessa lista só entra jogos que eu joguei, se não tiver um jogo que você goste, deve ser porque eu não joguei ou por não ser um dos meus favoritos.

O primeiro que eu escolhi não é só um jogo, é uma série de jogos. 

Henry Stickmin é uma série de jogos cuja proposta se baseia em cenas com opções de escolha que alteram o percurso da história. O que me faz adorar essa série? A sua jogabilidade é bem parecida com games como Life is Strange, Detroid e qualquer jogo feito pela Telltale, mas o que ele tem de especial, é que além de ser bem curto (basicamente pode ser zerado em menos de meia-hora), as rotas alternativas são bem legais de se descobrir e mesmo que boa parte das escolhas sejam apenas respostas de certo ou errado, elas fazem as cenas se desenrolarem de formas muito engraçadas e inusitadas. Sendo um joguinho de ver cenas, é fácil pensar que não haveria muito fator Replay, mas o fator Replay não está aplicado só às rotas alternativas, como também os segredos e conquistas para descobrir. Há 6 jogos dessa série no total; primeiro veio o Breaking the Bank, que eu não me lembro de ter jogado; depois veio o Escaping the Prison, esse sim eu já joguei; e daí veio o Stealing the Diamond, que eu já cheguei a jogar, mas não me lembro de muita coisa; Infiltrate the Airship foi o primeiro Henry Stickmin que eu joguei, e até agora é o meu favorito (não sei se é porque eu acho que as escolhas foram melhor pensadas, ou se é só nostalgia); fui jogar o Fleeing the Complex recentemente e ele acabou se tornando o meu segundo favorito; por último veio o Completing the Mission, que eu não joguei, pois ele só está incluído na The Henry Stickmin Collection que está disponível apenas na Steam, por cerca de uns 20 reais. Caso não queira pagar por uma coletânea que deveria ter um preço mais barato, dá para baixar gratuitamente Escaping the Prison, Infiltrate the Airship e Fleeing the Complex separadamente na Play Store. Essa série é muito boa e recomendo jogar qualquer game dela. 

Vocês que acompanham este Blog, já devem saber que eu amo Super Smash Bros, e com todo o meu amor por essa franquia, já é de se esperar que se eu jogasse um Fan Game que esteja ao nível de capricho dos jogos oficiais de Smash, eu o consideraria como o meu jogo de navegador favorito de todos. 
Super Smash Flash 2 é um Fan Game que recria fielmente a jogabilidade da franquia Smash Bros. A jogabilidade é basicamente a mesma de qualquer Smash, então eu vou partir para outros aspectos do game. O que mais chama a atenção é a lista de personagens, além dela conter alguns personagens que já estão nos Smashs oficiais, ela contém alguns personagens obscuros como Lloyd de Tales of Symphonia e Chibi-Robo de Chibi-Robo (mais um caso de título com nome do protagonista), alguns personagens famosos que não apareceram em um jogo oficial da franquia como Tails de Sonic e Sora de Kingdom Hearts, e também personagens de Anime como Goku e Naruto. As versões que tinham nos Sites que tinham esse tipo de jogo eram versões mais simples, já que só tinham o modo Versus e alguns Minigames, além de não conter alguns personagens que foram introduzidos em versões posteriores (essas versões posteriores você pode baixar no seu PC, caso tenha um). Independente se for fã de Smash Bros ou alguém que não tenha condições de comprar um console de Nintendo e só tenha um PC em casa, Super Smash Flash 2 vale à pena ser jogado. 

O Super Mario Bros de Nintendinho é um game icônico, mas, e se o encanador tivesse ajuda de outros heróis de games do Nintendinho
Super Mario Bros Crossover já entrega tudo no nome (pra quem não sabe, Crossover é um termo utilizado para quando uma franquia faz participação especial com outras), então eu vou partir para o que faz dele especial. É o Mario do Nintendinho sem grandes diferenças em Gameplay e Level-Design, mas é a inclusão de personagens de outros jogos que o torna especial. Pode parecer que os outros personagens só foram tacados pra chocar os fãs e não fazer muita coisa de diferente, mas esse não é o caso, já que as mecânicas de seus respectivos jogos foram muito bem implementadas nas fases do Mario e ver como essas mecânicas foram implementadas é a principal graça do jogo. E também dá para modificar a aparência das fases e dos personagens, além de disponibilizar vários códigos pra deixar a jogatina mais variada. Poderia ser apenas uma versão alternativa do Super Mario Bros original, mas os criadores iram além disso, e acabaram fazendo um baita jogo. 

Eu tenho muita nostalgia desse jogo e dos dias em que  jogava com o meu primo. 
Kawairun 2 é um jogo de corrida diferente, pois a sua jogabilidade é de um jogo de plataforma e suas pistas não têm fim, fazendo que o seu objetivo não seja chegar em primeiro e, sim, sobreviver até o final da partida. Dá pra jogar sozinho e só tentar conseguir a maior pontuação, mas a graça está no Multiplayer, tanto no Online, quanto no local. É divertido desafiar os seus amigos e a família pra ver quem é o melhor, e isso já é o suficiente para se divertir com boas tardes. Além disso, dá para girar uma roleta para ganhar prêmios, e customizar o seu avatar. Kawairun 2 é um ótimo jogo que guardo carinhosamente nas minhas lembranças. 

E pra finalizar. Havia um jogo chamado Robot Wants Kitty, ele até que era legal, mas a sua continuação me marcou mais. 
Robot Wants Ice Cream é um jogo de plataforma em que, obviamente, controlamos um robô junto com um cachorro, em uma jornada para procurar sorvete. A história não importa, o que importa é a jogabilidade. A jogabilidade é simples e funcional, mas o que me marcou no jogo, é o senso de liberdade e exploração, já que o mapa é extenso e te dá liberdade para ir aonde quiser, além de que há vários upgrades para coletar e chefes para enfrentar (rimou). Robot Wants Ice Cream pode ser meio estúpido, mas ele é bem divertido e marcou a minha infância. 

Você gostava desse tipo de jogo? Quais jogos de navegador você gosta? Está triste que eles serão perdidos? Gostou da postagem? Comente e compartilhe nas redes sociais, Bye Bye!

quinta-feira, 15 de outubro de 2020

Survival Mode: Street Fighter (Arcade)


 
Olá, lutadores, tudo bem? Street Fighter II foi o responsável por popularizar jogos de luta, causando um impacto enorme na indústria dos games e introduzindo a muitos gamers, um gênero bastante jogado até hoje. Se você prestou atenção no texto, viu que foi o segundo Street Fighter que popularizou os jogos de luta, mas, e quanto ao primeiro? Ele é pouco lembrado pela maioria e, hoje, veremos se ele mereceu ser esquecido. Fight! 

Fase 1: Enredo 
Sagat, o homem intitulado como o "Imperador do Muay Thai", decidiu abrir um torneio de artes marciais chamado World Warrior, para provar que não é só o melhor lutador de Muay Thai do mundo, e sim, o melhor lutador do mundo. Enquanto isso, o jovem Ryu decidiu entrar para o torneio, só para testar as suas habilidades. O enredo, entretanto, serve apenas como pano de fundo e não é o principal foco do jogo. 
Fase 2: Gráficos 
 
Considerando que é um game de 1987, o gráfico é bem avançado para a época. Os Sprites são bem feitos, as cores são relativamente agradáveis e os cenários são detalhados. Se eu tiver que reclamar de alguma coisa sobre os gráficos, é que as animações são meio duras. Tá certo que o jogo é antigo, mas isso não é motivo para perdoar, já que haviam jogos dessa que época que tinham também animações limitadas, mas que conseguiam ser competentes. Procurem uma gameplay desse jogo no Youtube pra saber o que quis dizer sobre as animações serem duras.
Fase 3: Som 
A trilha sonora desse game não é grande coisa. A qualidade das músicas variam entre "OK" e "não muito boas". Eu não estou desmerecendo o game só por ser antigo, é que além de eu não ter curtido muito as músicas, há games dessa época que tinham músicas que eu considero melhores (só pra ter ideia, Psycho Soldier lançou 1 ano antes do Street Fighter I, e tinha músicas incríveis). Escutem: 

Os efeitos sonoros são meio limitados, mas nesse ponto eu não posso culpar os desenvolvedores, já que era só uma limitação das máquinas da época (em resumo; não muito surpreendente e nada muito decepcionante).
Fase 4-1: Combate 
Esse é o principal destaque do jogo e o motivo de eu ter passado muita raiva com ele. Antes de eu resolver reclamar, preciso esclarecer algo para dar mais contexto: Há duas versões do Game: uma em que os botões principais são um de soco e um de chute que, dependendo da força com que você os aperta, proporcionam golpes  fracos, médios ou fortes e uma outra em que há 6 botões principais, 3 deles sendo de soco fraco, médio e forte, e 3 deles sendo de chute fraco, médio e forte (não lembro qual era a versão que joguei e não estou a fim de saber). O combate se baseia em dois lutadores em uma arena simétrica de duas dimensões, cada um tem sua barra de vida e um deve descer o sarrafo no outro para fazê-la esgotar. Até aí tudo bem, é só um combate de um jogo de luta bem padrão, mas daí vem alguns problemas: A mobilidade dos personagens é travada, eles andam dando pulinhos e parecem pesar 500 quilos; a colisão dos golpes não funciona direito. Consegui notar durante as minhas jogatinas, que mesmo alguns golpes tendo claramente tocado no adversário, não registravam muito bem que ele tomava dano; assim como no Street Fighter II, os golpes especiais são ativados por meio de sequências, só que a principal diferença é que nos jogos seguintes, apesar das sequências serem meio complicadas, dava pra executar de boa com um pouco de treino, mas aqui, as sequências podem ser as mesmas, só que a execução delas é tão imprecisa, que nem com treino dá certo. Pra finalizar; Os adversários do torneio não perdoam, os golpes deles são bem mais rápidos e fortes que os seus e, às vezes, eles conseguem te derrotar em menos de 4 segundos. É normal jogos de luta colocarem adversários apelões quando eles são controlados pela programação, mas mesmo que vários jogos de luta coloquem adversários de dificuldade absurda, ainda dá para vencer com um pouco de habilidade, mas aqui eles são tão melhores em suas habilidades, e o personagem controlado é tão duro e truncado (só dá pra jogar com o Ryu ou com o Ken), que mal dá pra vencer com habilidade e independente se a luta for de jogador VS jogador ou de jogador Vs máquina, só vence quem esfrega e esmaga mais o controle.
Fase 4-2: Minigames 
Depois de algumas lutas, aparecem alguns Minigames para serem jogados. O primeiro é um em que o personagem controlado tenta quebrar pedras para testar sua força. Para quebrá-las basta apertar um botão quando o medidor estiver alto. O segundo usa a mesma jogabilidade dos combates para fazer o personagem quebrar algumas placas de madeira. Os Minigames são apenas esses, e posso afirmar que não são tão frustrantes quanto os combates, então eu digo que eles são decentes e toleráveis. 
Fase Final: O verídico 
Prós:

+ Os gráficos são bons para a época  

+ Minigames decentes 

Contras: 

- A trilha sonora não é grande coisa 

- Mobilidade travada 

- Os adversários são extremamente apelões 

- A colisão dos golpes é ineficaz 

- As sequências dos golpes não parecem funcionar bem 

Nota Final: 

2.7

Resumindo: Street Fighter I é cheio de problemas, apesar dos minigames serem toleráveis e os gráficos serem bons, a jogabilidade é dura e truncada e os oponentes são injustamente apelões. Mesmo que ele não seja tão porco quanto outros jogos ruins que já fiz resenha aqui no Blog, a frustração que ele me proporcionou com seus pontos negativos é tão colossal, que me fez dar a ele, uma nota abaixo de 3. Recomendá-lo é difícil, já que suas falhas realmente atrapalham muito, mas o Master Alucard disse uma vez que é necessário jogar jogos ruins para poder apreciar ainda mais aqueles que são bons, e eu sinto que aprecio o Street Fighter II e suas sequências ainda mais, já que conseguiram corrigir os erros que me frustraram tanto no primeiro. Independente se jogar ou não, é interessante conhecê-lo para ver como a franquia Street Fighter evoluiu com o tempo e como  dá para aprender mais com erros do que com acertos. 

Curiosidades Rápidas: 

- Takashi Nishiyama (o diretor do game) tinha intenção de fazer o Street Fighter I mais cinematográfico. 

- Depois do fracasso do game, Takashi Nishiyama foi trabalhar na SNK e fez Fatal Fury, que segundo ele, era como ele queria que o Street Fighter I fosse. 

Você já conhecia o primeiro Street Fighter? Já chegou a jogá-lo? O que achou da postagem? Comente e compartilhe nas redes sociais, You Win.

quarta-feira, 23 de setembro de 2020

Personagens apelões em games competitivos (parte 2)

 Olá, povo apelão, tudo bem? Você já jogou algum jogo que permite 2 ou mais jogadores se enfrentarem, escolher um personagem, e acabar vencendo uma partida porque as habilidades desse personagem são tão vantajosas que chegam a ser injustas? é exatamente isso que quero dizer com personagem apelão, e hoje veremos mais personagens desse tipo, além dos 4 mencionados naquela postagem que fiz 3 anos atrás. 
Lembrete: Eu baseei essa lista em informações que vejo/ouço sendo mencionadas em algumas fontes, se eu cometer alguma desinformação, me desculpe. Nessa lista, só entram personagens de jogos que eu joguei. 

Na parte 1, mencionei o Meta Knight do Smash Bros Brawl e como ele foi banido em qualquer torneio existente, mas essa personagem do Smash 4 só foi banida em 2 torneios e isso não significa que dá para pegar leve com ela. 
Bayonetta (Bayonetta 2 variation) as she appears in Super Smash Bros.  Ultimate. | Personagem, Anime, Herois 
Bayonetta foi adicionada ao Smash Bros de Wii U e 3DS em fevereiro de 2016 como uma personagem de DLC (Downloadable Content). Quando ela foi lançada, a comunidade enlouqueceu por causa dos seus combos, qualquer golpe dela se encaixava muito bem para fazer combos e havia um combo infinito dela que simplesmente permitia que carregasse o oponente para fora da tela, te dando uma vitória garantida. Uma vez que esse combo começava, não havia escapatória e mesmo se não desse para derrotar instantaneamente com ele, ainda era possível conseguir tirar muito dano (uma vez eu consegui fazer um combo, com ela , que tirava 80% de dano). Bayonetta pode ter deixado de ser apelona quando as atualizações chegaram, mas o terror que ela era, quando foi lançada, jamais será esquecido.

Tinha mencionado o Eddy Gordo de Tekken na parte 1, mas essa apelação dele era de quando o Tekken 3 ainda era novidade. Com os jogos seguintes ele ficou mais balanceado, mas um há um personagem do Tekken 6 que era tão usado em torneios que as partidas se resumiam a esse personagem e a ele mesmo.
Bob - Tekken 6 | Jogos de luta, Lutador, Luta
Bob ficou conhecido em Tekken 6 como o personagem que estragava finais de campeonatos. O motivo é que além dele ser um dos personagens mais rápidos do game,  possuía uma facilidade extrema para encaixar golpes nos seus combos, seus golpes eram fortes e tinham um ótimo alcance. Em 2011, os fãs estavam pedindo que o uso dele fosse banido nos torneios, mas a EVO (o evento em que o jogo foi disputado) não ouviu as reclamações e permitiu que os jogadores pudessem usá-lo. O resultado? ninguém chegava nas finais sem usar o Bob. Se a comunidade avisa que tal personagem é desbalanceado, tenha certeza de considerar se uso desse personagem deve ser permitido, para que as partidas fiquem mais justas. 

A comunidade de Pokémon sempre afirma que o Pokémon mais apelão já usado é o Rayquaza, nas versões da sexta geração. Como eu não joguei os jogos da sexta geração, vou escolher um Pokémon que era extremamente desbalanceado na primeira. 

Mewtwo dispensa apresentações, então vou direto ao ponto. Eu estou usando apenas a versão da primeira geração como exemplo, mas os manjões vão comentar que não existe multiplayer nos jogos da primeira geração, e eu digo que no Pokémon Stadium existe, já que é possível disputar batalhas com outros jogadores e também é possível usar os Pokémons do Game Boy direto no 64. Um dos motivos dele ser apelão, está atrelado ao porquê dos Pokémons do tipo Psíquico serem apelões na primeira geração: as fraquezas do tipo Psíquico são Inseto e Fantasma, mas acontece é que os golpes desses tipos eram poucos e os poucos que tinham eram bem fracos, fazendo as fraquezas do tipo Psíquico serem pouco efetivas, e também não havia divisão de ataque especial e defesa especial, deixando tudo em um mesmo atributo chamado Special (para quem não sabe, os ataques podem ser físicos ou especiais, e o dano recebido era influenciado pelo ataque fís/esp, pela defesa fís/esp e pelo tipo). Some isso a atributos acima da média, o Special mais alto dentre todos os Pokémons e uma vasta seleção de golpes que podem ser aprendidos, que temos a receita para a vitória. As gerações posteriores podem ter balanceado o sistema para ficar justo, mas quem reinava, na primeira, era o Mewtwo

Da franquia Mortal Kombat, acabei escolhendo um personagem que era o terror no Ultimate Mortal Kombat 3, e quem jogou sabe quem é. 

Noob Saibot surgiu primeiro como personagem secreto no MKII, mas ele se popularizou como personagem jogável na versão de Super Nintendo do Ultimate 3. Assim como a Bayonetta, ele é bem capaz de fazer combos infinitos, além de ter golpes extremamente rápidos e difíceis de defender. O fim da picada é o seu projétil que, quando atinge o inimigo, o deixa incapaz de atacar e defender. Também há algumas lendas urbanas sobre ele ser capaz de usar os golpes enquanto defende ou fazer combos enquanto leva dano, mas mesmo se essas lendas não forem verdadeiras, o que ele é capaz de fazer no jogo é muito absurdo. 

Lembra de mais algum personagem apelão? Qual destes você acha que é mais apelão? Gostou da postagem? Comente e compartilhe nas redes sociais, Bye Bye.